Redação

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Curaçá decreta emergência por estiagem; entenda o impacto

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A temporada de chuva no sertão baiano vai de novembro a março. Após esse período, algumas cidades do estado são castigadas por uma estiagem, que atinge diretamente as atividades econômicas da região.

Isso é o que está acontecendo com o município de Curaçá, localizado no norte baiano. Com um pouco mais de 34 mil habitantes, a cidade, sob comando do prefeito Murilo Bomfim (PT), decretou situação de emergência nesta sexta-feira, 1º.

A situação de emergência foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), assinado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), e pelo secretário da Casa Civil, Afonso Florence, e é válido por 180 dias, isto é, seis meses.

Atividades econômicas

A principal produção no local é a fruticultura, com destaque para manga e uva, cultivadas no projeto de irrigação Curaçá. Além disso, o município também se destaca na produção de leite de cabra e na extração vegetal do umbu.

Entenda a diferença entre situação de emergência e estado de calamidade pública

Quando um município ou estado enfrenta eventos extremos, como enchentes, secas ou deslizamentos de terra, é possível decretar situação de emergência ou estado de calamidade pública.

Esses reconhecimentos são essenciais para que o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) possa liberar recursos e apoiar a população afetada.

A situação de emergência ocorre quando um desastre compromete parcialmente a capacidade de resposta do poder público local. Isso significa que o município ainda consegue atuar, mas precisa de apoio externo para enfrentar os danos e restabelecer serviços essenciais.

Já o estado de calamidade pública é declarado quando o impacto do desastre é tão grave que a capacidade de resposta da administração pública fica severamente comprometida, exigindo medidas mais amplas e urgentes.

Bahia BA

Moradora denuncia perseguições e tentativa de estupro na BA-210 e cobra ação policial

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Uma moradora da zona rural de Juazeiro, na região Norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para denunciar um grave caso de violência contra mulheres que estaria ocorrendo na BA-210, no trecho entre o bairro Tabuleiro e o Projeto Mandacaru 1. Segundo o relato, um homem, ainda não identificado, estaria perseguindo e assediando mulheres que transitam pela rodovia estadual.

“Ontem à noite, ele perseguiu minha irmã, que estava sozinha em uma moto. Ele a abordou de forma violenta: bateu na bunda dela, colou do lado e tentou estuprá-la no meio da estrada, insistindo para que ela parasse a moto. Mesmo em choque, com medo e sendo tocada por ele, minha irmã conseguiu seguir direto até em casa. O agressor, ao perceber que estava se aproximando da entrada do Projeto Mandacaru, retornou em direção contrária, provavelmente por medo da Polícia Rodoviária Estadual, que faz rondas aqui na BA-210. Mas ela chegou aqui arrasada, apavorada, dizendo que parecia que ia morrer de tanto medo”.

Ainda conforme os relatos, este não foi um caso isolado.

“Esses ataques estão acontecendo sempre no final da tarde e começo da noite, entre 6 e 8 horas. Há cerca de dois ou três meses que já vinha rodando por aqui quase todos os dias. Mas após denúncias e os pedidos de ronda à polícia, ele tinha dado uma parada. Mas agora voltou a atacar. Não temos imagens ou vídeos porque ele sempre age quando as vítimas estão sozinhas. Infelizmente, minha irmã não conseguiu ver características específicas do agressor”, disse.

A moradora alerta que o caso precisa de atenção urgente das autoridades. “Iremos hoje a Delegacia denunciar o quê aconteceu com a minha irmã. É preciso alertar a comunidade e reforçar a presença da polícia antes que algo ainda mais grave aconteça”, concluiu.

O Portal Preto no Branco está entrando em contato com a Polícia Militar e com a Polícia Rodoviária Estadual para saber se há registros oficiais sobre a situação e quais medidas estão sendo tomadas para reforçar a segurança na região.

Redação PNB

Das vozes que ecoam às propostas que transformam: Conferência do SUAS em Juazeiro mobiliza mais de 200 pessoas e define agenda para etapa estadual

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Mais de 200 pessoas participaram do segundo e último dia da 15ª Conferência Municipal de Assistência Social de Juazeiro, encerrando o evento com construção coletiva e celebração dos 20 anos do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). A programação contou com debates em cinco eixos temáticos, apresentação cultural do grupo percussivo Encrespa (da escola CODEFAS), e o parabéns com bolo, celebrando duas décadas de avanços do SUAS.

“A gente conseguiu reunir todos os públicos, pessoas com deficiência, em situação de rua, de religiões de matriz africana, para garantir que a assistência social contemple a todos”, destacou Maria de Fátima Carvalho, diretora de Proteção Social Especial e vice-presidente do Conselho Municipal de Assistência Social. “Agora, os delegados eleitos levarão essas ideias para unificar propostas com os demais municípios, rumo à etapa nacional das conferências de 2025”, completou.

Foram eleitos 12 delegados, seis titulares e seis suplentes, que irão representar Juazeiro na conferência estadual, em Salvador. Uma das delegadas é Lídia de Oliveira, conselheira do Conselho da Pessoa com Deficiência. “Esses espaços são perfeitos para que a gente possa externar nossos desejos, anseios, dificuldades e conquistas. Agora queremos concretizar a gerência da pessoa com deficiência com participação efetiva, sabendo onde essas pessoas estão, o que precisam, e fazendo o melhor por elas”, disse Lídia.

A conferência foi organizada pelo Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS) em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social, Diversidade, Igualdade Racial e Combate à Fome (SEDES). O evento reafirmou o SUAS como política pública construída com a sociedade marcada pela escuta, pelo pertencimento e pela pluralidade.

Ascom

Juazeiro celebra 20 anos do SUAS com conferência marcada por histórias reais e compromisso coletivo

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“Sem políticas públicas, a gente não avança.” A frase da assistente social Pâmela Lucena resumiu o sentimento da noite de abertura da 15ª Conferência Municipal de Assistência Social de Juazeiro, realizada nesta terça-feira (30), no Centro de Cultura João Gilberto. Com o tema “20 anos do SUAS: Construção, Proteção e Resistência”, o encontro é uma convocação coletiva para pensar, debater e propor caminhos para fortalecer a assistência social como direito e como presença concreta na vida das pessoas.

A abertura foi marcada pela apresentação da cantora juazeirense Madara Bittencourt, que emocionou o público com clássicos do samba de Clara Nunes e a interpretação do Hino Nacional. A mesa solene foi composta por representantes da gestão municipal, do Sistema Único de Assistência Social, do legislativo municipal, trabalhadores e usuários do SUAS, além de integrantes de órgãos como o Corpo de Bombeiros, a OAB e o Conselho Municipal de Assistência Social.

Usuária do CRAS do Quidé, Sueli Pereira compartilhou sua história de superação do câncer e agradeceu o acolhimento que recebeu dos serviços da assistência: “Fui muito bem atendida. O CRAS me acompanhou, e isso fez toda a diferença na minha cura. Me sinto parte dessa política.” Já a assistente social Pâmela Lucena reforçou a importância do SUAS na vida de quem mais precisa. “Somos uma equipe unida em um único propósito: servir bem, principalmente quem mais precisa. Sueli passou por um tratamento de câncer e foi assistida pelo CRAS com acolhimento e acesso ao benefício. Hoje temos um espaço de escuta real e portas abertas na secretaria”, destacou.

Ainda durante a mesa, a presidente do Conselho Municipal de Assistência Social/CMAS, Maria José Alves, reforçou a importância da conferência como espaço de análise e mobilização: “Essa conferência nos convida a refletir sobre o que já conquistamos e o quanto ainda precisamos avançar. As políticas públicas só funcionam se chegarem à ponta, e é lá, com a sandália da humildade, que a assistência social mostra sua força.” Já o secretário da SEDES, Igor Luiz, destacou o compromisso da gestão com o cuidado e a ampliação dos serviços: “Dorme e acorda comigo a vontade de criar estratégias que levem os serviços a todos os bairros e distritos. Cuidar das pessoas de forma especial é o que nos move.”

Encerrando a noite, a palestra magna foi conduzida por Adriana Lima, assistente social, mestre em Ciências da Saúde e técnica da Vigilância Socioassistencial de Senhor do Bonfim. Com mais de 25 anos de atuação na política de assistência social, Adriana delineou o histórico do SUAS na Bahia e destacou os avanços e desafios vivenciados no cotidiano dos CRAS e CREAS. “A mesa de hoje representou o que estamos aqui para fazer: refletir, propor e construir coletivamente. Amanhã será o momento de transformar tudo isso em propostas concretas para avançarmos ainda mais”, concluiu.

Realizado pela Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Desenvolvimento Social, Diversidade, Igualdade Racial e Combate à Fome/SEDES e do CMAS, o evento segue até esta quarta-feira (31), com debates, grupos de trabalho, elaboração de propostas e eleição de delegados(as) que representarão o município nas etapas estadual e nacional.

Ascom

“Até agora, nada foi resolvido”: Juazeirenses cobram solução urgente para o transporte público, promessa de campanha do atual prefeito

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A insatisfação com o transporte público em Juazeiro, na região Norte da Bahia, tem sido motivo constante de reclamações por parte da população. Passados sete meses da atual gestão municipal, usuários e trabalhadores do sistema seguem cobrando o cumprimento de uma das principais promessas de campanha do prefeito: a restruturação do serviço.

“A gente esperava que com o novo prefeito as coisas iam mudar, mas até agora nada. Os ônibus continuam velhos, quebram no meio do caminho, e tem bairro que mal tem linha. A gente sai de casa de madrugada e não sabe se vai conseguir chegar no trabalho no horário”, relatou uma usuária.

Outra usuário destaca que o sentimento da população é de frustração e abandono.

“É revoltante. A Joafra já mostrou que não dá conta. O que estão esperando para tirar essa empresa?”, questiona.

Além dos usuários, trabalhadores do setor também vivem momentos de incerteza. Um rodoviário, que preferiu não ser identificado, desabafou ao PNB

“Sou rodoviário aqui da cidade de Juazeiro e, até hoje, a gente está esperando a campanha salarial. Tem rumores de que uma nova empresa vai entrar, e que o prefeito ia anunciar no fim do mês. Mas até agora, nada. Nenhum pronunciamento. Estamos no escuro.”

Ainda segundo ele, o sindicato da categoria também aguarda um posicionamento oficial da prefeitura.

“A gente precisa saber: essa empresa fica ou sai? Se for a Joafra, precisamos negociar com ela. Se for outra, a negociação tem que começar do zero. Mas ninguém diz nada. E enquanto isso, a classe está ficando totalmente defasada. Parece que estão só ganhando tempo.”

Encaminhamos as reclamações para a gestão municipal e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

Tarifaço de Trump pode reduzir em 70% exportações de uva e manga do Vale do São Francisco

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A nova tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre frutas brasileiras exportadas causou apreensão entre produtores do Vale do São Francisco. A medida, que atinge em cheio as exportações de mangas e uvas, pode gerar prejuízos milionários à região, que vive essencialmente do agronegócio.

As embalagens que já deveriam estar cheias seguem vazias. Máquinas paradas e trabalhadores com pouca atividade. Trabalhando há sete anos na mesma fazenda, Jaciene da Silva teme ser demitida.

“Estou um pouco preocupada porque eu dependo, né? Eu fico preocupada porque se a empresa não tem como se manter, então eu vou ter que sair, né?”, diz.

As fazendas estão com a produção no ponto certo para exportar. No entanto, com a indefinição, as contratações temporárias ainda não começaram. Só uma propriedade costuma contratar 700 pessoas por safra. Se nada mudar, esse número será bem menor.

O Vale do São Francisco produz 1,25 milhão de toneladas de manga por ano. Destas, 253 mil toneladas são exportadas, gerando US$ 348 milhões. Só para os EUA são 50 mil toneladas. Com a nova tarifa, a previsão é de queda de até 70% no volume exportado.

“A previsão era enviar 48 mil toneladas. Com a tarifa, isso pode cair para 13 mil. A maior parte vai para o mercado americano, que consome a variedade Tommy Atkins. A Europa não absorve esse tipo e o mercado interno não tem capacidade para tanto volume”, explica Tássio Lustosa, gerente da Valexport.

O tempo também é inimigo. As mangas levam até 30 dias para chegar aos EUA e precisam estar em ponto específico de maturação.

“Se a gente esperar, a fruta passa do ponto e perde tempo de prateleira. Já está no limite”, afirma o agrônomo Emerson Costa.
Em uma fazenda em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, a estimativa é de que 700 mil frutas fiquem sem destino externo e precisem ser vendidas no mercado interno. Quem planta uva vive situação parecida. Em 2023, o Vale exportou 13.800 toneladas da fruta para os Estados Unidos. Agora, há risco de superoferta no mercado nacional.

“Redirecionar tudo pressiona os preços aqui dentro. Pode não cobrir nem o custo de produção”, alerta Jailson Lira, presidente da COOPEXVALE.
A tendência é que exportadores de uva também atrasem os envios, como já acontece com a manga. “Se a situação continuar, os produtores não vão arriscar exportar no mesmo período do ano passado. Devem analisar semana a semana e enviar volumes menores”, afirma João Ricardo Lima, pesquisador da Embrapa.

A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) defende que frutas sejam retiradas da lista de produtos afetados pela tarifa. Para a associação, exportar para a Europa ou manter as frutas no mercado interno não será viável.

“Pegar essa fruta e mandar para a Europa vai derrubar o preço na Europa, vai ser ruim também. Se deixar no mercado interno, também vai ser ruim. Então, isso nós precisamos resolver à base do diálogo, da prudência, do bom senso, da flexibilidade”, afirma Guilherme Coelho, presidente da Abrafrutas.

Fonte G1

Após reclamação de moradora sobre falta de serviços públicos de limpeza e capina no bairro Piranga II, em Juazeiro, SESP se manifesta

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Após um morador do bairro Piranga II, em Juazeiro, no norte da Bahia, reclamar da ausência de serviços públicos de limpeza e capina na comunidade, a Secretaria de Serviços Públicos se manifestou.

Em nota enviada ao PNB, a SESP informou que “o bairro Piranga II já foi incluído na programação de serviços de capina, limpeza pública e recolhimento de resíduos, que serão executados nos próximos dias.
Para registrar denúncias ou obter mais informações, os cidadãos podem acessar o site oficial da Prefeitura de Juazeiro (www.juazeiro.ba.gov.br), onde a Ouvidoria está disponível na página principal ou enviar e-mail para ouvidoria@juazeiro.ba.gov.br.”

Reclamação

“O matagal está tomando conta do bairro Piranga 2, é mato, lixo e nenhuma atenção do poder público. O bairro pede socorro! Pagamos impostos caros e nos sentimos desassistidos pelo município. A situação está complicada demais, não podemos continuar vivendo no meio do mato”, disse o morador.

Redação PNB

AMA convoca carrinheiros do Mercado do Produtor de Juazeiro para recadastramento obrigatório; veja o que é preciso levar

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A Autarquia Municipal de Abastecimento (AMA) iniciou o recadastramento obrigatório de todos os carrinheiros que atuam no Mercado do Produtor de Juazeiro (BA). A convocação vale tanto para os profissionais que circulam nas áreas comuns quanto para os que prestam serviço diretamente aos permissionários dos boxes.

O prazo para o recadastramento vai até o dia 15 de agosto. O atendimento está sendo feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h, na sede da AMA, localizada no prédio administrativo do Mercado.

Segundo a Autarquia, o carrinheiro que não realizar o procedimento dentro do período determinado ficará impedido de entrar no mercado. Além disso, o cadastro não tem custos e não gera mensalidades.

Para efetuar o recadastramento, os carrinheiros devem apresentar os seguintes documentos: RG ou carteira de motorista; CPF; certidão de antecedentes criminais atualizada; comprovante de residência recente (com emissão de no máximo 3 meses); e número de telefone para contato.

A AMA orienta que os profissionais evitem deixar para os últimos dias, a fim de evitar filas e garantir que a documentação esteja em dia. A medida faz parte de uma iniciativa para reorganizar o funcionamento interno do mercado e garantir maior controle e segurança nas atividades.

“O recadastramento nos ajuda a ter um controle mais claro de quem está atuando no mercado, garantindo mais segurança para permissionários, consumidores e os próprios carrinheiros. Além disso, é uma forma de valorizar esses profissionais, que têm papel importante na dinâmica do mercado”, afirmou o diretor-presidente da AMA Celso Leal.

Ascom PMJ

Candidatos reclamam de suposto descumprimento de interstício em convocação da Secretaria de Educação de Juazeiro; SEDUC responde

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Candidatos do processo seletivo da Secretaria de Educação (Seduc) de Juazeiro, na região Norte da Bahia, procuraram o Portal Preto no Branco para reclamar do suposto descumprimento das normas legais. Segundo os relatos, a Seduc teria convocado um professor para atuar na sede do município sem respeitar o prazo de interstício de três meses, conforme determina a legislação vigente.

“Gostaria de fazer uma reclamação sobre o edital 03 da Secretaria de Educação, publicado no último dia 16. Um professor que já estava lotado na Escola Santa Inês, em Maniçoba, foi convocado para uma vaga na sede sem cumprir o interstício. A apresentação do convocado foi marcada para o dia seguinte, 17 de julho, na sede da Seduc. Isso é um desrespeito com os demais candidatos que aguardam a convocação. A lei é clara sobre os três meses de interstício, e não estão respeitando isso”, afirmou um dos candidatos.

Eles alegam que, ao permitir essa convocação supostamente irregular, a Secretaria prejudica os próximos candidatos da lista de espera e compromete a transparência do processo seletivo.

“Os candidatos que aguardam a convocação não aceitam essa falta de respeito da Seduc. Esperamos que a Secretaria corrija essa situação e cumpra a legislação. Todos devem ter as mesmas oportunidades e os mesmos deveres”, acrescentou outro candidato.

Encaminhamos as reclamações para a Secretaria de Educação de Juazeiro. Em nota, a Seduc informou que “a convocação do processo seletivo é realizada de acordo com a necessidade da administração pública e a mesma não implica na contratação do candidato, visto que este precisa apresentar toda a documentação necessária e atender aos critérios previstos no edital do certame. Caso um candidato seja convocado e no momento da contratação a Seduc verifique que ele não atende aos critérios informados, como o cumprimento do interstício, por exemplo, o próximo candidato da lista será convocado para a vaga, seguindo a ordem de classificação, e aquele que está em cumprimento do interstício assina um termo para que seu nome seja adicionado ao final da lista de chamada. A Secretaria reforça que qualquer cidadão pode encaminhar suas reclamações, críticas ou sugestões pelos canais oficiais da Ouvidoria da Prefeitura de Juazeiro. Fale com quem resolve: pelo 74 98846 0016 ou pelo e-mail ouvidoria@juazeiro.ba.gov.br”.