Preto no Branco

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Prefeitura de Sobradinho adere ao Serviço de Acolhimento para Mulheres em Situação de Violência

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E no mês da mulher, uma boa notícia: Com um olhar mais atento às necessidades da mulher sobradinhense, a gestão municipal, através da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, firmou um termo junto à Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social do Governo do Estado para a implantação dos serviços da Casa Abrigo da Mulher Regional.

O Serviço vai beneficiar mulheres em situação de violência e será ofertado também para seus dependentes menores de idade, quando por motivo de violência ela precise deixar a sua casa ou a cidade durante todo o processo judicial.

A Secretária de Assistência e Desenvolvimento Social Josefa Moreira esclarece sobre o funcionamento do serviço da rede de proteção a mulher.

“A mulher que for vítima de violência, poderá procurar nosso serviço de Proteção Social Especial, realizado dentro do CREAS que fará toda a interligação com o município onde a mulher for abrigada. Acionaremos a Justiça e também vamos disponibilizar acompanhamento jurídico para a mulher vítima. O município estará custeando todas as despesas com passagens e vai prestar assistência a mulher enquanto ela permanecer na instituição, que pode ser em Juazeiro ou em qualquer outro pólo do estado da Bahia. Estamos mostrando, mais uma vez, compromisso com as políticas públicas de proteção e acolhimento às mulheres vítimas da violência doméstica. O Prefeito Luiz Vicente Berti fez questão que assinássemos esse termo garantindo a participação do município de Sobradinho nesta importante ação”, afirmou a secretária.

Ascom/PMS

Prefeitura entrega CIAM totalmente reformado à comunidade

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O programa “Toda Sexta Tem Obra” entregou na manhã de hoje (09) a reforma do Centro Integrado de Atendimento à Mulher (CIAM). A inauguração também fez parte da programação do “Março Mulher” que segue durante todo o mês em alusão ao Dia Internacional da Mulher e contou com a presença da vice-prefeita Dulce Ribeiro, do deputado estadual Roberto Carlos, secretários municipais, vereadores e equipe de governo.

O Ciam busca resguardar a mulher de toda forma de negligência, exploração, violência e opressão atendendo às vítimas de violência doméstica, familiar e de gênero no município. A reforma vai proporcionar às atendidas um maior conforto. “Recebemos mulheres vítimas de violência, fragilizadas e o Ciam como está hoje, mais acolhedor tanto para as usuárias como para os profissionais, vai possibilitar um atendimento ainda melhor”, destacou Maria Gorete Borges, Assistente Social.

O Ciam atua com uma equipe diversa que inclui médicos, advogados, psicólogos e assistentes sociais. “Temos uma equipe multidisciplinar com atendimento social, que é a porta de entrada, além de serviços especializados com atendimento jurídico e psicológico, atendimento médico, aula de zumba e ioga. Essa reforma era um grande desejo nosso e vai melhorar muito a qualidade dos serviços oferecidos”, completou Erislene Costa, coordenadora do Ciam.

Para a comandante da Ronda Maria da Penha, Capitã Ana Paula Crusoé, a gestão municipal tem demonstrado preocupação com a questão da violência contra a mulher. “Tanto a secretaria quanto o próprio prefeito Paulo Bomfim, têm manifestado esse cuidado com as mulheres de Juazeiro, principalmente, aquelas que são vítimas de violência, e essa reforma é mais uma prova disso. O Ciam é um grande parceiro da Ronda Maria da Penha e estamos muito felizes com as melhorias feitas aqui, já que possibilitará às mulheres vítimas de violência um melhor acompanhamento”, declarou.

A reforma entregue hoje, incluiu serviços de pintura completa, jardinagem, climatização das salas, brinquedoteca e requalificação geral dos espaços. “A gestão tem se preocupado com todas as áreas, inclusive com o social. O Ciam é um equipamento que trata da dor, do sofrimento e todos os tipos de violência, custeado totalmente pelo município e essa reforma só trará benefícios às mulheres que aqui chegarem”, comentou a secretária de Desenvolvimento Social, Mulher e Diversidade, Cida Gama.

Fabiana Diniz/SEDES

Com investimento de R$ 13 milhões, Rui autoriza obras na rodovia BA-335 em Pilão Arcado

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No próximo sábado (10), em Pilão Arcado, às 9h30, o governador Rui Costa autoriza recuperação e pavimentação de 56 quilômetros da Rodovia BA-335, entre Pilão Arcado e Lagoa do Padre, obra orçada em mais de R$ 13 milhões, por onde trafegam diariamente 320 veículos e atende aos municípios de Pilão Arcado, Remanso e Casa Nova.

Durante a solenidade, que ocorre na sede municipal, Rui inaugura o Sistema Simplificado de Água da localidade Lagoa do Ataim e assina ordem de serviço para início das obras de implantação do Sistema Integrado de Abastecimento de Água nas localidades de Brejo da Serra, Canto Grande, Junco e Jatobá. Rui também autoriza a Secretaria de Desenvolvimento Rural celebrar dois convênios no âmbito do Projeto Bahia Produtiva e 18 convênios do Pró-Semiárido.

Também serão entregues 1.280 certificados do Cadastro Ambiental Rural, uma ambulância para a prefeitura, um trator e entrega de placa que marca a implantação de 1.307 cisternas no município.

Secom Governo do Estado 

Será sepultado na tarde de hoje (9) o corpo do empresário José Gomes da Cunha

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Será sepultado logo mais às 17h30 o corpo do empresário José Gomes da Cunha, carinhosamente chamado de “Seu Zezé”, que morreu na manhã desta sexta-feira (9).

José Gomes da Cunha foi proprietário da revendedora Antártica, que durante décadas operou em Juazeiro e um dos mais influentes comerciantes do Vale do São Francisco.

O velório está acontecendo no espaço do SAF, na Avenida Raul Alves. O sepultamento será no cemitério central de Juazeiro.

O Portal Preto No Branco lamenta e se solidariza com a família do empresário.

Da Redação

Se arrependeu? WhatsApp vai aumentar tempo para apagar mensagens enviadas por engano

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Sabe aquela mensagem que você passou pelo Whatsapp por enganou? Bateu o arrependimento ou coisa parecida, depois de enviar? Então, os usuários do Whatsapp agora terão um tempo maior para apagar o conteúdo indesejado depois de enviado. O recurso de apagar mensagens enviadas pelo aplicativo terá o seu tempo de disponibilidade ampliado após o envio.

O site WABetaInfo, que sempre antecipa novidades do app, diz que as mensagens poderão ser apagadas até uma hora e 24 minutos depois, aumentando o período original do recurso, que era de 7 minutos.

De acordo com o site, se o retorno do período de testes para essa alteração for positivo, é provável que ela seja implementada em breve.

Da Redação

Jaguarari: Ministério Público da Bahia pede afastamento do prefeito Everton Rocha

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O Ministério Público da Bahia (MP-BA) pediu à Justiça o afastamento do prefeito da cidade de Jaguarari, Everton Carvalho Rocha (PSDB), com a perda do mandato e dos direitos políticos de 8 a 10 anos. O gestor é acusado pelo MP-BA, na Ação Civil Pública Nº 8000103-94.2018.8.05.0139, pelos crimes de improbidade administrativa, dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos. As informações foram divulgadas pelo Jaguarari On Line.

O MP-BA ainda pede também o afastamento dos funcionários comissionados Joana Salete Bernardino Araújo Conceição, José Tarcísio Marques de Melo Júnior, Eliane Costa da Silva (tesoureira), Eliene Fonseca Neiva (caso continue a ocupar cargo público ou mantenha qualquer espécie de vínculo com o Município de Jaguarari) e Juraleson Leite Santos (ex-secretário de educação).

Também estão na mira do órgão, os empresários Marcelo Eduardo Nascimento Vieira  e Thiago Nascimento Vieira, sócios da empresa T N Vieira Entretenimentos – ME, de Campo Formoso, além do ex-pregoeiro municipal e ex-presidente da Comissão de Licitação, Aldenor dos Santos Freitas.

Segundo o MP-BA, a participação do prefeito é inconteste e na condição de gestor público autorizou e homologou, indevidamente, procedimentos de inexigibilidade de licitação, fora das hipóteses legais, bem como determinou o pagamento, com o fim de auferir vantagem indevida, para si ou para outrem, causando prejuízos ao erário. Ademais, de acordo com o órgão, o prefeito determinou o pagamento sem rubrica orçamentária.

Da mesma forma, não remanesce dúvida quanto à legitimidade passiva dos demais acionados, Aldenor Dos Santos Freitas, Joana Salete Bernardino Araújo Conceição e José Tarcísio Marques De Melo Júnior, componentes da Comissão de Licitação e ocupantes de cargo comissionado, bem assim de Eliane Costa Da Silva, tesoureira, e Eliene Fonseca Neiva, assessora jurídica, todos partícipes dos atos ímprobos praticados, seja porque se beneficiaram, direta ou indiretamente, com as contratações indevidas, seja porque concorreram para a prática dos atos ímprobos.

No mesmo sentido, Juraleson Leite Santos, secretário de Educação à época dos fatos, em comunhão com os demais e especialmente com o prefeito, engendrou documentos falsos (solicitação de autorização, justificação de inexigibilidade e termo de referência) e posteriores à contratação e ao pagamento, com o intuito deliberado de tentar sanar os vícios existentes e, concomitantemente, ludibriar os órgãos de controle, sobremodo o Ministério Público e, por consequência, o Poder Judiciário. Assim, é patente a legitimidade passiva da T N Vieira, beneficiária direta da fraude licitatória, Thiago Nascimento Vieira, titular da pessoa jurídica, irmão de Marcelo Eduardo Nascimento Vieira, exclusivo procurador da empresa individual acima indicada e seu proprietário de fato.

A ação teve como ponto de partida o Decreto de Estado de Emergência e os gastos volumosos com a realização dos festejos juninos. De acordo com o que apurou o MP, o prefeito Everton Rocha, ao publicar tais medidas, oficializou o grave estado do município diante do período de seca, mas em contra partida anunciou e deu início aos preparativos para a contratações de artistas de renome para a realização de 10 dias de festas no município pelo valor de R$ 2 milhões, no entanto, após reduzir o período para 5 dias, este valor pulou para R$ 2.502.502.
Para o MP, o prefeito promoveu desvio de finalidade por meio de gastos públicos vultosos em época de emergência municipal, pois efetuou pagamentos no importe de R$ 2.502.500 (R$ 1.250.00 referente a atrações artísticas; R$ 1.252.500 relativos a sonorização, iluminação, tendas, banheiros, gerador e palco).

Ainda de acordo com o órgão, o chefe do Executivo Municipal privilegiou a realização de festejos, por meros cinco dias, em detrimento a combater as causas da emergência ou ainda de aplicar os recursos no âmbito da educação e saúde, atribuições precípuas do município. Tendo em vista a caótica situação dos serviços públicos municipais, os direitos sociais relativos à educação e à saúde deveriam ser prestigiados em contraponto ao direito ao lazer. Ainda que o fosse, acrescente-se, como visto acima, que além de descumprir o próprio decreto que editou, a contratação ilegal da T N Vieira não visou a satisfazer os direitos ao lazer e à cultura dos munícipes, mas privilegiar a referida pessoa jurídica, que enriqueceu ilicitamente.

Os envolvidos e responsáveis pela empresa denunciada serão multados em R$ 1.250.000 e ainda foi solicitada a quebra de sigilos bancários e apreensão de bens para a garantia do ressarcimento ao erário fraudado.

O pedido de liminar aguarda o deferimento da juíza da Comarca de Jaguarari, Maria Luiza Nogueira Cavalcanti Muritiba.

BN

Ministério da Saúde adota medidas para garantir oferta de medicamentos para doenças raras

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O Ministério da Saúde busca solução para impasse jurídico na compra de medicamentos para doenças raras. Em sua fase final, o processo para compra dos medicamentos Soliris, Fabrazyme, Myosyme e Aldurazyme foi paralisado porque a distribuidora vencedora teve a licença de importação negada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para entregar produtos registrados pela própria agência. Uma liminar concedida nesta semana aponta que a medida contraria a lei de licitações. Durante audiência no Senado Federal nesta quarta-feira (07/03), o ministro Ricardo Barros ressaltou que a definição de um único distribuidor configura monopólio e contraria a lei.

“O que a Anvisa está fazendo é defender um monopólio para que só um representante possa vender determinado produto com o preço que quer e com a margem que quer. Não podemos ficar submetidos a único fornecedor que escolhe um representante exclusivo. Isso não corresponde a lei de licitações 8.666. Os próprios fornecedores levaram esse debate à justiça e já temos decisão que demonstram claramente que esse procedimento contraria a Lei”, afirmou Ricardo Barros.

Uma resolução da diretoria da agência reguladora proíbe distribuidoras que não tenham aval do laboratório produtor de comercializar seus medicamentos Brasil. O laboratório, por sua vez, apenas autoriza a entrega por um único distribuidor indicado por ela. Uma das distribuidoras que venceu um dos quatro processos de concorrência do Ministério da Saúde, a Global Gestão em Saúde, conseguiu nesta semana uma liminar do desembargador federal Souza Prudente, do Tribunal Federal da Primeira Região. O texto aponta que “o condicionamento da importação em referência à apresentação da referida declaração, que, no caso, somente poderia ser emitida por empresa concorrente, caracteriza, num exame superficial, afronta ao princípio de ampla concorrência de que deve ser revestir todo e qualquer procedimento licitatório”.

O Ministério da Saúde baseia a aquisição na lei de licitações (8.666/1993), dentro do sistema de compras emergenciais, que obriga a fazer uma tomada de preços e adquirir o medicamento da empresa que oferta o menor valor. Assim, a definição de um único distribuidor configura-se monopólio, gerando a falta de concorrência e, consequentemente, maior custo para o poder público. Ressalta-se que a discussão é sobre os mesmos produtos, com registro na Anvisa, comercializados por distribuidoras diferentes.

Na semana passada, em audiência na Câmara Federal, o ministro explicou que o mesmo laboratório pode praticar preços diferentes em diversos países. Uma distribuidora pode adquirir o produto em locais onde os valores são menores e oferecê-lo a um custo melhor para o Ministério da Saúde. “Este impasse jurídico impede que o Ministério da Saúde cumpra as decisões judiciais para o fornecimento de medicamentos para os pacientes com doenças raras. No dia 19 de fevereiro, foi feita uma reunião na semana passada com os órgãos de controle, magistrados e associações mostrando com clareza a questão e pedindo ajuda para resolver. Recebemos, hoje, novamente os pacientes para buscar uma solução. O Ministério da Saúde não consegue concluir as compras apenas com uma decisão administrativa. A judicialização dos contratos de aquisição está atrapalhando a judicialização da saúde”, explicou.

No caso da aquisição dos medicamentos Fabrazyme, Myosyme, Aldurazyme a vencedora do processo de compra, a empresa Global Gestão em Saúde, apresentou um preço menor do que a distribuidora Sanofi Genzyme, detentora do registro do país. A economia estimada, em um ano, chega a R$ 400 mil para atender 303 pacientes. Já na aquisição do medicamento Soliris a empresa Tuttopharma apresentou valor inferiores ao da Multicare, detentora do registro no Brasil, totalizando uma diferença de R$ 4,6 milhões para atendimento de 296 pacientes. As distribuidoras, agora, entraram na Justiça para garantir o direito de entregar os medicamentos ao Ministério da Saúde.

NÚCLEO DE JUDICIALIZAÇÃO – É importante destacar que não houve interrupção na oferta de medicamentos via ação judicial. Em 2017, o Ministério da Saúde destinou R$ 1 bilhão para a compra de produtos judicializados. Instituído em outubro de 2017, o Núcleo de Judicialização do Ministério da Saúde faz a análise técnica dos processos para garantir a efetividade do tratamento e dos medicamentos entregues aos pacientes, bem como verificar se o pedido poderá ser suprido no SUS.

Até o momento já foi possível identificar divergências entre o laudo médico e o relatório médico, duplicidade do cumprimento da decisão judicial e as medidas judiciais de prestação continuada em aproximadamente sete mil processos. Entre as principais ações do Núcleo está o fortalecimento do atendimento às demandas judiciais e garantir que a medicação solicitada é mesmo indicada ao paciente e trará benefícios ao seu tratamento, com, por exemplo, a inclusão de laudo médico.

Já em processo de avaliação técnica e contato direto com os pacientes, o Núcleo de Judicialização já identificou 108 desistências após solicitação de laudo médico. Atuam no Núcleo 15 advogados, 6 farmacêuticos, 3 médicos, e 5 servidores administrativos.

FISCALIZAÇÃO – No ano passado, o Ministério da Saúde realizou auditoria no processo de compra do medicamento Eculizumabe (soliris). A ação apontou que das 414 pessoas que possuem decisões judiciais para receber o medicamento em 2017, 28 não foram localizadas; 5 não residem no endereço informado; 6 recusaram a prestar informações e 13 já faleceram. Deve ser observado que cerca da metade não apresentou diagnóstico da doença para a obtenção do medicamento.

Além disso, a pasta fechou parceria com o Conselho Nacional de Justiça, para qualificar as decisões judiciais. O Projeto de Apoio Judiciário visa auxiliar juízes na tomada de decisões com base em evidências científicas nas ações relacionadas a saúde. Outra ação é a oferta a estados e municípios da plataforma web S-Codes, sistema que vai permitir traçar o panorama real da judicialização em todo o país.

No passado, a União destinou R$ 1,02 bilhão para aquisição de medicamentos e tratamentos exigidos por demandas judiciais. Nos últimos anos, o Ministério da Saúde adquiriu aproximadamente 700 itens entre medicamentos e outros insumos para atendimento a demandas judiciais. No total, há cerca de 11 mil demandas judiciais em tramitação no Ministério da Saúde.

Do total gasto, 11 medicamentos correspondem a 92% do valor (R$ 965,2 milhões). Entre eles estão Soliris (eculizumabe), Vimizim (elosulfase), Translarna (Atalureno) 1000mg e 250 mg, Juxtapid (lomitapida), Replagal (alfagalsidase), Cinryze (Inibidor de C1 esterase), Myalept (Metreleptina).

Somando estados e municípios, o valor chega a R$ 7 bi/ano. Apenas entre 2010 e 2017, houve um aumento de 1.010% nos gastos da Pasta com este tipo de aquisição. É importante lembrar que não há valor orçamentário destinado a este tipo de aquisição. A cada nova demanda judicial é preciso reajustar o orçamento para o cumprimento.

Agência Saúde

No Dia Internacional da Mulher 75ª CIPM homenageia policiais femininas

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 Na manhã desta quinta-feira (08), Dia Internacional da Mulher, a alegria tomou conta da 75ª Companhia Independente de Polícia Militar da Bahia, que realizou uma celebração para homenagear as policiais militares femininas.

Com muita emoção, todas as policiais militares receberam uma singela homenagem, com flores e declarações de reconhecimento pelo trabalho desempenhado por cada uma delas na corporação.

Em sua fala o Comandante da 75ª CIPM, o Major PM Irlam, parabenizou a autuação das policiais militares durante o seu comando, destacando as conquistas das mulheres dentro da instituição e a maneira tão majestosa com que todas conduzem os seus trabalhos.

Ascom/75ª CIPM

UPAE/IMIP de Petrolina faz homenagem à mulher lembrando a história de luta e conquista de direitos

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O Serviço Social da Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Especializada de Petrolina promoveu hoje (08) um momento de reflexão sobre o Dia Internacional da Mulher. Uma data de luta, que nasceu de uma raiz trabalhista, e que atualmente é lembrada como um pedido pelo fim da violência contra a mulher e igualdade de gênero.

A data foi oficializada em 1975, ano em que a Organização das Nações Unidas intitulou de “Ano Internacional da Mulher” para lembrar suas conquistas políticas e sociais. Mas, a história é mais antiga e tem suas origens em 1909, com uma grande passeata das mulheres em Nova York.

De lá pra cá, muita coisa aconteceu e muitas conquistas foram oficializadas, a começar pelo direito ao voto, passando pela criação do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres. Isso sem falar do fomento à discussão ampla sobre as lutas feministas, protagonismo, empoderamento feminino e desconstrução do papel convencional destinado às mulheres na sociedade.

“Claro que nós temos que celebrar os avanços, mas sem esquecer de que a luta continua. A violência contra a mulher, em suas variadas formas, e os índices relacionados ao feminicídio ainda são alarmantes. A sociedade tenta caminhar a passos largos para atenuar as diferenças de gênero, porém ainda há um longo caminho a ser percorrido. Por isso mulheres, sejamos fortes”, deixou como recado às mulheres presentes na Unidade neste dia tão especial.

A UPA 24hs de Petrolina, não é referência para violência contra a mulher, mas recebe muitos casos identificados pelo Serviço Social. No ano passado, por exemplo, foram registrados 95 atendimentos, entre violência física e autoprovocada, que acontecem em decorrência do sofrimento provocado por terceiros. “Existe muita subnotificação, pois, muitas vezes, a própria paciente esconde o histórico social. O que nós sabemos é que a violência existe e que ela precisa ser combatida”, esclarece Nazaré, que realizou a palestra educativa.

Portanto, neste 08 de março, é dever também das instituições sociais lembrarem que o amparo à mulher ainda é necessário e que a rede de assistência à saúde também faz parte desse contexto. “Somos atuantes e fazemos parte de um todo, que preza pelos direitos e acesso aos bens comuns”, finaliza Ana Beatriz Mota Aguiar, mãe, mulher, e coordenadora geral da UPAE.

Ascom/UPAE Petrolina