Terça Cultural mostra arte e revela que o Arco da Ponte precisa ser cuidado.

Terça Cultural mostra arte e revela que o Arco da Ponte precisa ser cuidado.

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Uma terça de cinema, poesia e o melhor da música local e autoral mostraram que Juazeiro gosta e sabe fazer cultura.

A primeira Terça Cultural, projeto da Secretaria de Cultura Municipal e Juventude (SECJU), que aconteceu ontem (17), contou com um público significativo para um dia de semana. O espaço do Arco da Ponte ficou repleto de um público, principalmente de jovens, que estão ganhando cada dia mais os espaços da cidade para produzir arte.

Na programação de abertura do projeto foi exibido o filme “Das Dores da Penitência”, de Wellington Monteclaro e o poeta Antônio Ribeiro (Veinha), mostro o seu trabalho.

A expressão musical foi de Maria Érica, Andrezza Santos, Banda Alterados e Banda Semivelhos, que mandou um som autoral.

Um dos objetivos do “Terça Cultural”, além de promover uma mostra competitiva é revelar talentos, apoiar a produção cultural e oferecer um opção de lazer à população.

“Estamos surpresos com o público presente nesta abertura, o que já demonstra o sucesso do projeto, um anseio dos artistas e também da população”, afirmou o secretário de Cultura e Juventude, Donizete Menezes.

Ainda segundo o Secretário, toda uma estrutura foi pensada para o Arco da Ponte, oferecendo conforto e comodidade para o público e os artistas. De fato. A estrutura para apresentação atendeu as expectativas, mas o espaço, que de uns tempos para cá vem sendo palco para muitos projetos culturais, está mal cuidado e necessita urgente de uma mínima intervenção por parte do poder público. Não seria um grande investimento para a Prefeitura fazer alguns reparos na área, padronizar ( pelo menos) a cor dos quiosques que existem por lá, quem sabe plantar grama, por um pouco mais de verde e luz no espaço. Não sairia caro.

O projeto “Terça Cultural”será realizado até o início de junho, sempre as terças, com encerramento na Virada Cultural 2016, dentro das festividades do aniversário de Juazeiro.

Quem sabe até lá o projeto não chame atenção da administração municipal a olhar para o espaço? Esse seria um bom legado que a ocupação cultural deixaria para aquela área. E daí poderia surgir mais vontade de ocupar outros espaços da cidade que também estão precisando de arte e de cuidados.

Por Sibelle Fonseca

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