Redação

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Músico Tinho do Acordeon fica ferido em acidente de trânsito em Juazeiro

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O músico Tinho do Acordeon ficou ferido após se envolver em um acidente de trânsito na noite desta segunda-feira (19), na BA-210, nas proximidades da ponte do bairro Tabuleiro, em Juazeiro, na região Norte da Bahia. De acordo com as informações iniciais, o acidente envolveu duas motocicletas.

Ainda conforme os relatos, Tinho do Acordeon pilotava uma delas e trafegava pela rotatória da via quando acabou sendo atingido por outra moto que seguia pelo trecho. Com o impacto da colisão, os dois condutores ficaram feridos.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas e prestaram os primeiros socorros ainda no local, encaminhando as vítimas para unidades de saúde da região.

Segundo informações preliminares apuradas pelo Portal Preto no Branco, o músico foi transferido para o Hospital Universitário (HU), em Petrolina, no sertão de Pernambuco. Ele teria sofrido fraturas na perna e no braço, e passado por procedimentos cirúrgicos.

Ainda conforme as informações, o músico encontra-se estável e consciente, permanecendo internado sob cuidados médicos. Até o momento, não há informações oficiais sobre o estado de saúde do outro envolvido no acidente.

As circunstâncias da colisão deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

 

Redação PNB 

Transporte coletivo de Juazeiro será retomado após paralisação de advertência, informa sindicato

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O serviço de transporte coletivo no município de Juazeiro, no Norte da Bahia, deve ser retomado a partir das 8h30 da manhã desta terça-feira (20), após uma paralisação de advertência realizada pelos rodoviários nas primeiras horas do dia. A informação foi repassada ao Portal Preto no Branco pelo presidente do Sindicato dos Rodoviários de Juazeiro, Antenor Arcanjo Bispo.

“Já estamos quase liberando os ônibus. Vamos liberar agora por volta das 8h30. A paralisação teve início às 5h da manhã e teve caráter de advertência. O movimento contou com a presença do presidente do Sindicato dos Rodoviários Estadual, Hélio Ferreira, e do vice-presidente do sindicato local, Fábio Plínio. ”, informou Bispo.

A mobilização ocorre em meio às reivindicações dos trabalhadores, que cobram a regularização de pendências trabalhistas envolvendo ex-funcionários da antiga empresa Joafra Transportes, que anteriormente administrava o sistema de transporte coletivo no município. Atualmente, o serviço é operado pela empresa Atlântico Transporte.

Durante a paralisação, usuários foram pegos de surpresa e relataram transtornos, com ônibus fora de circulação nas primeiras horas da manhã. Com a liberação da frota, a expectativa é de que o serviço seja restabelecido de forma gradual ao longo do dia.

Atualmente, tanto as linhas de Juazeiro quanto a interestadual são administradas pela empresa Atlântico Transporte. Antes, o serviço era operado pela Joafra Transportes.

 

No início de dezembro do ano passado, a categoria já havia realizado uma paralisação do serviço para reivindicar o cumprimento dos direitos trabalhistas.

 

Na ocasião, em nota enviada ao PNB, a prefeitura afirmou que não possui débitos regulares com a empresa Joafra.

 

“A Prefeitura de Juazeiro informa à população que a paralisação anunciada pelo Sindicato dos Rodoviários não foi comunicada oficialmente à AMTT (Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte), conforme prevê a lei, e refere-se a uma reivindicação de motoristas junto à empresa Joafra, sua ex-empregadora, em razão de débitos trabalhistas não quitados pela referida empresa. É importante esclarecer que a saída da Joafra do sistema de transporte público municipal ocorreu por determinação judicial. Dessa forma, todas as obrigações e responsabilidades trabalhistas relativas aos seus funcionários são exclusivamente da empresa, não recaindo sobre o Município qualquer dever financeiro ou contratual nesse sentido. A Prefeitura ressalta ainda que não possui débitos regulares com a Joafra. Eventuais créditos oriundos da gestão anterior estão em fase de análise quanto à sua regularidade e efetiva existência, conforme compromisso assumido pela Administração Municipal de promover total transparência e rigor técnico em seus processos. O Município reafirma seu compromisso com a garantia dos serviços essenciais e com a proteção dos interesses da população juazeirense. Caso a paralisação venha a ocorrer, todas as medidas legais cabíveis serão adotadas para assegurar a continuidade do transporte público e para responsabilizar eventuais danos causados à coletividade”

Redação PNB 

Paralisação do transporte coletivo em Juazeiro deixa população sem ônibus nesta terça-feira (20); profissionais cobram rescisões não pagas pela Joafra

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Usuários do transporte coletivo de Juazeiro, na região Norte da Bahia, foram surpreendidos na manhã desta terça-feira (20) com a paralisação do serviço no município. Desde as primeiras horas do dia, passageiros relataram a ausência de ônibus circulando nas linhas urbanas, o que provocou longas esperas nos pontos e transtornos para quem precisava se deslocar para o trabalho e outros compromissos.

Segundo relatos encaminhados ao Portal Preto no Branco, muitos usuários só perceberam a paralisação ao chegarem aos pontos de ônibus, sem qualquer aviso prévio. “As pessoas ficaram esperando e nenhum ônibus passou. Não houve um aviso de que essa paralisação seria realizada. Muita gente precisou buscar outras alternativas para não perder o dia de trabalho”, contou uma usuária.

De acordo com o Sindicato dos Rodoviários, a paralisação ocorre em protesto pelo não pagamento das rescisões trabalhistas de ex-funcionários da Joafra Transportes. Segundo o presidente da entidade, Antenor Arcanjo Bispo, a mobilização busca garantir os direitos dos trabalhadores que ainda não receberam os valores devidos após o encerramento das atividades da antiga concessionária.

Na segunda-feira (19), passageiros que utilizam a linha interestadual Juazeiro/Petrolina também entraram em contato com o PNB para relatar a suspensão do serviço. Atualmente, tanto as linhas de Juazeiro quanto a interestadual são administradas pela empresa Atlântico Transporte. Antes, o serviço era operado pela Joafra Transportes.

No início de dezembro do ano passado, a categoria já havia realizado uma paralisação do serviço para reivindicar o cumprimento dos direitos trabalhistas.

Na ocasião, em nota enviada ao PNB, a prefeitura afirmou que não possui débitos regulares com a empresa Joafra.

“A Prefeitura de Juazeiro informa à população que a paralisação anunciada pelo Sindicato dos Rodoviários não foi comunicada oficialmente à AMTT (Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte), conforme prevê a lei, e refere-se a uma reivindicação de motoristas junto à empresa Joafra, sua ex-empregadora, em razão de débitos trabalhistas não quitados pela referida empresa. É importante esclarecer que a saída da Joafra do sistema de transporte público municipal ocorreu por determinação judicial. Dessa forma, todas as obrigações e responsabilidades trabalhistas relativas aos seus funcionários são exclusivamente da empresa, não recaindo sobre o Município qualquer dever financeiro ou contratual nesse sentido. A Prefeitura ressalta ainda que não possui débitos regulares com a Joafra. Eventuais créditos oriundos da gestão anterior estão em fase de análise quanto à sua regularidade e efetiva existência, conforme compromisso assumido pela Administração Municipal de promover total transparência e rigor técnico em seus processos. O Município reafirma seu compromisso com a garantia dos serviços essenciais e com a proteção dos interesses da população juazeirense. Caso a paralisação venha a ocorrer, todas as medidas legais cabíveis serão adotadas para assegurar a continuidade do transporte público e para responsabilizar eventuais danos causados à coletividade”

 

Redação PNB 

Gestão Anisio Viana destrava obras históricas, avança com novas e marca fase de desenvolvimento em Casa Nova

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A gestão do prefeito Anisio Viana segue imprimindo ritmo, trabalho e compromisso em Casa Nova. Neste domingo (18), o prefeito, ao lado do vice-prefeito Galdino Araújo, vereadores e deputados Adolfo Viana, Junior Nascimento e Jordavio Ramos, visitou obras estratégicas que estavam abandonadas há mais de oito anos e que hoje avançam graças à virada administrativa promovida pela atual gestão.

Entre os destaques estão a retomada da Escola Jóias de Cristo, da Creche Tia Zizi, a construção da UBS do Loteamento São Francisco (Casinhas) e a Policlínica Municipal, totalmente modernizada e já entregue à população, elevando o padrão da saúde pública no município.

Para o prefeito, o momento simboliza uma mudança concreta na gestão pública.

“Estamos mostrando que, com responsabilidade e compromisso, é possível destravar obras, cuidar das pessoas e transformar a realidade de Casa Nova. Esse é o trabalho que a população espera e merece”, destacou Anisio Viana.

Em seguida o prefeito e sua comitiva prestigiaram a primeira noite da tradicional Festa de São Sebastião, no distrito de Pau a Pique, que também foi revitalizado, garantindo mais organização, beleza e autoestima para a comunidade.

Ascom PMCN

Após reclamação sobre supostas irregularidades trabalhistas por uma empresa de fruticultura de Juazeiro, Gerência do Trabalho e MPT orientam trabalhadores a procurarem os órgãos

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Após a trabalhadora Clarice Ramos denunciar supostas irregularidades trabalhistas envolvendo a empresa de fruticultura Gold Fruit, localizada no município de Juazeiro, na região Norte da Bahia, a Gerência do Trabalho e Emprego de Juazeiro se manifestou. Conforme as acusações, cerca de 80 trabalhadores teriam sido dispensados após meses de serviço, sem o pagamento correto dos direitos garantidos por lei.

Em nota enviada ao Portal Preto no Branco, a Gerência do Trabalho e Emprego de Juazeiro informou que, “até o momento, não recebeu denúncia formal sobre o caso citado. No entanto, diante das informações que vieram a público, será programada uma ação de fiscalização para apuração dos fatos. A Gerência do Trabalho e Emprego reforça que os trabalhadores que tiverem dúvidas ou se sentirem prejudicados podem procurar o órgão”.

Da mesma forma, o Ministério Público do Trabalho, procurado por nossa reportagem, informou que não recebem “nem de trabalhadores nem de sindicato qualquer denúncia sobre a Gold Fruit. Os trabalhadores devem buscar orientação de um advogado, que pode ser disponibilizado pelo sindicato da categoria. O caso também pode ser denunciado ao MPT acompanhado de documentos que possam indicar a irregularidade alegada. Denúncias podem ser registradas no site mpt.mp.br.”

Denúncia

“A gente trabalhou durante nove meses e quatorze dias no packing house (PEC) de manga na empresa Gold Fruit, localizada no bairro João Paulo II. Em dezembro do ano passado, eles rescindiram os nossos contratos e nos demitiram sem pagar de acordo com as leis trabalhistas. A indignação é de quase 80 trabalhadores. Uns receberam alguma coisa, outros não receberam nada”, contou.

A trabalhadora também relatou surpresa ao conferir o valor recebido após o desligamento. “Hoje eu peguei o extrato da minha conta. Foram nove meses e quatorze dias trabalhados e eles só depositaram R$ 15,76 na minha conta. A gente trabalhou o mês de dezembro cumprindo o aviso, e nos dispensaram no dia 31 de dezembro. Iniciaram os pagamentos na quarta-feira. Uns funcionários receberam 200 reais, outros 300 reais, outros 400 reais. Quem ganhou lá saiu com 1.980, 2.000 reais. Enquanto isso, tem funcionários que não receberam nada até agora. Não entrou o terço de férias, não entrou o aviso, não entrou nada. Além disso, não conseguimos entrar em contato com a empresa, a empresa”, acrescentou.

Clarice afirmou ainda que chegou a ser ameaçada após tentar tornar o caso público. “Quando eu fui relatar o que estava acontecendo, os advogados da empresa me ameaçaram, dizendo que iam entrar com um processo contra mim para eu não expor nada do que acontece lá dentro. Eles falaram que eu estou juntando uma turma de funcionários para estar contra a empresa, mas a única coisa que queremos é ter nossos direitos resguardos”, contou.

A profissional relatou ainda que o ambiente de trabalho seria marcado por situações de constrangimento. “Lá dentro com a gente é tortura, humilhação, e ainda tem descontos absurdos em cima do trabalhador”, denunciou.

Diante da situação, Clarice afirmou que o grupo busca apoio dos órgãos competentes. “A gente está correndo atrás dos nossos direitos trabalhistas, do Ministério do Trabalho, do sindicato, de advogada. A gente só quer ser ouvido”, desabafou.

Encaminhamos os relatos da trabalhadora para a empresa Gold Fruit, que se manifestou em nota.

Confirma na íntegra:

“A empresa Gold Fruit informa que tomou conhecimento da denúncia mencionada e reforça seu compromisso com o cumprimento da legislação trabalhista vigente.

Os desligamentos ocorridos decorreram de decisões administrativas e contratuais, sendo que todas as verbas rescisórias foram calculadas com base nas informações registradas ao longo do vínculo empregatício, como frequência, ausências, descontos legais e demais ocorrências previstas em lei e em contrato.

Eventuais diferenças de valores podem ocorrer em função de fatores como faltas não justificadas, descontos previstos em legislação e inexistência de períodos aquisitivos completos para determinados direitos, o que impacta diretamente o cálculo rescisório.

A empresa esclarece ainda que mantém todos os registros trabalhistas, financeiros e documentais devidamente organizados e à disposição dos órgãos competentes, como Ministério do Trabalho, sindicato da categoria e Justiça do Trabalho, para quaisquer esclarecimentos necessários.

Reiteramos que a Gold Fruit não compactua com práticas irregulares, assédio ou qualquer forma de violação de direitos trabalhistas, e que eventuais questionamentos devem ser tratados pelos meios legais apropriados.”

Redação PNB

Lula critica ações dos EUA na Venezuela e defende multilateralismo

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Em artigo publicado neste domingo (18) no jornal The New York Times, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que os bombardeios dos Estados Unidos em território venezuelano e a “captura” do presidente do país, ocorridos no início de janeiro, representam “mais um capítulo lamentável da contínua erosão do direito internacional e da ordem multilateral estabelecida após a Segunda Guerra Mundial”.

No texto, Lula critica o que classifica como ataques recorrentes de grandes potências à autoridade da Organização das Nações Unidas (ONU) e de seu Conselho de Segurança. Segundo o presidente, “quando o uso da força para resolver disputas deixa de ser exceção e passa a ser regra, a paz, a segurança e a estabilidade globais ficam ameaçadas”.

Lula afirma ainda que a aplicação seletiva das normas internacionais compromete o sistema global.

“Se as normas são seguidas apenas de forma seletiva, instala-se a anomia, que enfraquece não apenas os Estados individualmente, mas o sistema internacional como um todo”, escreveu.

Para o presidente, “sem regras coletivamente acordadas, é impossível construir sociedades livres, inclusivas e democráticas”.

Democracia
No artigo, Lula reconhece que chefes de Estado ou de governo, “de qualquer país”, podem ser responsabilizados por ações que atentem contra a democracia e os direitos fundamentais.

No entanto, ressalta que “não é legítimo que outro Estado se arrogue o direito de fazer justiça”. Segundo ele, “ações unilaterais ameaçam a estabilidade em todo o mundo, desorganizam o comércio e os investimentos, aumentam o fluxo de refugiados e enfraquecem a capacidade dos Estados de enfrentar o crime organizado e outros desafios transnacionais”.

O presidente afirma ser “particularmente preocupante” que essas práticas estejam sendo aplicadas à América Latina e ao Caribe.

Segundo Lula, elas levam “violência e instabilidade a uma parte do mundo que busca a paz por meio da igualdade soberana das nações, da rejeição ao uso da força e da defesa da autodeterminação dos povos”.

Ele destaca que, “em mais de 200 anos de história independente, esta é a primeira vez que a América do Sul sofre um ataque militar direto dos Estados Unidos”.

Ao tratar da região, Lula afirma que a América Latina e o Caribe, com mais de 660 milhões de habitantes, “têm seus próprios interesses e sonhos a defender”. Em um mundo multipolar, “nenhum país deveria ter suas relações externas questionadas por buscar a universalidade”.

“Não seremos subservientes a empreendimentos hegemônicos” e defende que “construir uma região próspera, pacífica e plural é a única doutrina que nos serve”.

Agenda regional
Lula também defende, no artigo, a construção de uma agenda regional positiva, capaz de superar diferenças ideológicas.

“Queremos atrair investimentos em infraestrutura física e digital, promover empregos de qualidade, gerar renda e ampliar o comércio dentro da região e com países de fora dela”, afirma. Segundo o presidente, “a cooperação é fundamental para mobilizar os recursos de que tanto precisamos para combater a fome, a pobreza, o tráfico de drogas e as mudanças climáticas”.

Sobre a Venezuela, Lula afirma que “o futuro do país, assim como o de qualquer outro, deve permanecer nas mãos de seu povo”.

“Apenas um processo político inclusivo, liderado por venezuelanos, levará a um futuro democrático e sustentável”.

Cooperação
No texto, Lula diz ainda que o Brasil continuará trabalhando com o governo e o povo venezuelanos para “proteger os mais de 1.300 quilômetros de fronteira compartilhada” e aprofundar a cooperação bilateral.

Ao tratar da relação com os Estados Unidos, o presidente afirma que Brasil e EUA são “as duas democracias mais populosas do continente americano”. Segundo Lula, “unir esforços em torno de planos concretos de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir”.

“Somente juntos podemos superar os desafios que afligem um hemisfério que pertence a todos nós.”

Agência Brasil

Motorista por aplicativo aponta falha em sistema de multas de Juazeiro e diz estar impedido de trabalhar: “paguei e não retiraram do sistema”

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O motorista por aplicativo, Gilson, procurou o Portal Preto no Branco para relatar os transtornos enfrentados após uma multa aplicada pela Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT) de Juazeiro, na região Norte da Bahia. Segundo ele, apesar de a infração já ter sido quitada, a pendência continua ativa no sistema, o que o impede de regularizar o veículo e seguir trabalhando.

“Gostaria de denunciar uma multa que recebi da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte de Juazeiro, em 2024, que já foi paga e ainda não retiraram do sistema. Já tentei resolver, mas  ficam com um jogo de empurra, empurra, e ninguém resolve. Por conta dessa multa estou impossibilitado de pagar o meu licenciamento e  trabalhar, porque se eu for pego no blitz, o meu cmm é apreendido”.

Ainda segundo o condutor, no Detran a informação é de que não existe mais nenhuma multa vinculada ao veículo. “Eu fui ao Detran e lá disseram que a multa não está mais no sistema deles. Mas quando eu vou ao Banco do Brasil para pagar o licenciamento, aparece que a multa ainda está lá”, contou.

Indignado, Gilson critica a falta de solução para o problema. “Isso é uma irresponsabilidade de quem recebeu o meu dinheiro e não tirou a multa do sistema. Eu fiz minha parte, paguei, e agora estou sendo prejudicado. Eu preciso do meu licenciamento para trabalhar, e essa multa está me atrapalhando em tudo.”, desabafou.

O PNB está encaminhando o relato do condutor para os órgãos responsáveis em busca de esclarecimentos.

Redação PNB 

Prevenção e cuidado marcam ação “Folia Boa é Folia Segura” na Orla de Juazeiro

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Com foco na prevenção, no cuidado com a saúde e na ampliação do acesso aos serviços, a ação “Folia Boa é Folia Segura” levou vacinação, testagens rápidas, orientações em saúde à população na tarde deste sábado (17), na Academia da Saúde, na Orla II de Juazeiro. A iniciativa buscou preparar a população para o período pré-carnavalesco, reforçando a importância de manter a caderneta de vacinação atualizada e de realizar testes preventivos, promovendo bem-estar e mais segurança para os foliões.

A ação foi bem recebida pelos usuários que participaram das atividades. Para Natalino Dias, a iniciativa representa um cuidado essencial com a saúde coletiva. “Essa ação é muito importante para a saúde da população. A vacina previne, né? E o melhor remédio é a prevenção. Não espere a doença chegar para se prevenir. Tome a vacina, porque ela é importante para a saúde da população de Juazeiro”, afirmou.

A superintendente de Vigilância e Saúde, Bruna Matos, destacou que o objetivo é garantir um Carnaval mais seguro e consciente. “Folia boa é folia segura e nesse período pré-carnaval, a Secretaria de Saúde está promovendo várias ações voltadas para que as pessoas cheguem prevenidas ao Carnaval. Aqui na Orla Nova, na Academia da Saúde, nos dias 17 e 24 de janeiro, estaremos ofertando testagem rápida, vacinação, distribuição de preservativos e outros insumos, além de terapias, como a auriculoterapia”, explicou.

Durante a ação, a população teve acesso à oferta de todos os imunizantes do calendário vacinal, testagem rápida para infecções sexualmente transmissíveis, aconselhamento, cadastro para PrEP (Profilaxia Pré-Exposição), distribuição de preservativos, lubrificantes e autotestes, além da auriculoterapia, que contribuiu para o relaxamento e o cuidado integral dos participantes.

Além dos atendimentos em saúde, a ação também contou com um forte trabalho de educação em saúde, voltado especialmente para os frequentadores dos espaços de lazer da Orla. As equipes realizaram abordagens educativas, orientando sobre prevenção de doenças, cuidados com a saúde no período pré-carnavalesco e a importância do autocuidado.

Próxima ação

As equipes estarão novamente em campo no dia 24 de janeiro, dando continuidade às ações preventivas e reforçando o compromisso do município com a promoção da saúde, o autocuidado e a prevenção como pilares fundamentais para uma folia segura e saudável.

Ascom

“Country Club pede socorro”, diz morador ao relatar abandono do bairro em Juazeiro

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O morador de Juazeiro, na região Norte da Bahia, Harisson Souza, procurou o Portal Preto no Branco para criticar o que classifica como um cenário de abandono e descaso do poder público com o bairro Country Club. Em seu relato, ele descreve o que considera como decadência do local que, no passado, foi referência de lazer, prestígio e desenvolvimento urbano.

“Com origem datada na década de 1960, a partir da fundação do São Francisco Country Club, o bairro que virou símbolo de lazer e prestígio, hoje enfrenta desafios que vão desde o abandono em sua zeladoria ao seu esvaziamento diante da fuga de moradores. Durante a década de 1990, o bairro estava no imaginário de muitas pessoas como residência daquilo que “deu certo”. Afinal, as atividades sociais, esportivas, aquáticas e os eventos festivos, nortearam o seu crescimento urbano, resultando na maioria dos condomínios residenciais da região, luxuosas habitações e o estabelecimento de uma parcela da população com renda elevada – fato apontado pelos Censos do IBGE”, declarou.

O morador cita ainda fatores que teriam provocado o atual cenário do bairro.

“O ciclo virtuoso parece ter chegado ao fim com a desativação do clube. E pior do que isso foi todo o entorno definhar simultaneamente. Entretanto, se tratando apenas do bairro, não há responsabilidade além da própria ineficiência dos administradores do município. Uma incapacidade técnica e de gerência castiga a localidade há anos, parece um ponto em comum entre oposição e situação, nenhum grupo foi capaz de perceber a potencialidade do bairro como estratégia para criar um vetor de crescimento _sui generis_ na região”, acrescentou.

Harisson destaca ainda que a situação atual do bairro é alarmante.

“Todas as ruas internas estão destruídas, o matagal praticamente tomou conta dos passeios e das vias. E aqui, permita-me dizer, não é dever do morador resolver. Os impostos são pagos para que serviços básicos como capina, varrição, manutenção da pavimentação e iluminação pública, sejam todos eficazes. As pessoas têm direito a isso. Certamente, se hoje encontrássemos com os juazeirenses dos anos 1990 e disséssemos que o Country Club seria fechado, que muitas casas seriam abandonadas, que a evasão dos moradores colocaria à venda boa parte das habitações com a inoperância do poder público, o sentimento seria de perplexidade e descrédito”.

Ele finaliza alertando para as consequências mais amplas desse abandono. “Enquanto isso, vemos uma parcela da população que tem capital para investir, gerar empregos, atrair serviços mais qualificados e propiciar áreas mais prósperas em nossa cidade emigrar para o outro lado do rio.”

Encaminhamos o relato do morador para os órgãos responsáveis.

 

Redação PNB