Redação

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Ex-funcionários da Joafra Transportes seguem cobrando pagamento das rescisões e afirmam pressão para não acionar a Justiça

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Ex-colaboradores da Joafra Transportes, empresa que atuava em Juazeiro, na região Norte da Bahia, relataram ao Portal Preto no Branco que seguem sem receber as rescisões trabalhistas. Segundo os relatos, a empresa não apresenta nenhum prazo e não oferece informações concretas sobre quando os pagamentos serão regularizados.

“Estamos sem receber nada da nossa rescisão. Não dão previsão, não explicam o motivo, não dizem absolutamente nada de concreto. Tem gente aqui que entrou na Justiça e ganhou a causa. Mesmo assim, a empresa ainda não pagou. É revoltante, porque já existe uma decisão judicial, e eles simplesmente ignoram”, relatam.

Eles também alegam que os profissionais estão sendo pressionados a não acionar a justiça.

“Em áudio enviado aos colaboradores, o diretor-presidente da empresa nos pediu mais paciência, disse que que estão com negociação em andamento para a venda da garagem e que qualquer nova ação judicial vai comprometer o negócio e prejudicar a todos. Como assim acionar a Justiça pode prejudicar? Quer dizer que quem buscou seus direitos não vai receber? Que só vão pagar quem não entrou com ação? Será que eles não conhecem a força de uma lei, de um advogado,  de um juiz?”, questionam.

O PNB teve acesso ao áudio enviado pelo diretor-presidente da empresa. Na mensagem, ele diz:  “Bom dia, caro ex-colaborador da Joafra. Venho pedir que vocês tenham um pouco mais de paciência. Entendo a situação de vocês, mas já estamos com a negociação em andamento. E qualquer nova ação judicial vai comprometer o negócio e prejudicar a todos. Com a venda da garagem, todos receberão diretamente pelo sindicato de Salvador, sem qualquer empecilho. Falta de empenho não há. Aguardem só mais um pouco, por favor. Atenciosamente, Murilo Cavalcante, diretor-presidente da Joafra”

O Portal Preto no Branco está em contato com a empresa Joafra em busca de esclarecimentos sobre a situação.

Redação PNB 

Caso Beatriz completa 10 anos: Em entrevista ao PNB Lucinha Mota relembra dor, reafirma convicção sobre autoria e cobra julgamento do acusado

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Nesta quarta-feira (10), o assassinato da menina Beatriz Angélica Mota, ocorrido dentro do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, no sertão de Pernambuco, completa 10 anos. A criança tinha apenas sete anos quando foi brutalmente morta com dezenas de facadas durante uma festa de formatura na noite do dia 10 de dezembro de 2015. O crime se tornou um dos casos mais marcantes e dolorosos do país.

Somente em janeiro de 2022, sete anos após o homicídio, a Polícia Civil identificou o suspeito Marcelo da Silva como o autor do crime . Em dezembro de 2023, a Justiça determinou que ele fosse julgado por júri popular, mas até o momento, o julgamento segue sem data marcada.

Em um relato enviado ao Portal Preto no Branco, Lucinha Mota, mãe de Beatriz, mais uma vez expressou a dor que carrega e a indignação pela demora no andamento do processo.

“Hoje, 10 de dezembro, é um dia de dor, de saudade. Quando dezembro chega, o peito já aperta. É saudade, é amor, é vontade de sentir o cheiro, de tocar. E, ao mesmo tempo, um sentimento de angústia, de desprezo pelas nossas instituições por ter permitido que a gente passasse sete anos lutando para identificar e descobrir a motivação desse crime tão bárbaro e cruel. São mais três anos esperando a boa vontade do Judiciário de movimentar os processos, de dar os encaminhamentos necessários para que o julgamento seja marcado e esse monstro covarde seja punido.”

Em sua falta, Lucinha também rechaça as especulações de que o réu seria inocente ou um “bode expiatório”.

“Eu jamais iria permitir que um inocente pagasse por esse crime tão bárbaro. Ninguém conhece mais esse processo e esse inquérito do que eu. Não é sentimento de mãe, não é porque eu quero. Eu tive que estudar, que aprender a investigar. Hoje eu sou investigadora criminal formada pela Citigroup de Miami. Eu tenho certeza absoluta de que ele é o assassino de Beatriz”, afirmou.

Lucinha relembra que a confissão do acusado ocorreu durante a caminhada que a família realizou de Petrolina ao Recife, em busca de respostas e visibilidade para o caso.

“As pessoas perguntam: mas por que ele só apareceu durante a nossa caminhada de Petrolina a Recife? Simples, foi a força de Deus. Quem solucionou o inquérito foi Deus. Foram as orações durante a caminhada. A repercussão foi muito grande da caminhada e ele estava me assistindo. Ele estava preso em Salgueiro porque ele está cumprindo e pena pelo crime de um estupro de uma criança de 8 anos de idade. Então foi todo aquele sentimento de fé que movimentou Pernambuco, que movimentou o país, e ele simplesmente se entregou. Aquela história que a polícia fez um melhoramento genérico, não fez nada. A polícia não fez nada. Quem fez foi Deus. Foram as orações e ele se entregou. Ele simplesmente chegou para o policial penal e disse: ‘Fui eu que tirei a vida dessa menina’. E aquele policial penal daquela unidade prisional chamou a polícia civil, que coletou o material genético dele. A confissão dele está gravada. São 2 horas e 44 minutos de confissão onde ele conta detalhes que nunca foram divulgados pela imprensa. Então, não tenho dúvida da autoria. Na verdade, eu tenho uma certeza absoluta.”

Segundo Lucinha, é fundamental que a sociedade continue mobilizada para que o julgamento seja marcado e o réu seja responsabilizado.

“Eu preciso que as pessoas me ajudem, porque se não, ele vai sair pela porta da frente. E, se isso acontecer, ele vai tirar a vida de outras Beatrizes. Ele é um doente.  A intenção dele ali era estuprar Beatriz, mas ele não conseguiu por conta do tempo, pois logo todo mundo começou a buscar e procurar por ela lá na escola. Aí ele fugiu. Está tudo no inquérito e são muitas evidências. Tem coisa que eu só vou falar no dia do júri, porque, se não, a defesa dele pode criar mais história para tentar protelar o processo. Então, ele que vai estudar, ele que vai acessar o processo para ele buscar, de alguma forma, defender o indefensável”.

Ao final do relato, a mãe de Beatriz agradeceu às pessoas que caminham com ela há uma década:

“Obrigada a todas as pessoas que colaboraram comigo durante toda essa luta. Ao grupo Somos Todos Beatriz, à minha família, ao meu marido, aos meus filhos. Obrigada por estarem sempre comigo nessa luta.”

Marcelo responde pelo crime de homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante dissimulação, recurso que dificultou a defesa da vítima. Na decisão de pronúncia, a juíza destacou que constam nos autos que foram identificadas “escoriações no corpo da ofendida (Beatriz), o que pode indicar que a conduta foi motivada pela recusa da vítima em anuir (consentir) com os interesses sexuais do acusado, conforme indicado na denúncia”.

A juíza citou ainda que perícias indicaram que a criança “teria sido atingida, em diversas regiões do corpo, por reiterados golpes”. Durante a confissão, Marcelo disse que entrou no colégio com o objetivo de conseguir dinheiro e afirmou que matou a menina para que ela parasse de gritar.

Prefeitura de Casa Nova realiza curso de primeiros socorros para equipes de saúde

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A Prefeitura de Casa Nova, por meio da Secretaria de Saúde, realizou, nesta segunda-feira (8), um curso de primeiros socorros voltado aos profissionais da assistência especializada. A capacitação reuniu equipes que atuam diariamente no atendimento à população e reforçou técnicas essenciais para agir com rapidez e segurança em situações de emergência.

Participaram cerca de 40 profissionais, entre condutores de ambulância, recepcionistas, equipes do SAMU, da Policlínica Municipal e de outras unidades da rede de atenção especializada. Durante o treinamento, os participantes revisaram procedimentos fundamentais para estabilizar vítimas, reconhecer sinais de risco e prestar os primeiros cuidados até a chegada do suporte médico completo.

A iniciativa reforça a importância do preparo contínuo, garantindo que os profissionais se sintam mais seguros para agir e proporcionando atendimentos mais eficientes e humanizados. “O curso beneficia diretamente tanto os funcionários, que ganham mais confiança e capacidade técnica, quanto os pacientes, que recebem respostas mais ágeis e assertivas em momentos críticos. A ação reafirma o compromisso do município com a qualificação das equipes e a melhoria constante dos serviços de saúde oferecidos à população”, destacou a secretária de Saúde, Bruna Ramos.

 

Ascom

Profissional relata pressão e constrangimentos na Assistência Social de Petrolina; órgão afirma repudiar assédio e pede denúncias oficiais

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O Portal Preto no Branco recebeu, nesta segunda-feira (09), o relato de uma profissional que atuava na Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Petrolina, no sertão de Pernambuco. Ela afirma que servidores vêm enfrentando situações constantes de desrespeito, pressão psicológica e assédio moral dentro do órgão.

“Estamos denunciando para colocar um ponto final nesses assédios. Lá na Secretaria de Assistência Social, os funcionários são obrigados a fazer tudo que os gestores querem. Eles chamam o funcionário na frente de todo mundo, ali na secretaria mesmo, e maltratam. É horrível, é um constrangimento imenso. Não foi à toa que vários distratos aconteceram. Vai ter uma nova seleção e eu nem me inscrevi, porque não acredito que vá mudar. Eles vão continuar maltratando os funcionários”, relatou.

Ainda segundo a trabalhadora, a denúncia é um pedido de socorro em nome dos funcionários que já deixaram seus postos e dos que continuam no local por necessidade.

“Pode não ter registro na Ouvidoria porque ninguém tem coragem. Quem continua lá é porque precisa do emprego, mas muitos de nós foram colocados para fora simplesmente porque elas quiseram. Isso que estou dizendo aqui é um pedido de socorro, tanto de quem saiu quanto de quem ficou. Não é justo trabalhar desse jeito”, afirmou.

Encaminhamos os relatos para a Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome de Petrolina. Em resposta, o órgão informou que “repudia qualquer forma de assédio moral. Todos os seus gestores e equipes atuam de acordo com os princípios da administração pública, pautados pelo respeito, pela ética e transparência. Até o momento, não houve registro de denúncia formal relacionada ao tema nos canais oficiais de Ouvidoria do Município, órgão que apura, verifica os fatos e adota as medidas cabíveis. A Secretaria ressalta que não aceita qualquer tipo de assédio, caso isso aconteça é necessário formalizar as denúncias, assim os casos podem ser investigados garantindo sigilo, imparcialidade e direito de resposta”.

Redação PNB 

Carroceiros insistem em descartar lixo em vias públicas de Juazeiro e população cobra ações mais eficazes do poder público

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Moradores de diferentes bairros de Juazeiro, na região Norte da Bahia, seguem flagrando o descarte irregular de lixo e entulhos por carroceiros em áreas públicas da cidade. De acordo com os relatos, a prática antiga é resultado da falta de cidadania, de fiscalização e de ações mais firmes por parte do poder público.

“Essa prática já se tornou cotidiana aqui na Rua Equador, no bairro Maria Goretti. Quase que diariamente flagramos carroceiros despejando lixo e entulhos em área pública. Sofre o animal, sofrem os moradores. É a inércia do poder público em tomar medidas mais duras”, criticou um morador.

Já no bairro Novo Encontro, outro morador também registrou, na manhã desta quinta-feira (09), um carroceiro descartando entulhos em um terreno próximo ao CAPS AD III.

“Isso vem acontecendo de forma recorrente. Trata-se do mesmo indivíduo que, reiteradamente, deposita resíduos no local. Já houve tentativas de orientação para que cessasse tal prática, porém ele afirmou que continuará a realizar o despejo, alegando que a Prefeitura não procede com a devida limpeza da área”, relatou.

Diante da persistência do problema, a população pede que as autoridades intensifiquem a fiscalização e apliquem punições mais severas aos infratores. Além disso, os moradores sugerem a criação de áreas de descarte adequadas para entulhos, para evitar que os carroceiros continuem a utilizar as vias públicas como lixões.

Credenciamento

Em agosto deste ano,  a prefeitura de Juazeiro deu início ao processo de emplacamento obrigatório das carroças e veículos de tração animal que circulam na sede do município, através ação do Projeto Carroceiro Legal, que integra o Programa Juazeiro Limpa.

Além do registro e do emplacamento, ação previa consulta veterinária e vacinação dos animais, com o objetivo de oferecer assistência aos carroceiros e melhores condições de trabalho. De acordo com a gestão, o emplacamento, será possível também ampliar a fiscalização de casos de descarte irregular de lixo e entulho, maus-tratos aos animais e descumprimento de regras de trânsito, comportamentos frequentemente denunciado por populares.

A prefeitura informou ainda que aqueles carroceiros que ainda não estiverem credenciados poderão ser notificados e convocados a comparecer à SEMA para regularizar a situação.

A iniciativa foi coordenada pela Secretaria de Meio Ambiente e contou com o apoio da Agência Municipal de Abastecimento/AMA, Secretaria de Segurança Cidadã, Agência Municipal de Trânsito e Transporte/AMTT, Secretaria de Serviços Públicos/SESP e Secretaria de Ordenamento e Habitação Pública/SOPH.

Redação PNB 

A magia natalina invade o município no “Natal da Família Juazeirense”

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Todo o encanto do Natal já começou a tomar conta de Juazeiro. Nesta segunda-feira (08), a Prefeitura de Juazeiro, por meio das Secretarias de Educação/Seduc e Cultura, Turismo e Esportes/Seculte, abriu oficialmente a programação do “Natal da Família Juazeirense”, com a apresentação “Vem que eu te conto um conto natalino”, protagonizada pelos estudantes da EMEI Maria Suely Medrado Araújo, no Paço Municipal.

A programação segue até o dia 26 de dezembro, com a iluminação especial e cenários temáticos, apresentações de estudantes da rede municipal de ensino, intervenções artísticas, alto de natal, visita do Papai Noel e muito mais, sempre às 18h. até sexta-feira (12), as atividades serão realizadas no Paço Municipal e, em seguida, vai circular por outros pontos da cidade, como o Vaporzinho e a Praça da Bandeira.

A superintendente Administrativa da Seduc, Renata Carla Gouvea, falou sobre a emoção de reunir as crianças e as famílias para a celebração do período natalino. “As crianças fizeram uma linda festa, emocionaram à todos e ao longo da semana nós vamos continuar trazendo os estudantes para celebrar o Natal e nos encantar com suas apresentações. Queremos convidar toda a comunidade juazeirense para celebrar esse momento conosco”, disse a superintendente.

A cabeleireira Jakeline Silva Rezende elogiou o evento e falou sobre a importância da atividade para aproximar as crianças do espírito natalino. “Eu gostei muito dessa programação, porque é feita para toda a família. “É importante trazer as crianças, mesmo as crianças pequenas, porque elas já conseguem entender a celebração e aprender sobre esse sentimento do Natal”.

Programação:

Terça-feira (09/12) – 18h – Paço Municipal

• Apresentação da Escola Santo Antônio (NH 03)

• Orquestra Som do Coração (flauta e coral de Libras)

Quarta-feira (10/12) – 18h – Paço Municipal

• Espetáculo “Um Natal de Luz” – Coral da Estação do Saber e Escola Municipal Maria Franca Pires

Quinta-feira (11/12) – 18h – Paço Municipal

• Coral da Escola Municipal Professora Leopoldina Leal

• Busarte

Sexta-feira (12/12) – 18h – Paço Municipal

• Apresentações de alunos de diversas escolas municipais

• Personagens da Companhia Dó, Ré, Mi

Caravana Doce com Papai Noel

No dia 20, Juazeiro recebe um dos momentos mais aguardados: a chegada do Papai Noel em uma grande caravana iluminada. O cortejo contará com mini trio, quatro caminhões decorados, atores e personagens natalinos que percorrerão diversos bairros, saindo do Santo Antônio e passando por residenciais e pelo João Paulo II. O trajeto encerra na Orla, onde o bom velhinho fará fotos com as crianças. A noite ainda contará com apresentação de fanfarra e distribuição de picolés realizada voluntariamente pela empresa parceira Quy Sorwetto, celebrando a alegria e o encanto do período.

Ascom

Morador crítica serviço realizado em caixa de drenagem na Praça 1º de Maio, em Juazeiro: “não voltaram para consertar e nem para fechar”; Soest responde

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Um morador do bairro Santo Antônio, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, procurou o Portal Preto no Branco para criticar um serviço realizado pela gestão municipal na Praça 1º de Maio. Segundo o relato, uma caixa de drenagem foi aberta há cerca de dois meses e, desde então, permanece sem reparos completos.

“Abriram um buraco aqui na praça, numa área que já é comprometida  em épocas de chuvas por causa do descaso do poder público. Abriram uma boca de lobo, que é interna e serve como um  canal de drenagem, e deixaram aberta por dois meses porque não concluíram o serviço”, relatou.

Ele explica que, durante a ação, as equipes acabaram danificando a estrutura.

“Disseram que iriam abrir para limpar, mas deixaram a parede da caixa quebrada, faltando pedaços, e não voltaram para consertar e nem para fechar. No dia da chuva, foi sugado para dentro da caixa pedra, barro, lixo… e agora eles vieram só fechar por cima, sem fazer uma limpeza e os reparos necessários. Estão fazendo só por cima. Por baixo está um buraco enorme”, acrescenta

O morador destaca que a medida pode causar problemas sérios no futuro.

“Eles fizeram uma escora de pedra e vão tampar por cima. Vai ficar bonitinho por fora, mas por baixo está um buraco enorme. Isso pode afundar e causar dano a algum carro ou pessoa passando por ali. Além disso, a drenagem pode estar obstruída, e aí, quando vier outra chuva forte, quem vai sofrer somos nós de novo. É um falso conserto, que vai gerar outro problema lá na frente”, alertou.

Encaminhamos os relatos do morador para a  Secretaria de Obras Estruturantes, responsável pelo serviço. Em nota, a Soest informou que “a intervenção na Praça 1º de Maio está sendo executada com acompanhamento direto da equipe de engenharia da pasta, seguindo rigorosamente as normas técnicas de execução estabelecidas para serviços deste tipo. A Soest esclarece que todas as etapas da manutenção visam restabelecer e garantir a plena funcionalidade do sistema de drenagem existente, promovendo segurança hidráulica e estrutural na área. A secretaria reforça ainda que qualquer intervenção é conduzida de forma responsável, observando os padrões técnicos necessários para evitar riscos à população e assegurar o pleno desempenho da rede de drenagem durante períodos de chuva”.

 

Redação PNB 

Mais uma carreta fica presa na Ponte Presidente Dutra e condutores cobram fiscalização em Petrolina: “Está virando bagunça, todo dia é esse problema”

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Nessa segunda-feira (08), mais uma carreta cegonha ficou presa na descida da Ponte Presidente Dutra, que liga os municípios de Juazeiro, na região Norte da Bahia, e Petrolina, no sertão de Pernambuco, travando o fluxo de veículos e provocando congestionamentos que se estendem por vários pontos das duas cidades. Um condutor juazeirense, que passa diariamente pelo local, procurou o Portal Preto no Branco para desabafar e relatar que o problema tem se tornado cada vez mais comum.

“Isso está acontecendo direto. Todo dia é uma carreta diferente ficando presa na ponte. Isso vem acontecendo com frequência e já está virando bagunça. As carretas terminam não cumprindo as normas e insistem em passar, causando muito transtorno”, criticou.

Segundo ele, a situação é resultado da falta de fiscalização no lado petrolinense da ponte.

“Essas carretas vêm de Petrolina e não têm nenhuma fiscalização lá. Eles não cumprem a norma, insistem em passar, mesmo sabendo que é proibido. Tem placa, tem barreira, mas sem fiscalização eles passam do mesmo jeito. Aí, depois, a cobrança cai toda em cima da AMTT porque os veículos travam no perímetro urbano de Juazeiro. Mas o problema raiz não é aqui. O problema vem de Petrolina, porque os caminhoneiros não respeitam a regra de que essas carretas não podem passar”, afirmou.

O condutor ressalta ainda que este tipo de veículo, especialmente as pranchas, não tem condições de descer a ponte devido à altura reduzida.

“Essas carretas de prancha não podem passar de jeito nenhum. Isso já foi divulgado pelos órgãos responsáveis. A prancha é muito baixa e engancha no asfalto. Sempre que passam, ficam presas. Não tem como descer aquela rampa. É óbvio que vai travar. Carreta cegonha, carreta prancha… nenhuma pode passar pela ponte agora. Nem de dia, nem de noite. Tem que ir por Sobradinho, por outra rota. Por aqui não dá. Não tem condição nenhuma”, relatou.

O condutor também destacou os prejuízos para quem precisa usar a ponte diariamente.

“Na sexta e no sábado outras carretas também ficaram presas na ponte, travando o trânsito por horas. A cidade todinha congestionou. A gente perde tempo, perde compromisso, atrasa tudo. O trânsito fica lento o dia inteiro. A PRF só aparece para multar. A.CLC errou em fazer a descida de forma errada, a PRF e AMPLA erram por não fazerem a fiscalização, principalmente a PRF e a empresa CLC. Se a PRF não pode fazer a fiscalização que a empresa contrate gente pra ficar lá de plantão. A gente quer que impeçam essas carretas de passar. Alguém precisa fazer alguma coisa”, cobrou.

Ele encerra pedindo ação imediata dos órgãos responsáveis.

“Todo dia é esse caos. Virou bagunça. Se não tiver fiscalização em Petrolina, vai continuar acontecendo. E quem sofre somos nós, que dependemos dessa ponte pra trabalhar e viver.”

Estamos enviando os relatos do condutor para os órgãos fiscalizadores em busca de esclarecimentos.

 

Redação PNB 

IPJ recebe quase R$ 10 milhões em compensação previdenciária e reforça sustentabilidade do regime próprio

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O Instituto de Previdência de Juazeiro (IPJ) recebeu R$ 921.323,40 em compensação previdenciária do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Com este valor, somado ao montante já recebido no mês anterior, que totalizou R$ 8.796.767,62, o IPJ alcança a marca de quase R$ 10 milhões em repasses apenas neste período recente.

O recurso fortalece significativamente o caixa do Instituto e melhora o saldo dos ativos do regime próprio, representando um importante passo para a sustentabilidade financeira a longo prazo.

A compensação previdenciária é um mecanismo que regula as transferências financeiras entre o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS). Ela garante que o regime responsável pelo pagamento da aposentadoria receba do outro regime os valores proporcionais ao tempo de contribuição do servidor. Esse processo assegura justiça atuarial, reduzindo déficits e reforçando a solidez dos sistemas previdenciários.

Para o diretor-presidente do IPJ, Davi Stallone, este é um avanço significativo para o Instituto. “Receber quase R$ 10 milhões em compensação previdenciária demonstra que o nosso trabalho de organização, regularidade e rigor técnico está dando resultado. Esses recursos fortalecem o caixa do IPJ e garantem mais segurança para o pagamento das aposentadorias e pensões dos nossos servidores. Seguiremos trabalhando com transparência, responsabilidade e foco na sustentabilidade do regime próprio, sempre respeitando cada real pertencente aos nossos segurados”, destacou.

Com a chegada dos novos repasses, o IPJ amplia sua capacidade de honrar, com segurança e estabilidade, os benefícios previdenciários dos servidores municipais, reforçando a confiança no regime próprio.

Ascom