Redação

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Moradores denunciam descarte irregular de entulhos em terreno público de Juazeiro e cobram fiscalização; gestão municipal promete ação

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Moradores dos bairros Argemiro e Antônio Conselheiro, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, entraram em contato com o Portal Preto no Branco para denunciar o descarte irregular de entulhos de obras em um terreno público localizado entre as duas comunidades. Segundo os relatos, o problema tem persistido mesmo após ações recentes de limpeza realizadas pela prefeitura.

“Gostaríamos de solicitar providências aos órgãos fiscalizadores quanto à adoção de medidas punitivas contra um construtor que vem descartando entulho de obras em um terreno destinado à construção de uma praça, localizado entre os dois bairros. Ressaltamos que, recentemente, a Prefeitura realizou a limpeza do local. No entanto, de forma recorrente e irresponsável, o referido construtor continua despejando resíduos de suas obras, o que tem contribuído para a proliferação de ratos e cobras, colocando em risco a saúde e a segurança dos moradores, já que esses animais têm invadido residências próximas”, relatou um morador.

Os moradores também destacam que, apesar das ações do município, é necessário intensificar a fiscalização. “Reconhecemos os esforços da Gestão Municipal, especialmente por meio do programa “Juazeiro Limpa”, mas é fundamental que haja fiscalização efetiva e responsabilização daqueles que insistem em descumprir as normas ambientais. Diante do exposto, solicitamos a aplicação das medidas aos responsáveis, conforme previsto na lei.”, acrescentou.

Encaminhamos a denúncia para a Secretaria de Ordenamento Urbano e Habitação. Em nota, a SOPH informou que “recebeu a denúncia apresentada por moradores dos bairros Argemiro e Antônio Conselheiro, relacionada ao descarte irregular de entulho em área destinada à construção de uma praça. A solicitação foi encaminhada ao setor de fiscalização e denúncia da SOPH, que adotará as providências necessárias para averiguação dos fatos, incluindo inspeção no local e identificação dos possíveis responsáveis pelo descarte irregular de resíduos”.

Redação PNB 

“A gente passou essas últimas 48 horas por um turbilhão, mas o Senhor tem nos sustentado”, diz esposa de trabalhador assassinado em Petrolina

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Durante um culto realizado na Igreja Verbo da Vida, em Petrolina, no sertão de Pernambuco, a esposa e a filha de Sidnei Farias Lopes, de 48 anos, falaram sobre os momentos vividos após o assassinato do trabalhador. Ele foi atingido por disparos de arma de fogo, no último sábado (11), em frente à empresa onde trabalhava na Cohab Massangano.

Na homenagem, realizada na noite de ontem (13), a esposa de Sidnei falou do turbilhão que a família tem enfrentado e agradeceu o apoio que vem recebendo. Confira o vídeo:

https://www.instagram.com/reel/DXHtJvbkbwu/?igsh=Y3V2eHV4eHBqcGIz

O crime 

Sidnei fazia entregas de água mineral e foi morto a tiros logo após chegar ao seu local de trabalho. A vítima havia acabado de estacionar o caminhão na porta da empresa, quando foi alvejado.

De acordo com informações, o crime teria sido motivado por uma discussão no trânsito. Pela imagens das câmeras de segurança, é possível observar que, assim que o veículo que Sidnei dirigia é estacionado, um carro branco se aproxima, um dos ocupantes discute com o passageiro do caminhão, que sai do local.

Em seguida, Sidnei desce do caminhão e, ao tentar falar com o autor do crime, foi surpreendido pelos tiros. Ele ainda tentou se proteger, mas caiu em frente à porta da empresa.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. Até o momento, os nomes dos envolvidos não foram divulgados

Em nota, a Igreja Verbo da Vida, em Petrolina, lamentou a morte, por homicídio, de Sidnei.

“Com profundo pesar, comunicamos o falecimento do nosso amado irmão Sidnei Farias Lopes. Sidnei e sua família vieram de Caxias do Sul – RS para Petrolina, em 2023, em obediência a um direcionamento de Deus para suas vidas. Desde então, serviu ao Senhor e à nossa igreja com fidelidade, amor e dedicação, em cada lugar onde foi plantado. Sidnei foi um homem comprometido com a obra de Deus e com o serviço ao próximo. Serviu no Centro de Cura, foi professor dos Juniores no Verbo Crianças, líder de GC e participou com zelo dos ministérios dos quais fez parte, sendo uma referência de serviço e deixando entre nós um testemunho de entrega ao Senhor. Nossa igreja se une em amor e cuidado à sua esposa, aos seus filhos, familiares e entes queridos. Neste momento de profunda dor, seguimos prestando todo o suporte necessário, permanecendo ao lado da família com responsabilidade, solidariedade e presença. Sidnei deixará saudades entre nós. Permanecerão em nossos corações as lembranças da sua vida de serviço, da sua disposição em servir e da forma como cooperou com aquilo que Deus estava realizando nesta casa. Estamos firmados na esperança da vida eterna em Cristo e no conforto das promessas do Senhor, que sustenta os seus em todo tempo. “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá” (João 11:25).

 

Redação PNB 

Jovem de 23 anos é assassinada a tiros dentro de residência em Petrolina

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Uma mulher identificada como Suzanny Alinne Neto Vieira, de apenas 23 anos, foi assassinada a tiros na noite dessa segunda-feira (13), em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O crime foi registrado no interior de um imóvel do Residencial Vivendas II.

De acordo com informações, Suzanny  estava na casa da companheira quando a residência foi invadida por homens ainda não identificados. Os suspeitos efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra a jovem, que não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

De acordo com a Polícia Civil, a suspeita é de que o homicídio esteja relacionado a uma possível disputa por território no tráfico de drogas, mas outras linhas de investigação não foram descartadas.

O caso foi registrado pela 25ª Delegacia de Homicídios de Petrolina, que segue com as investigações para identificar os autores e esclarecer as circunstâncias do crime.

 

Redação PNB 

Corrida Tiradentinhos: inscrições esgotam em tempo recorde de 72 horas e reforçam sucesso do evento em Juazeiro

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A Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (Seculte), informa que as inscrições para a 22ª edição da Corrida Tiradentinhos foram esgotadas em tempo recorde de 72 horas, demonstrando o grande interesse da população pela iniciativa.

O evento, que já é tradição no município, tem como objetivo incentivar a prática esportiva entre crianças e adolescentes, além de promover inclusão e desenvolvimento social desde a infância.

A entrega dos kits será no dia 20 de abril, das 9h às 21h, na Rua Tiradentes, nº 276, bairro Santo Antônio. Já a corrida está marcada para o dia 21 de abril, também no bairro Santo Antônio, com concentração às 7h e largada às 8h.

As inscrições foram realizadas por meio do site oficial da Prefeitura, no período de 9 a 15 de abril, e contaram com a contribuição solidária de 2 kg de alimento não perecível por participante, que será destinado ao programa Juazeiro Sem Fome.

A competição tem diferentes categorias por faixa etária, contemplando crianças e adolescentes de 7 a 14 anos, além da participação de atletas com deficiência (PCDs), que competem em igualdade com os demais participantes em suas respectivas categorias por idade, também concorrendo a premiação específica.

Ascom PMJ

Após denúncia, novos relatos de bullying surgem contra escola privada em Juazeiro: “Não havia empatia, nem colaboração”

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Após uma mãe tornar pública a situação enfrentada pela filha, que, segundo ela, estaria sofrendo bullying e episódios recorrentes de violência dentro da Escola Adventista, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, novos relatos chegaram ao Portal Preto no Branco. Uma mãe contou que o filho, diagnosticado com TDAH, teria enfrentado dificuldades durante o período em que estudou na unidade.

“Meu filho estudou por um bom tempo em uma escola que se dizia ser cristã, com valores diferentes. Mas toda vez que ele chegava em casa, eu via o brilho dos olhos dele se apagar diante da exclusão e do descaso. Para muitos, o TDAH é só uma sigla, mas exige paciência e estratégias de ensino. Meu filho foi vítima de bullying, de brincadeiras camufladas e de invisibilidade. Ele não tinha colegas, era isolado. Os alunos se recusavam a fazer trabalhos com ele e a escola não intervinha”, relatou.

A mãe também disse ter presenciado situações envolvendo outros estudantes. “Vi alunos autistas na mesma sala que também sofriam bullying. A escola, que deveria acolher, não acolhia. Não havia empatia, nem colaboração”, completou.

Ela afirma que decidiu retirar o filho da instituição após perceber os impactos emocionais.

“Ele não via a hora de sair. Hoje está em outra escola, onde é respeitado. Educação não é só conteúdo, é formar seres humanos”, destacou.

O filho da mulher, ex-aluno da escola, reforçou a denúncia e relatou ter vivido situações semelhantes, incluindo agressões físicas e verbais.

“Eu não vou esconder o que vivi, porque isso também faz parte da minha história. No colégio Adventista, eu enfrentei algo que ninguém deveria passar: o bullying constante, diário, pesado. Não foi algo isolado, foram palavras que machucavam, risadas que diminuíam, atitudes que feriam. Eu reconheço que não fui perfeito. Eu errei, tive atitudes que talvez não foram as melhores, e tive a humildade de pedir perdão. Pedi perdão a cada um, tentei consertar o que estava ao meu alcance. Mas, mesmo assim, não houve perdão vindo deles. Pelo contrário, parecia que a cada dia a ferida era aberta de novo, mais profunda, como se insistisse em me machucar ainda mais”, afirmou.

O ex-aluno também relatou episódios de discriminação relacionados ao TDAH e à sua forma de se expressar: “Fui humilhado não só pelos alunos, mas também por quem deveria me proteger. Sofri agressões físicas e verbais. Fui julgado pela minha condição de TDAH, como se isso fosse motivo de vergonha. Mexeram com o meu psicológico, com a minha mente, com a minha autoestima. Me fizeram sentir pequeno, insuficiente, errado por ser quem eu sou. E o que mais doeu foi ser zoado pelo meu jeito, por ser mais afeminado. Como se isso fosse motivo para me diminuir, para tentar apagar quem eu sou.”, declarou.

Outro ponto destacado foi a atuação da coordenação escolar: “Aquilo não foi brincadeira, aquilo destruiu partes de mim, abalou minha mente e deixou marcas que não são fáceis de apagar. Também é difícil não falar sobre a falta de firmeza de quem estava à frente. A coordenação, muitas vezes, não teve a dureza necessária diante das situações. Em vários momentos, parecia haver mais compreensão e crédito para certos alunos, especialmente aqueles que eram filhos de professores ou que tinham melhores condições, enquanto outros, como eu, não recebiam o mesmo olhar, a mesma atenção, a mesma justiça. Isso aumentava ainda mais a sensação de injustiça e abandono”, afirmou.

Apesar das experiências negativas, ele disse seguir tentando superar os traumas.

“Mesmo com tudo isso, eu continuo aqui. Porque, apesar de toda a dor, eu não sou definido pelo que fizeram comigo, e sim pela força que encontrei para continuar. E existe algo que eu carrego comigo, uma verdade que ninguém pode tirar: “Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.” (Mateus 5:4) Essa promessa me lembra que a dor não é o fim da história. Que Deus vê cada lágrima, cada injustiça, cada momento em que fui ferido”, concluiu.

Estamos encaminhando os relatos para a gestão da Escola Adventista em busca de um posicionamento da instituição.

Relembre

Mãe denuncia bullying em escola particular de Juazeiro e cobra medidas efetivas da instituição

Redação PNB 

Dia do Beijo: Sesau de Juazeiro alerta para cuidados com a saúde bucal e prevenção de doenças

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Entre demonstrações de carinho e afeto, o Dia do Beijo, celebrado nesta segunda-feira (13), também é um momento oportuno para reforçar a importância dos cuidados com a saúde bucal. A Secretaria Municipal de Saúde de Juazeiro (Sesau) chama a atenção da população para os riscos de transmissão de doenças por meio do beijo e destaca medidas simples de prevenção.

Segundo a diretora de Saúde Bucal da Sesau, Bruna Diaz, durante o beijo ocorre a troca de saliva, o que pode facilitar a transmissão de vírus e bactérias. “Entre as principais doenças que podem ser transmitidas estão a herpes labial, caracterizada por feridas nos lábios; a mononucleose, conhecida como ‘doença do beijo’, que provoca sintomas como febre, cansaço e dor de garganta; além de doenças gengivais e, em alguns casos, a cárie”, explica.

A diretora também orienta que é fundamental evitar o beijo em situações específicas. “A recomendação é não beijar quando houver presença de feridas, aftas ou lesões na boca, sintomas gripais, febre ou qualquer tipo de infecção, bem como em casos de sangramento gengival”, destacou.

Para garantir a proteção e reduzir os riscos, a Secretaria reforça a importância da adoção de hábitos adequados de higiene bucal, como escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia, utilizar fio dental diariamente, não compartilhar escovas de dente ou objetos pessoais e manter visitas regulares ao dentista.

A Sesau destaca ainda que a informação de que o beijo pode transmitir doenças é verdadeira, mas ressalta que, com cuidados simples, é possível manter a saúde em dia sem abrir mão das demonstrações de afeto.

Cuidar da saúde bucal é também uma forma de cuidado coletivo. A orientação é clara: antes de compartilhar um beijo, é fundamental estar atento à própria saúde e bem-estar, protegendo a si e ao outro.

Ascom

Prefeitura de Juazeiro encerra 1º ciclo formativo para professores de creche da rede municipal

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A Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Educação (Seduc), encerrou nessa sexta-feira (10) o primeiro ciclo de formação para os professores de creche da rede municipal em 2026. O evento, que teve duração de três dias, foi realizado na Escola de Formação Continuada de Educadores Parlim (EFEP) e na Uneb de Juazeiro, capacitando cerca de 340 participantes.

A ação visou aprimorar a qualificação dos profissionais de creche, responsáveis por crianças de 0 a 3 anos de idade, abordando a sistemática do trabalho na Educação Infantil sob a perspectiva da ludicidade e da brincadeira como recurso pedagógico. A temática está alinhada à proposta já desenvolvida na rede por meio do projeto Escolas Brincantes.

A superintendente de Políticas para a Infância, Miranery Amorim, afirmou que o objetivo da formação é oferecer as orientações necessárias, além de promover melhorias na qualidade do trabalho voltado para a infância. “A gestão se preocupa em oferecer essas orientações para que os professores se sintam cada vez mais preparados por meio da formação continuada. Não pensamos apenas na qualificação, mas na melhoria geral das condições de trabalho, oferecendo também insumos para as escolas e fortalecendo o ensino das nossas crianças em sala de aula.”

Para a psicopedagoga Valéria de Souza, uma das palestrantes do ciclo formativo, o destaque da formação está em reforçar que a brincadeira é um direito da criança, previsto na Constituição, além de resgatar brincadeiras que fizeram parte da infância desses profissionais e que podem ser utilizadas como método de ensino. “A formação traz a proposta de fortalecer o brincar em todos os espaços da Educação Infantil, tendo como foco fazer com que as crianças tenham a brincadeira como rotina e que os professores e toda a comunidade escolar compreendam a importância dessa prática, que é um direito da criança e impacta no desenvolvimento motor, cognitivo e emocional. Trouxemos brincadeiras como bonecas de pano, cabaninha e elástico, além de jogos que remeteram à infância dos professores, justamente para fazer esse resgate e levar para a sala de aula.”

Para a professora da Escola Municipal Eliseu Santos, de Itamotinga, Thalyta Karoline da Silva, o momento foi importante para enriquecer sua formação e demonstrar a brincadeira como recurso metodológico para as infâncias. “Esse momento foi muito rico e importante para nós, enquanto profissionais da Educação Infantil, que buscamos formação e novos conhecimentos. Hoje eu levo daqui uma bagagem incrível. Falamos sobre o brincar e que, de fato, na Educação Infantil é brincando que se aprende.”

 

Ascom

“A oncologia não pode esperar”, diz familiar de paciente sobre demora em exames na UNACON do Hospital Regional de Juazeiro

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Em contato com o Portal Preto no Branco, a familiar de um paciente alertou sobre uma situação enfrentada por pacientes oncológicos no Hospital Regional de Juazeiro (HRJ), que abriga a Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON). Em seu relato, a mulher criticou a demora na liberação de exames essenciais para o tratamento do seu esposo, diagnosticado com câncer.

“Meu esposo é paciente oncológico e foi atendido, mas fomos informados de que não há qualquer previsão para a liberação dos exames. Como é que a gente segue assim? O hospital está estranho, muito vazio, sem aquela movimentação de antes. Isso assusta ainda mais. Chegamos a ouvir de profissionais que conseguir atendimento hoje ‘é um milagre’. Imagine o desespero de quem está lutando contra o câncer e escuta isso”, relatou.

 

A mulher reforça a importância da unidade para pacientes de Juazeiro e de toda a região. “A UNACON é a esperança de milhares de pessoas. A gente depende desse atendimento. A oncologia não pode esperar”, afirmou.

 

O PNB procurou a direção do Hospital Regional de Juazeiro para esclarecimentos sobre a situação relatada. Em resposta, o HRJ informou “são improcedentes as referidas alegações sobre problemas no atendimento prestado pela Unacon. O acolhimento ao paciente oncológico segue em pleno e normal funcionamento na unidade. O complexo de saúde ressalta ainda que não existem equipamentos parados e que todos os exames seguem sendo realizados normalmente”.

Redação PNB

DPT de Juazeiro explica demora na liberação de corpo de homem de 51 anos que não possuí documentação civil

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Após a relatos de um morador sobre a situação de uma família da comunidade de Mandacaru, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, sobre dificuldades para liberar o corpo de um parente que morreu no último dia 5, o Departamento de Polícia Técnica (DPT) se pronunciou sobre o caso.

Segundo a família, o corpo de Walter Pereira da Silva, de 51 anos, que teria morrido de causas naturais, permanecia até esta segunda-feira (13) no Instituto Médico Legal (IML) por falta de documentação civil.

Em resposta ao Portal Preto no Branco, a coordenadora do DPT em Juazeiro, Denise, esclareceu que a situação envolve dificuldades na identificação oficial do corpo.

“As informações na matéria não procedem. A família não tinha os dados do suposto irmão e entrava em contradição quanto a nome e filiação”, afirmou.

De acordo com a coordenadora, o processo de liberação depende da confirmação da identidade por meio de registros oficiais. “O trabalho agora de identificação necessita do retorno do banco de dados nacional. Empreendemos todos os esforços para agilizar os trâmites, mas, por não ter sido localizado qualquer documento do corpo, não podemos liberar sem a correta identificação ou autorização judicial”, explicou.

Ainda segundo Denise, o DPT aguarda o resultado da busca no banco de dados nacional de identificação civil para verificar se há registro do homem em algum estado brasileiro.

“Caso não seja localizado e não seja apresentada nenhuma certidão de nascimento, a liberação terá que ser procedida por via judicial”, acrescentou.

A coordenadora também informou que está à disposição para prestar esclarecimentos sobre o caso e outras demandas relacionadas ao órgão em Juazeiro.

O Portal Preto no Branco segue acompanhando a situação.

Relembre o caso

Sem documentos, família não consegue liberação do corpo de um homem de 51 anos, que morreu de causa natural, em Juazeiro: “Uma angústia muito grande”

Redação PNB