Preto no Branco

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Recadastramento biométrico: Em Juazeiro mais de 65 mil títulos podem ser cancelados

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Os eleitores baianos têm até 31 de janeiro de 2018 para realizar o recadastramento biométrico obrigatório. Pouco mais de dois meses para esgotar o prazo, apenas 51,62% (2.228.359 pessoas, do total de 4.316.870) realizaram o procedimento.

Segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), dos 10.630.728 eleitores aptos em todo o estado, apenas 4.137.455 fizeram o recadastramento, o que equivale a 38,91% do total. Já a capital baiana registra um percentual de 44,91%, com a adesão de 890.112 dos 1.979.269 eleitores aptos à biometria.

Em Juazeiro mais de 65 mil títulos podem ser cancelados, segundo dados do TRE.

No período de 23 de dezembro a 1º de janeiro, quando acontece o recesso da Justiça, não haverá agendamento. Portanto, os eleitores que ainda não fizeram o recadastramento devem ficar atentos e procurar, o quanto antes, um posto de atendimento.

Durante o mês de janeiro o atendimento será intensificado com algumas estratégias, ainda não divulgadas pelo TRE.

O recadastramento é obrigatório para todos os eleitores convocados ou não pela Zona Eleitoral, inclusive aqueles cujo voto é facultativo e já possuem título (analfabetos, maiores de 16 e menores de 18 anos e os maiores de 70 anos de idade).

Quem não realizar o procedimento terá o título de eleitor cancelado.

Da Redação com informações do TRE

Sefaz-Ba nega haver qualquer pendência para que BB libere empréstimo de R$ 600 milhões

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Ao contrário do que afirmou à imprensa em Salvador o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não há qualquer pendência de documentação que impeça o Banco do Brasil de liberar os recursos do empréstimo de R$ 600 milhões cujo contrato foi assinado entre o Estado e a instituição há três meses, no dia 18 de agosto. De acordo com o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, o atraso na liberação dos recursos é atípico e injustificável, o que levou o governo baiano a acionar na Justiça o Banco do Brasil.

“O ministro, ao fazer tal afirmação, demonstra desconhecimento do fato de que ainda em agosto, após a assinatura do contrato, o banco aprovou as comprovações técnicas e documentais relativas às obras constantes no pedido de desembolso feito pelo Estado da Bahia”, enfatiza o secretário. Manoel Vitório observa que tudo foi feito de acordo com os requisitos técnicos estabelecidos pela instituição. O BB, de acordo com a Secretaria da Fazenda, chegou a emitir a tarifa de contrato de contra garantia, devidamente quitada. Os recursos, no entanto, seguem sem liberação até hoje.
Todo o processo exigido para a efetividade legal da operação foi cumprido, enfatiza o secretário, incluindo a aprovação por duas instâncias do Ministério da Fazenda: a Secretaria do Tesouro Nacional (STN), que atestou a capacidade fiscal do Estado, e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que recomendou a operação e assinou, pela União, a garantia do empréstimo.

Secom Governo da Bahia/ Foto Bocão News 

Prefeito Paulo Bomfim acompanha obra do Parque Fluvial

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O prefeito Paulo Bomfim juntamente com o titular da pasta de Obras e Desenvolvimento Urbano (SEDUR), Anderson Alves, acompanhou na manhã desta segunda-feira (20) o andamento da obra do Parque Fluvial.

Orçada em aproximadamente 3.500.000,000 (três milhões e meio de reais) a intervenção foi iniciada há exatos 20 dias e tem como objetivo promover a revitalização física e paisagística de toda área considerada como degradada da orla fluvial juazeirense, no trecho entre o muro da Marinha e o Angari, uma extensão de aproximadamente 3,5 Km.

Sempre acompanhando as intervenções que acontecem no município o prefeito mostrou-se satisfeito com o andamento dos trabalhos de mais uma importante obra para Juazeiro. “É importante checarmos se está tudo correndo conforme o planejado, ouvir a comunidade, e manter a celeridade e qualidade das obras para que a população venha usufruir o mais rápido possível desses equipamentos”, ressalta o prefeito Paulo Bonfim.

De acordo com a engenheira da SEDUR, Lays Mary, devido à extensão da orla, mais de uma frente de serviço está em campo na obra.  “Na área onde será instalada a ‘Praça dos Caiaques’ temos uma frente de serviço executando o meio fio para delimitação do espaço que vai receber o piso cobograma (bloco de concreto vazado que permite que a água entre pelos vazios), na área das quadras outra frente está finalizando a fixação do alambrado de uma das quadras poliesportivas, e temos ainda máquinas trabalhando na conclusão da limpeza da área da prainha e também executando a demolição da antiga pista de Cooper”, explica a engenheira.

Segundo o titular da SEDUR, Anderson Alves, as obras ocorrem dentro do cronograma estabelecido. “Só podemos agradecer ao compromisso de todos os profissionais e parceiros envolvidos no andamento dessa importante obra, temos uma verdadeira força tarefa que envolve várias secretarias como o SAAE, SESP, SEDES, SEMAURB, SEDUC, SECULTE, ADEAP, todos imbuídos no andamento e conclusão desse equipamento”, destacou Anderson Alves.

Participaram ainda da visita a obra os secretários de Governo, Clériston Andrade; de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária (ADEAP), Justiniano Félix; o gestor do Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE), Joaquim Neto; o Chefe de Gabinete, Vilmar Ferreira; os vereadores Gleidson Medrado, Bartolomeu dos Santos (Bertinho da Carnaíba), e integrantes da equipe de governo.

Por Gardennia Garibalde/SEDUR 

“Gente como eu é sempre suspeita, acusada e discriminada”, desabafa homem que denuncia violência policial, em Juazeiro(BA)

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Um homem negro, nascido em Juazeiro da negra Bahia, 44 anos, desempregado e fazendo os eventuais “bicos”, morador da periferia, em tratamento no serviço de atendimento psicossocial e de comportamento bem avaliado pelos profissionais que lhe assistem.

Para preservá-lo não diremos o seu nome. Que poderia ser José, João, Francisco, Severino… Ele engrossa a fileira dos invisíveis e massacrados por uma sociedade que lhe nega direitos e de um Estado racista, perverso e excludente.

Contou este homem ao Portal Preto No Branco que no dia 21 de outubro, quando acompanhava a Caminhada do Outubro Rosa, na orla de Juazeiro, foi abordado violentamente por dois guardas municipais e dois policiais militares, que sem ao menos pedir sua documentação, lhe imprensaram numa árvore, deram-lhe chutes, pisaram no seu rosto e lhe fizeram refém de porradas e xingamentos.

De que estava sendo acusado, ele diz não saber. Mas imagina que era apenas “suspeito” de um crime que lhe jura desconhecer ” Eles já chegaram me chamando por um nome que eu desconheço. Nem pediram meus documentos e foram me enchendo de porrada. Me bateram muito, me algemaram e somente quando eu já estava caído no chão, implorando para que parassem, se afastaram tomando o rumo da Adolfo Viana”, conta o homem.

Ele diz também que os quatro agentes de segurança estavam sem o distintivo, ou seja, sem identificação. Mas agiam em nome do Estado e isso é fato.

” Outros policiais que estavam próximos, tiraram as algemas e me liberaram. Assim, como se trata um cão de rua. Espancam e chutam pra longe”, desabafou.

Ele não foi muito longe, conta ” Consegui andar até a “praça do Jacaré”, mesmo com muitas dores. Já no chão e sangrando, pedi ajuda a um grupo de jovens e eles chamaram o Samu. Fui levado para a UPA E medicado. Deveria ter ficado em observação, mas como estava muito mal acomodado, pedi pra ir pra casa e me liberaram”.

O homem que diz não saber porque estava apanhando e garante que apenas observava o evento e “não estava fazendo nada de mal”, se define com um “semi-analfabeto” que sabe dos seus direitos ” Eles não tinham o direito de me espancar. Eu não estava cometendo nenhum crime. A prova é tanta que me bateram, mas não me prenderam. A rua é de todas as pessoas e apenas por ser pobre e preto, eles não poderiam me abordar com tanta violência”, desabafa mais uma vez.

O denunciante diz que procurou a Guarda Municipal para denunciar a agressão, mas não deram importância a sua queixa “Fui atendido, mas desconfiaram de mim. Como se eu tivesse inventando a situação. No local em que fui espancado tem câmeras e eles poderiam buscar essa gravação, se quisessem apurar minha denúncia”, sugere ele.

Ainda com dores nas costas, em consequência do espancamento, ele diz esperar que sua denúncia seja apurada, mesmo desconfiando que o seu caso é mais um no meio de uma multidão de gente como ele.

” A justiça não foi feita pra gente como eu. Gente como eu é sempre suspeita, acusada e discriminada. Mesmo inocentes, já nos culpam e nos condenam”.

O PNB está encaminhando a denúncia para os órgãos citados.

No Dia da Consciência Negra, o relato deste homem negro, que acusa o Estado de violência policial, chamamos atenção para a cultura do racismo ainda tão presente em todos os segmentos da sociedade.

Segundo a pesquisa “Discriminação racial e preconceito de cor no Brasil”, realizada em 2003 pela Fundação Perseu Abramo, 51% dos negros declararam que já sofreram discriminação da polícia, percentual que cai para 15% quando a mesma pergunta foi feita aos brancos. Dos negros vítimas de preconceito, 78% disseram que foram discriminados por policiais brancos.

A violência e racismo também aparecem relacionados no Mapa da Violência 2010, em que são analisados os homicídios entre 1997 e 2007. O estudo indica que um negro tem 107,6% mais chances de morrer assassinado do que uma pessoa branca.

Sete anos depois, os dados não mudaram muito. A cada 100 pessoas que sofrem homicídio no Brasil 71 são negras, segundo números atuais. O racismo continua institucionalizado pelo Estado brasileiro.  De acordo com o Atlas da Violência 2017, os jovens negros entre 12 e 29 anos estão mais vulneráveis ao homicídio do que brancos na mesma faixa etária. E são os negros que representam 50,46% da população carcerária.

Da Redação por Sibelle Fonseca 

 

“Respeita as pretas”: I Marcha do Povo Negro já ocupa às ruas de Juazeiro nesta tarde de segunda (20)

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Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, celebrado hoje (20), a Secretaria de Desenvolvimento Social, Mulher e Diversidade (SEDES) realiza a I Marcha do Povo Negro de Juazeiro, com o tema e tem como tema “Respeita as pretas”.

A Concentração está acontecendo neste momento na Praça Dedé Caxias, com participação de grupos culturais e conta com o apoio de diversas entidades representativas do movimento negro, universidades e entidades dos movimentos populares.

A marcha será encerrada na Praça Santiago Maior, onde acontecerá um desfile de modelos negros e negras.

O evento  é uma parceria com o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (COMPIR) e marca o “Novembro Negro” em Juazeiro.

Da Redação

 

“A possibilidade de inserção dos negros aumentou”, diz Gilberto Gil no Dia da Consciência Negra

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O cantor baiano Gilberto Gil, através do seu perfil no Instagram, se manifestou nesta segunda-feira (20), Dia da Consciência Negra, sobre racismo no Brasil. Gil publicou uma foto em que aparece usando uma camisa estampada com a palavra “negro” e afirmou que a “possibilidade de inserção aumentou”, apesar da discriminação que ainda existe.

“No Brasil ainda tem preconceito. Ainda tem desigualdade específica dos negros, mas as coisas diminuíram. A possibilidade de inserção aumentou. De certa forma, há até mais cordialidade, compreensão, inter-racialidade e inter-sociabilidade na sociedade brasileira do que em outras. Tem um lado que é superação de problemas, e isso inclui resistência política, luta por cidadania, luta por inclusão e auto-reconhecimento. Por outro lado, há uma outra dimensão, que é de integração, comunhão e regozijo por estarmos em processo de reconhecimento profundo da importância do negro na vida brasileira”, escreveu o artista.

Da Redação

Glória Maria se pronuncia sobre polêmica envolvendo Dia da Consciência Negra

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A jornalista Glória Maria, da Rede Globo, resolveu se pronunciar sobre a polêmica envolvendo uma publicação em seu perfil oficial no Instagram. A apresentadora virou alvo de críticas após expressar sua opinião contrária ao Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, e decidiu rebater os usuários. “Apagar este post???? Nunca!!!! Quem não concorda com ele ok! Acho triste mas entendam”, escreveu.

Glória se referia a um post de 15 de novembro, em que publicou uma imagem do ator Morgan Freeman ao lado da frase: “O dia em que pararmos de nos preocupar com Consciência Negra, Amarela ou Branca e nos preocuparmos com Consciência Humana, o racismo desaparece.”

Confira a resposta na íntegra
“Pra todos que não concordam com este pensamento do Morgan Freeman: Não concordar é um direito de vocês! Mas pretender que todos pensem igual é no mínimo prepotente! Eu concordo totalmente com ele! Pra começar ele não é brasileiro e não está citando o dia da Consciência Negra. Uma conquista nossa! Está falando de algo muito maior. Humanidade! Eu e ele também nascemos negros e pobres e conquistamos nosso espaço com muita luta é trabalho! Não somos privilegiados. Somos pessoas que nunca aceitaram o lugar reservado pra nós num mundo branco! Algum de vocês conhece a minha história e a dele? Se contentam em tirar conclusões e emitir opiniões equivocadas em redes sociais! Nós estudamos, lutamos, resistimos e combatemos todo tipo de discriminação! O preconceito racial é marca nas nossas vidas! Mas não tenho que mudar minhas ideias por imposição de quem quer que seja! Apagar este post???? Nunca!!!! Quem não concorda com ele ok! Acho triste mas entendam. As cabeças e os sentimentos graças a Deus não são iguais! Como lutar contra a desigualdade se não aceitamos as diferenças? Queridos vivam suas vidas e nos deixe viver a nossa! Temos que tentar sempre encontrar nosso próprio caminho! Sem criticar e condenar o dos outros! Cada um precisa combater o racismo da maneira que achar melhor! Lembrando sempre do direito e da opinião do outro!sou negra e me orgulho . Mas não sigo cartilhas . Minhas dores raciais conheci e combati sozinha! Sem rede social para exibir minhas frustrações! Tenho direito e dever de colocar o que penso num espaço que é meu! Não imponho e não aceito que me digam como devo viver ou pensar! ????”.

BN

Univasf: Seleção Pública Simplificada oferta 17 vagas para professor substituto

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A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) está com inscrições abertas para o Processo de Seleção Pública Simplificada para a contratação de professor substituto. São ofertadas 17 vagas, destinadas a cursos de graduação dos campi Sede e Ciências Agrárias, em Petrolina (PE), Juazeiro, Senhor do Bonfim e Paulo Afonso (BA). Conforme o Edital Nº 23/2017, as inscrições podem ser feitas de hoje (17) até as 18h da próxima quinta-feira (23), exclusivamente pelo site de Concursos da Univasf.

A taxa de inscrição varia entre R$ 45,00 e R$ 80,00, a depender da vaga a que o candidato irá concorrer. Os requisitos para a formação acadêmica de cada concorrente também divergem de acordo com as áreas de conhecimento. O período para solicitação de isenção na taxa vai até as 18h da próxima segunda-feira (20).

O regime de trabalho será de 20 horas. Já o contrato terá duração de até quatro ou seis meses, de acordo com a vaga, podendo ser renovado. O vencimento básico é de R$ 2.236,30, acrescido da retribuição por titulação, conforme quadro da remuneração, disponível nos editais.

O processo será dividido em duas etapas. A primeira será a prova de aptidão didática, de caráter eliminatório, que avaliará a capacidade dos candidatos de expor seus conhecimentos de maneira clara e organizada. Para esta etapa, será realizado o sorteio de um tema, a ser abordado no momento da avaliação. O sorteio acontecerá no dia 8 de dezembro, em horário a ser confirmado posteriormente. Já o local será no Campus Sede, em Petrolina (PE), ou no Campus Juazeiro (BA). Os possíveis conteúdos para as aulas constam no Anexo II do Edital, disponível no site de Concursos.

A segunda parte do processo será o exame de títulos, este classificatório. A avaliação seguirá o barema disponível no Anexo I, também no site de Concursos. Outras informações podem ser consultadas no edital.

Áreas de conhecimento:

Ciência Política

Ciências da Natureza

Economia e Finanças

Educação e Intervenção Social

Fanerógamos

Farmacotécnica

Letras/Linguística/Ensino de Língua Portuguesa

Libras

Medicina Legal

Morfologia

Morfologia e Patologia

Patologia Geral

Planejamento, Execução e Controle da Construção

Probabilidade e Estatística

Saúde do Trabalhador

Semiologia

Telecomunicações e Circuitos Eletrônicos

Ascom Univasf

MP do Rio pede anulação de sessão da Alerj que revogou prisão de deputados

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O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) protocolou eletronicamente na Justiça, no sábado (18), um mandado de segurança pedindo a anulação da votação de sexta-feira (17) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Na sessão, foi revogada a prisão dos deputados estaduais Jorge Picciani (presidente da Alerj), Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB.

Os três deputados se entregaram à Polícia Federal (PF) na quinta-feira (16),  após serem indiciados na Operação Cadeia Velha, que investiga o uso dos cargos públicos para corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, em combinação com as empresas de ônibus.

No pedido divulgado hoje (19), o MP alega que o presidente em exercício da Alerj durante a sessão, deputado Wagner Montes (PRB), e a mesa diretora ignoraram a liminar que determinava que a sessão fosse aberta para todos os cidadãos. O requerimento à Justiça pede a realização de uma nova sessão, que repita a votação, permitindo o acesso às galerias.

Ao vedar o acesso dos cidadãos às galerias da Assembleia, o MP entende que os deputados “camuflaram” a sessão pública e, assim, desrespeitaram “os princípios mais basilares do Estado Democrático de Direito”. O MP classificou os atos praticados pelo presidente em exercício da Alerj de arbitrários e ilegais, segundo a nota divulgada por sua assessoria.

Afastamento

Picciani comunicou hoje que vai se licenciar de suas atividades parlamentares a partir de terça-feira (21) para se dedicar à sua defesa e do seu filho, Felipe Picciani, que permanece preso em consequência da Operação Cadeia Velha. A empresa, gerenciada por seu filho e comandada pela família Picciani há 33 anos, teve a conta bloqueada como parte da operação.

O presidente da Alerj também informou que aguarda “com serenidade” movimentos que possam levar a um possível pedido de seu afastamento do mandato, bem como o de Paulo Melo e Edson Albertassi. Caso o pedido se concretize, Picciani afirma que pretende recorrer.

Agência Brasil