Preto no Branco

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“Ninguém está acima da justiça”: mensagem é deixada em ato que marca a impunidade do caso Beatriz Mota

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(foto: arquivo pessoal da família)

Para marcar os dois anos e um mês do crime brutal que vitimou a menina Beatriz Mota, o movimento “Somos Todos Beatriz”, liderados pelos pais da criança, realizaram na noite de ontem (10), um ato em frente ao colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina.

No portão que dá acesso a quadra do colégio, palco da cena de horror que aconteceu durante a festa de formatura realizada pela direção da instituição religiosa, os manifestantes acenderam velas, colocaram flores, fizeram orações pedindo justiça e em coro entoaram canções de fé e esperança.

Do lado de dentro do colégio, só silêncio.

Fora dele, a dor e a revolta dos familiares e da sociedade que clamam celeridade nas investigações, empenho das autoridades e a punição para o(s) assassino(s).

Na parede externa, ficou um cartaz lembrando que “Ninguém está acima da justiça”.

Da Redação por Sibelle Fonseca

“O que está por trás do caso Beatriz?” – por Sibelle Fonseca

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Os mais de 760 dias do crime brutal, que tirou a vida da menina Beatriz Mota, ocorrido no Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina, não foram suficientes para que a polícia pernambucana chegasse ao(s) assassino(s).

Por mais incrível que pareça, o crime praticado durante uma festa no colégio, com quase três mil pessoas, não deixou vestígios, nem de sangue. Um crime cercado de mistérios. Um crime marcado por uma sucessão de erros, desde o início. Incrível, mas até hoje não se sabe, sequer, o local exato em que a criança foi executada.

Em dois anos e um mês, quatro delegados assumiram as emperradas investigações. Um, a cada seis meses em média. Duas imagens do possível assassino, completamente distintas, foram divulgadas pela polícia. Uma demonstração do  trabalho baratinado, do completo despreparo e da falta de investimento em estrutura e em pessoal competente para desvendar o crime bárbaro.

As linhas de investigação não chegam a ponto algum e, mesmo com a pressão dos familiares e do movimento que clama justiça para o caso, até agora nada. De concreto nada. Só especulações, promessas, poucos e tímidos discursos de alguns, creio que por vergonha de passar um atestado de incompetência, e um silêncio sepulcral, que eu escuto como uma confissão de que tem algo muito estranho no ar, no inquérito e em tudo que ronda este crime.

Crime perfeito? Numa rápida e rasa pesquisa de internet, achei a definição de crime perfeito. Diz ser “aquele cometido com tal planejamento e habilidade que nenhuma evidência é deixada e o culpado não pode ser encontrado. Um crime não detectado depois de cometido ou, ainda, quando não deixa suspeitas que justifiquem uma investigação”.

Ao pé da letra, o caso Beatriz Mota não se enquadra nesta definição. Impossível acreditar que, em uma instituição tradicional de ensino religioso, num evento com centenas de pessoas e câmeras de segurança(sim, elas existiam), NINGUÉM tenha visto nada.

O que está por trás do assassinato da menina de 7 anos aluna e filha do professor do colégio, além da falta de recursos policiais, a incompetência nas investigações, a preguiça do Ministério Público e o “faz- de- conta” do estado de pernambuco de que está se importando com o “caso número 01”?

Que assassino mais competente foi este que não deixou nenhuma evidência, nem na entrada e nem na saída, capturando uma criança no espaço da escola para executá-la, livremente, sem ser visto por ninguém?

Se agiu com outros, então, a hipótese de crime perfeito cai por terra e reforça as suspeitas de que há mesmo muito mistério neste crime.

Longe de desejar, levianamente, entrar no mérito das investigações, o que não me caberia, os questionamentos que faço são os mais óbvios e de senso comum. Do início até agora, a forma de investigar este crime, sub-estima a inteligência de qualquer um, o que causa revolta.

Chaves que desaparecem, reforma em espaço da cena do crime, imagens do suspeito recuperadas tempos depois, contradições em depoimentos à polícia, DNA conhecido, arma apreendida, mais de 16 suspeitos, etc, etc e um processo constituído de 16 volumes.

Não, não se trata de um crime perfeito, até eu que sou leiga sei disso.

Mais de 760 dias após o crime, cuja investigação não avança, mudo a pergunta que me persegue desde aquele 10 de dezembro de 2015 “Quem matou Beatriz”? para “o que está por trás do caso Beatriz” ?

Seria pura incompetência do Estado não conseguir desvendá-lo ou há uma teia bem armada para que o caso caia no esquecimento?

Enquanto as autoridades não respondem, eu pergunto, com a intenção de que esta página não seja virada para o bem dos malfeitores.

Trabalhem, autoridades! Os senhores já tiveram bastante tempo para isso. Paciência é tudo que não lhes devemos mais. Vamos lá, levantem-se de suas cadeiras, saiam dos gabinetes, parem com as justificativas e desculpas. Parem de esperar que o Disque Denúncia os leve ao (s) assassinos. Apresentem resultados! Os senhores são muito bem pagos, por nós, para isso.

Ou então, joguem a toalha e assumam que este foi um “crime perfeito” para a incompetência de um Estado mal aparelhado, em todos os sentidos. Um Estado frouxo no cumprimento de suas obrigações, ou quem sabe um Estado covarde, conivente, que se rende às pressões e entra numa trama muito mal contada.

Da Redação por Sibelle Fonseca   

Foto: Movimento Beatriz Clama Por Justiça

Governo rejeita pedido do MPF para afastar da Caixa investigados ligados a Cunha e Geddel

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A Casa Civil e a presidência da Caixa Econômica Federal devem rejeitar a recomendação do Ministério Público Federal (MPF) para afastar todos os 12 vice-presidentes do banco – incluindo os investigados e citados em operações da Polícia Federal ligados a Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima, ambos do PMDB e presos na Lava Jato.

O prazo para a resposta do governo termina nesta segunda-feira (8). A Casa Civil e a Caixa acertaram a decisão na semana passada, informa o G1. Procurada, a Casa Civil informou que já respondeu ao MPF que não é competência do ministro Eliseu Padilha a decisão. Ficou acertado no governo que a Caixa vai encaminhar ao Ministério Público nesta segunda-feira a resposta rejeitando a recomendação.

O documento do MP foi encaminhado ao Planalto e ao banco em dezembro e é assinado pela força-tarefa da operação Greenfield, que também responde pelas operações Cui Bono e Sépsis. Quatro dos 12 vice-presidentes da Caixa estão na mira de investigações da Polícia Federal, que apura suspeita de transações irregulares com Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima.

Ainda segundo o G1, Temer deu aval na semana passada à Casa Civil para manter os vice-presidentes que são indicados, além do PMDB, pelo PRB, PR e PP – este último, partido que indicou o presidente da Caixa.

BN

Posse da nova Ministra do Trabalho é suspensa pela Justiça Federal

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A Justiça Federal do Rio suspendeu nesta segunda-feira (8) a posse da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) como ministra do Trabalho.

O juiz  da 4ª Vara Federal Criminal de Niterói, Rio de Janeiro, Leonardo da Costa Couceiro, suspendeu, em caráter liminar, a posse de Cristiane Brasil como ministra do Trabalho, atendendo a uma ação popular movida após a denúncia de que a deputada foi condenada a pagar R$ 60 mil por dívidas trabalhistas com dois ex-motoristas.

O juiz fixou ainda multa de R$ 500 mil em caso de descumprimento da liminar.

O juiz disse que a nomeação de Cristiane Brasil fere o princípio da moralidade administrativa.

“Em exame ainda que perfunctório, este magistrado vislumbra fragrante desrespeito à Constituição Federal no que se refere à moralidade administrativa, (…) quando se pretende nomear para um cargo de tamanha magnitude, Ministro do Trabalho, pessoa que já teria sido condenada em reclamações trabalhistas”, escreveu Couceiro.

Da Redação

Morador denuncia vandalismo no Residencial Humberto Pereira, em Juazeiro

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“Olha o absurdo e o desperdício do dinheiro público! Fizeram as casas, porém não entregaram a quem precisa e os vândalos estão destruindo”, alerta um morador do Residencial Humberto Pereira, do Programa Minha Casa Minha Vida, em Juazeiro-BA.

Ele preferiu não ser identificado, mas faz um alerta importante e que merece ser ouvido pelas autoridades competentes.

Segundo o morador, três casas do residencial, que deveriam já está ocupadas por pessoas que necessitam de moradia, estão fechadas e sendo alvos de vandalismo. “As casas estão abandonadas e os vândalos estão acabando com tudo, quebrando e roubando o que podem. Até disjuntores, tomadas estão sendo levados por eles”, denunciou.

As casas do residencial foram entregues em maio do ano passado e por conta da distância os moradores, volta e meia, denunciam as dificuldades por que passam: problemas com transporte escolar, com a infra-estrutura, segurança, qualidade construtiva da obra, escuridão, entre outros serviços públicos que estariam faltando no residencial.

As casas ainda desocupadas, segundo o morador, acabam sendo abrigo para os vândalos e deixando a comunidade do residencial exposta a violência.

“Além do risco que corremos, porque as casas abandonadas atraem criminosos, é dinheiro jogado fora. Aquilo que os vândalos quebram terá que ser refeito. Isso é inaceitável. Eu pergunto onde está o Ministério Público que não enxerga isso? Milhares de pessoas sem uma casa própria enquanto tem um residencial prontinho pra ser entregue e os vândalos é que estão fazendo a festa, tirando proveito da situação”, concluiu o leitor.

O PNB está em contato com a prefeitura para solicitar esclarecimentos sobre as denúncias.

Da Redação

Com imóvel próprio, Bolsonaro ganha auxílio-moradia da Câmara

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O presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e um de seus filhos, Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), recebem dos cofres públicos R$ 6.167 por mês de auxílio-moradia mesmo tendo um imóvel em Brasília.

Ambos são deputados federais. O apartamento de dois quartos (69 m²), em nome de Jair, foi comprado no fim dos anos 90, quando ele já recebia o benefício público, mas ficou pronto no início de 2000.

O político recebe da Câmara o auxílio-moradia desde outubro de 1995, ininterruptamente. Eduardo, desde fevereiro de 2015, quando tomou posse em seu primeiro mandato como deputado.

Ao todo, pai e filho embolsaram até dezembro passado R$ 730 mil, já descontado Imposto de Renda. Além do apartamento na capital, os políticos da família Bolsonaro têm mais 12 imóveis no Rio, a maior parte adquirida nos últimos dez anos, como mostrou a Folha neste domingo (7).

O auxílio-moradia é pago a deputados que não ocupam apartamentos funcionais no DF. Como há mais deputados do que vagas em imóveis destinados a eles, a Câmara desembolsa para cada um desses, por mês, R$ 4.253.

Há duas formas de pagamento: 1) por meio de reembolso, para quem apresenta recibo de aluguel ou de gasto com hotel em Brasília, 2) ou em espécie, sem necessidade de apresentação de qualquer recibo, mas nesse caso com desconto de 27,5% relativo a Imposto de Renda.

Jair e Eduardo Bolsonaro utilizam essa segunda opção, o que rende mensalmente, para cada um, R$3.083. O auxílio-moradia pode ser recusado pelos congressistas.

Em novembro, por exemplo, a listagem oficial da Câmara dos Deputados mostra 336 parlamentares ocupando apartamentos funcionais fornecidos pela Casa, 81 recebendo reembolso após apresentarem comprovante de gasto com moradia e 69 recebendo o valor em espécie, descontado o IR, sem necessidade de apresentar qualquer recibo de gasto com moradia, entre eles Bolsonaro e seu filho.

Ou seja, pelas informações da Câmara, 27 dos atuais 513 parlamentares abriram mão de receber o dinheiro ou apartamento da Câmara –entre eles os oito deputados do Distrito Federal.

A reportagem visitou o prédio em que está o apartamento em nome do presidenciável, que fica no Sudoeste, uma dos bairros do Plano Piloto, a região central de Brasília. Segundo funcionários do edifício, Eduardo Bolsonaro é visto semanalmente no local.

CASA PRÓPRIA

O apartamento de Brasília foi um dos primeiros da vida Bolsonaro. Segundo a escritura, o imóvel passou a pertencer oficialmente ao político em maio de 2000.

Em julho de 1998, no entanto, ele já colocava o apartamento em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral.

O valor pago, segundo o documento registrado em cartório, foi de R$ 75 mil, pagos em espécie. De outubro de 1995, quando começou a receber o auxílio-moradia, até julho de 1998, quando declarou já ser seu o novo apartamento em Brasília, recebeu a exata quantia de R$ 71,6 mil, também recebidos em espécie.

Não há a data certa do pagamento de Bolsonaro para a Marko Engenharia, construtora do prédio. Na escritura, de 20 de maio de 2000, consta apenas que o preço de R$ 75 mil foi “pagos anteriormente em moeda corrente nacional, pelo que dá plena, rasa, geral e irrevogável quitação”.

A Folha falou com o representante da Marko, José Wilson Silva Corrêa, que aparece na escritura como “procurador”, mas ele disse “não se lembrar” da transação e que não era responsável por ela.

OUTRO LADO

Procurados desde a última quinta-feira (4), Jair Bolsonaro e seu filho Eduardo não responderam as perguntas enviadas pela reportagem a respeito dos imóveis que possuem.

Folha press

Casa Nova: PM e Prefeitura começam ano ajustando parceria

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Com as reclamações e queixas de moradores do interior, o número de assaltos na sede e a insegurança nas estradas do município de Casa Nova, sendo tema constante nos encontros e reuniões promovidas pelo prefeito Wilker Torres nos mais diversos segmentos da comunidade, a Polícia Militar e a Secretaria de Governo da Prefeitura iniciam o ano buscando fortalecer a integração, definir ações e apoios conjuntos.

Bem-Bom, Pau a Pique foram os dois distritos visitados pelo Comando da PM, representado pelo Capitão PM Francisco Ângelo de Souza, pelo Delegado Clériston Jambeiro e os Secretários José Carlos Borges e Cosme Coelho. Reunida a comunidade, discutiu-se alternativas ao policiamento local, reforço e integração efetiva com as lideranças locais.

“Não há segurança pública sem a participação da comunidade” – diz José Carlos Borges, Secretário de Governo, que já tinha estado na sede da 25ª Cia Independente, quando ajustou as visitas – “”Estes órgãos públicos são de importância ímpar, a integração entre estado e município, fortalece o combate a violência, uma das preocupações do prefeito Wilker Torres e sua equipe. O encontro teve como objetivo proporcionar o debate, com propostas que visam questões de segurança pública, as competências de cada instituição e o fortalecimento do trabalho em conjunto, para obtermos resultados mais positivos nas ações integradas”, explica o secretário Zé Carlos Borges, que agradeceu a Polícia Militar pelo apoio de sempre.

“Para o Comandante Hilton Reis, é de fundamental importância a integração do estado e o município. “Nosso compromisso é com a causa pública da segurança, visando aperfeiçoar a relação entre as instituições, fazendo com que esta integração em Casa Nova se torne exemplo, e traga efetivamente a segurança aos cidadãos casanovenses.

Cosme Coelho, Chefe de Gabinete do Prefeito Wilker Torres, que acompanhou as visitas destaca que “o prefeito quer definir ações conjuntas e está disposto a contribuir com o que for possível para melhorar as condições de segurança na sede e nos distritos”, destacando que o prefeito reivindica ao governo estadual o aumento do efetivo lotado em Casa Nova.

Ascom/PMCN

Deputado descarta mudança no comando do Detran

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Apesar de ter perdido o comando do Detran no início da gestão de Rui Costa, na última semana especulação dava conta de que o pepista voltaria a comandar  o órgão no Estado, hoje sob a batuta do presidente do Podemos, João Carlos Bacelar.

Fontes do BNews dizem que essa seria uma forma de Rui Costa contemplar Carletto e dissuadi-lo da ideia de batalhar por uma vaga na chapa majoritária e ainda tentar que ele junto a deputados estaduais debandem para o lado do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM).

Em conversa com o BNews, Bacelar descartou que haverá mudança no Detran. “Até agora não fui informado sobre alteração no Detran. Estive, inclusive, com o governador nos últimos dias em inaugurações e nada me foi passado”, informou.

O BNews tentou contato com o deputado Carletto, mas não obteve êxito.

BN

Deputados Sérgio Brito e Irmão Lázaro são os mais faltosos da bancada baiana

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Um ano de eleição em que deputados tentarão renovar seus mandatos, é bom o eleitor ficar atento a assiduidade dos parlamentares. Em levantamento realizado pelo Correio*, os deputados Sergio Brito (PSD) e Irmão Lazaro (PSC) foram os mais faltosos no ano passado.

De acordo com os dados, Brito e Irmão Lázaro não foram a 45 das 119 sessões deliberativas, o que representa 37,8% de faltas. Este é o terceiro ano seguido que Brito lidera o ranking dos faltosos.

Os outros mais faltosos foram Márcio Marinho (PRB), com 38 faltas; Bebeto Galvão (PSB), 36; Jonga Bacellar (PR), e Lúcio Vieira Lima (PMDB), com 27 faltas.

Do outro lado, Valmir Assunção não faltou às sessões. Roberto Brito (Progressista), 1 falta; Félix Mendonça (PSD), 3 faltas; Bacelar (Podemos), 3 faltas.

BN