Com a divulgação do projeto de lei que autorizou o concurso público, em Casa Nova(BA), várias críticas foram feitas a diferença entre os salários das diversas categorias. Questionou-se o fato de que algumas categorias, consideradas de maior qualificação profissional, ganhariam menos do que outras de menor qualificação. Usou-se como exemplo, o fato de um professor aparecer com salário inferior ao de um pedreiro.
A assessoria da prefeitura informou, em nota, que o valor apresentado no documento (professor R$ 1.149,40 e pedreiro R$ 1.200,00) é referente às horas que serão trabalhadas. O professor trabalhará 20 horas semanais, enquanto o pedreiro prestará 40 horas.
Considerando as críticas injustas, o Secretário Carlos do Tigre se manifestou sobre o assunto.
Diz a nota: ” Para a prefeitura “uns poucos, que não querem se juntar à grande aliança”, criticam indevidamente por não querer entender que “os valores fazem referência à 20 horas para professor e 40 horas para as outras qualificações”.
Ainda na nota, uma crítica aos que “não perceberam que as eleições passaram e os palanques foram desarmados. A prefeitura deixa claro que “uns poucos”, “fizeram um estardalhaço pensando que o Povo de Casa Nova não entende quais objetivos eles perseguem. O povo entende tanto que já deu a resposta em outubro de 2016, nas urnas. ”
Abaixo a íntegra da nota:
Nota da Prefeitura de Casa Nova – Projeto Concurso
No início da semana (26/06), enviamos, com pedido de urgência, para apreciação e votação na Câmara de Vereadores um projeto de lei solicitando autorização para a realização de concurso público nas mais diversas áreas do funcionalismo municipal, que o prefeito ainda não sancionou.
Contemplamos a Educação, a Saúde e a Segurança. Queremos e vamos profissionalizar os serviços públicos oferecidos à população de Casa Nova e vamos exigir de nossos colaboradores o máximo de empenho para que estes serviços sejam cada vez melhores e no tamanho da demanda da população.
Ao mesmo tempo que a população de Casa Nova demonstra entender nossos propósitos; uns poucos, que não querem se juntar à grande aliança que promove a mudança, nos criticam por imaginária desvalorização do professor.
Não entendem ou não querem entender que os valores fazem referência à 20 horas para professor e 40 horas para as outras qualificações. Disso fizeram um estardalhaço, pensando que o Povo de Casa Nova não entende quais objetivos eles perseguem. O povo entende tanto que já deu a resposta em outubro de 2016, nas urnas.
Casa Nova, 29 de Junho de 2017
Carlos Alves Costa (Carlos do Tigre)
Secretário de Governo Prefeitura Municipal de Casa Nova
Governo da Mudança