Preto no Branco

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Teatro de Bonecos movimenta e alegre a comunidade de Campos dos Cavalos

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O show de bonecos, música e teatro foi marcado por muita alegria, risos participação do público que lotou a frente da Escola Eudualdina Damásio, na localidade de Campos dos Cavalos, no Salitre.  Os alunos, professores e funcionário da escola se juntaram com os moradores da localidade para esse momento tão marcante que aconteceu na noite dessa sexta feira dia 13.

“Foi um espetáculo muito bom, feito por equipe de artistas profissionais e que serviu como uma verdadeira aula, tanto para os alunos como para a comunidade”, disse a professora Heralda ao comentar a apresentação denominada “Mamulengos na Caatinga”, a qual vem sendo mostrada em várias comunidades da região pelo o grupo teatral Gestos e Ações da cidade de Sobradinho, por meio do Edital Setoriais de Cultura de Arte do Setor de Cultura Popular da Secretaria de Cultura do estado da Bahia.

Depois de se divertir bastante com as brincadeiras do boneco “Chimbica” e com as conversas atrapalhadas do boneco ventríloquo “Negão”, a comunidade que também se identificou com as lendas do rio São Francisco, presentes no espetáculo, foi ainda agraciada com a distribuição de bonecos feita pela produção do espetáculo.

No próximo sábado, dia 21, a equipe vai estar encerrando essa temporada de espetáculos com um show na cidade de Sobradinho, que pelo ritmo das apresentações, promete ser mais um momento de sucesso, alegria e encantamento, magia bem próprio do teatro de bonecos.

 

Raimundo Fábio – Ascom  Gestos e Ações/ Bel. em Jornalismo e Multimeios
DRT/BA 4441

Prefeitura de Petrolina apresenta linha de crédito  para ambulantes que devem trabalhar no São João

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Nesta sexta-feira (13), representantes da Prefeitura se reuniram com cerca de 80 vendedores ambulantes para apresentar a linha de crédito especial a aqueles que devem trabalhar no São João de Petrolina.

Além da linha de crédito, a Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (Seculte), a Agência Municipal do Empreendedor (AGE) e a Agência de Vigilância Sanitária irão ofertar um workshop com palestras sobre o turismo, orientação de crédito e boas práticas sanitárias. A capacitação deve ser promovida na primeira quinzena de maio.

O encontro foi realizado no Clube 21 de Setembro e contou com as presenças do diretor-presidente da AGE, Sebastião Amorim; o secretário executivo de Cultura, Cássio Lucena; o diretor-presidente da Agência de Vigilância Sanitária, Marcelo Gama; o diretor de Eventos, Thulio Teobaldo; diretor de Disciplinamento Urbano e Atividades Licenciadas, Cícero Dirceu da Silva e o diretor Administrativo Financeiro da AGE, Marcos Gama.

O encontro foi promovido pela Associação de Barraqueiros e Ambulantes do Vale do São Francisco (Abaev), em parceria com a Prefeitura de Petrolina e apoio do Clube Sociedade 21 de Setembro, que cedeu o espaço para o evento.

Sobre a linha de crédito – A partir do dia 1º de maio a AGE irá disponibilizar aos ambulantes cadastrados a linha de crédito popular que é de até R$ 2 mil, com juros de 1% ao mês. Para ter acesso ao programa de empréstimo, o vendedor não pode ter pendências em órgãos de defesa de crédito (SPC, SERASA) e na prefeitura (IPTU, ISS, etc).

Ascom/ Fotos: Sérgio Sá

Equipe do Educação, Presente! visitou a escola José de Amorim no Salitre

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A secretária de Educação e Juventude (SEDUC) Lucinete Alves, as equipes do projeto ‘Educação, Presente! A Secretaria na Escola com Você’ e da engenharia acompanharam de perto o andamento das obras da Escola José de Amorim, na Lagoa do Salitre, zona rural de Juazeiro.

“A escola está ficando linda, com novos ambientes, salas climatizadas, construção de novos banheiros, o pátio coberto, tudo feito com muito carinho para receber os alunos da comunidade. Já estamos na fase dos acabamentos para que no dia 27 de abril as aulas comecem”, disse a secretária Lucinete.

A gestora da José de Amorim, Jailma Carvalho também se reuniu com a secretária e a assessora de políticas públicas da SEDUC, Mary Adriana para ajustar os preparativos para o início das aulas. “Estamos ansiosos para receber os nossos alunos e professores, vamos preparar junto com a SEDUC uma festa linda. Vamos repor todas as aulas, funcionando aos sábados e feriados, os alunos não terão nenhum prejuízo”, concluiu a gestora.

Por Emanuelle Lustosa/SEDUC

Após um mês, investigação da morte de Marielle e Anderson é marcada por incógnitas

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Um mês depois do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes, ninguém foi identificado como mandante ou mesmo executor do crime. Poucas informações foram divulgadas até o momento e as autoridades continuam investigando o caso.

Nesta semana, o ministro interino da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, afirmou que a investigação “está avançando, mas essas informações estão todas restritas à polícia que está fazendo a investigação”.

As primeiras pistas foram imagens das câmeras de segurança espalhadas pelo trajeto percorrido por Marielle e Anderson até a rua onde foram mortos, mas exatamente no local há um “ponto cego” das câmeras, que não gravaram o momento do assassinato.

A polícia chegou a apreender um carro em Ubá (MG) que poderia ter sido usado no crime, o que depois foi descartado.

As balas recolhidas no local do crime foram analisadas. Identificou-se que a maior parte teria sido roubada de um carregamento da Polícia Federal há alguns anos, como anunciou o ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann. Até agora, não foi divulgado o resultado da análise das munições.

Integrante do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) e da organização Justiça Global, Sandra Carvalho, diz que há indícios de que as balas do mesmo lote já teriam sido utilizadas em chacinas e outras situações criminosas anteriores ao caso de Marielle. “Isso requer uma situação muito rigorosa também, porque pode ser um elemento muito importante para desvendar esse crime e vincular com outros, podendo até levar a uma teia criminosa que possa estar articulada.”

Sandra Carvalho, que integra comissão criada pelo CNDH para acompanhar o caso, critica que a falta de controle de armamentos contrasta com o fato de o Rio de Janeiro ser “uma cidade com um armamento absurdo”. “A gente tem uma polícia muito armada e também há forças criminosas muito bem equipadas, o que é fruto de corrupção, de entrada de armas clandestinamente no país, mas isso é raramente investigado”.

A fim de auxiliar nas investigações, na última quinta-feira (12), o vereador do PSOL Tarcísio Motta se apresentou como testemunha e prestou depoimento. Na saída, ele disse que os investigadores pediram informações sobre as atividades de Marielle, a relação dela com outros vereadores, a trajetória da parlamentar no partido e como foi o desempenho dela durante os trabalhos da CPI das Milícias, em 2008, quando assessorava o deputado estadual Marcelo Freixo, também do PSOL.

O vereador também foi questionado sobre críticas que Marielle fez, antes de morrer, ao uso de violência por policiais do 41º Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Acari, na zona norte do Rio. Antes de ser assassinada, Marielle havia denunciado, em uma rede social, violência policial de membros do batalhão contra moradores de favelas.

Em nota divulgada na sexta-feira (13), a Anistia Internacional voltou a cobrar resposta das autoridades. “O Estado deve garantir que o caso seja devidamente investigado e que tanto aqueles que efetuaram os disparos quanto aqueles que foram os autores intelectuais deste homicídio sejam identificados. Caso contrário envia uma mensagem de que defensores de direitos humanos podem ser mortos e que esses crimes ficam impunes”, destacou a organização.

Os ministérios da Segurança e da Defesa, o Gabinete de Segurança Institucional, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil do Rio de Janeiro foram procurados pela Agência Brasil, mas optaram por não se pronunciar sobre o caso, argumentando que as investigações correm em segredo de Justiça.

Já o ministro dos Direitos Humanos, Gustavo do Vale Rocha, disse que está acompanhando o caso. “Evidentemente que a maior parte dessa apuração é sigilosa, mas a gente vem atuando juntamento ao Gabinete de Intervenção e o Ministério de Segurança Pública para não só demonstrar que estamos acompanhando como também estamos cobrando os resultados dessas investigações. E as informações que nos são repassadas é que essas investigações estão bem avançadas”.

Coordenador da comissão de deputados federais formada para acompanhar as investigações, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) é incisivo ao falar que o crime não pode cair no esquecimento. “A gente quer respostas. As autoridades terão que dar respostas para esse crime, porque não há nenhum crime que não possa ser solucionado, a não ser quando há interesse do próprio Estado em acobertar esse crime”, afirmou.

Na opinião de Jean Wyllys, a morte de Marielle está relacionada à sua atuação política. “Não há a menor dúvida de que se trata de um crime político. É um crime motivado pela atuação dela. Não sabemos ainda qual a motivação específica, se está ligado à atuação das redes criminosas e das milícias.

Reação

Os assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes levaram centenas de pessoas às ruas do Brasil e do mundo. Nos protestos, participantes lembraram as bandeiras da vereadora,  a garantia de direitos de mulheres e LGBTs, o respeito e valorização dos moradores de favelas e o fim da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, além de pedidos por responsabilização dos culpados.

A morte provocou imediatamente fortes reações institucionais. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) disse que o Estado tem a obrigação de investigar o assassinato “de maneira séria, rápida, exaustiva, independente e imparcial, e punir os responsáveis intelectuais e materiais”. O assassinato será tema de uma reunião, que deverá ocorrer em maio.

O Sistema das Nações Unidas no Brasil (ONU Brasil) emitiu nota em que espera “rigor na investigação do caso e breve elucidação dos fatos pelas autoridades, aguardando a responsabilização da autoria do crime”, posicionamento seguido por outras organizações nacionais e internacionais de direitos humanos.

No dia 20 de março, um documento assinado por mais de 100 organizações de direitos humanos foi lido durante sessão ordinária do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra.  No Parlamento europeu, deputados prestaram um tributo a Marielle no dia seguinte à sua morte e pediram a suspensão das negociações comerciais para um acordo de livre comércio entre a Europa e o Mercosul.

Metáfora de muitas das pautas que defendia, Marielle tornou-se a própria concretização do lema que escolheu para seu primeiro mandato: “Eu sou porque somos”.

A amiga e também vereadora Talíria Petrone (PSOL) reforça que a luta de Marielle não cessou com sua morte. “Se achavam que iam silenciar as pautas que a Marielle representava com a sua voz assassinando o corpo dela, a resposta foi na contramão disso. Muitas mulheres negras, em especial, estão se levantando no Brasil todo não apenas contra a brutalidade do que foi a execução da Mari, mas se levantando pela defesa das pautas, contra o genocídio do povo negro. Ela está gritando por aí, mais viva do que nunca”.

Vereadora em Niteroí desde 2017, Talíria desenvolve trabalho semelhante ao de Marielle e conta que tem sofrido ameaças. Depois da morte da amiga, passou a ter proteção do Estado, com escolta e outras medidas de segurança.

“A gente vive um momento do ódio. Infelizmente não são casos pontuais. Estruturalmente, na realidade brasileira há o avanço de um conservadorismo, de grupos de extrema direita, fascistas, que querem propagar o ódio e manter marginalizados alguns setores – e isso nos inclui”.

Talíria também vislumbra o crescimento da mobilização em torno da defesa de direitos e acredita que, em homenagem à amiga, é preciso seguir.

“A execução da Mari, de alguma maneira, movimenta as estruturas da sociedade em um momento que, embora provoque medo, embora provoque que a gente se atente mais às ameaças, também provoca muita reação. A gente acaba perdendo o próprio medo. Precisamos reagir, ir em frente, avançar mais, com mais radicalidade. Então, eu estou com muita dor, mas também com muita disposição de lutas”.

Agência Brasil

Petrolina anuncia programação do circuito junino na próxima quarta-feira (19)

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O Parque Josepha Coelho será o palco do lançamento do São João de Petrolina 2018. O anúncio de toda a programação de maio e junho será realizado pelo prefeito Miguel Coelho com detalhamento sobre as atrações do São João dos Bairros e no Pátio Ana das Carrancas. Também serão divulgadas das datas dos concursos de quadrilhas; ruas e carroças ornamentadas; Jecana e Missa do Vaqueiro.

Durante o evento, ainda serão expostas as expectativas para movimentação econômica, geração de empregos e atração de turistas. O lançamento do São João de Petrolina ocorrerá na próxima quinta-feira (19), às 19h,  na Arena 3 do Parque Josepha Coelho, com acesso aberto ao público.

Ascom-PMP Foto: Jonas Santos

Lançada em Petrolina a 4ª edição do Clisertão

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Ecoleituras, conferências, feira de livros, exposições, minicursos, cinema, teatro, recitais poéticos, contações de histórias e concertos musicais são as principais atrações da 4ª edição do Congresso Internacional do Livro, Leitura e Literatura no Sertão (Clisertão), que será realizado pela Universidade de Pernambuco (UPE), em Petrolina – PE, de 7 a 11 de maio.

A programação completa foi apresentada na noite desta quinta-feira (12), durante o lançamento do evento no campus da UPE Petrolina. Um público de estudantes, educadores, gestores, escritores e produtores culturais conheceu em primeira mão o tema desse ano, ‘As Margens da/na Literatura, Linguagem e Leitura’ e os homenageados, o poeta Patativa do Assaré, a professora Yeda Barros (fundadora do curso de Letras da UPE Campus Petrolina) e a poeta Zita Alves.

De acordo com o coordenador, Genivaldo Nascimento, as atividades serão gratuitas e vão acontecer na UPE e em escolas da cidade, vinícolas, ilhas, praças e sítios arqueológicos. “Vamos trazer personalidades como o linguista e escritor, Marcos Bagno (UnB);o crítico literário Flavio Kothe (UnB); e o jornalista Eric Nepomuceno. Além deles, estarão presentes os convidados internacionais Elicura Chiuhailaf (um dos mais importantes escritores do Chile); Pablo Montoya (Colômbia, vencedor do Prêmio Casa de las Americas); Alejandro Reyes (México); Abdulbaset Jarour (Síria) e Keto Kebongo (República do Congo)”, destacou.

E afinados com a proposta de discutir a produção e circulação do livro no município e região, alguns parceiros da iniciativa também estiveram no lançamento. A secretária interina de Educação, Larissa Soeiro e a gestora da Gerência Regional de Educação (GRE), Anete Ferraz, renovaram a parceria com o evento e reafirmaram o apoio necessário para esta edição.

O diretor vice-presidente da Agrovale, Denisson Flores também destacou as linhas temáticas do Clisertão justificando o apoio ao congresso. “Um acontecimento de importância sóciocultural com uma programação que enfatiza a troca de saberes acerca da leitura e da literatura”, concluiu.

A edição 2018 do Clisertão vai oferecer 26 minicursos e as inscrições podem ser feitas até o dia 30 de abril através do email: cursoclisertao4@yahoo.com. Até o momento já foram inscritos 140 trabalhos (posters), que serão apresentados durante o evento. Mais informações:www.upe.br/petrolina.

CLAS Comunicação & Marketing

2,7 milhões ainda não sacaram PIS de 2016; veja se tem direito a até R$ 954

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O prazo para o trabalhador sacar até R$ 954 de abono do PIS/Pasep de 2016 termina em 29 de junho. Cerca de 2,7 milhões de pessoas ainda não foram buscar o dinheiro, segundo o Ministério do Trabalho.

No total, já foram pagos mais de R$ 16,1 bilhões a 21,7 milhões de trabalhadores, o que representa 88,9% do total. O abono salarial do PIS/Pasep para quem trabalhou em 2016 começou a ser pago em julho do ano passado, e o último lote foi liberado em março. Os recursos ficarão disponíveis para todos até 29 de junho. O valor varia de R$ 80 a R$ 954, de acordo com o tempo de trabalho em 2016. Quem trabalhou em 2017 começará a receber depois, mas ainda não há um calendário oficial.

BN

Justiça fixa multa diária de R$ 500 mil a manifestantes no entorno da PF em Curitiba

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Uma decisão expedida ontem (13) pela Justiça do Paraná fixou multa de R$ 500 mil, por dia, aos movimentos sociais que ocupam o entorno da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, onde está preso o ex-presidente Lula.

O despacho, assinado pelo juiz substituto Jailton Juan Carlos Tontini, da 3ª Vara de Fazenda Pública de Curitiba, cita que os manifestantes, pró e contra Lula, estão descumprindo uma ordem liminar do dia 8, que determinava que os réus não impedissem o trânsito de pessoas na área e que não fossem montados acampamentos e estruturas semelhantes nas proximidades da PF.

A decisão Deve ser cumprida imediatamente e o juiz justifica que o objetivo é evitar “a necessidade de medidas mais enérgicas, como, por exemplo, o uso de força policial”.

Cerca de 500 pessoas acampam na vizinhança do prédio da instituição, desde a prisão do ex-presidente Lula, no último dia 7.

Da Redação com informações G1

 

 

H1N1 na Bahia: 4 mortes, Juazeiro tem um caso confirmado

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A Bahia teve quatro mortes provocadas pela gripe H1N1, até o dia 7 de abril, conforme dados divulgados pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Não foram divulgados dados das vítimas, como sexo, nome e idade. Até a data informada pela Sesab foram notificados 215 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG ), com 18 mortes. Conforme a Sesab, dentre esses casos, 43 foram confirmados para influenza, sendo 36 pelo subtipo A H1N1 e desses, quatro foram a óbito.

Ainda conforme a Secretaria de Saúde, três mortes ocorreram em Salvador e uma em Lauro de Freitas, na região metropolitana. A Sesab informou que a capital concentra o maior número de casos da H1N1, 26. Camaçari, também na região metropolitana, tem dois; Dias D´Ávila, Governador Mangabeira, Itabuna, Jacobina, Juazeiro, Lauro de Freitas, São Miguel das Matas e Ubatã com um caso cada um.

Segundo o Núcleo Regional de Saúde de Feira de Santana, um bebê de 1 ano e três meses morreu em decorrência da gripe H1N1, na terça-feira (10), na cidade que fica a 100 km de Salvador. Outros dois casos da doença já foram confirmados pelo Núcleo Regional de Saúde. Apesar do município já ter confirmado a morte pela doença, a Secretaria de Estado da Saúde da Bahia (Sesab) informou que ainda investiga as causas.

Campanha de vacinação

A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe começa no dia 23 de abril. Na Bahia, a meta é vacinar 90% do público alvo, formado por 3,6 milhões de pessoas dos grupos prioritários.Esses grupos são formados por indivíduos com 60 anos ou mais; crianças de seis meses a menores de cinco anos; gestantes e puérperas (até 45 anos dias após o parto); trabalhadores da saúde; professores; povos indígenas; portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

A campanha vai até o dia 1º de junho e terá o Dia D de mobilização nacional em 12 de maio. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), no ano passado, 84,60% do público alvo foi vacinado na Bahia, quando foram imunizadas 2,6 milhões de pessoas. Dos 417 municípios, apenas 172 alcançaram a meta de vacinar 90%. No Brasil, apenas 10, dos 27 estados atingiram a meta.

Fonte: G1 Bahia