Preto no Branco

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Nova concepção do Mercado do Produtor é debatida em seminário da Fenagri 2018

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O Mercado do Produtor de Juazeiro – BA foi um dos temas dominantes no terceiro dia da 27ª Feira Nacional da Agricultura Irrigada (Fenagri), que vem movimentando o município desde a última quarta-feira (11).

A modernização e ampliação deste que é considerado o quinto maior entreposto comercial do Norte/Nordeste, marcou a programação do seminário ‘Projetos de Infraestrutura – Entrepostos de Abastecimento’, realizado nas dependências do Centro de Excelência em Fruticultura do Senar.

De acordo com Voldi Silva Alves, assessor de Planejamento e Parcerias Estratégicas do município e um dos coordenadores da feira, uma das propostas do seminário foi discutir um novo modelo para o entreposto de Juazeiro. “Até o final do ano, esperamos concluir a etapa de estudos para apresentarmos proposta de Projeto que será submetida  e discutida em audiência pública e posterior Licitação. A construção do novo entreposto, Centro Agroalimentar e Logístico, devera iniciar ainda no 1° Semestre de 2019”, garantiu.

Durante toda a tarde, cinco palestrantes convidados apresentaram ainda temas como o panorama dos entrepostos comerciais no Brasil, estudos de qualidade por região e potenciais de mercado. A mestre em Direito Público e professora da Escuela de Organizacion Industrial (EOI) de Madri, Flávia Accioly iniciou o ciclo de palestras falando sobre as PPPs e Concessões com propostas para ampliar a aplicação aos estados e municípios.

Depois foi a vez de Altivo Roberto Cunha, engenheiro agrônomo e doutor em Economia, que trouxe o tema ‘Mercados de 4ª Geração’. O diretor presidente do Grupo JAP e da Brazilfruit, James Andrade, mostrou a experiência de gestão privada vivenciada em Teresina com a nova Ceasa da capital do Piauí.  E na sequência, o presidente da Brastece, Waldir Lemos, encerrou o seminário falando sobre o futuro das Ceasas no Brasil.

Sábado (14)

Apresentando uma grade técnico científica e com exposição de produtos e tecnologias, a Fenagri 2018 continua neste sábado (14). A partir das 8h, no Juá Garden Shopping, será ministrado o minicurso ‘Manejo de captação de águas de chuva’ e no período da tarde, a palestra ‘Terra e Territorialidade’. Durante o dia e a noite, expositores do Vale do São Francisco e do país apresentam o que tem de novidade no segmento agrícola.

A Grade

Considerada a maior feira do setor na América Latina, a Fenagri acontece no Juá Garden, no Centro de Excelência em Fruticultura do SENAR e na UNEB. Fóruns, minicursos, seminários, palestras, visitas técnicas, feiras de negócios e da agricultura familiar fazem parte da programação. Segundo a prefeitura até a noite deste sábado 40 mil pessoas  devem passar pelo evento, que este ano estima superar o movimento de R$ 5 milhões em negócios alcançados na edição anterior.

CLAS Comunicação & Marketing

MP defende banco de informações sobre medidas alternativas à prisão

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O Ministério Público Federal (MPF) enviou documento ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nesta semana em que defende a criação de um banco de dados sobre medidas alternativas à prisão. Estas são opções de punição que juízes podem adotar em vez de destinar uma pessoa à cadeia.

O Código Penal prevê esse tipo de punição para crimes com pena de até quatro anos, que não tenham envolvido violência ou grave ameaça ou sem a intenção do autor (situação denominada na legislação de “culposa”).

Entre as opções estão o pagamento de uma espécie de multa à vítima, a perda de bens ou valores, a prestação de serviços à comunidade, a interdição temporária de direitos (como um cargo público ou um registro profissional) e limitações de deslocamento nos fins de semana, na qual o condenado pode ser obrigado a permanecer durante determinado tempo em casa ou estabelecimento determinado.

Na avaliação do MPF, a criação da base de dados pode contribuir para organizar a informação sobre essa alternativa, dar mais credibilidade a ela e reduzir o número de prisões. Segundo a autora do documento, procuradora Luiza Frischeisen, não há hoje um sistema nacional que permita saber onde tal tipo de medida foi aplicada e fiscalizar seu cumprimento.

Atualmente, o Conselho Nacional de Justiça tem sistemas nacionais como o proposto para algumas situações, como é o caso do Banco Nacional de Mandados de Prisão e do Banco Nacional de Monitoramento de Presos. As duas bases permitem a consulta eletrônica em todo o território de informações sobre se uma pessoa teve ordem de prisão, se foi detida ou recebeu alvará de soltura.

O caso será analisado agora pelo CNJ. A responsabilidade pelo pedido será da conselheira Maria Tereza Uille Gomes.

Agência Brasil

Ministério do Meio Ambiente oferece 20 mil vagas para capacitações; Cadastro vai até 23 de julho

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Estão abertas até o dia 23 de julho as inscrições para 10 cursos a distância promovidos pelo Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Ao todo, são 20 mil vagas, distribuídas em diversos temas, tais como: unidades de conservação, sustentabilidade, água, educação ambiental e gestão de resíduos sólidos. O início das aulas está previsto para 24 de julho.

Os cursos são oferecidos no ambiente virtual de aprendizagem do Ministério do Meio Ambiente. O interessado que ainda não possui um login nesse ambiente deve fazer um autocadastro, preenchendo algumas informações. Uma vez logado, poderá se inscrever em qualquer curso, ou em vários. É importante ficar atento ao prazo, pois a efetivação da inscrição está condicionada ao número de vagas para cada curso. Todo o conteúdo produzido é livre, para uso público e pode ser disponibilizado para que instituições parceiras os ofertem em suas próprias plataformas Moodle.

Para saber mais sobre os cursos, clique aqui. Para entrar em contato com o Departamento de Educação a Distância do MMA: (61) 2028-1569.

 

Ascom MMA

Delcídio comemora absolvição e diz que estuda voltar à política

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O ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) comemorou sua absolvição pela Justiça Federal em Brasília e disse nesta sexta-feira (13) que agora terá outro desafio: reaver seus direitos políticos, cassados quando ele perdeu o mandato em maio de 2016, pois estuda voltar à política.

Delcídio foi absolvido nesta quinta (12) pela Justiça Federal em Brasília em uma ação penal em que era acusado de ter participado de um esquema para comprar o silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras que virou delator na Lava Jato.

O ex-presidente Lula e outros cinco réus também foram absolvidos no mesmo processo pelo juiz federal Ricardo Leite, que entendeu que não havia provas contra eles.

A reportagem falou com o ex-senador nesta tarde, após ele participar de uma audiência para fiscalização do cumprimento das medidas acordadas com a Justiça no seu acordo de delação premiada.

A partir de agora, Delcídio não deverá mais se apresentar bimestralmente à Justiça em Brasília e deverá começar a prestar serviços comunitários em Campo Grande (MS), onde vive com a família. Em setembro, o ex-senador deverá pagar a segunda parcela anual da multa imposta em seu acordo de delação, que totaliza R$ 1,5 milhão.

Delcídio disse que soube da absolvição nesta quinta, por telefone, enquanto estava na fazenda de gado nelore de propriedade de sua família na região de Corumbá (MS). Ao juiz Ricardo Leite ele contou que tem se dedicado à sua nova atividade de fazendeiro, e tem gostado da vida no campo.

‘BOI DE PIRANHA’

O ex-senador, que era líder do governo Dilma Rousseff quando foi preso, em novembro de 2015, após ter sido gravado pelo filho de Cerveró, Bernardo Cerveró, disse que se o episódio fosse hoje, com os novos rumos dados à Lava Jato, não teria ido para a cadeia.

Para Delcídio, sua prisão ajudou a deflagrar a crise política que culminou no impeachment de Dilma, no ano seguinte. Ele comparou sua situação à do senador Aécio Neves (PSDB-MG), gravado por Joesley Batista, da JBS.

“Aquilo [sua prisão] foi o estopim, ali caiu o mundo. Ali, eles [investigadores] entraram no Congresso. No meu caso foi o seguinte: ‘Vai o Delcídio de boi de piranha para salvar todo mundo’. Quando veio o Aécio foi: ‘Segura o Aécio senão vamos nós'”, disse.

O ex-senador criticou o processo em que foi denunciado por obstrução da Justiça. “Você fala em obstrução de Justiça. Aí você pega o depoimento do Nestor [Cerveró] e ele fala que a delação dele não alterou em nada. Então, era a tese do crime impossível”, afirmou.

Delcídio ainda é réu em outra ação em penal, sob responsabilidade do juiz Sergio Moro, sob acusação de corrupção e lavagem de dinheiro na compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras. “Ali foi caixa dois”, disse ele.

Questionado sobre voltar à política, Delcídio fez um paralelo entre seu caso e o do ex-senador Demóstenes Torres (PTB-GO). Demóstenes também foi cassado por seus pares, na esteira de um escândalo envolvendo ligações com o empresário Carlos Cachoeira, e conseguiu no STF (Supremo Tribunal Federal), em abril deste ano, o direito de se candidatar.

Delcídio disse que a investigação sobre Demóstenes foi arquivada. “Eu fui absolvido. É muito mais forte”, afirmou.

Folhapress

Artistas se reúnem para criar livro “Lula Livre”

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Escritores, cartunistas e poetas como Augusto de Campos, Aldir Blanc, Frei Betto, Chico Cesar, Laerte, Caco Galhardo, Carlos Rennó e Xico Sá participarão de um livro chamado “Lula Livre”, que reunirá trabalhos inéditos de 70 artistas.

O lançamento está previsto para o fim deste mês. A obra é organizada pelos autores Ademir Assunção e Marcelino Freire.

Segundo Assunção, “o propósito do livro é criar mais um fato de repercussão para engrossar os movimentos nacionais e internacionais contra a farsa da prisão do ex-presidente e o golpe antidemocrático que representa a sua exclusão, no tapetão, do processo eleitoral de 2018.” A ideia é que a publicação seja distribuída em parceria com movimentos sociais.

BN

Jacques Wagner diz que Moro é ‘agente político de toga’ que age para perseguir Lula

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O ex-ministro Jaques Wagner (PT) afirmou neste sábado (14) que o juiz federal Sergio Moro desrespeita a hierarquia judicial para perseguir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na publicação, veiculada por meio do Facebook, Wagner se refere à atuação de Moro no episódio em que o desembargador Rogério Favreto, do TRF-4, concedeu habeas corpus em favor da soltura de Lula, no último domingo (8).

O ex-governador, que também acusa a grande mídia de promover uma “devassa” contra o ex-presidente, diz que o juiz de Curitiba é retratado como herói nacional pela mídia e segue acima das leis e das críticas.
“Enquanto isso, Sérgio Moro, que condenou sem provas e repetidamente se comporta como um agente político de toga, aparecendo ao lado de tucanos e desrespeitando a hierarquia judicial para perseguir Lula, segue acima das leis e das críticas”, escreveu Wagner.

https://www.facebook.com/jaqueswagneroficial/posts/1870996449605103

Bocão News

“Não tem como ficar calada”, diz mãe de Marielle

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Anistia Internacional critica "ineficácia" de autoridades no caso da vereadora Marielle Franco. Na foto, Antônio Francisco da silva e Marinete da Silva, pais de Marielle

Sem solução, assassinato da vereadora e do motorista faz quatro meses

Anistia Internacional critica “ineficácia” de autoridades no caso da vereadora Marielle Franco. Na foto, Antônio Francisco da silva e Marinete da Silva, pais de Marielle

O mês de julho costumava ser de festa na casa de Antônio Francisco da Silva e Marinete da Silva, pais da vereadora Marielle Franco, assassinada há exatos quatro meses junto com o motorista Anderson Gomes, no centro do Rio.

Antônio e Marinete celebravam o aniversário da filha no dia 27 com almoços em família. Pela primeira vez sem Marielle, eles pretendem fazer o mesmo neste ano, quando a filha completaria 39 anos.

“A irmã dela quer fazer homenagens, porque era uma data em que sempre nos reuníamos para comemorar a vida”, conta o pai de Marielle, que não pretende usar a data para tratar do assassinato ou das investigações. “Trinta e nove anos depois, será uma reunião que vamos fazer para lembrar a Marielle em vida.”

Antônio lembra que, no ano passado, eles almoçaram juntos antes que a vereadora (PSOL) fizesse uma festa com amigos na Pedra do Sal, local que é um dos marcos da história negra no Rio de Janeiro e que abriga um tradicional samba às segundas-feiras.

“Ela gostava que as pessoas participassem da alegria dela. Se vocês repararem, a grande maioria das fotos da minha filha era sorrindo”, lembra Antônio, que diz ter sentido muito a falta da filha durante os jogos do Brasil na Copa do Mundo na Rússia. “Sempre nos reuníamos, fazíamos churrasco, e assistíamos ao jogo do Brasil. Este ano eu assisti aos jogos, mas não dei importância à Copa do Mundo como dava quatro anos atrás.”

A mãe, Marinete, diz que é preciso lembrar de Marielle no dia de seu aniversário e que continuará com a pressão para que venha à tona a verdade sobre o assassinato da vereadora e do motorista. “Nem que eu vá sozinha para a rua, eu vou lutar pela vida de minha filha. Não tem como eu ficar calada diante de uma situação como essa.”

Marinete desabafa que “precisa acreditar” que a Polícia Civil chegará aos culpados pelo crime e lamenta a crueldade dos atiradores que seguiram Marielle e atiraram diversas vezes contra sua cabeça. “Ela não foi morta por uma bala perdida, nem em um acidente. Ela foi morta em uma emboscada”, afirma. “Essa dor é impossível de cicatrizar.”

Os pais de Marielle estiveram na sede da Anistia Internacional no Brasil para chamar a atenção da sociedade para os quatro meses do crime, que permanece sem solução. Conduzidas pela Polícia Civil, as investigações estão sob sigilo. A coordenadora de Pesquisa da Anistia, Renata Neder, destaca que defensores dos direitos humanos como Marielle enfrentam uma dura realidade no Brasil.

“O Brasil é um país de alto risco para defensores de direitos humanos, dezenas são assassinados a cada ano”, afirma Renata. “Sabendo que, no Brasil, em geral, não se investiga homicídios de defensores de direitos humanos, e que no Rio de Janeiro, a Polícia Civil em geral não investiga os homicídios que têm participação de agentes do Estado, o risco de que o caso da Marielle não seja corretamente solucionando existe, e é alto. E é por isso que a Anistia Internacional tem se mobilizado.”

Agência Brasil

Problema Resolvido: Coelba, Celpe e CEF selam acordo e contas voltam a ser pagas nas lotéricas

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As casas lotéricas da Bahia e de Pernambuco voltam a receber pagamento de contas de energia elétrica a partir deste sábado (14). Ontem, as duas companhias anunciaram o acerto feito com a Caixa Econômica Federal para a retomada do serviço.

Desde o último mês de maio, os usuários não podiam pagar suas contas de energia nas lotéricas, devido à ausência de negociação entre as concessionárias e a Caixa Econômica Federal para renovar o contrato que possibilitava esse serviço.

Durante o período de suspensão do serviço, os usuários das companhias tiveram que enfrentar filas nos pontos de pagamento das concessionárias, o que gerou muita reclamação e revolta nos consumidores.

Em nota, as duas companhias de eletricidade disseram que a decisão “atende à solicitação da sociedade, assegura ganhos para a Caixa Econômica Federal e para os agentes lotéricos” e afirmaram também que “as empresas entenderam que a situação gerada se tornou incompatível com a qualidade dos serviços essenciais prestados e lamentaram os transtornos causados”.

Da Redação

Uma boa notícia: A partir de amanhã (14) as Casas Lotéricas voltarão a receber faturas da Coelba

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Vitória dos consumidores! Acabou o impasse entre a Caixa Econômica Federal e a Companhia de Eletricidade da Bahia (Coelba) e já a partir de amanhã (14), os usuários poderão pagar as contas de energia nas casas lotéricas. A decisão foi tomada no início da noite desta sexta-feira (13).

O pagamento nas lotéricas foi suspenso no dia 1º de junho, causando muitos transtornos aos consumidores.

A Coelba encerrou o contrato com a Caixa por conta do reajuste de 50,5% no valor da tarifa por fatura arrecadada.

Com isso, usuários de Juazeiro e de todo estado da Bahia, tiveram que enfrentar longas filas nos postos credenciados pela Companhia, para conseguir pagar suas faturas.

Nessa semana, o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) instaurou inquérito civil para apurar a representação apresentada pelo Sindicato dos Lotéricos e Correspondentes Bancários do Estado da Bahia (Sinsloba) contra a Coelba. O sindicato argumentou que a companhia não possuia rede de atendimento suficiente para atender a população.

Veja nota divulgada pela Coelba:

“COELBA firma acordo com a Caixa Econômica Federal e lotéricas voltam a receber contas de energia

A COELBA, empresa do Grupo Neoenergia, e a Caixa Econômica Federal (CEF) formalizaram, nesta sexta-feira, a renovação do convênio que permite às casas lotéricas arrecadar as faturas de energia elétrica a partir deste sábado, dia 14.

O acordo firmado atende à solicitação da sociedade, assegura ganhos para a Caixa Econômica Federal e para os agentes lotéricos, além de mais opções de pagamento para os clientes da COELBA. As empresas entendem que a situação gerada se tornou incompatível com a qualidade dos serviços essenciais prestados e lamentam os transtornos causados.

Além do retorno das lotéricas como canais de arrecadação, os mais de 5,8 milhões de clientes da COELBA permanecem contando com outros cerca de 4.000 locais de pagamento, entre nossa rede própria COELBA Serviços e correspondentes bancários. A empresa possibilita a quitação das faturas de forma prática, sem necessidade de deslocamento do cliente, por meio do site, aplicativo COELBA ou débito automático. Em respeito aos nossos clientes, a concessionária reafirma o compromisso com a qualidade dos serviços.”

Da Redação