Preto no Branco

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Paróquias da Diocese de Juazeiro celebram dia de São José nesta segunda (19)

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Fiéis católicos celebram nesta segunda-feira, (19), São José. Em Casa Nova haverá Missa Solene às 19h30 na Praça da igreja e em Sento-Sé comemorando 450 anos de devoção, sendo a mais antiga e extensa paróquia da Diocese, a procissão será às 17h30 e em seguida, missa presidida pelo bispo diocesano Carlos Alberto Breis Pereira.

No Povoado de Rodeadouro, em Juazeiro (BA), a tradicional procissão será às 17h e logo após terá missa presidida pelo Pe. José Severino (Zezé).

Outras paróquias de Juazeiro realizam celebrações em homenagem ao padroeiro. Em Nossa Senhora de Fátima (Alto da Aliança) e Catedral (Centro), a missa será às 19h30. Algumas comunidades do interior também estão em festa neste dia.

Pascom

Suspeitos de tráfico de drogas são presos pela Guarda Municipal na orla de Petrolina

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Duas petecas de cocaína, dois cigarros de maconha pronto para o consumo, uma outra quantidade da droga e R$ 823,75 em dinheiro. Este foi o material encontrado com dois homens que estavam em atitude suspeita em frente a um posto de gasolina na Avenida Cardoso de Sá, na Orla de Petrolina. Eles foram abordados por homens da Guarda Civil Municipal (GCM) por volta das 22h da última sexta-feira (16).

Identificados como Márcio Novaes da Silva, de 23 anos e Gabriel Barretos Pires de Souza, de 21, os dois receberam voz de prisão e foram conduzidos até a Delegacia da 213ª Circunscrição da Polícia Civil, que fica no bairro Ouro Preto. Naquela unidade, a dupla foi apresentada para a autoridade policial de plantão para a tomada das providencias necessárias diante do caso.

Ascom/Petrolina

“Até insulina está faltando”: Usuários voltam a reclamar do serviço do Posto de Saúde do Angari, em Juazeiro

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Na semana passada o PNB publicou uma matéria em que a leitora Fátima Cerqueira de Carvalho, reclamava das condições do Centro de Saúde III, do bairro Angari, em Juazeiro.

De acordo com Fátima, desde o último dia 11 que ela não estava conseguindo vacinar o filho, pois a sala de vacinação estava sem ar condicionado, o que impede a conservação do material e a prestação do serviço de vacinação.

“Dizem que temos que estar com as vacinas de nossos filhos em dia, e eu nunca deixo atrasar, mas como fazer isso se não tem vacinação nos postos?!”, questiona.

Além disso, a leitora informou que no posto estava faltando material para realização do exame preventivo e também medicamentos diversos.

“Você procura o procedimento pra fazer um preventivo e falta tudo na sala. Já fui três vezes com a receita para pegar medicação na farmácia da família e não encontro os itens receitados”, diz Fátima.

Na manhã de hoje (19) uma usuária procurou nossa redação para confirmar a falta de insulina na farmácia do mesmo posto.

“Chegando aqui hoje, soube que a insulina acabou. Eu tomo insulina duas vezes por dia, senão passo mal. Não tenho dinheiro para comprar. Quem toma insulina não pode parar nem um dia. O que vou fazer?”, questionou.

Ainda de acordo com a usuária, no posto a orientação foi para que ela comprasse o medicamento, que custa no mercado, 45 reais.

A leitora Fátima Carvalho também voltou a nos informar que vários outros itens estão faltando na farmácia do Posto de Saúde do Angari. Remédios necessários para tratamento continuado, como os indicados para hipertensão e diabetes.

“O que está acontecendo? Precisamos saber. Até insulina está faltando, imagine! Hoje pela manhã, pude observar que várias pessoas voltaram sem os medicamentos que foram receitados”, afirmou Fátima.

O Preto no Branco já encaminhou a reclamação para a Secretaria de Saúde (Sesau) de Juazeiro e aguarda uma resposta.

Da Redação

“Não tem nada a ver uma coisa com a outra”: Planalto evita relação entre intervenção e execução de Marielle

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O presidente Michel Temer (MDB) e seus principais aliados buscam desassociar a intervenção federal na área de segurança pública no Rio de Janeiro do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL). Neste domingo (18), completa 30 dias corridos da intervenção e quatro dias da morte de Marielle, assassinada com quatro tiros na cabeça, em homicídio doloso (com intenção de matar), na noite de quarta-feira (14). O crime está sendo investigado pela Polícia Civil do Rio.

O Planalto avalia que o crime premeditado contra a vereadora aconteceria independentemente da intervenção federal. Segundo apoiadores de Temer, não se pode relacionar as duas questões de forma direta. De acordo com a reportagem do UOL, assessores também reconhecem que a intervenção atrapalha as atividades de milícias com policiais corruptos e demais organizações criminosas, que podem ter enxergado uma maneira de retaliar o governo com um crime violento contra pessoa pública com a qual já tinham divergências.

O Planalto tem tentado separar os fatos e intensificar a necessidade da intervenção no Rio. Um assessor de Temer revelou não há intenção de recuar da presença das Forças Armadas no Estado. Ainda segundo a publicação, o governo pretende reforçar os trabalhos da intervenção para demonstrar força e poder, além de evitar uma desmoralização.

Em entrevistas, ministros e auxiliares do governo reforçaram a impossibilidade de se relacionar o crime com a intervenção. O ministro da Justiça, Torquato Jardim, afirmou “não tem nada a ver uma coisa com a outra” e disse ser o papel da oposição contestar o governo. Já o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou “imbecil é quem imaginou que em 30 dias nós teríamos solucionado a questão da violência no Rio de Janeiro. Essa nunca foi a nossa pretensão, nós temos um trabalho de longo curso, ele será realizado”.

Fonte: Uol

Alvo do TJ-BA, agentes penitenciários negam greve: ‘O Estado induziu o Judiciário ao erro’

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Na última quinta-feira (15), os agentes penitenciários da Bahia foram surpreendidos por uma decisão expedida pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que aponta ilegalidade em um suposto movimento grevista da categoria. No despacho, o juiz substituto de segundo grau plantonista Arnaldo Freire Franco determinou a imediata suspensão da paralisação iniciada pelos servidores, definindo multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento.

A informação, no entanto, surpreendeu o Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado da Bahia (Sinspeb), que nega a paralisação das atividades. Ao BNews, o presidente do Sindicato, Reivon Pimentel, explicou, no mês de fevereiro, que após assembleia, a categoria tinha deliberado por declarar ‘estado de greve’ (alerta para uma eventual paralisação) e não ‘greve’.

Segundo argumento do governo estadual, que entrou com a ação ordinária na Justiça contra os agentes, a greve é proibida aos servidores ligados à segurança pública e que a paralisação coloca “em risco o sistema prisional, a incolumidade física das pessoas que nele laboram e de toda a sociedade”.

A justificativa é contestada pelo Sinspeb, afirmando que os agentes não compõem o quadro da Segurança Pública. “Ao ajuizar ação requerendo a declaração de ilegalidade de greve, o Estado da Bahia acabou induzindo o Poder Judiciário a erro”, afirma o Sinspeb em nota.

Dentre as reivindicações, a categoria aponta déficit no número de agentes penitenciários, onde 324 postos estariam vagos.

Leia a nota na íntegra:  

“NOTA DE ESCLARECIMENTO DO SINSPEB

No dia 15/03 (quinta-feira) o Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado da Bahia – SINSPEB – foi surpreendido com uma decisão do Tribunal de Justiça declarando ilegal uma suposta GREVE deflagrada no mês de fevereiro.
Tal surpresa se deve ao fato de que NÃO FOI DEFLAGRADA nenhuma greve pela categoria. Aliás, não ocorrera assembleia para deliberação de movimento paredista e, por óbvio, nenhum aviso de greve fora protocolado nos órgãos competentes.

Em verdade, a deliberação da última assembleia realizada pelos servidores fora no sentido de se decretar o ESTADO DE GREVE, com aprovação de uma PAUTA de reivindicações a serem negociadas com a SEAP – Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado da Bahia, com votação dos pontos mais graves e urgentes e que devem ser levados à mesa de negociação.

Os servidores públicos possuem direito de greve, mesmo porque se trata de um direito social e fundamental, sendo inadmissível qualquer proibição a esse mecanismo de manifestação, visto o princípio da vedação do retrocesso. O Estado não pode restringir, suprimir ou diminuir qualquer direito fundamental, sobretudo aqueles conquistados após décadas de sacrifícios por parte de entidades sindicais e trabalhadores. De qualquer sorte, o direito a greve encontra amparo no artigo 37, inciso VII da Constituição Federal.

Importante esclarecer que os agentes penitenciários não fazem parte da SEGURANÇA PÚBLICA, mesmo porque o rol do art. 144 da CF que trata sobre os órgãos da Administração Pública é taxativo e só pode ser alterado por meio de Emenda Constitucional (Como por exemplo, a PEC 372/17, que insere os Agentes Penitenciários no art. 144), razão pela qual não há qualquer vedação legal para a realização de greve pelos agentes penitenciários.

Ao ajuizar ação requerendo a declaração de ilegalidade de greve, o Estado da Bahia acabou induzindo o Poder Judiciário a erro. Ao analisar o pedido liminar do Estado, o magistrado plantonista determinou a suspensão da greve supostamente deflagrada.
Como dito outrora, trata-se de decisão completamente inócua, já que, inexistindo greve, não há descumprimento a comando judicial.

Ademais, cumpre ressaltar que nenhum serviço e/ou atividade foram suspensos pela categoria. Os servidores estão exercendo as suas funções dentro da legalidade, ou seja, daquilo disposto na Lei 7.209/97 (Institui o Grupo Ocupacional Serviços Penitenciários da Administração Direta do Estado) e à LEP (Lei de Execuções Penais) – Lei 7.210/84. 

Segundo o princípio da legalidade, o servidor público não pode fazer o que bem entender sob o pretexto da busca do interesse público, ou seja, o cumprimento legal é ato impositivo. Como sabido, quem serve ao Estado só pode fazer aquilo que a lei expressamente autoriza. Na hipótese de lacuna legal, não há espaço para discricionariedades. Em contrapartida, o cidadão comum pode fazer tudo aquilo que a lei não proíbe, incluindo os casos de silêncio legal. 

Ressalte-se que o Estado, ao invés de emparelhar as unidades de gestão plena e zelar pela segurança dos servidores penitenciários, opta pela instrumentalização do servidor para o exercício de atividades ilegais, ilegítimas e imorais. Não é admissível que o servidor continue sendo coisificado pela Administração Pública, mesmo porque as coisas possuem preço, as pessoas possuem dignidade e dignidade não tem preço.

O desconforto demonstrado pelas autoridades envolvidas no sistema penitenciário é, no mínimo, estranho, mesmo porque só veio à tona após decisão de que a categoria somente exerceria as suas atividades laborativas dentro dos limites legais. Os vícios e costumes impostos por meio de ameaças e coações de autoridades não serão mais admitidos. 

Também é importante destacar que o SINSPEB sempre busca o diálogo com a Administração Pública, visando a melhoria das mazelas que assolam o sistema penitenciário Baiano, além de soluções para os problemas que ameaçam a saúde, a segurança e a integridade física dos agentes penitenciários que trabalham desprotegidos pelo Estado, jogados à própria sorte, sem condições adequadas de trabalho.

É importante esclarecer que nenhuma medida ilegal foi adotada pela categoria, o que não é o caso da conduta promovida pelo Estado da Bahia que, por simples desprezo e descaso com os Agentes Penitenciários, abandona à própria sorte aqueles que devem representá-lo”.

BN

Mãe de policial assassinado relembra ajuda de Marielle Franco no caso: ‘Foi imbatível’

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O filho de Rose Vieira, o policial civil Eduardo Oliveira, morreu numa sexta-feira de abril de 2012. “Nem vivi o luto. Na segunda-feira já fui buscar justiça”. Aconselhada a procurar a Comissão de Direitos Humanos da Alerj, a mãe do agente se espantou: “Falei: ‘Direitos Humanos? Não fazem nada por policiais'”.

Ainda desconfiada, Rose Oliveira conheceu Marielle, à época assessora do comitê na Assembleia Legislativa. “Entrei no gabinete e tive outra impressão”. Seis anos depois, ao relembrar da mulher que se tornou amiga e acabou assassinada, fala com tom de gratidão.

“A Marielle foi imbatível, foi muito importante no caso do meu filho”, recorda-se.

Eduardo havia sido morto e sua mãe, Rose, foi às ruas pedir socorro. “Até a (ex-presidente) Dilma Rousseff eu encontrei”. Na tentativa de esclarecer o crime, o convívio de Rose com a então assessora Comissão de Direitos Humanos, Marielle, se tornou frequente.

Marielle era lotada no gabinete do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), com quem trabalhou por 10 anos prestando auxílio jurídico e psicológico a familiares de vítimas de homicídios ou policiais vitimados. Partiu dela o apoio fundamental, segundo a mãe da vítima.

“Ela resolveu o meu caso. Resolver não, porque quem resolve é a Justiça. Mas me ajudou. Registrou todo o caso, pegou o número do inquérito que virou processo. Ajudou com um abraço, uma palavra amiga, o acolhimento, a preocupação com a família”, recorda.

Naquele momento, a investigação ainda apontava que Eduardo havia sido morto em um suposto assalto. Com o recomeço dos trabalhos, a perícia concluiu que o tiro provavelmente havia partido de cima para baixo e acertado a cabeça do policial. Um colega se tornou o principal suspeito.

O júri popular, que já tinha até sido marcado, foi cancelado com a mudança da linha de investigação. O novo julgamento ainda não tem data, mas uma das audiências ficou guardada na memória de Rose. Marielle chegou esbaforida ao fórum.

“Só para você ter uma ideia, a Marielle não tinha carro nessa época. Nem era vereadora. Chegou de trem. Não posso falar hoje que essa pessoa não me ajudou. Quem é que vai até Duque de Caxias, uma outra cidade, de trem só para ajudar? Só a Marielle”.

Na última quinta-feira, Rose prestou sua homenagem à vereadora do PSOL no velório. Pelas redes sociais, tem acompanhado as investigações e se ressente do que tem lido: acusações de que a ex-assessora da comissão não se importava com a morte de policiais.

Evangélica, a mãe de Eduardo Oliveira rebate e pede orações por aqueles que a criticam.

“Tenho pena por escreverem esse absurdo. Deveriam orar mais para que não aconteçam com elas. É triste ver o que a pessoa fez por outras e não ter reconhecimento. ‘Ah porque não fez para X, Y, Z’. Ela fez por muita gente, para família de policiais. Porque eu sou de família de policial. Fico muito triste com o que escrevem, não era nem para levar a sério”.

Quem trabalha na Comissão de Direitos Humanos lamenta que não haja estrutura para ajudar todas as vítimas. No ano passado, foram mais de 100 policiais mortos — sem contar o auxílio prestado às vítimas civis. No grupo, não há nem 15 funcionários.

“É uma ajuda que deveria partir do Executivo, da secretaria por exemplo. A Comissão de Direitos Humanos da Alerj ajuda como pode. Às vezes, precisamos pegar o contato com familiares de vítima com a imprensa porque não sabem nem que existimos. A polícia, os bombeiros, as instituições que deveriam ajudar são todas ligadas ao Executivo e não ao Legislativo. Fazemos o que podemos”, diz um dos membros do grupo.

“É uma bobagem dizer que não defendia policial”, diz ex-chefe da PM

Ex-comandante da Polícia Militar, Íbis Pereira trabalhou diretamente com Marielle. Quando ainda era chefe de gabinete do comando, trocava informações com ela sobre policiais mortos.

“Ela fazia essa ponte para que a comissão pudesse auxiliar as famílias. Um trabalho muito grande no amparo, procurando agilizar na recepção de proventos, benefícios ou aposentadoria. É um trabalho silencioso e muito bonito que as pessoas, na maioria, ignoram”, opina.

Para ele, também não é verdade que Marielle e a comissão não ajudem seus colegas de farda.

“É uma bobagem dizer que não defendia policiais. Esse aspecto de bandido bom é bandido morto ou dizer que ‘direitos humanos é para bandido’ é um retrato da nossa miséria e indigência política e intelectual. Mostra o desconhecimento completo do que é direitos humanos e da importância dele para construção de uma sociedade civilizada. Por trás disso há um ódio secular a pobre, tem ignorância e nossas misérias”, afirma.

G1

Pastoral da Mulher e UNIVASF realizam Plantão de Saúde para mulheres em situação de prostituição

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Ainda em comemoração ao mês da mulher, a Pastoral da Mulher da Diocese de Juazeiro (BA), realizou nesta sexta-feira (15), em parceria com a Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), um plantão de saúde para mulheres em situação de prostituição.

 O evento que aconteceu na sede da Pastoral da Mulher, localizada no bairro Alagadiço, em Juazeiro, ofereceu informações sobre doenças sexualmente transmissíveis, através de uma roda de conversa e realização de exames preventivos.

O objetivo é informar as mulheres sobre as infecções sexualmente transmissíveis e também prevenir o câncer do colo uterino, através da detecção de lesões precursoras e da doença em estágios iniciais, antes mesmo do aparecimento dos sintomas.

A atividade que é resultado de uma parceria entre o Colegiado de Enfermagem da Univasf, sob a orientação da professora Sheila Sued, a Unidade Básica de Saúde do Alagadiço e a Pastoral da mulher, será realizada uma vez por mês gratuitamente.

“A ação tem importância à medida que damos voz para essas mulheres falarem e esclarecerem suas dúvidas em saúde da mulher e por facilitarmos o acesso delas a uma medida preventiva para o câncer do colo do útero, que é um dos tipos de câncer que mais acomete as mulheres no Brasil”, destaca a enfermeira e professora da Univasf, Sheila Sued.

Uma mulher atendida pela Pastoral, que prefere não se identificar, também expressou sua opinião sobre a ação. “O exame é importante para evitar as doenças, detectar no início e não passar para o parceiro e as mulheres devem fazer todo ano”.

Para Fernanda Lins, coordenadora da Pastoral da Mulher, “a atividade demostra a preocupação da instituição na prevenção à saúde da mulher, através da orientação sobre as doenças e a viabilização de exames, tendo uma boa aceitação por mais de 20 mulheres que receberam o serviço na tarde do dia 15.”

Ascom

Repasse dos royalties está entre prioridades na Carta dos prefeitos

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Documento com 11 solicitações foi elaborado durante o 6º Encontro de Prefeitos e será entregue aos governos estadual e federal, assembleia legislativa e congresso nacional

Foram 18 horas intensas de capacitação, mais de 10 palestras e painéis, feira de oportunidades, atendimento estratégico de secretarias e ministérios. Mais de 800 pessoas participaram da cerimônia de abertura, que contou com a presença do governador Rui Costa. Unidos, os mais de 300 prefeitos inscritos se fizeram ouvir e debateram pautas importantes para o fortalecimento do movimento municipalista. Esses números dão conta do sucesso que foi a 6ª edição do Encontro de Prefeitos, promovido pela União dos Municípios da Bahia (UPB), nos dias 16 e 17 de março, no Senai Cimatec, em Salvador.

O evento bateu o recorde em número de participantes, foram 1.047 nos dois dias, e os prefeitos baianos mostraram que, independente do local de realização, o interesse real é pelas pautas de aprimoramento da gestão municipal. Entre as conquistas do evento estão o aumento de 100% do valor do repasse para o custeio do Programa Estadual do Transporte Escolar (PETE/BA), anunciado pelo secretário da Educação, Walter Pinheiro; a assinatura do termo de parceria com o Governo do Estado da Bahia para o compartilhamento de dados referentes ao recolhimento de tributos, entre eles o Imposto Sobre Serviço (ISS); e a breve implementação de escolas militares no interior do estado.

“Tivemos aqui grandes resultados e muita participação. A avaliação do evento foi bastante positiva. Esse foi o maior encontro que a UPB já realizou. Como mudamos o formato do evento, os custos reduziram consideravelmente. Sobrou dinheiro e isso nos permitiu comprar alguns equipamentos para sorteio”, disse Eures Ribeiro. O Encontro de Prefeitos é financiado por patrocinadores, que possuem recursos destinados a capacitação de agentes públicos. Ao final do evento, foram sorteados seis motos (Jandaira, Conceição do Jacuípe, Muniz Ferreira, Manoel Vitorino, João Dourado e São Sebastião do Passé); dois aparelhos de scaner (Sobradinho e Macarani); dois kits de monitoramento (Mucugê e Cruz das Almas); uma praça conectada (Nova Ibiá); e um carro (Uauá). Todos os equipamentos sorteados são para uso exclusivo das prefeituras.

O 6º Encontro de Prefeitos marcou a definição das pautas prioritárias para 2018, que foram oficializadas na carta retirada dos debates que ocorreram no evento. O documento será entregue aos governos estadual e federal, assembleia legislativa e congresso nacional. Veja abaixo o conteúdo na íntegra.

Com o tema “Municípios Inteligentes”, a sexta edição do Encontro de Prefeitos teve entre os parceiros e patrocinadores do evento: o Governo do Estado da Bahia, Sebrae, Bradesco, Conishi, E&L Sistema, Use Telecom, Grupo Dias, IEL/FIEB, Safety Service, Balões.com, Pi Contabilidade, Nutricash e o apoio da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Desenbahia, EGBA, Embasa, Unicef, Agersa e Bahiagás.

CARTA DO 6º ENCONTRO DE PREFEITOS: MUNICÍPIOS INTELIGENTES

Os Prefeitos, reunidos no 6º Encontro de Prefeitos “Municípios Inteligentes”, realizado pela União dos Municípios da Bahia – UPB e com o apoio institucional do SEBRAE, no período de 16 e 17 de março de 2018, no SENAI/CIMATEC – em Salvador, fortalecido pelo exercício dos ideais de gestão responsável, transparente e eficiente, apresentaram a sua CARTA DO 6º ENCONTRO DE PREFEITOS, COM INTENÇÕES E COMPROMISSOS, em que propõem uma agenda política positiva na defesa da gestão municipal e em consonância com o atual momento de crise financeira que os municípios enfrentam, reiterando o compromisso com a excelência na gestão através do desenvolvimento das cidades, com a inclusão da tecnologia como ferramenta para a melhoria da eficiência na Administração Pública.

Participaram da abertura desse Encontro os Excelentíssimos senhores e senhoras: Governador do Estado da Bahia – Rui Costa; Presidente da União dos Municípios da Bahia – Eures Ribeiro; Presidente da Assembleia Legislativa da Bahia – Ângelo Coronel;  Senadores da República – Otto Alencar, e Lídice da Mata; Secretário de Desenvolvimento Econômico – Jaques Wagner; Presidente do Tribunal de Contas do Estado da Bahia – Gildásio Penedo; Representante do Tribunal de Contas dos Municípios – Cons. José Alfredo Rocha Dias; Procuradora Geral de Justiça da Bahia – Ediene Lousado; Presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia – José Edivaldo Rocha Rotondano; Presidente da CNM – Gladimir Aroldi; Defensor Público Geral da Bahia – Clériston Cavalcante de Macêdo; Representante da Frente Nacional dos Prefeitos – José Ronaldo de Carvalho; Superintendente do Sebrae/BA – Jorge Khoury, prefeitos do Estado da Bahia, Secretários, técnicos e demais convidados.

No 6º Encontro de Prefeitos, foram apresentados Painéis com temas gerais sobre a gestão municipal com inserção de inovações tecnológicas, objetivando a capacitação dos gestores nas diversas áreas temáticas oferecidas. Esse evento contou com a participação em stands para diversos Ministérios, Secretarias do Governo do Estado, FNDE, UNICEF e demais patrocinadores e apoiadores, com objetivo de orientação e atendimento aos representantes municipais.

No evento foram propostas as seguintes iniciativas a serem encaminhadas ao Exmo. Governador do Estado da Bahia e demais autoridades, com as proposições ao final elencadas:

1.  Ratificar a solicitação de apoio do Exmo. Governador do Estado da Bahia para regularização do repasse dos royalties do petróleo aos Municípios da Bahia;

2.  Incentivar a criação de um Fundo Estadual de Incentivo às Novas Tecnologias, nos moldes do Fundo Estadual de Cultura;

3.     Promover maior articulação com os órgãos federais, estaduais, com Ministérios e Secretarias, para promover um incentivo ao acesso de tecnologias para desburocratizar e eficientizar a Administração Pública Municipal;

4.     Articular junto ao Governo Federal, o Estado e nos Municípios, e nas respectivas casas Legislativas, a decretação coletiva de estado de calamidade pública e buscar a efetiva aplicação, pelos órgãos de Controle Externo, do art. 65 da Lei de Responsabilidade Fiscal em decorrência da calamidade pública que vivenciam os Municípios, com a suspensão da contagem dos prazos e as disposições estabelecidas para redução de índice de despesa com pessoal e da multa por seu descumprimento, da redução da diminuição da divida consolidada e dispensando o atingimento dos resultados fiscais e da limitação de empenho, conforme estabelecidos nos arts. 9º, 23, 31 e 70 da Lei de Responsabilidade Fiscal;

5.     Articular com o governo federal para edição de Medida Provisória/Lei que estabeleça novo parcelamento especial para pagamento de débitos decorrentes de contribuição previdenciárias para o INSS;

6.     Regularizar os repasses, hoje em atraso, das contrapartidas do governo do Estado para com os Municípios, com transporte escolar, serviço de saúde, dentre outros;

7.     Fortalecer no Congresso Nacional a luta pelas pautas municipalistas, evitando o retrocesso dos ganhos dos municípios como, por exemplo, na negociação da dívida pública, na modernização da Lei de Responsabilidade Fiscal e na legislação do ISS;

8.     Regularização das perdas orçamentárias especialmente na área da saúde, educação e assistência social a exemplo do corte orçamentário do repasse da Media e Alta Complexidade e do credenciamento de clinicas para realização de procedimentos de avaliação e diagnostico do glaucoma;

9.     Ratificar o apoio do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa junto ao Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, o alinhamento deste órgão de Contas com outros Tribunais de Contas do País no que diz respeito à exclusão, do cômputo das despesas com pessoal, para fins do limite de gastos previstos em lei, dos repasses do governo Federal para o cumprimento de seus programas;

10. Apoio dos órgãos públicos, estadual e federal, para fortalecimento das Associações Regionais de Município e Consórcios Públicos Municipais;

11. Articular junto ao Governo do Estado a regulamentação permanente por Decreto da antecipação da receita do ICMS, creditado até o dia 30 de Dezembro do respectivo exercício financeiro.

O PROCESSO DE MELHORIA DA GESTÃO PASSA POR UMA ADEQUAÇÃO AOS AVANÇOS TECNOLÓGICOS ATRAVÉS DO USO DE FERRAMENTAS CAPAZES DE IMPLEMETAR MAIOR EFEICIÊNCIA NA GESTÃO DA COISA PÚBLICA, DEPENDENTE DA ATUAÇÃO ESTRATÉGICA DOS GESTORES NA LUTA MUNICIPALISTA, PORQUE JUNTOS SOMOS MAIS FORTES.

 

Salvador-BA, 17 de março de 2018.

Ascom UPB

Ministério revoga norma que mudava regras para renovação da CNH

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Ministério das Cidades informou neste sábado (17) que a norma que mudava as regras para renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) será revogada. Os motoristas deveriam fazer um curso teórico e uma prova, além de exame médico.

Leia a nota da pasta na íntegra:

Ministério das Cidades revoga resolução que altera procedimentos para Renovação da CNH

Por determinação do ministro das Cidades, Alexandre Baldy, o diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e presidente do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), Maurício Alves, revoga a resolução 726/2018 que torna obrigatória a realização e aprovação em Curso de Aperfeiçoamento para renovação da Carteira Nacional de Habilitação.

A diretriz da atual gestão da Pasta tem por objetivo implementar ações e legislações que atendam às expectativas da população, no sentido de simplificar a rotina e levar conforto e praticidade a seu dia a dia. Esta ação acontece em conformidade com os objetivos do Governo Federal, de reduzir custos e facilitar a vida do brasileiro.

Esclarecemos que a medida é tomada com todo respeito ao trabalho da Câmara Temática de Educação, Habilitação e Formação de Condutores, ao trabalho realizado pelo Contran e todos os profissionais envolvidos. Neste sentido, informa-se que os técnicos do Denatran, do Ministério das Cidades, seguirão na busca de alcançar o objetivo de promover a cada vez mais a segurança dos usuários de trânsito, mas sempre com absoluto foco na simplificação da vida dos brasileiros e na constante busca pela redução de custos de forma a não afetar a rotina dos condutores que precisam renovar suas carteiras de habilitação/CNHs por todo o Brasil.

A revogação acontece no próximo dia útil.

Alexandre Baldy/ Ministro das Cidades

Agência Brasil