Redação

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“A gente só quer água”: moradora de Carnaíba do Sertão, em Juazeiro, cobra regularidade no abastecimento por carro-pipa

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Uma moradora do distrito de Carnaíba do Sertão, na zona rural de Juazeiro, na região Norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para relatar a dificuldade que está enfrentando para ter acesso à água. Conforme Nice Barroso, há meses o fornecimento vem sendo feito por carro-pipa, porém, segundo ela, a distribuição não está sendo realizada de forma regular.

“Nós, moradores do distrito de Carnaíba do Sertão, continuamos sofrendo com a falta de água. Desde setembro do ano passado, não cai água nas torneiras. Para tentar amenizar a situação, passaram a distribuir água através de carro-pipa. Porém, o último dia em que eles vieram trazer água para a gente foi no dia 04. Hoje já é dia 18 e nada. A água que recebemos já acabou. Aqui está todo mundo na mesma situação”, relatou a moradora.

Ainda de acordo com Nice, a falta de regularidade no abastecimento tem afetado diretamente famílias, principalmente as com idosos e pessoas doentes. “Aqui em casa eu cuido de uma idosa de 93 anos e de um idoso de 87, que tem Alzheimer. Eu preciso de água para fazer a higiene deles. Como é que faz sem água?”, questiona.

Diante da escassez, a moradora diz que tem recorrido ao pouco que consegue. “A sorte foi que deu uma chuvinha e a gente conseguiu pegar um pouco de água da chuva, senão era pior ainda. A gente está tomando banho um dia sim, outro não. É um balde de água só para conseguir dormir. Num calor desse, não ter nem água para um banho é muito sofrimento”, conta.

Nice finaliza destacando que a principal reivindicação da comunidade é pela regularidade no abastecimento emergencial. “Eles tinham que mandar pelo menos um pipa por semana. Assim a gente conseguia se virar. Do jeito que está, não dá para viver. A gente só quer água. É o básico para viver com dignidade”, conclui.

Encaminhamos a reclamação para o Serviço de Água e Saneamento Ambiental de Juazeiro em busca de esclarecimentos e aguardamos uma resposta.

 

Redação PNB 

Mulher de 32 anos é assassinada a tiros no bairro Dom Avelar, em Petrolina; crime está sendo investigado

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Uma mulher identificada como Bruna Cândido, 32 anos, foi assassinada a tiros no bairro Dom Avelar, em Petrolina, no sertão de Pernambuco. O crime ocorreu na noite dessa terça-feira (17), na Rua do Fosfato.

Segundo informações, Bruna estava na porta de uma residência quando foi surpreendida por dois ocupantes de uma motocicleta que se aproximaram e efetuaram vários disparos. O homicídio foi registrado por câmeras de segurança.

Ainda conforme as informações, Bruna chegou a ser socorrida e levada para uma unidade hospitalar da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.

A Polícia Civil de Pernambuco, por meio da 25ª Delegacia de Homicídios de Petrolina, informou que as investigações já foram iniciadas e seguem em andamento para esclarecer a autoria e a motivação do crime.

 

Redação PNB 

PF faz buscas contra vazamento de dados de autoridades da Receita Federal na Bahia

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Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos nesta terça-feira (17) em endereços nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, em investigação determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A medida atende a representação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e tem como alvo suspeitas de vazamento de informações financeiras de autoridades.

Além das buscas, foram impostas medidas cautelares contra os investigados. Entre as determinações estão o uso de tornozeleira eletrônica, o afastamento de funções públicas, o cancelamento dos passaportes e a proibição de deixar o país.

Até o momento, não há informações sobre quantas pessoas são alvo da operação ou se houve apreensão de materiais durante o cumprimento dos mandados. As investigações correm sob sigilo.

A operação ocorre dias após a divulgação, pela Folha de S.Paulo, de que a Receita Federal realiza um rastreamento em seus sistemas para identificar possíveis acessos indevidos a dados sigilosos de ministros do STF.

De acordo com a publicação, a análise inclui informações de aproximadamente 100 pessoas, entre ministros da Corte e seus familiares. O procedimento de auditoria foi solicitado pelo ministro Alexandre de Moraes.

Bahia Notícias

“Dias difíceis”, desabafa Michelle após novo problema de saúde de Bolsonaro

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro usou as redes sociais, na noite desta segunda-feira (16), para informar que o ex-presidente Jair Bolsonaro teve a pressão arterial estabilizada após passar mal enquanto cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Em seu perfil no Instagram, Michelle disse que Bolsonaro apresentou tontura e um pico de pressão durante uma caminhada nas dependências do local onde está detido. O ex-presidente foi atendido pelo médico plantonista logo após o episódio.

“Foi atendido pelo médico plantonista. Conseguiu tomar o seu caldo e já está fazendo fisioterapia. Dias difíceis, mas venceremos”, escreveu a ex-primeira-dama.

O estado de saúde do ex-presidente também foi comentado pelo filho, o vereador Carlos Bolsonaro, que afirmou ter sido informado sobre o mal-estar, mas disse não ter recebido mais detalhes. “Fui informado há pouco que o presidente Jair Bolsonaro passou mal novamente hoje à tarde e segue sendo monitorado. Infelizmente não tenho mais informações”, publicou em seu perfil no X (antigo Twitter).

Bolsonaro está preso em uma sala de Estado-Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, estrutura conhecida como “Papudinha”. Ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a mais de 27 anos de prisão por participação em uma trama golpista.

Apesar da condenação, o ministro Alexandre de Moraes autorizou que o ex-presidente receba acompanhamento médico integral, com profissionais habilitados a prestar assistência 24 horas por dia.

BNews

‘Remete a desigualdades históricas’: Carla Perez pede desculpas após subir nos ombros de segurança

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Após repercutir nas redes sociais um vídeo em que aparece sendo carregada em meio aos foliões do bloco infantil Algodão Doce, Carla Perez se tornou alvo de críticas. Nesta segunda-feira (16), a dançarina e cantora publicou uma nota pedindo desculpas pela cena.

As imagens foram registradas no último domingo (15), durante apresentação no circuito Osmar (Campo Grande), que marcou o encerramento do comando de Carla à frente do bloco após mais de 20 anos.

Veja na íntegra a nota publicada por Carla Perez

https://www.instagram.com/p/DU1gnGGAZc3/?igsh=MXF1dzhxNXRweGhlZA==

No vídeo, a artista aparece nos ombros de um segurança negro, enquanto segura um celular, se emociona com uma música gospel que tocava no momento e cumprimenta o público.

Na nota, Carla afirmou que seu objetivo era conseguir contato mais próximo com os fãs e, por isso, subiu nos ombros do trabalhador. “A imagem que ficou é dura, e eu reconheço isso. Ainda que a intenção tenha sido boa, a cena reproduz simbologias que nos atravessam enquanto sociedade. Remete a desigualdades históricas que estruturam o nosso país e que jamais podem ser naturalizadas. Nada justifica”, escreveu.

Uma das críticas partiu da influenciadora e acadêmica Carla Akotirene, que afirmou ter deixado de celebrar o Carnaval este ano por não se sentir “à vontade de lidar com pretos nesta situação”.

“Acríticos dirão que o trabalhador não está sendo forçado a carregar a loira; outros dirão que ela é parda, como se o colorismo fosse irrelevante nas dinâmicas raciais. Minha xará, Carla, ganhou muito dinheiro dançando axé e sabe que, neste caso, ela ‘nasceu pra ser cabeça e o pobre preto calda’”, escreveu Akotirene.

A professora e escritora Bárbara Carine também comentou o vídeo, afirmando que as imagens causam desconforto em pessoas negras. “Eu vou nomear esse desconforto: ele é proveniente de uma imagem de subalternidade que foi historicamente construída para pessoas negras a partir da lógica escravocrata”, explicou.

A dançarina reiterou o pedido de desculpas e afirmou reconhecer o erro. “Errei. Reconheço. E, mais uma vez, peço desculpas. Reafirmo meu compromisso inegociável de combater qualquer prática ou simbologia que reforce o racismo estrutural”, declarou Carla Perez.

Correio da Bahia 

Advogada orienta sobre como se proteger de crimes digitais no carnaval

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Imagens capturadas em pleno carnaval, na alegria dos blocos e festas, sem conhecimento nem permissão dos foliões, podem gerar problemas graves, expor as pessoas a riscos e, inclusive, a crimes. A advogada Maria Eduarda Amaral, especializada em Direito Digital e Propriedade Intelectual, ensina como as pessoas devem fazer para se proteger dos chamados crimes digitais no carnaval e, também, no resto dos dias do ano.

“Essa é uma questão bastante sensível porque, hoje, qualquer conteúdo que você posta na internet está suscetível a manipulações, a utilizações indevidas, aos maiores cuidados que eu possa deixar aqui hoje”, disse Maria Eduarda à Agência Brasil.

Algumas precauções incluem: somente aceitar pessoas nas redes sociais que você conheça, não se expor excessivamente, não postar coisas em tempo real quando ainda estiver em determinado ambiente ou local, tomar bastante cuidado com símbolos principalmente.

“Eu vejo pessoas que saem do trabalho, vão para o carnaval e postam fotos. Os mais jovens que saem da faculdade com algum símbolo que identifique o local, vão para o carnaval e postam alguma coisa que acaba tornando a vida deles muito identificável”.

A especialista explicou que a pessoa que tem a intenção de fazer fazer mau uso da informação vai estar observando esses movimentos, para saber que o jovem acabou de sair da faculdade e está indo para uma festa.

“Sabe que, se fizer alguma coisa para prejudicar essa pessoa, ela vai demorar algum tempo para perceber e ver. Esse é o momento. Se a pessoa estiver curtindo uma festa de carnaval, o momento de fazer algo contra aquela pessoa é agora, porque ela não vai estar prestando atenção. É mais fácil de se espalhar (o boato, a mentira) e, então, ela não vai tomar uma atitude imediata para conter essa situação”.

Intercorrências

Pelo que a advogada Maria Eduarda pôde perceber no último carnaval, uma das maiores intercorrências foi invasão de redes sociais. Ela explicou que as pessoas, no desespero do momento, entram em wi-fi públicas muito duvidosas ou acabam acessando SMS ou links suspeitos, passando códigos suspeitos pelo telefone. “Enfim, invasões por redes sociais que acabam gerando golpes financeiros em redes sociais”.

A segunda intercorrência significativa são os deepnudes, fotos falsas que deixam pessoas nuas e que são geradas pelo uso de inteligência artificial. “Porque as pessoas estão fantasiadas e é mais fácil para a IA gerar um conteúdo sexual falso, a partir dessas imagens e fotos”.

Isso ocorre principalmente com essas imagens quando se trata de mulheres com fantasias, adornos, adereços de carnaval. É o uso indevido de imagem.

Outro problema grave está ligado ao uso de aplicativos de encontros, como Tinder, Happn, Inner Circle, para pegar fotos de pessoas reais que são manipuladas por inteligência artificial, criando perfis para poder dar match, ou seja, combinar ou corresponder à expectativa da pessoa.

Para os bandidos, dar match significa levar as pessoas que procuram encontros por aplicativos a encontrar os possíveis parceiros ou parceiras em locais não seguros, onde podem acontecer roubos, furtos, sequestros e outros tipos de crimes.

Maria Eduarda recomenda muito cuidado ao entrar nesses aplicativos, inclusive ao fazer chamadas de vídeo. Se do outro lado estiver de fato um golpista, essa chamada de vídeo pode ser utilizada para acessar principalmente contas bancárias, fazer empréstimo, fazer cartões de crédito.

A especialista em crimes digitais advertiu que cuidado maior devem ter pessoas que estão curtindo o carnaval fora da cidade onde moram.

Cuidados básicos

Antes de marcar encontros por esses aplicativos, o usuário deve tomar alguns cuidados básicos, orientou Maria Eduarda. Segundo a especialista, o ideal é coletar o máximo de informações sobre a pessoa com quem quer se encontrar.

“Falando principalmente do público LGBTQIA+, que é o mais afetado, existem algumas pessoas que não expõem a própria sexualidade. Então, trabalham ali com apelidos, muitas vezes sem fotos do rosto nem de perfil. O que a pessoa que vai se encontrar com ela pode fazer é pegar redes sociais, conferir informações de nome. Pode lançar o nome em um site jurídico, por exemplo, o JusBrasil, para verificar se a pessoa com quem o encontro será feito já teve algum problema, alguma intercorrência antes”.

O usuário deve entrar nas redes sociais para ver se acha aquela pessoa, se ela está na mesma cidade, e perguntar sobre o dia dela, para conferir se o que ela falou até ali coincide. Deve verificar nas redes sociais se teve algum tipo de postagem, alguma foto, algum story .

Então, a orientação da advogada é dar o próximo passo, que consiste em uma videochamada, mesmo com os riscos de golpes com vídeos, e uma troca de fotos “desde que seja com parcimônia também, não sejam fotos muito comprometedoras, principalmente que não sejam fotos íntimas, até porque você está conferindo informações, mas não sabe quem é a pessoa que está do outro lado”.

Ela explica que há um cálculo sensível de riscos, quando o assunto é vídeochamada. “Nesse caso, o mais seguro é que a pessoa faça a videochamada com cautela porque não se teria outra forma de verificar se a pessoa que está falando com você é a mesma pessoa do aplicativo. É essencial prestar atenção em qualquer movimentação suspeita durante a chamada e não manter o rosto muito próximo da câmera para evitar qualquer leitura facial por aplicativos terceiros”.

Erros comuns

Mesmo pessoas que tenham tomado todos os cuidados possíveis nesses aplicativos de relacionamentos podem acabar sendo prejudicadas de alguma forma. “Nós já tivemos casos aqui em que a pessoa tomou todos os cuidados possíveis. Ela realmente estava falando com a pessoa do outro lado que dizia ser quem era. Só que na hora de marcar o encontro, foi sugerido um lugar totalmente ermo, de procedência duvidosa“. Ao chegar lá, o usuário percebeu que se tratava efetivamente de um golpe. Ou seja, a pessoa com quem ela falava era participante do golpe, mas foi-se criando uma confiança.

Daí a advogada orientar que por mais que essa pessoa passe por todas as verificações e consiga estabelecer confiança, ainda assim o interessado deve fazê-la passar por uma quarta verificação. A pessoa deve exigir um encontro em um local público.

Prints

Os prints (capturas de telas) são majoritariamente as provas digitais válidas para abrir um processo judicial ou uma investigação policial, confirmou Maria Eduarda Amaral.

“Um padrão que eu vejo nesse tipo de caso, envolvendo golpes virtuais, é que por mais que a pessoa faça todas as verificações, ela não guarda informações sobre a pessoa que ela vai encontrar”.

A sugestão é que, enquanto o usuário estiver conversando com a pessoa no aplicativo ou no Whatsapp tire um print do perfil dela e manda para um amigo.

De acordo com a advogada, pode-se tirar print de tudo, do número que a pessoa está usando no Whatsapp, de foto que aparece nesse número, de algum status.

“Se a pessoa ligou para o usuário em uma chamada de vídeo, tira um print do rosto de quem está falando com você, do convite dela te chamando para sair. Porque é muito comum nesses casos, os golpistas apagarem tudo depois que eles conseguem o que querem da pessoa”, alerta.

“Eles vão apagar o perfil que usaram para falar com você, vão descartar os números, vão apagar os números de WhatsApp e aí, depois, por mais que a vítima queira, se torna muito mais difícil saber quem é aquela pessoa”, completou.

A advogada esclareceu que a partir do momento em que a vítima guarda, desde o início, todas as informações, é mais fácil ciar uma linha do tempo “para poder entender de onde ela surgiu, quem ela é, se está aplicando outros golpes, como está utilizando essas redes digitais para conseguir aplicar esses golpes”.

Se a vítima não tem essas informações, os advogados podem entrar em contato ali com a operadora de telefonia, por exemplo, mas o chip já não existe mais. “Então, eles não têm como te passar as informações que são necessárias. E, se tudo der certo, o máximo que vai acontecer é você apagar tudo e descartar”.

A advogada afirmou, entretanto, que as plataformas podem ser responsabilizadas nesses casos também. “Nós entendemos que, principalmente se tratando de sites de relacionamentos, existe uma responsabilidade da plataforma porque o usuário precisa se cadastrar, tanto que não é possível que uma mesma pessoa tenha mais de um perfil no Tinder, por exemplo”.

A especialista aconselha ainda que as pessoas não tenham vergonha de denunciar. “Não existe vergonha em ser vítima. Nós somos todos humanos, todos nós temos a possibilidade de passar por esse tipo de situação, de cair nesse tipo de golpe”.

Responsabilização

Em todos esses tipos de crimes, a vítima pode buscar uma responsabilização civil. “Quando nós falamos, por exemplo, da invasão de uma conta bancária, a responsabilidade civil é também do banco pela fraude. Se você conseguir encontrar essa pessoa golpista, a responsabilidade criminal é dessa pessoa”.

Maria Eduarda deixou claro mesmo sem identificar o golpista, a vítima pode buscar a pessoa para quem fez transferências bancárias, falando-se aqui de invasão de conta bancária, por exemplo. “Porque a pessoa, em nome de quem está aquela conta, que está recebendo aquele dinheiro que é fruto de um crime, ela é punível com a situação. Então, ela também responde pelo golpe, pela fraude”.

No caso das deepfakes, há responsabilização criminal do usuário que gerou aquele conteúdo e existe também responsabilização parcial da plataforma, tanto civil quanto criminal. No caso do criminal seria para remoção, para exclusão do conteúdo. No caso da responsabilização civil, seria para as indenizações que a pessoa prejudicada pode receber, principalmente indenizações relativas a danos morais, a danos à imagem, a depender da extensão da veiculação desse conteúdo e do dano na vida da pessoa afetada.

“Então, a plataforma responde solidariamente com o usuário. Se você não sabe quem é o usuário, a responsabilidade recai sobre a plataforma”.

As deepfakes são imagens criadas com o uso de tecnologias de inteligência artificial que permitem a sobreposição de rostos e vozes em vídeos, podendo sincronizar os movimentos dos lábios e expressões faciais, o que faz com que a imagem se assemelhe muito à de uma pessoa real.

Maria Eduarda Amaral informou que nos casos dos perfis de aplicativo, ocorre a mesma coisa. A responsabilidade é solidária, porque, ao se fazer o cadastro nessas plataformas, a pessoa precisa informar certos dados, inclusive sob o pretexto de segurança para os usuários.

“Se a plataforma não faz esse cruzamento de dados, então ela permite que qualquer pessoa suba qualquer foto ali falsa, sem a possibilidade de se verificar se se trata realmente de uma pessoa. Nesse caso, ela está sendo conivente com essa situação. Então, ela também é responsável”.

Se a plataforma não conseguir identificar quem é esse usuário, “o que ultimamente é bem difícil”, ela responde individualmente. Já se a plataforma consegue identificar quem é esse usuário, então a pessoa prejudicada pode tomar as medidas cabíveis contra ele. Nesse caso, não só a vítima, como também a pessoa que teve a imagem utilizada, conseguem responsabilizar esse golpista de forma cível e criminal, além de responsabilizar a plataforma de forma cível.

Isso acontece justamente porque é previsto nos termos e diretrizes da plataforma, da comunidade, que “o cadastro é uma das formas de se verificar a idoneidade do usuário que está se cadastrando ali naquela plataforma”.

Agência Brasil

ID Jovem garante passagens gratuitas ou com desconto nas barquinhas em Juazeiro

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A Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria da Mulher e Juventude (SMJ), reforça o acesso da juventude ao benefício do ID Jovem, que também é aceito no transporte por barquinhas. A iniciativa amplia a mobilidade dos jovens e garante mais inclusão social e acesso a direitos.

O ID Jovem é um programa do Governo Federal que assegura benefícios para jovens de baixa renda, entre eles a gratuidade ou desconto no transporte e o pagamento de meia-entrada em eventos culturais e esportivos.

Em Juazeiro, o benefício também é aceito nas barquinhas, garantindo mais acessibilidade à juventude que utiliza diariamente esse meio de transporte. Cada embarcação tem direito a disponibilizar duas vagas inteiramente gratuitas e duas vagas com 50% de desconto para usuários que apresentem o ID Jovem válido.

A ação integra um avanço na democratização do transporte e fortalece as políticas públicas voltadas para a juventude, promovendo inovação e inclusão social no município. Além do transporte, o ID Jovem também garante meia-entrada em cinemas, teatros, shows e eventos esportivos, ampliando o acesso à cultura, ao lazer e à cidadania.

Para ter acesso ao benefício, é necessário:

• Ter idade entre 15 e 29 anos;
• Estar com o cadastro atualizado no CadÚnico;
• Ter renda familiar de até dois salários mínimos;
• Possuir CPF ou NIS.

Como acessar o ID Jovem:

O benefício pode ser emitido gratuitamente por meio do aplicativo oficial do programa ou com apoio da Secretaria da Mulher e Juventude (SMJ), que orienta os jovens sobre o cadastro e a utilização do benefício.

Ascom PMJ

Juazeiro Limpa avança com frentes diárias de limpeza e manutenção em diversos bairros de Juazeiro

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O Programa Juazeiro Limpa segue avançando com ações contínuas de zeladoria urbana em diferentes regiões do município. A Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Serviços Públicos de Juazeiro (SESP), tem intensificado a limpeza diária da cidade com mutirões, retirada de entulhos, patrolamento, pintura de espaços públicos e reforço na varrição manual, ampliando o alcance dos serviços e garantindo mais organização, segurança e qualidade de vida para a população.

Entre as frentes de trabalho, equipes com retroescavadeira e caçamba atuam na retirada de entulhos em diversas ruas e bairros da cidade. Como exemplo, nesta sexta-feira (14), os serviços foram realizados na Rua Aroeira, no Cajueiro, e no fundo do bairro Paulo VII, além do patrolamento em frente ao Mairi e na BR-210, melhorando as condições de tráfego e mobilidade. As equipes de pintura também atuaram na Orla Nova, promovendo a manutenção e a conservação do espaço público.

O mutirão de limpeza também contou com equipes na Pedra do Lord e na Rua Equador, enquanto a varrição manual segue o cronograma semanal em outras áreas do município. Já a limpeza residencial beneficiou os residenciais São Francisco, Mairi, Brisa da Serra, Praia do Rodeadouro e Itaberaba 1, 2 e 3.

Equipes extras também foram direcionadas para pontos estratégicos, como a Avenida Santos Dumont, o Paço Municipal, a Orla Nova, o Mercado do Produtor, o Terminal Rodoviário, a Ilha do Rodeadouro, a Ilha do Fogo, a Orla na área da Marinha e a Avenida Papa João Paulo I, no Country Club.

De acordo com o secretário da SESP, Romário Varjão, a proposta é manter um trabalho permanente de cuidado com a cidade. “Estamos reforçando as equipes e ampliando as frentes de serviço para atender todas as regiões. A limpeza urbana é uma ação contínua, que impacta diretamente na saúde, na mobilidade e no bem-estar da população”, destacou.

Ascom

Juazeiro soma mais de mil cadastros no Programa Dignidade Menstrual desde 2025; confira os pontos de distribuição

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Desde 2025, a Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria da Mulher e Juventude (SMJ), vem ampliando o acesso das mulheres ao Programa Dignidade Menstrual, iniciativa do Governo Federal que garante a distribuição gratuita de absorventes para pessoas em situação de vulnerabilidade social. O município já soma mais de mil cadastros realizados.

O Programa Dignidade Menstrual assegura o acesso gratuito a absorventes para pessoas com idade entre 10 e 49 anos inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), fortalecendo o direito à saúde menstrual e contribuindo para a redução das desigualdades sociais. Em Juazeiro, a Secretaria da Mulher e Juventude atua orientando e auxiliando as mulheres no processo de cadastro, que pode ser feito de forma online, por meio do aplicativo Meu SUS Digital, ou presencialmente na própria secretaria.

Após a autorização emitida no sistema, as beneficiárias podem retirar gratuitamente os absorventes nas farmácias credenciadas ao programa. Confira os pontos de distribuição:

Drogatim Drogarias Ltda – Barão do Rio Branco, Centro

Empreendimentos Pague Menos S.A. – Rua 15 de Julho, nº 8, Centro

Farmavida Popular Ltda – Rua Quatorze, nº 52, João Paulo II

Magalhães Ferreira Produtos Farmacêuticos Ltda – ME – Rua Santa Izabel, nº 26, Alto do Cruzeiro

Marta Maria Silva de Carvalho – Avenida Dr. Jorge Khoury, s/n, Distrito de Maniçoba, Zona Rural

A iniciativa tem impacto direto na renda das famílias, especialmente aquelas compostas por três ou quatro mulheres em idade menstrual, reduzindo gastos mensais com itens básicos de higiene e promovendo mais dignidade e qualidade de vida. O programa é garantido por lei federal, aprovada pela Câmara dos Deputados a partir da proposição de uma deputada mulher, com foco na promoção da saúde, da dignidade e da equidade para meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade.

Podem ter acesso ao programa, pessoas que atendam aos seguintes critérios:
• Ter idade entre 10 e 49 anos;
• Estar inscrita no Cadastro Único (CadÚnico);
• Possuir renda mensal de até R$ 218; ou
• Ser estudante de baixa renda da rede pública; ou
• Estar em situação de rua.

Para retirar os absorventes, basta procurar uma farmácia credenciada e apresentar: Autorização emitida no aplicativo Meu SUS Digital; CPF e Documento de identidade com foto.

Ascom PMJ