Preto no Branco

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Avião com 71 pessoas a bordo cai nos arredores de Moscou

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Um avião birreator que levava 71 pessoas a bordo caiu neste domingo (11) nos arredores de Moscou, segundo informou a imprensa local.

O aparelho, segundo uma fonte citada pela agência Interfax, caiu entre as localidades de Arguntsevo e Stepanovo, na província de Moscou. O estado dos ocupantes ainda não foi divulgado.

Moradores da região disseram que viram o avião, modelo AN-148, caindo em chamas. Fontes dos serviços de emergência indicaram que os destroços da aeronave foram avistados desde o ar e que equipes de resgate se dirigem ao local da queda.

O avião, pertencente à companhia Saratovskie Avialinii, desapareceu dos radares poucos depois de decolar do aeroporto internacional de Domodedovo, em Moscou, rumo à cidade de Orsk, ao sul dos montes Urais.

Agência Brasil

Artigo: A dívida como solução positiva, Por Henrique Tarasiuk

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Começo como uma pergunta: o que é Dívida? Generalizando e buscando sair de uma linguagem técnica, dívida é toda forma de financiar algo. No caso de uma empresa, todos os “dinheiros” que são usados para a sua operação e que no momento que são utilizados não saíram do seu caixa, podem ser tidos como financiamento. Sabe quando seu fornecedor lhe dá um prazo para pagar (você tem a mercadoria, mas só vai tirar dinheiro do seu caixa depois de um tempo) ou quando um sócio aporta dinheiro na empresa (você tem o dinheiro na empresa, mas eventualmente vai precisar devolver este para o sócio – via dividendos em geral)? Então, são dois exemplos de dívidas.

Agora que sabemos o que é uma dívida ou financiamento, vamos entender como fazer dela um ponto positivo e quais cuidados devemos tomar para que ela não se transforme em um grande pesadelo.  Apesar de parecer óbvio, todo dinheiro dentro da empresa deve gerar mais dinheiro, ou seja, se um dinheiro entra como dívida ele deve ser utilizado para gerar mais dinheiro. Isso acontece por exemplo quando financiamos equipamentos, quando criamos uma dívida para expansão, quando em um futuro a empresa irá gerar mais caixa do que no momento em que contrai a dívida. Por outro lado, “cobertor curto” é o pior pesadelo, quando a empresa contrai uma dívida para pagar outra dívida, e outra dívida, e outra dívida… Os juros acabam se acumulando, a pouca geração de caixa fica cada vez menor e o pior, mais comprometida aos pagamentos das dívidas.

Outros pontos que devemos ter muita atenção se referem aos prazos e custos (juros). Quando se contrai, por exemplo, uma dívida para uma expansão ou para a compra de equipamentos, espera-se que isso aconteça em um determinado período. Seu endividamento deve ser contraído em um prazo adequado com o seu fim, por este motivo geralmente prazos de financiamentos de equipamentos são longos, enquanto capital de giro é curto. Quanto ao custo, seguimos o mesmo raciocínio, o custo de uma dívida nunca deve ser analisado por si só, mas sim comparando-o com o retorno do investimento para o qual será destinado, se a sua expansão irá gerar uma rentabilidade alta sobre o investimento, este necessariamente deve ser maior do que o custo da sua dívida, caso contrário estará pagando para expandir.

Um último item, que normalmente gera muita confusão na cabeça dos empresários, “devo contrair dívida ou investir o meu dinheiro como pessoa física na empresa?”. Levando em consideração que a SELIC hoje está na casa dos 7% (a.a.) e que geralmente os bancos adotam uma taxa um pouco mais alta do que esta, vamos dizer “O DOBRO”, 14% (a.a.), ainda, que o empresário irá querer o seu capital de volta, com retorno, caso faça o investimento como pessoa física, se o retorno que ele espera for menor do que o custo da dívida (14% a.a. neste exemplo), sim ele deve investir, caso contrário, o que ocorre na grande maioria dos casos, não. Ele deve buscar outras formas de financiar sua operação.

Vale lembrar que estes pontos foram expostos de maneira superficial e que existem limites ideais de endividamento, não se deve pegar todo o dinheiro que está à disposição simplesmente porque “eu posso”. Existe uma ciência por trás das escolhas financeiras e todos os pontos podem ser otimizados. O papel do gestor é fazer estas escolhas da maneira mais adequada para a sua capacidade e apetite ao risco. Com muito cuidado e conhecimento, uma dívida pode sim ser positiva para uma empresa.

Henrique Tarasiuk é consultor financeiro e fundador da Legacy Partners (www.legacypartners.com.br)

Carnaval de Petrolina: Cortejo Afro e blocos animam o Sábado de Zé Pereira

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A chuva que caiu na tarde deste sábado (10), em Petrolina, não foi suficiente para desanimar os foliões que saíram às ruas da cidade para brincar o Sábado de Zé Pereira. Uma mistura de cores e ritmos de inspiração africana tomou conta da Praça 21 de Setembro, no centro da cidade, com o desfile do Cortejo Afro e outros blocos carnavalescos.

Com a beleza dos trajes em tons dourados e o colorido do carro alegórico que levava a simbologia dos orixás, o Cortejo Afro encantou o público, fazendo todo mundo dançar.

Para garantir ainda mais animação aos foliões, também desfilaram os blocos: Bem Casados; Ô Abre Alas (Tô chegando) e o bloco ‘As Cachorras’.

 

 

O Cortejo Afro abre alas, dando boas vindas, renovando as energias e evidenciando o compromisso da gestão municipal nesse diálogo com a diversidade cultural. É impossível se pensar em Carnaval sem fazer referência às matizes de cultura africana“, relatou o Secretário Executivo de Cultura Turismo e Esportes, Cássio Lucena.

 

 

Dentro do Cortejo, Luana Louise, era só sorrisos. “Num momento importante como este é importante trazer energias positivas, muita luz e alegria para que tudo comece bem“, ressaltou Luana.

A programação oficial do Carnaval de Petrolina começou neste sábado (10) e até a próxima terça (14), mais de 50 atrações vão garantir a folia na festa de Momo.

Ascom/PMP

Fotos: Jonas Santos 

Temer viaja amanhã para Boa Vista a fim de tratar da migração de venezuelanos

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O presidente Michel Temer vai interromper o feriado de carnaval amanhã (12) para viajar a Boa Vista (RR) para tratar da situação do estado com a migração de venezuelanos. A prefeitura de Boa Vista estima que cerca de 40 mil venezuelanos se estabeleceram na cidade após fugir da crise econômica e política que o país vizinho atravessa.

Ainda não há informações sobre a agenda de Temer na cidade. Segundo a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, após a visita o presidente voltará para a base naval da Restinga da Marambaia, no Rio de Janeiro, onde passa o carnaval com a família.

Na última sexta-feira (9), Temer disse que a posição do Brasil é de uma atuação “diplomática, responsável e contestadora” em relação ao que está ocorrendo no país vizinho e que o Brasil busca uma ajuda humanitária aos venezuelanos que atravessam a fronteira. Em visita a Boa Vista na semana passada, o ministro da Justiça, Torquato Jardim, anunciou um projeto-piloto para absorver mão-de-obra de venezuelanos que têm chegado ao país pela fronteira com Roraima.

A informação sobre a visita de Temer foi divulgada pelo senador Romero Jucá (MDB-RR) em sua conta no Twitter, e confirmada pela assessoria de imprensa do Palácio do Planalto.

Agência Brasil

“Sempre Aos Domingos”, por Sibelle Fonseca: Lembrando as matinês dos meus carnavais

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Como o domingo é de carnaval, libero o pensamento para visitar o passado. Visitar, eu disse. E não voltar a ele e nem desejar que ele volte. O tempo de hoje é outro e é neste que vivo. É este que tenho. Desejar o passado é coisa de saudosista bobo e acaba travando a roda da vida. Acaba amargurando a gente. Viver nele, deve ser um tormento.

Me incomoda ouvir gente que diz “No meu tempo era diferente”, “No meu tempo tudo era bem melhor”. Que tempo, criatura? O único tempo que temos é o instante de agora. O que passou já não nos pertence e o que virá é incerto.

Só me permito visitar o passado se for para lembrar de coisa boa, como os carnavais que vi e vivi, por exemplo. De resto, deixo tudo lá mesmo, sob os escombros do passado. Sem remorsos e nem arrependimentos.

Hoje, liberei minhas memórias pra buscar os carnavais da minha infância. Aí vejo os “caretas” passando pelas portas das casas das ruas de Juazeiro. Eram bem mais mulheres, eu lembro. Aliás, não lembro de nenhum careta homem. Elas mudavam a voz e, irreconhecíveis, diziam e faziam o que queriam no carnaval. Soube depois que grande parte do grupo era de mulheres casadas que precisavam do anonimato para sair do salto da moral e dos bons costumes e viver suas fantasias tão pueris. Elas levavam alegria e a minha curiosidade instigavam, quando passavam pelas ruas.

Não lembro muito bem de mim menina brincando o carnaval. Mas me vejo segurando uma seringa de plástico mole, cheia de água, que a gente esguichava nos outros chamando pra brincar. Sei que era uma coisa divertida que eu ainda tenho vontade de fazer (acho que vou comprar uma daquelas).

Da minha brevíssima adolescência, lembro das matinês do Country Clube. Nós meninas, enfileiradas, tipo fazendo o “trenzinho”, dávamos voltas e voltas no salão nos mostrando para os meninos, que ficavam também enfileirados no contorno do salão esperando, quase que de prontidão, por aquela que lhe desse algum sinal de querer. Era um rabo de olho, um sorriso sem graça, um andar de consentimento e eles logo vinham acasalar. O par ganhava independência do grupo e dava suas voltas no salão, lado a lado. Tinham vezes que rolavam umas “bitocas” e umas saidinhas do calor para, lá fora, dar umas “coladas” mais quentes. Aquilo podia dar em nada e a menina ficar arrependida do beijo que deu, ou podia também selar um namoro sério, que viraria noivado e casamento. Vi muitos amigos casarem com seus pares de hoje naquelas matinês. O som era da banda Bispão, boa retada. Tinha uma cantora negra que me fazia perder mil voltas no salão só para lhe admirar ao pé do palco, cantando lindamente. Lembro até que ela cantava como ninguém mais: “Aquela mulher vale ouro, leva o samba no pé, leva o samba no couro”. Consigo ouvir até que “esse ano não vai ser igual aquele que passou”, “olhos negros cruéis tentadores” e “Bandeira Branca”, já anunciando que era fim de festa.

Eram 4 dias de folia e como era bom sair de casa, a uma da tarde, vestida para as matinês do Country. Encontrar a turma, rodar o salão até achar o par para sempre ou para se arrepender porque beijou um menino que não deu em nada. Eu amava tudo aquilo. Amava também o pastel que Azambuja trazia pra mesa de meus pais, seus amigos e esposas. Eles tomavam Whisky Passport comprado no Pinguim de Etelvir e muitas Antárticas de Zé Gomes. Elas também bebiam alguma coisa.

No quarto dia, terça de carnaval, eu já acordava com o coração cheio de saudade e combinava com minha irmã, parceira de fantasias, que naquele último dia íamos botar pra quebrar. As voltas no salão tinham que dar em alguma coisa. Afinal, era o último dia de carnaval e no carnaval, parecia que meu pai relaxava mais na rigorosa vigília para também poder extravasar.

Neste dia, nem o pastel de Azambuja fazia a gente pisar na mesa de meus pais, seus amigos e esposas, coisa que era uma ordem assim que chegávamos na festa: “Toda hora venham aqui na mesa”, dizia o pai de 5 meninas mulheres. A gente desobedecia mesmo. Não tinha mais matinê mesmo no outro dia… que viesse o castigo! O que não podia era perder tempo. Era o que pensávamos.

Voltas e mais voltas desfilando expectativa pelo salão em busca de um par, anoitecia e Bispão começa a tocar Bandeira Branca. Aí o coração apertava mesmo. Agora só no ano que vem. Quem se arrumou, se arrumou. Quem não… Dava uma tristeza danada!

Lembro que dei voltas que não deram em nada. E também lembro que já saí de lá de namoro firme e até achando que seria eterno. Que sacanagem fizeram com as mulheres! Nos fizeram passar a vida vivendo na expectativa. De um par, uma alma gêmea, uma aliança, um príncipe encantado, um homem perfeito, um casamento sólido, filhos lindos, uma casa de mulher prendada, um livro de receitas para prender marido, fraldas e cuecas para lavar…

As matinês do Country acabaram faz tempo e eu continuo vendo mulheres pelo salão vivendo as mesmas expectativas de outrora. Dando voltas e voltas para achar seu par para somente assim serem felizes.

Mas como os tempos são outros e bem diferentes, graças a Deus, vejo vanguardistas se divertindo sem compromisso e sem esperar. Elas vão. Elas não ficam de bandeja e beijam quantos quiserem. No outro dia não estão nem aí. Vivem o momento. Não se iludem com final feliz. São mais livres e felizes mulheres assim.

Elas não têm ressaca, como tinham as meninas que acordavam tristes na quarta-feira de cinzas, depois de 4 matinês de carnaval, sem ter encontrado o par para sempre no carnaval.

Elas também não anseiam viver para sempre com aquele com quem engatou namoro firme no carnaval. Elas apenas vivem o momento. Se rolar, rolou. Senão, parte pra outra. Simples assim. Elas têm outras prioridades e sonhos.

São mais livres e felizes mulheres assim.

E eu, depois de muitas matinês no Country, de ir raras vezes nos bailes noturnos da 28, ver Chiclete na Rua da Apollo e os desfiles das escolas de samba de Juazeiro; Depois de passar noites de carnaval embalando filhos e vendo TV; Depois de viver aventuras e confusões no carnaval de Salvador e ter até preferido passar a festa de momo numa praia, em casa, completamente fora de circuito, vou vivendo no meu tempo, fazendo um esforço enorme para  desconstruir a menina que buscava um par para sempre no salão e ser a mulher que vive o momento, sem expectativas. Tem sido um delicioso conflito esse aprendizado.

Uma coisa que vou aprendendo nas voltas dos salões da vida, é que a expectativa pela felicidade é eterna. Como não? Só que, as experiências vividas me ensinaram a exterminar a ilusão da perfeição, a convenção ou a super valorização do outro. Se encontrar um par, vamos lá brincar de viver até quando for eterno! Mas se este encontro não valer a pena, eu vou brincar também e comigo mesma.

Eu, que já tenho muitos carnavais e também muitas quartas-feiras cinzas, estou aprendendo a viver o momento e cada instante com toda intensidade e dando o melhor de mim, assim como fazem as mulheres livres e felizes.

Sem máscaras, nem fantasias, porque não é do meu feitio.

Mas espalhando confetes e serpentinas, porque viver é um luxo! É um carnaval. Mas só para aqueles brincantes que aprenderam a lidar com o real e a fantasia. A viver ilusões e continuar esperando as matinês começarem no dia seguinte.

Sibelle Fonseca é radialista, militante do jornalismo, pedagoga, feminista, conselheira da mulher, mãe de quatro filhos, cantora nas horas mais prazerosas, defensora dos direitos humanos e uma amante da vida e de gente.

Artigo: O fim da estabilidade no serviço público, por Luiz Carlos Borges da Silveira

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O Brasil passa por período de mudanças tendentes a modernizar e dinamizar a vida política e administrativa no âmbito do governo, por isso acredito ser oportuno repensar e discutir a estabilidade funcional no serviço público. Esse instituto vem do tempo em que a carreira apresentava poucos atrativos em comparação com a iniciativa privada e por isto buscou-se proporcionar alguma garantia ante as incertezas do mercado de trabalho no setor particular. Hoje, a estabilidade tem gerado vícios que visivelmente comprometem a prestação do serviço, daí a necessidade de reconsiderá-la, debatendo a viabilidade de sua extinção ou aplicação de novo ordenamento nas relações de trabalho na área oficial.

É sabido que, com poucas ressalvas, a prestação do serviço público à população é deficiente, morosa e extremamente burocrática com decisões centralizadas sujeitas a uma legislação extensa e complicadora e algumas normas ultrapassadas. A vitalícia garantia do emprego favorece a falta de empenho e a acomodação, produzindo falsa necessidade de mais funcionários para execução das mesmas tarefas. Daí, mais concursos, mais gente contratada que logo estará igualmente desmotivada e acomodada.

Portanto, seria conveniente a adoção de normas que contribuam para motivação funcional e consequente dinamização da atividade sem sistemáticas admissões que incham a máquina e aumentam despesas sem observância do critério custo/benefício. Uma das alternativas pode ser o ganho por produtividade. A iniciativa privada utiliza esse sistema com proveito em termos de aumento da produtividade e da qualidade, com empregados em constantes treinamentos, reciclagem e avaliação séria que resultam em vantagens salariais. No âmbito público, em diversas carreiras isso é possível, como no ensino, no atendimento de saúde. Haveria com certeza maior motivação, mais empenho e participação com ganho para ambas as partes. A ascensão deve ter por base o mérito, a dedicação e a produtividade. É verdade que a administração federal aplica processo de avaliação, porém mais vale para o currículo funcional contando pontos para eventual processo de promoção.

Além do mais, não utiliza critérios que assegurem imparcialidade. É a chamada Avaliação 360 Graus, onde, curiosamente, o funcionário participa e avalia a si próprio.

No fundo, tal avaliação não tem nada a ver com ganho por produtividade, um mecanismo tão importante que até os clubes de futebol de ponta, obrigados a altas contratações de profissionais caros passaram a adotar uma tabela especial vinculando o salário do atleta a conquistas do clube que revertam em mais renda, inclusive contratos publicitários e de merchandising.

Um dos problemas do princípio da estabilidade é sua banalização e extensão a categorias que se acham fora do benefício. Hoje, o custo da máquina pública com funcionários que exercem atividade-meio ultrapassa o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal criando dificuldades e impossibilitando o governo de melhorar o nível salarial, oferecer gratificações, treinamento e reciclagem àqueles que exercem atividade-fim, ou seja, que tratam diretamente com a população, que atendem às pessoas, pois são esses que efetivamente cumprem o papel do Estado. Os outros burocratizam o serviço e entravam o atendimento público. Deve-se ter em conta que governo existe para atender ao povo.

Luiz Carlos Borges da Silveira é empresário, médico e professor. Foi Ministro da Saúde e Deputado Federal.

Bruna Bozza
P+G Comunicação Integrada

ONG Proteger inicia venda de calendários 2018 no River Shopping, em Petrolina

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Entre os dias 09 e 18 de fevereiro, a ONG Proteger, ou Associação Proteger, estará mais uma vez com um estande no River Shopping, em Petrolina (PE), para a venda dos calendários 2018 da instituição. Também serão comercializados produtos personalizados com tema “pet”, como camisetas, canecas, bolsas, sandálias, chaveiros, entre outros.

Com o tema “As Flores do Nosso Jardim”, a quarta edição do calendário, que custa apenas R$ 10, reúne fotografias de cães e gatos resgatados das ruas, e que estão à espera de adoção. Toda a renda obtida com a venda dos calendários, bem como com a venda dos demais produtos da ONG, é destinada ao cuidado dos mais de 150 cães e gatos que se encontram na instituição atualmente.

Breve histórico

Em quase seis anos de atuação, a ONG Proteger já contabiliza mais de duas mil vidas animais salvas nas cidades de Petrolina e Juazeiro. Hoje, a ONG cuida de cerca de 150 cães e gatos. A maioria são castrados, vermifugados e vacinados contra raiva, e estão à espera de adoção responsável. Para mais informações sobre o evento ou para conhecer um pouco mais sobre o trabalho da ONG e/ou contatá-la:

– Facebook: https://www.facebook.com/AssociacaoProteger/
– Instagram: @ongproteger
– E-mail: ongproteger@hotmail.com

Ascom/Beatriz Braga

Casa Nova recebe 3 retroescavadeiras na CODEVASF

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O prefeito de Casa Nova, Wilker Torres, recebeu na tarde desta sexta-feira (09/02), das mãos da Chefe de Gabinete do Superintendente da 6ª SR CODEVASF em Juazeiro, três retroescavadeiras.

As máquinas compõem uma emenda parlamentar do Deputado Bebeto Galvão (PSB) no valor total de 1,2 milhão de reais, completados com um caminhão pipa e uma caçamba, que ainda não foram entregues.

“Nossa escolha pelas retroescavadeiras é porque são máquinas que podem ser utilizadas durante 8 meses por ano, abrindo aguadas, limpando barreiros e canais” – explica Wilker Torres – “Na festa de Ouricuri faremos a entrega oficial à comunidade e os agradecimentos ao Deputado Bebeto”.

Ascom/PMCN

“Mesmo com a crise, conseguimos aprovar aumento salarial e reajuste, acima da inflação, para nossos servidores”, diz prefeito de Sobradinho (BA)

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Mesmo com a crise que atinge a grande maioria das prefeituras do país, o município de Sobradinho avança na valorização dos servidores.

Na última quinta-feira (8), a gestão aprovou, em conjunto com o Sindicato dos Servidores Municipais de Sobradinho, um aumento salarial para todos os professores no mesmo percentual que o do piso, que é de 6,81%, além de dar um reajuste para os demais servidores de 4% acima da inflação.

O reajuste de 4% também foi aplicado para os agentes comunitários de saúde e endemias e foi garantido ainda o reajuste do novo piso salarial da categoria, assim que aprovado.

Após a apreciação do Legislativo, ficaram acordados entre gestão e sindicato, o pagamento das gratificações por titulação, as promoções bienais, o aumento salarial para todos os professores ( 6,81%), além do reajuste de 4% acima da inflação para os demais servidores.

Além disso, desde a primeira gestão do Prefeito Luiz Vicente Berti os servidores municipais recebem o pagamento dos salários e benefícios em dia.

“ Temos notícia que alguns municípios estão ainda sem pagar o décimo terceiro de seus servidores, por conta das dificuldades financeiras. Sobradinho está em dia com os servidores municipais e isto é motivo de comemoração para esta gestão, que prima pela valorização do servidor. Mesmo em época de crise, conseguimos aprovar aumento salarial e reajuste para nossos servidores, acima da inflação. Esse foi nosso compromisso e estamos cumprindo. Os servidores ganham, a economia do município ganha e a gestão se sente honrada em cumprir seu compromisso de valorizar os colaboradores da gestão”, declarou o Prefeito Luiz Vicente Berti.

Ascom/PMS