Preto no Branco

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Zona azul proporciona mudanças, mas gera muitas notificações em Juazeiro 

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apre12

O sistema de Zona Azul começou a funcionar em Juazeiro no dia 11 de julho, com o objetivo de proporcionar fluidez e desafogar o trânsito na área central com os estacionamentos rotativos. Nestes três meses de implantação já são notórias as mudanças na cidade. Antes um condutor levava em média 30 minutos para estacionar, hoje em menos de 5 minutos já é possível encontrar uma vaga.

Como todo processo de mudança, a Zona Azul interferiu na rotina dos condutores. Mesmo com mais de 30 dias de campanha educativa, orientações sobre as diversas modalidades de pagamento e aquisição do ticket de estacionamento, explicações que o não pagamento acarretaria em avisos de regularidades e até multas, parecem ainda não ser suficientes para que os condutores reconheçam que a cidade de Juazeiro está intensificando cada dia mais a fiscalização.

Dados do sistema de zona azul registraram no mês de Julho: a emissão de 1.975 avisos de regularidade; Agosto 4.230; Setembro 3.527 e até o dia 25 de outubro 1.698 das mais diversas notificações. A soma geral destes números chega a 11.430 notificações e, deste quantitativo total, mais de 42% dos condutores buscam a regularização da situação com as monitoras. As punições mais registradas por elas são os tickets vencidos. Só nesta modalidade foram registradas em Julho 1.723 avisos vencidos, em agosto 625 e em setembro 567. Através dos números é notória a queda quanto à renovação do ticket vencido.

Os condutores que verificarem nos painéis dos carros os avisos de regularidades têm até 10 minutos para regularizar a situação e cancelar a notificação, mas se ultrapassar esse tempo terá até 24h úteis para pagar o aviso de regularidade que corresponde a 10 vezes o valor de uma hora; para carro será R$ 15,00 e moto R$ 7,50. A não regularização acarretará em autuação de trânsito – dados da Companhia de Segurança, Trânsito e Transportes informam que já foram registradas pela autarquia 1.014 autuações só pela zona azul.

O objetivo do sistema é trazer mobilidade e rotatividade no estacionamento na área central. Mais uma vez os números de notificações e autuações estão sendo bem elevadas e a CSTT alerta aos condutores para terem mais atenção e respeito com os novos sistemas instalados na cidade “A rotatividade do estacionamento vem contribuindo com a melhoria do fluxo de veículos no centro. Os condutores devem ter atenção na renovação dos tickets de estacionamento, tendo em vista o elevado número de notificações nesse aspecto. A fiscalização é constante e todos os condutores devem respeitar as leis vigentes.”, pontuou o Diretor Presidente da CSTT, Vilmar Ferreira.

Débora Sousa/PMJ

Protesto contra fim de vaquejadas muda rotina da Esplanada dos Ministérios

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apre10

Uma manifestação contra a proibição das vaquejadas reúne hoje (25), na Esplanada dos Ministérios, vaqueiros e cavalos vindos de diversos estados.

Com faixas e um carro de som posicionado próximo ao Congresso Nacional, vaqueiros e empresários do setor negam que a prática signifique maus tratos aos animais e afirmam que, além de elemento da cultural, a atividade é fonte de geração de emprego e renda.

A organização do evento diz que cerca de 700 caminhões de transporte de animais e 6 mil pessoas vieram a Brasília para a manifestação. São dois mil animais, principalmente cavalos.

No último dia 6, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional uma lei do Ceará que regulamentava a vaquejada no estado. Com o entendimento do STF, a prática passou a ser considerada ilegal, relacionada a maus-tratos de animais.

O vaqueiro Clayton Araújo, 35 anos, vive em Paratinga (BA) e quer o retorno da vaquejada que ele conta fazer parte da história de sua família e diz ser um elemento cultural para muitos nordestinos. Segundo Clayton, a vaquejada mudou ao longo dos últimos anos e hoje são tomados cuidados para evitar maus-tratos aos animais.

“Existe toda uma vida por trás disso. Eu nasci e me criei dentro dela, meu avô era vaqueiro, meu pai é vaqueiro. Não envolve só o emprego, envolve toda uma cultura, raiz, criação. Já houve maus-tratos; quando comecei a correr existia a pista dura que maltratava o boi, hoje a pista é de areia, existia chiar o boi que era derrubar e arrastar e isso hoje não acontece mais. E também existia correr bezerro e hoje, na vaquejada regularizada, isso é proibido. Agora usamos o protetor de cauda”, disse.

Vaquejadas sustentam famílias

Ele diz que a vaquejada é uma forma de sustento para muitos e proibir a prática vai causar impacto em pequenas e grandes cidades a trabalhadores como tratadores, vaqueiros e motoristas.

De acordo com a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (Abqm) e a Associação Brasileira de Vaquejadas (Abaq), anualmente, são realizadas cerca de 4 mil vaquejadas no país, a maioria no Nordeste, que geram 700 mil empregos diretos e indiretos.

As associações afirmam que, nos últimos 10 anos, a atividade passou por regulamentação para garantir a segurança dos competidores e dos animais e defendem que, ao invés de vedar a regulamentação da prática, o caminho é adotar medidas que garantam a continuidade da vaquejada.

O proprietário do Parque Leão de Vaquejada, em Brasília, Raul Leão, diz que medidas adotadas nos últimos anos – como o uso do protetor de cauda e da cama de areia onde o animal é derrubado – evitam sofrimento. Para Leão, o que deve ser combatida é a prática clandestina da atividade que ocorre sem a adoção da regulamentação necessária.

O empresário diz que o impacto econômico que o fim da atividade gera atinge toda uma cadeia produtiva como de produção de selas, rações e medicamentos.
“Esperamos que o Supremo seja sensibilizado pelos efeitos que essa decisão vai causar a esses 700 mil empregos. Foi lamentável ter ocorrido esse julgamento sem ter uma audiência pública para debater o que a vaquejada representa para o país”, disse Raul Leão.

Os caminhões que transportaram os animais passam o dia estacionados nas faixas ao longo dos meios fios da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e provocaram engarrafamento na região central da cidade pela manhã.

Ao longo do dia, os integrantes do movimento participam de uma missa na Catedral de Brasília e de uma audiência pública na Câmara dos Deputados. As atividades vão terminar com um show à noite, na Esplanada.

Agência Brasil

No dia do Dentista, a Dra Ana Luiza Marins tira dúvidas sobre saúde bucal das crianças

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apre15

Quando deve começar os cuidados com a saúde bucal dos filhos é uma dúvida que todos pais têm. Como Outubro é o mês das crianças e, também, do profissional dentista, o Portal Preto no Branco entrevistou a Dra. Ana Luiza Marins, que atua com odontopediatria para tirar algumas dúvidas sobre a saúde bucal dos baixinhos.

Ana Luiza é graduada pela Faculdade de Odontologia de Pernambuco (FOP) – Universidade de Pernambuco, com aperfeiçoamento em Ortodontia pela Escola Pernambucana de Odontologia (ESPEO). Atualmente cursa especialização em Ortodontia na Associação Brasileira de Odontologia – PE.  Desde a graduação atende crianças, atualmente trabalha nas cidades de Juazeiro e em Casa Nova, no interior baiano, onde tem seu consultório.

ENTREVISTA POR: Fernanda Marins

PNB –  A partir de que idade os pais devem cuidar da dentição dos filhos?

A.M. – Os cuidados com os dentinhos devem iniciar a partir do nascimento do primeiro dente na cavidade bucal. Já devendo iniciar a escovação com pasta de dente com flúor, na quantidade apropriada e indicada pelo odontopediatra.

PNB –  Após a amamentação deve-se limpar a gengiva da criança. Porque se faz isso? O leite materno é prejudicial na formação dos dentes do bebê?

A.M. – A higienização da boquinha do bebê deve iniciar a partir dos seus primeiros dias de vida, é muito importante que após o aleitamento, a mãe limpe com gaze ou fralda umedecida por água filtrada ou soro fisiológico a boquinha da criança, evitando a proliferação de fungos e bactérias que podem causar manifestações prejudiciais para saúde do bebê. O leite não prejudica o nascimento dos dentes, mas a falta de higienização sim, pode afetar a saúde da criança.

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PNB –  Qual a faixa etária aconselhável para a primeira consulta da criança?

A.M – Aconselho a primeira visita ser antes do primeiro ano de idade da criança, a partir do nascimento dos primeiros dentes. Esse primeiro contato é primordial para a orientação e prevenção de possíveis patologias orais. Ressalto a importância do pré- natal odontológico, em que a gestante é orientada sobre as alterações que possam ocorrer durante a gravidez e os primeiros cuidados com a saúde bucal do bebê.

PNB –  Geralmente crianças tem cáries com facilidade, muitas mães acreditam que seja por conta de alguns remédios. Os remédios, como antibióticos, podem acarretar em cáries?

A.M – A relação entre o antibiótico administrado ás crianças e a cárie é pela  seu alta concentração de açúcar em sua composição. O risco pode ser combatido perfeitamente com a higienização após administração da medicação.

PNB –  Que preocupação os pais devem ter na hora de ensinar os filhos a escovar os dentes?

A.M. – Até por volta dos 7 anos, os pais devem escovar os dentes dos seus filhos, por que as crianças mais novas não apresentam coordenação motora suficiente. Importante realizar a escovação correta, com a escova pequena e de cerdas macias com creme dental com flúor. A quantidade de creme dental depende da idade da criança. A escovação deve durar em torno de dois minutos e atingir todos os dentes, não esquecer de escovar a língua e passar o fio dental.

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PNB – Depois da primeira consulta, com que frequência as crianças devem retornar ao seu dentista?

A.M. – A frequência das consultas irá ser determinada pela necessidade de cada criança. Mas em média orientamos a frequência das consultas  de 6 em 6 meses.

PNB – É aconselhável colocar aparelho ortodôntico em crianças com menos de 10 anos? Com que idade, as que precisam devem usar?

A.M. – Ao decorrer do crescimento, a criança é avaliada em relação a sua oclusão, observando se desenvolveu algum hábito deletério que possa afetar a sua oclusão, seu crescimento ósseo e a troca dos dentes decíduos pelos permanentes. A partir dessa avaliação iremos determinar a real necessidade de intervenção. Existem vários tipos de aparelhos e  de indicações. Determinar a real idade da criança é complicado, por que existem vários casos e vários planos de tratamento.

Dívida pública federal ultrapassa R$ 3 trilhões pela primeira vez na história

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A Dívida Pública Federal, que inclui o endividamento interno e externo, teve aumento de 3,1%, em termos nominais, passando de R$ 2,955 trilhões em agosto para R$ 3,047 trilhões em setembro. Os dados foram divulgados hoje (25) pelo Tesouro Nacional.

A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões, pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta. A variação pode ocorrer também pela assinatura de contratos de empréstimo. Nesse caso, o Tesouro toma empréstimo de uma instituição financeira ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), em circulação no mercado nacional, teve seu estoque ampliado em 3,21%, ao passar de R$ 2,830 trilhões para R$ 2,920 trilhões devido ao resgate líquido, no valor de R$ 62,12 bilhões, compensado parcialmente pela apropriação positiva de juros, no valor de R$ 28,59 bilhões.

Com relação ao estoque da Dívida Pública Federal externa (DPFe), houve aumento de 0,81% sobre o estoque apurado em agosto, encerrando setembro em R$ 126 bilhões (US$ 38,82 bilhões), sendo R$ 115,5 bilhões (US$ 35,59 bilhões) referentes à dívida mobiliária (títulos) e R$ 10,5 bilhões (US$ 3,24 bilhões) à dívida contratual.

De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), o governo estima que a Dívida Pública Federal, em 2016, fique entre R$ 3,1 trilhões e R$ 3,3 trilhões.

Agência Brasil

Sobradinho pode chegar ao volume morto em Dezembro, diz diretoria da SIHS

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A barragem de Sobradinho, a maior do Nordeste, pode atingir o volume morto em dezembro deste ano, caso não haja redução na vazão defluente, que é liberada para abastecimento. A possibilidade de uma piora no cenário considerado já delicado levou a Secretaria Estadual de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS) a requerer à Agência Nacional de Águas (ANA) a medida.

Atualmente, a vazão está em 800 m³ por segundo. Em resolução enviada ao órgão pelo titular da pasta, Cássio Peixoto, o pedido é de que a atual defluência passe para o volume de 700 m³ por segundo. De acordo com Marcello Abreu, diretor de Segurança Hídrica da SIHS, somente esta medida pode evitar o volume morto. “Avaliando a situação, chegou-se à conclusão de que 800 m³ estava muito alta. Se a redução não acontecer e as chuvas não vierem, o nível da barragem vai baixar, como está baixando. Logo na primeira quinzena de dezembro, deve chegar no volume morto, em 3%. Lá pelo dia 15, deve chegar ao volume morto. Reduzindo, a gente chega em dezembro com 4,5%”, contou em entrevista ao Bahia Notícias.

Com a diminuição, pode-se evitar também que o volume morto seja atingido no segundo semestre do ano que vem, caso o período de chuvas não consiga prover a Bacia do Rio São Francisco, responsável por abastecer Sobradinho.De acordo com ele, a redução já foi autorizada pela ANA, mas esbarra em condições impostas pelo Ibama, responsável por executar a medida.

Ainda segundo Abreu, a Bahia seria a mais atingida pela não diminuição da vazão, que precisa ocorrer pela falta de chuvas para recuperar a vazão da barragem. Sete municípios estão às margens da represa e sentiriam os efeitos direitos da deterioração na vazão. “Remanso, Sento Sé, Pilão Arcado, Casa Nova, Sobradinho, Xique-Xique e Itaguaçu ficam na margem da barragem e, caso não haja redução da vazão, haverá problemas de captação, por causa da topografia. A água não só baixa, mas se afasta. Havendo redução de vazão, o que acontece apenas é abaixamento do rio. O rio não vai se afastar, porque continua correndo na calha”, explicou. O conjunto de cidades reúne, atualmente, 279 mil habitantes. Marcello garantiu, ainda, que não há risco de racionamento de água, caso a barragem chegue ao volume morto. “Não há problema algum de volume de água. O problema é de nível de captação. Água tem à vontade”, assegurou.

Bahia Notícias

HU-Univasf comemora o Dia do Cirurgião Dentista

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apre11

O Hospital da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf) vem promovendo uma série de atividades para comemorar o Dia do Cirurgião Dentista (25 de outubro). As ações são direcionadas aos colaboradores do hospital e a comunidade.
A equipe de profissionais do Programa de Consultórios Itinerantes (PCI) do HU-Univasf é a responsável pela organização do evento, em parceria com a Divisão de Gestão de Pessoas do hospital.
Na manhã de hoje (25), foi realizada uma palestra, no auditório do HU-Univasf, sobre as doenças bucais mais comuns, suas principais causas e o tratamento adequado, além de técnicas de escovação e higienização. Os participantes puderam esclarecer dúvidas com a cirurgiã dentista, Andrea Moreira e com o técnico em saúde bucal, Moises de Moraes.
Foram disponibilizadas 30 vagas para atendimento odontológico nos Consultórios Itinerantes para os colaboradores do hospital. Serão oferecidos serviços como: limpeza e aplicação de flúor. “ Gostei muito da assistência que recebi dos profissionais. Me passaram orientações e fizeram uma limpeza. Foi uma excelente ideia comemorar o dia do dentista oferecendo atendimento. ”, afirmou a colaboradora do HU-Univasf, Cícera Nunes.
Na quinta-feira (27) a equipe estará na escola estadual Dom Malan, onde realizará uma palestra educativa e escovação supervisionada com flúor para 150 alunos, entre crianças e adolescentes.

Ascom

Poços garantem água para comunidades rurais do Semiárido Pernambucano

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A família da agricultora Luciana Nascimento Souza, que mora no Sitio Umbuzeiro, no Sertão Pernambucano, é uma das 7,5 famílias beneficiadas pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) com a perfuração e instalação de poços, um reforço hídrico para quem vive nessa região que sofre com constantes estiagens. Luciana revela que antes da chegada do poço a única maneira de conseguir água era indo de carroça percorrendo uma distância de 6 km até às margens do rio São Francisco.

“Antes a vida era muito difícil porque a gente não tinha água em casa e agora com a abertura dos poços já melhorou bastante porque já temos água para o consumo dos animais, para o plantio, para lavar roupas e até para cozinhar, já diminuiu bastante a nossa dificuldade”, conta.

O Sitio Umbuzeiro está localizado a cerca de 25 quilômetros de Petrolina e é uma das comunidades, localizadas em municípios na área de atuação da Superintendência Regional da Codevasf no estado, contempladas com investimentos para a perfuração, instalação e montagem de poços. De acordo com o engenheiro civil da Codevasf, Ivonaldo Lacerda, ressalta a importância dessa ação.

“Essa ação é muito importante para as pessoas que moram no semiárido nordestino e a Codevasf tem um papel fundamental na implantação dessas tecnologias que mudam de forma considerável a vida dessas pessoas que passam a ter acesso à água sem precisar se deslocarem de suas casas”, diz Ivonaldo.

Até o momento, já são 1.186 poços perfurados e instalados pela Codevasf em 49 municípios, um investimento de cerca de R$ 34 milhões do Orçamento Geral da União destacados por emendas parlamentares. Os recursos federais destinados à Codevasf visam a universalização do acesso água em comunidades rurais difusas.

Ascom/Codevasf

3ª edição do Entre Margens acontece em Novembro

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Conversas com escritores, recitais, lançamentos e outras ações estão no projeto Entre Margens, um encontro para discutir a Literatura e seus diálogos com outras linguagens realizado pelo Sesc Petrolina. Esse ano, acontece a terceira edição, de 07 a 12 de novembro, com atividades nas dependências do Sesc, na Praça do Bambuzinho e na Orla da cidade, além de um recital especial que navegará pelo Rio São Francisco.

O Entre Margens terá como mote a temporalidade, enquanto memória e tecnologia, e a proximidade literária entre cidades. Ariane Samila, coordenadora do projeto, explica que este é um assunto emergente para a área. “Com os adventos/inventos tecnológicos que estamos vivenciando, tudo está se transformando, inclusive a literatura que acaba encontrando outro meio de apresentar-se. Hoje, é bem comum encontrarmos poemas, contos… nas redes sociais: facebook, twitter, blogs. Assim, a literatura transforma-se e expande-se, sem perder a sua essência – a palavra”, exemplificou.

Sempre priorizadas pelo Sesc, as ações formativas também estão presentes na programação. Serão duas oficinas, uma com Emanuella de Jesus e Marcos Medeiros, “Dramaturgia e Memória: o papel da memória na elaboração de textos para o teatro contemporâneo”, de 07 a 09/11, e outra com Traplev, “Publicação, Livros de Artistas e Poesia Visual”, de 10 a 12/11. As duas acontecem no horário entre 09h e 12h.

A maior parte da programação é gratuita. Apenas para as oficinas é cobrada uma taxa de inscrição no valor de R$ 20,00 a inteira e R$ 10,00 a meia. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (87) 3866-7474 ou na páginafacebook.com/culturasesc.

Ascom Virabólica

Obras em diversos bairros melhoraram a Infraestrutura de Petrolina em 2016

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A Prefeitura de Petrolina vem realizando desde o final do mês de abril obras de pavimentação em várias ruas da cidade, entre elas está a rua Sargento Amorim, bairro José e Maria. Além da rua Rio Beberibe no mesmo bairro. A via é uma das mais de 30 ruas contempladas pelo programa de pavimentação PAC 2 que a atual gestão consolidou. São 360 metros de comprimento por sete metros de largura em um trecho que abrange da Avenida 7 de setembro  à Rua Curitiba.

O Prefeito Julio Lossio enfatizou que com a consolidação do programa, a prefeitura já entregou aos moradores com pavimentação as ruas 21, no Alto do Cocar; Avenida 1 e 2, rua 15 e rua Tabelião  José Gomes,  no Alto do Cocar;  Rua 2, 37 e 44 no Pedra Linda; Av. Tropeiros no Nova Vida 1 e 2; rua Antônio Estevão e rua 8 no João de Deus; rua 24 que a liga a Perimetral com a rua 9 e rua 6 no Jardim São Paulo;  rua 26 no São Gonçalo e a ligação da rua 26 ao acesso ao Residencial Parque São Gonçalo; rua esperança e Avenida dos Minérios no Dom Avelar; rua projetada 1, ruas Manganês, Mar Mediterrâneo, Nossa Senhora e Imigrantes no Terras do Sul, entre outras.

A Prefeitura também realizou a pavimentação das principais vias da cidade, tais como Monsenhor Ângelo Sampaio e Avenida Cardoso de Sá na altura da Orla. Foram investidos R$ 29 milhões nas obras.

De acordo com a Secretaria de Infraestrutura, Tatyanne Lima, a meta para 2016 é dar continuidade às grandes obras que estão em fase de conclusão e pavimentar várias ruas de Petrolina. “Até o final de 2016, por orientação do prefeito Julio Lossio, daremos continuidade e serão concluídas todas as pavimentações que foram iniciadas desde o início do ano”, afirmou.

Ascom/Petrolina