Redação

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Flagrante: Lixo e esconderijo para criminosos bem na rua Tiradentes, em Juazeiro(BA)

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Rua Tiradentes, Bairro Santo Antônio, em Juazeiro(BA). Uma rua onde se concentram residências, estabelecimentos comerciais e bastante movimentada. O fluxo de pessoas e veículos é intenso. E, bem às vistas dos moradores e passantes, encontra-se um terreno não murado que está servindo de lixão. Um leitor do portal Preto No Branco que não quis ser identificado, nos enviou fotos do local , onde carroceiros despejam entulhos, árvores que foram derrubadas e até lixo doméstico, pode se ver no espaço.

O dono do terreno não cuida do que é seu e nem da cidade onde mora. A Prefeitura não fiscaliza, não faz cumprir a lei, não pune. A falta de intervenção do órgão municipal, acaba promovendo esta situação tão corriqueira em Juazeiro. Até quando? Quem possuiu um terreno numa área tão valorizada deveria ter condição e consciência cidadã de murá-la e contribuir com o ordenamento da cidade. Ou não? O Portal Preto No Branco aguarda uma resposta da Prefeitura de Juazeiro.

Esperamos que os proprietários sejam identificados e notificados. Afinal, além de comprometer a organização da cidade, o espaço é bem propício a ação dos mal feitores, que podem se utilizar do “esconderijo” para práticas criminosas. Quem paga o pato? Os moradores, como sempre!

Oposição impede leitura de parecer de PEC da Reforma da Previdência na CCJ

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Em uma reunião marcada por protestos e obstrução, a oposição conseguiu impedir que fosse lido nesta segunda-feira  (12) o parecer do deputado Alceu Moreira (PMDB-RS) pela constitucionalidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, que trata da reforma da Previdência, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

Os deputados questionavam a pressa em votar a admissibilidade da PEC ainda este ano. A intenção do governo era de realizar a leitura do parecer nesta segunda-feira para poder discutir e votar a admissibilidade do texto na quarta-feira (14).

Diante da pressão de oposicionistas e de integrantes da base governista, o presidente da CCJ, Osmar Serraglio (PMDS-RS), cedeu aos apelos dos deputados e concedeu um pedido de vista coletivo, mesmo sem a leitura do parecer. Com isso, abre-se o prazo de duas sessões da Câmara para que a CCJ possa realizar a discussão e votação do parecer de Moreira.

Para que o cronograma de votação ocorra como planejou o governo, será necessária a realização de uma sessão extraordinária da Câmara na manhã de quarta-feira, deixando a votação na CCJ para a parte da tarde e noite.

Após a aprovação do relatório será criada uma comissão especial para analisar a proposta. O colegiado terá até 40 sessões da Casa para discutir, debater e votar a PEC da Previdência. Depois, a proposta será encaminhada à discussão e votação no plenário da Câmara, em dois turnos.

A intenção do governo é que a comissão seja criada ainda este ano para acelerar o trabalho de apreciação da PEC da reforma da Previdência, para que a proposta seja aprovada na Câmara até abril do próximo ano, antes de seguir para o Senado.

Contudo, o tempo corre contra as expectativas do Palácio do Planalto. Como o Congresso Nacional deverá iniciar o seu recesso de fim de ano na quinta-feira (15), após a votação do Orçamento, não haverá tempo hábil para o início dos trabalhos da comissão.

Debate acalorado

Marcada para as 14h, a reunião começou pouco depois das 16h, por falta de quórum. No início dos trabalhos, deputados da oposição apresentaram dois requerimentos para o cancelamento da reunião com argumentos como o de que a sessão da Câmara tinha sido cancelada em função do falecimento do deputado João Castelo (PSDB-MA), ocorrido ontem e que se não tinha sessão da Câmara não poderia ter na CCJ. O presidente da comissão, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), indeferiu os requerimentos da oposição, que recorreu da decisão.

PSOL, Rede, PCdoB e PT se colocaram contra a leitura e fizeram obstrução dos trabalhos. Do lado da base aliada, o PSB e o PTB se posicionaram contra a leitura do parecer. O PSB chegou também a entrar em obstrução por entender que o governo está querendo “atropelar” a discussão da matéria. “O que ficará de hoje é aqueles que estão tentando votar de forma açodada e aqueles que estão querendo preservar o debate. Tem gente que está votando a favor porque quer ver esta comissão instalada agora no final do ano. É preciso, antes, que haja debate com a população brasileira”, disse o deputado Júlio Delgado (PSB-MG).

Também integrante da base aliada, o PSD disse que se posicionava favorável à admissibilidade da proposta, mas que na Comissão Especial iria questionar pontos da proposta. “Estamos votando para que esta discussão de mérito vá para o foro competente que é a comissão especial. Embora esteja votando pela constitucionalidade da matéria quero dizer que discordo de vários pontos da proposta. Retirar desta reforma, parte da segurança pública, pelo menos neste momento, é algo que eu não consigo entender”, disse o líder do partido, Ronaldo Fonseca (DF).

Por volta da 19h40, o relator deixou a reunião do colegiado após receber a notícia do falecimento da sua sogra. A saída de Moreira da reunião foi apontada pela oposição como mais um motivo para o encerramento dos trabalhos. “Estamos indo na contramão das tradições desta casa, ontem morreu um deputado e hoje a sogra do relator. Com isto, deveríamos por coerência, retirar a matéria de pauta. Mas o governo quer acelerar esta votação, que é uma votação açodada”, disse o vice-líder da minoria, Paulo Teixeira (PT-SP).

A reunião da CCJ foi marcada por protestos de manifestantes, entre eles policiais civis, rodoviários e federais, contrários à PEC. Pela proposta encaminhada pelo governo, essas categorias deixam de se aposentar de maneira especial, pois revoga a atividade de risco e as submete ao sistema geral.

Apresentada na semana passada pelo governo, a reforma da Previdência estabelece a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem e tempo mínimo de contribuição de 25 anos. Essa regra valerá para homens com idade inferior a 50 anos e mulheres com menos de 45 anos. Haverá um fórmula de cálculo progressiva e proporcional ao tempo de contribuição, sendo que as aposentadorias não serão inferiores a um salário mínimo.

Atualmente, as mulheres podem pedir a aposentadoria com 30 anos de contribuição e os homens, após 35 anos de trabalho. Para receber o benefício integral, é preciso atingir a fórmula 85 (mulheres) e 95 (homens), que é a soma da idade e do tempo de contribuição.

Embora a idade mínima seja de 65 anos na proposta, a regra poderá ser alterada automaticamente a depender a expectativa de vida do brasileiro, elevando assim esse teto mínimo.

Cinco pessoas são presas acusadas de tráfico de drogas em Senhor do Bonfim

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Em situações diferentes, cinco pessoas foram presas acusadas de tráfico de drogas no município de Senhor do Bonfim, no centro norte baiano, na última semana. O O coordenador da 19ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), de Senhor do Bonfim, delegado Felipe Neri Neto, anunciou, nesta segunda-feira (12), que policiais da unidade efetuaram as prisões.

Nove quilos de maconha foram apreendidos, na quarta-feira (7), com Júnio Pereira Duarte, de 32 anos, num imóvel usado como ponto de venda de drogas. Ele foi autuado em flagrante por tráfico.

Ainda na quarta, Fillipe Amario Feliciano de Sá, 22, Itamara Raquel Alves Pessoa, 23, Nívia Souza do Nascimento, 18 e Flávia Cristina Silva de Jesus, 22, foram flagrados tentando entrar na cadeia do Complexo Policial de Senhor do Bonfim, com uma porção de maconha escondida numa embalagem de margarina.

A droga, descoberta pelos policiais durante inspeção nos alimentos levados aos presos no horário de visita, seria entregue aos traficantes Ronicleiton da Silva e José Flávio da Silva. O grupo foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Conforme ascom / Polícia Civil.

Bocão News

CEF adia assinaturas dos contratos do Residencial Mairi

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Foto Ilustrativa

A Secretaria de Desenvolvimento e Igualdade Social (SEDIS) informa aos contemplados com as casas do residencial Mairi/Programa Minha Casa Minha Vida, que a assinatura dos contratos marcada para os dias 13 e 14 de Dezembro está cancelada. A Caixa Econômica Federal que é o banco financiador do Residencial Mairi, teve problemas na impressão dos 887 contratos precisando refazer todo o trabalho. Assim que a CEF normalizar a situação, a SEDIS volta a informar aos contemplados as novas datas que serão disponibilizadas.

Ascom

 

AMMPLA aciona SETRANVASF para manter gratuidade de idosos e deficientes no transporte de Petrolina-PE

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A Autarquia Municipal de Mobilidade de Petrolina (AMMPLA), através de seu representante jurídico, protocolou nesta segunda-feira (12) um mandado de segurança contra o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo do Vale do São Francisco (Setranvasf)  para garantir que a Lei n° 1.974/2007 seja cumprida e garantida a acessibilidade para deficientes, idosos entre 60 e 65 anos.

A medida foi adotada pelo município após o Sindicato suspender, desde o dia 11 de dezembro, o direito de gratuidade ao transporte público para idosos com menos de 65 anos e para pessoas com necessidades especiais. O secretário-executivo de acessibilidade, Marcos Souza Conceição, também acompanhou o procurador-geral na entrega do documento. O secretário acrescentou que é uma determinação do prefeito Julio Lossio que o município continue buscando todos os recursos possíveis para continuar garantindo os direitos da população com deficiência.

Odebrecht demite mais de 100 mil em 3 anos

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Enquanto pipocam vazamentos do conteúdo de delações de 77 executivos da Odebrecht sobre esquemas de corrupção que atingem a elite da classe política brasileira, os empregados da empresa convivem com outra dura realidade: o desemprego. Na semana passada, diversos executivos foram informados que o número de funcionários da companhia já está abaixo dos 80 mil. Isso significa que mais de 100 mil foram demitidos ou pediram demissão nos últimos três anos, quando o quadro de funcionários chegou ao seu auge. Se levado em conta o período da Lava Jato, no fim de 2014, a companhia foi reduzida à metade em número de funcionários.

Somente neste ano foram cerca de 50 mil demissões, sendo que boa parte feita pela construtora Norberto Odebrecht. A explicação é que muitas obras acabaram e não há novos contratos para realocar pessoal. A culpa não é somente da Lava Jato, que fez o grupo mergulhar em uma crise financeira. Pesaram ainda a recessão econômica no Brasil, que reduziu os investimentos de forma generalizada, e a queda nos preços mundiais do petróleo, que atingiu a economia de vários países onde a Odebrecht atua, como Venezuela e países da África.

No Brasil, na metade do ano, o grupo ainda mantinha um efetivo grande para terminar as obras ligadas à Olimpíada do Rio, mas a maior parte foi demitida ao fim do processo. No setor de rodovias, onde além de construtora a empresa é investidora, as obras de algumas estradas, como a da BR-358, foram paralisadas por falta de financiamento.

Os bancos em geral se fecharam ao crédito novo e de longo prazo para as empresas envolvidas nos escândalos de corrupção da Lava Jato. Mas o maior baque foi o congelamento de novos empréstimos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A decisão do banco de desenvolvimento não só inviabilizou alguns projetos no Brasil, como também atingiu as obras do grupo no exterior, já que cerca de R$ 5 bilhões em financiamentos para países que haviam contratado empresas brasileiras para as obras foram afetados. Alguns governos decidiram desacelerar as obras em razão da falta de financiamento. Na Venezuela, obras como a da hidrelétrica de Tocoma e a da ponte sobre o rio Orinoco estão em ritmo lento.

O caso mais emblemático no País foi o da Sete Brasil, criada para gerenciar a contratação de sondas para o pré-sal. O BNDES vetou o financiamento de longo prazo da Sete depois que a empresa foi envolvida nas investigações de corrupção sob acusação de pagamento de propina pelos estaleiros para a obtenção de contratos.

A consequência se deu para os próprios estaleiros, já que a Sete, sem dinheiro, suspendeu os pagamentos. Entre os estaleiros estava o Paraguaçu, do grupo Odebrecht em parceria com as empreiteiras OAS e UTC e o sócio japonês Kawasaki. No ano passado, quase 10 mil pessoas que trabalhavam nas obras do estaleiro foram dispensadas e a companhia está afundada em dívidas.

Para o próximo ano, se as obras continuarem se esvaindo ou mesmo que fiquem apenas estabilizadas, a expectativa é que o número de funcionários continue em queda. Somente a Odebrecht Ambiental, já vendida ao fundo Brookfield, tem 6 mil funcionários que sairão da folha de pagamentos do grupo assim que os órgãos reguladores aprovarem a operação. A empresa não quis fazer comentários.

Faturamento. A queda do número de funcionários, que fechou 2015 em 128 mil e agora está inferior a 80 mil, deve se refletir também no recuo do faturamento da empresa, segundo alguns banqueiros que acompanham o desempenho da companhia. A última vez que a Odebrecht teve 80 mil funcionários foi em 2008 e, naquela época, o grupo faturava R$ 41 bilhões por ano. Agora a receita está em R$ 126 bilhões, mas a expectativa é que caia em função da diminuição do volume de contratos de obras e na medida em que empresas do grupo forem sendo vendidas.

A construtora faturou em 2015 cerca de R$ 33 bilhões, não considerando o efeito do câmbio naquele ano. Com a variação cambial, esse número superou R$ 50 bilhões. A carteira de projetos da construtora continua sendo bastante significativa, girando em torno de US$ 30 bilhões, mas está em queda comparada a de anos anteriores, quando atingiu US$ 35 bilhões.

A expectativa é que a assinatura do acordo de leniência, feita há duas semanas, possa ajudar a estabilizar a empresa financeiramente. Além disso, o acordo impede que companhia seja considerada inidônea, o que permite a participação da empresa para licitações no Brasil.

Estadão

Facape recebe ciclo de palestras que discute a corrupção

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A Faculdade de Ciência Sociais e Aplicadas de Petrolina (Facape) leva para o ambiente acadêmico uma discussão que vem tomando conta de todo o país: a corrupção. A Faculdade e a Polícia Federal (PF) são parceiras do I Ciclo de Palestras do Vale do São Francisco em alusão à Perícia Criminal e ao Combate à corrupção, evento promovido pela Associação Nacional dos Peritos Criminais (APCF) que acontece, gratuitamente, no dia 16 (sexta-feira) de 8h30 às 12h no Auditório da Faculdade.

O evento será aberto com a palestra “O papel da perícia criminal na operação Lava Jato”, ministrada pelo perito criminal Audrey Jones de Souza e em seguida haverá formação de mesa redonda para o debate sobre os assuntos levantados durante a apresentação do palestrante. O Ciclo de Palestras é um momento para marcar também duas datas importantes: o 4 de dezembro, Dia do perito criminal e 9 de dezembro, Dia de combate a corrupção.

O momento é dedicado a estudantes universitários, agentes da PF, peritos criminais e pessoas interessadas em discutir e se aprofundar na temática.

Ascom Facape.

Juazeiro-BA: UBS do bairro Antônio Conselheiro está nas mãos de assaltantes e vândalos, diz leitor

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Um leitor do Portal Preto no Branco, que preferiu não se identificar, entrou em contato com a nossa redação e denunciou a situação de abandono em que Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Antônio Conselheiro em Juazeiro-BA se encontra.

A unidade  fica atrás do Centro de Atenção Integral a Criança e ao Adolescente (CAIC), e de acordo com informações do leitor,  vem sendo constantemente alvo de arrombamentos. Só nos últimos 15 dias  foram dois assaltos.

Diante das ações, os profissionais de saúde ficam sem realizar os atendimentos e a comunidade fica desassistida. “As crianças adoecem e ficam sem atendimento. As vacinas da minha filha estão todas atrasadas. A gente chega às 6h para esperar o posto abrir e encontramos o local assaltado”, declarou o leitor.

A falta de Guardas Municipais e iluminação no local, vem facilitando as ações dos assaltantes e vândalos. Nas fotos enviadas pelo leitor, podemos perceber que além de segurança,  faltam manutenção e limpeza na UBS.

O Portal Preto no Branco já entrou em contato com a Prefeitura informando sobre a reclamação dos moradores do bairro, e espera que a situação seja resolvida o mais breve possível.

Veja  fotos do local:

 

Laboratório do HU-Univasf adquire novos equipamentos que proporcionarão mais agilidade e segurança nos atendimentos

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O Hospital da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf) vem executando uma série de ações que vem promovendo melhorias significativas na unidade. Recentemente, o Laboratório de Análises Clínicas fez a aquisição de uma série de materiais e equipamentos para a coleta de sangue.

Entre os materiais adquiridos estão os escalpes para coleta a vácuo que fazem com que o sangue flua para o tubo na quantidade correta para a análise laboratorial. Anteriormente, o material coletado era armazenado no tubo através da manipulação da seringa o que aumentava o risco de contaminação.

Um problema recorrente em postos de coleta e a dificuldade para “achar a veia” do paciente através do toque, o que muitas vezes provoca mais de uma perfuração e gera incômodo e transtorno. Em ambientes hospitalares esse problema se agrava devido ao quadro de saúde debilitado em que os pacientes se encontram. Agora, os profissionais do HU-Univasf terão à disposição um aparelho de ponta para a realização desse trabalho.

O equipamento, que custa entre 15 e 20 mil reais, emite uma luz infravermelha que permite analisar e visualizar a vascularização facilitando o procedimento de coleta de sangue. Segundo a chefe da Chefe de Unidade do Laboratório de Análises Clínicas do HU-Univasf, Cristina Lumi Fukagawa, é mais comum a utilização deste aparelho em unidades ambulatoriais.  O HU é o primeiro hospital público da região a utilizá-lo no serviço direcionado aos pacientes internados.

“Estamos trazendo novos serviços de qualidade no atendimento, para dar mais conforto, rapidez e segurança ao paciente. A chegada da Ebserh vem proporcionando esta evolução. Até então, coletávamos tudo na seringa. Hoje estamos implantando materiais que costumam estar presentes apenas no serviço privado. ”, afirmou, Lumi Fukagawa.

Ascom