Redação

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Estudantes voltam a relatar superlotação e falta de monitoria em transporte escolar, em Juazeiro: “Não queremos esperar acontecer um acidente para que alguma providência seja tomada”

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Estudantes dos colégios estaduais Lomanto Júnior e Luís Eduardo Magalhães, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, voltaram a entrar em contato com o Portal Preto no Branco para relatar as condições enfrentadas diariamente no transporte escolar. Segundo os relatos, os dois ônibus que transportam os alunos ao final das aulas estariam circulando com superlotação, colocando os estudantes em risco.

“Atualmente, existem três ônibus para levar os alunos das duas escolas e somente dois para trazer uma quantidade muito grande de estudantes. Na saída das aulas, a superlotação é absurda e muitos estudantes precisam voltar para casa em pé. Tem dias em que não existe nem espaço para todo mundo se segurar com segurança. Alguns alunos acabam se apoiando nas próprias portas do ônibus, e isso é muito perigoso. A gente tem medo de que aconteça algum acidente”, afirmam.

Os alunos também reclamam do calor dentro dos veículos, principalmente diante das altas temperaturas registradas nos últimos dias.

“O calor dentro do ônibus está muito intenso e, com a superlotação, fica ainda pior. É muito desconfortável passar o trajeto nessas condições”, relatam.

Segundo eles, em algumas situações, os estudantes acabam chegando tarde em suas residências após as aulas devido ao trajeto necessário para deixar os alunos das duas instituições.

“As aulas encerram às 17h e nós ficamos na escola por vários minutos aguardando o ônibus. Por conta disso, acabamos chegando tarde em casa, já depois das 18h. Isso também nos coloca em risco”, dizem.

Os estudantes também chamam atenção para a ausência de monitoria no retorno para casa. Segundo eles, existe acompanhamento no transporte durante o trajeto de ida para as escolas, mas a situação é diferente na saída.

“Até temos monitoria no horário de ir para a escola, mas, na volta para casa, é uma quantidade maior de alunos e acaba não tendo monitoria. É necessário alguém acompanhando durante os dois trajetos. Há situações, por exemplo, em que estudantes colocam a cabeça para fora das janelas. Isso é perigoso e deveria ter alguém acompanhando e fiscalizando”, relatam.

Eles relembram que reclamações sobre a superlotação no transporte já haviam sido apresentadas anteriormente, mas a situação teria voltado a se repetir.

“A gente já reclamou uma vez sobre essa mesma superlotação e, infelizmente, está voltando tudo de novo. Pela quantidade de alunos, o certo seria manter os três ônibus na volta”, defendem.

Os estudantes pedem que sejam adotadas medidas para melhorar a segurança e a organização do transporte.

“O transporte escolar precisa garantir que a gente consiga ir e voltar da escola com segurança. Não queremos esperar acontecer um acidente para que alguma providência seja tomada”, concluem.

Encaminhamos a situação para a Secretaria de Educação do município, responsável pelo serviço de transporte escolar e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

Hospital Regional de Juazeiro abre processo seletivo para contratação de auxiliar de serviços gerais

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O Hospital Regional de Juazeiro (HRJ), administrado pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), abriu nesta sexta-feira (28), o processo seletivo para o cargo de auxiliar de serviços gerais (asg). Os interessados devem enviar o currículo anexado em formato PDF através do endereço de e-mail curriculo.hrj@irmadulce.org.br, até o dia 02 de setembro (quarta-feira). No assunto do e-mail, deve ser informado o nome da vaga.

Para concorrer ao cargo, é necessário ensino médio completo, é desejável experiência com higienização hospitalar e também disponibilidade de horários.

Caso o candidato tenha alguma dúvida sobre processo de seleção, entrar em contato com o HRJ pelo número de telefone: (74) 2102-2867. A função também está disponível para Pessoas com Deficiência (PCD).

Ascom

Pais e responsáveis relatam problemas e pedem fiscalização em transporte escolar de Itamotinga, em Juazeiro

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Pais e responsáveis por estudantes que utilizam o transporte escolar da rota de Itamotinga, na zona rural de Juazeiro, no Norte da Bahia, procuraram o Portal Preto no Branco para relatar uma série de problemas que, segundo eles, estariam colocando em risco a segurança dos alunos que utilizam o ônibus no período da tarde.

De forma anônima, os responsáveis afirmam que o veículo estaria circulando em condições inadequadas de manutenção.

“O ônibus apresenta pneus desgastados, problemas nos freios, portas e bancos com defeito, falta de óleo e condições inadequadas de limpeza. Já ocorreram falhas durante o trajeto. Inclusive, teve uma situação em que os estudantes ficaram à noite às margens da pista aguardando socorro”, relatou um dos responsáveis.

A preocupação aumenta, de acordo com os responsáveis, diante da suposta forma como o veículo estaria sendo conduzido e de situações que eles afirmam ocorrer dentro do ônibus.

“Existem atrasos frequentes na saída da cidade, o que acaba prejudicando os estudantes. Também são relatados excesso de velocidade e lotação. A gente fica preocupado porque são crianças e adolescentes sendo transportados nessas condições. A segurança dos estudantes precisa ser prioridade”, afirmou.

Os pais e responsáveis finalizam relatando falta de monitoramento no veículo e cobrando providências.

“Há relatos de uso de cigarros eletrônicos e até de bebidas alcoólicas dentro do ônibus. Por todas essas questões, Solicitamos à SEDUC uma fiscalização urgente no veículo e na rota”, disseram.

O Portal Preto no Branco encaminhou os relatos à Seduc solicitando esclarecimentos sobre a situação.

Redação PNB

Moradores do Residencial São Francisco, em Juazeiro , seguem reclamando do corte de energia de áreas comuns; Coelba esclarece questão

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Moradores do Residencial São Francisco, conjunto habitacional do programa Minha Casa, Minha Vida, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, seguem em busca de esclarecimentos sobre a suspensão do fornecimento de energia das áreas comuns dos prédios. Segundo eles, as luzes dos corredores que dão acesso às escadas foram desligadas, deixando os espaços completamente escuros durante a noite.

“Essa semana a Coelba, sem explicação nenhuma, interrompeu a energia do hall de cada prédio. Diversas famílias em situação de risco sem esse serviço básico. A falta de iluminação nas áreas comuns dos prédios representa um grave problema de segurança. No escuro, todos ficamos vulneráveis e correndo riscos de assaltos, agressões ou outros acontecimentos”, relatou uma moradora.

De acordo com os residentes, a informação inicialmente repassada à comunidade é de que o serviço foi suspenso por falta de pagamento.

“A informação que circula entres os moradores é de que a responsabilidade pelo pagamento da iluminação do hall dos prédios é da prefeitura, e que essa conta não estaria sendo paga. Por esse motivo, a energia teria sido desligada. Mas é inadmissível que os moradores tenham que sofrer as consequências de uma possível dívida ou problema administrativo que não é de responsabilidade das famílias. Estamos falando de famílias ficando com corredores e escadas sem iluminação durante a noite”, acrescentou a moradora.

Outro comunitário explicou que a situação envolvendo a energia das áreas comuns seria antiga e apontou o que, segundo ele, teria contribuído para o problema atual.

“A energia do hall não é tarifada no talão de energia de cada residente de apartamentos. Quando essas casas foram entregues no ano de 2010, foi acordado que a prefeitura ficaria responsável pela iluminação de cada hall. Inicialmente, o custo era baixo e o município conseguia assumir a despesa. Com o passar dos anos, algumas pessoas tiveram suas luzes cortadas e não regularizaram. Muitos passaram a puxar de forma irregular a energia do hall. Então, com tantas ligações clandestinas, a conta subiu e a prefeitura não teve mais como arcar com a despesa. Essa situação é antiga e vem de gestões anteriores”, explicou.

O morador destacou ainda que o problema acaba atingindo também quem mantém o pagamento da própria conta de energia em dia.

“O pior é que todos que pagam a energia em dia acabam pagando também por isso. Enquanto todos pagavam a sua energia na legalidade, a prefeitura tinha como assumir o consumo do hall. Atualmente tem prédio com 16 apartamentos em que quatro ou cinco estão pagando suas contas na legalidade e os outros estão tudo no gato. Como é que vai dividir essa energia do hall e da bomba para cinco ou seis apartamentos que pagam na legalidade? Não tem como”, acrescentou.

A preocupação dos moradores é que o impasse também possa comprometer o fornecimento de água dos prédios.

“A Coelba tem que tomar a frente dessa situação dos gatos, senão todos vão ficar até sem água. As bombas vão ser desligadas. Por isso, solicitamos que os órgãos responsáveis verifiquem imediatamente a situação, para que os moradores tenham acesso contínuo à iluminação das áreas comuns”, cobrou.

Em nota enviada ao Portal Preto no Branco, a Neoenergia Coelba informou que “realizou o procedimento após solicitação de baixa contratual por meio de ofício da administração pública, até então responsável pela ligação. A companhia está à disposição dos moradores para nova ligação considerando o registro do residencial, viabilizando a religação das áreas comuns do condomínio. A Neoenergia segue à disposição.”

Encaminhamos a situação para a Prefeitura de Juazeiro em busca de esclarecimentos.

Redação PNB

“A gente precisa deste momento para se cuidar”: Entardecer Delas leva serviços de saúde, beleza, cidadania e lazer ao Residencial São Francisco

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No lugar de jogadores, mulheres se cuidando; em vez do gol, um palco de música; a quadra do residencial São Francisco não foi a mesma na tarde desta quinta-feira (27). A edição de agosto do projeto Entardecer Delas, realizado pela Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria da Mulher e Juventude, reuniu mulheres da comunidade que queriam e mereciam um dia de cuidados com a saúde, a cidadania e a beleza.

Nesse espaço de convivência e acolhimento, umas das tendas que mais chamou a atenção foi a de terapias integrativas, que ofereceu ventosaterapia, auriculoterapia, biomagnetismo e reflexologia. O local permaneceu movimentado durante todo o evento. Exausta da rotina puxada do dia a dia, a autônoma Keliana Ribeiro aproveitou a oportunidade e escolheu a ventosaterapia. “Vim para relaxar, fiz a ventosa, a massagem e agora vou aproveitar o aulão. Tenho dois filhos autistas e a gente precisa também desse momento para descansar e cuidar da gente”, contou.

Na área da saúde, foram disponibilizados testes rápidos, aferição da pressão arterial, teste de glicemia e realização de exame ginecológico. A dona de casa Adriana Monteiro, grávida de 8 meses, quis logo ver como andava a glicemia e a pressão arterial. “Vi que tinha o evento e vim conferir se está tudo bem comigo e com a gravidez”, relatou. Adriana saiu da consulta feliz e sabendo que não pode ficar muito tempo sem se alimentar.

O Entardecer Delas também ofereceu cadastro do ID Jovem, cadastro de dignidade menstrual, além de show com a cantora Mádara. As crianças que acompanharam as mães não ficaram de fora e tiveram uma programação especial, afinal pra mãe estar bem e feliz, os filhos também precisam aproveitar. Na brinquedoteca, os pequenos e as pequenas puderam pintar, brincar e se divertir.

Filhos bem cuidados, sobra tempo para as mamães capricharem na beleza. A tenda dos penteados e tranças, cortes de cabelo, design de sobrancelhas e esmaltação de unhas não parou um só minuto. “São serviços que muitas mulheres têm vontade de fazer regularmente, mas que não conseguem por falta de dinheiro, já que muitas que sustentam a casa, por isso o Entardecer Delas é tão importante nas comunidades”, explicou Érica Daiane, secretária da Mulher e Juventude do município.

Criado para levar serviços diretamente às comunidades, o Entardecer Delas tem como proposta ampliar o acesso das mulheres de Juazeiro a ações de promoção da saúde, beleza, cidadania, direitos, cultura e lazer. A cada edição, o projeto percorre diferentes localidades do município, fortalecendo a presença das políticas públicas e criando espaços de acolhimento, convivência e valorização feminina.

Ascom

Ruas de Futuro: Pavimentação avança em Itamotinga e moradores já sentem mudanças na rotina

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No distrito de Itamotinga, em Juazeiro, a pavimentação asfáltica já começa a mudar a rotina de quem conviveu durante anos com poeira, lama e dificuldades de circulação. Das 10 ruas previstas, três já receberam pavimentação asfáltica, enquanto outras sete ainda serão contempladas. A pavimentação é realizada pela Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Obras Estruturantes (SOEST). Ao todo, o projeto prevê mais de 2 mil quilômetros de asfalto.

Na Rua José Nicodemos, a mudança já faz parte do dia a dia de Evanicía Ferreira Sena, de 36 anos. Cabeleireira e moradora de Itamotinga, ela conta que as condições da rua interferiam diretamente no trabalho e até na chegada de clientes ao salão.

“Antigamente aqui, antes do asfalto, era muita poeira, muita lama quando chovia e hoje, graças a Deus, estamos com a rua asfaltada. Tinha muita que atrapalhava, porque eu trabalho como cabeleireira, ajeito cabelo e era muita poeira. Eram poucas clientes e hoje, graças a Deus, tem melhorado bastante”, relata.

Para Evanicía, a pavimentação representa mais do que uma melhoria na via. É uma mudança que impacta diretamente a rotina e o trabalho de quem vive no distrito.

Morador da rua Nossa Senhora de Fátima 2, o aposentado João Maximiliano, de 66 anos, também acompanha de perto a transformação da comunidade. Ele conta que a chegada do asfalto trouxe mais facilidade para quem precisa circular pelas ruas diariamente.

“O asfalto é muito bacana. É muito bom. Para quem usa bicicleta é muito bom. Aliás, para todo mundo. A bondade [da pavimentação] é para todo mundo, não é só para quem anda de bicicleta”, afirma.

Antes da pavimentação, segundo João, a poeira e a lama dificultavam bastante os deslocamentos.

“Antes do asfalto era muito difícil. Muito difícil mesmo. Mas agora está melhorando as coisas. Depois que foi feita essa pista aqui, diminuiu muita poeira. Porque era muita poeira, muita lama, e agora está muito bom para a pessoa andar”, conta.
Para quem utiliza as ruas diariamente, a mudança aparece em situações simples da rotina: caminhar, circular pela comunidade, chegar ao trabalho ou receber clientes em casa passa a ser mais fácil sem a presença constante da poeira e da lama.

Ruas do Futuro e Projua

Programa Ruas do Futuro é a maior iniciativa de pavimentação e recapeamento asfáltico em Juazeiro, com a meta de pavimentar cerca de 400 ruas e avenidas. E integra o Programa Juazeiro Avança (PROJUA) , iniciativa que vem promovendo melhorias no município, com ações voltadas à mobilidade urbana, ao trânsito e à qualidade de vida dos juazeirenses.

O programa reúne um conjunto de obras planejadas para transformar ruas, avenidas e espaços públicos em diferentes regiões de Juazeiro, levando mais infraestrutura e desenvolvimento para as comunidades.

Por: Ana Kelly Franco/ASCOM PMJ

Foto: Anamauê

Ascom

Moradora relata dificuldade para renovar receita médica do esposo em Unidades Básicas de Saúde de Juazeiro; Sesau responde

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Uma moradora de Juazeiro, na região Norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para relatar dificuldades enfrentadas na tentativa de renovar a receita médica do esposo, que realiza acompanhamento psicológico pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e faz uso contínuo de medicamentos. Segundo ela, a busca pelo receituário começou no CAPS II, mas, diante da ausência de médico, foi orientada a procurar outras unidades de saúde, onde também não conseguiu solucionar o problema.

“Fui ao CAPS II, não tinha médico para pegar as receitas do meu esposo, que tem problemas psicológicos. Fui até o posto do bairro, ao qual ele foi encaminhado pelo CAPS, mas também não tinha médico”, relatou.

Com a ausência de um profissional para renovar a receita, a acompanhante afirma que foi orientada a procurar outra unidade de saúde.

“Me falaram para renovar na UBS CAIC, mas, chegando lá, também não tinha médico. A médica estava de atestado. Me mandaram ir à UBS do Argemiro e lá também não fui atendida. Disseram que não podiam fazer a receita do meu esposo. Um absurdo! Os médicos estão recebendo e não estão trabalhando”, relatou.

Encaminhamos o relato para a Secretaria de Saúde de Juazeiro, em busca de esclarecimentos. Em nota, a Sesau informou que “já está adotando as providências necessárias para solucionar a situação relacionada à renovação de receituário da paciente em questão.
A médica responsável pelo acompanhamento da paciente encontra-se de atestado médico desde a última quarta-feira (27). A equipe de enfermagem comunicou a situação à Sesau nesta quinta-feira (28), quando foram iniciados os alinhamentos para definir a unidade de referência para a renovação da receita.
A paciente foi inicialmente orientada a procurar a Farmácia da Família Argemiro, contudo, para atender a demanda de forma integral, a Sesau definiu que o atendimento será realizado na Unidade Básica de Saúde (UBS) de Piranga para realizar a renovação do receituário.
A Sesau reforça ainda que as renovações de receitas devem ser solicitadas com antecedência, preferencialmente na Unidade Básica de Saúde de referência ou durante o acompanhamento realizado no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), antes do término da medicação. A medida é importante para garantir a continuidade do tratamento e evitar qualquer prejuízo ao paciente.

Redação PNB

Abastecimento de água é suspenso temporariamente após quebra de rede em quatro bairros de Juazeiro

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Moradores dos bairros Sol Nascente, Residencial Juazeiro, Jardim Campestre e Vila Áurea, em Juazeiro, no Norte da Bahia, enfrentam uma interrupção temporária no abastecimento de água nesta sexta-feira (28).

De acordo com o aviso divulgado pelo Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE), uma quebra na rede de abastecimento registrada durante a manhã provocou a suspensão do fornecimento nas quatro localidades.

O órgão informou que equipes estão trabalhando para solucionar o problema e restabelecer o abastecimento o mais rápido possível. A previsão de normalização, no entanto, não foi informada.

Enquanto o serviço não é concluído, os moradores das áreas afetadas devem ficar atentos à possibilidade de falta d’água ao longo do dia.

Redação PNB

“Tem gente passando mal”: professores da rede municipal reclamam de calor em ônibus que transporta profissionais para zona rural de Juazeiro; Seduc afirma que fez a troca

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Professoras da rede municipal de ensino que trabalham em escolas do distrito de Maniçoba, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, procuraram o Portal Preto no Branco para reclamar das condições do ônibus utilizado no transporte até as unidades escolares. Segundo elas, o veículo estaria circulando sem o funcionamento adequado do ar-condicionado, justamente no período mais quente do dia.

“As professoras que vão para as escolas municipais de Maniçoba no ônibus que sai da frente do Estádio às 12h30 estão faltando ter um problema de saúde de tanto calor. Quando a gente reclama, como fizemos há meses atrás, eles ligam o aparelho por uns dias, mas depois o problema retorna”, relatou uma das profissionais.

Os profissionais contam que o calor dentro do veículo seria insuportável e que algumas chegam a passar mal durante o percurso.

“Dentro do ônibus chega a ficar 40º. Tem gente que vai todo o percurso se abanando, passando mal e não tem jeito. O motorista disse que não liga o ar-condicionado por ordem do proprietário do ônibus. Mesmo com as professoras reclamando, apelando, ele não liga. Outras vezes dizem que o ar está quebrado, mas nunca tomam uma providência, não consertam nunca. Inventam todo tipo de desculpa”, disse uma professora.

Para as profissionais, caso o equipamento não seja suficiente para atender à quantidade de pessoas transportadas, a solução seria substituir o veículo.

“Se o ar-condicionado deste ônibus não dá conta da quantidade de professoras que transporta no horário mais quente do dia, que troquem de ônibus. Por que não trocam? Preferem deixar a gente à mercê desse calorão insuportável?”, questionaram.

As professoras afirmam ainda que a Secretaria de Educação de Juazeiro (Seduc) já tem conhecimento da situação.

“A SEDUC está sabendo da situação porque esta não é a primeira vez. Todos os responsáveis já foram informados. Eles sabem tudo sobre o ônibus: cor do carro, placa, nome do motorista, número da rota, nome do dono e nenhuma providência é adotada”, afirmaram.

O grupo também questiona se existe diferença no tratamento dado aos profissionais que trabalham em diferentes localidades do município.

“A pergunta que não quer calar é: por que esse preconceito todo com as professoras de Maniçoba? É porque a maioria das professoras das escolas de Maniçoba é contratada e não concursada? É por isso? Não merecemos ter o mínimo de dignidade?”, questionaram.

As profissionais ainda fizeram um apelo à gestão municipal para que a situação seja solucionada.

“Somos maioria mulheres professoras, de mais de 40 anos de idade, também mães de família, trabalhadoras. Por que o ônibus de Itamotinga tem ar-condicionado e o de Maniçoba não tem? Estamos até agora sofrendo e vamos continuar até quando, secretária?”, finalizaram.

Encaminhamos os relatos das profissionais para a Secretaria de Educação de Juazeiro. Em nota, a SEDUC informou que, “ao tomar conhecimento do não funcionamento do ar-condicionado do veículo responsável pelo transporte dos professores para o distrito de Maniçoba, entrou em contato com o proprietário para verificar a situação. Foi constatado que o problema era causado pela queima de uma peça do equipamento. Como a peça necessária não foi encontrada para compra na região, foi realizado um pedido em outro estado, aguardando-se a chegada do componente para a realização do reparo. Nesta quarta-feira (27), a Seduc realizou a substituição do veículo, garantindo que os professores continuem sendo transportados em um veículo de padrão semelhante ao anterior, do tipo semi-rodoviário e equipado com ar-condicionado, que está funcionando normalmente”.

 

Redação PNB