Hospital Dom Malan, de Petrolina, emite nota sobre denúncia de negligência em parto

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(foto: reprodução/internet)

O Preto no Branco publicou nesta segunda-feira (11), a denúncia de uma leitora que alegou negligência do Hospital Dom Malan, de Petrolina, em realizar o parto de uma gestante.

Segundo Mitza Mesquita, sua prima, Flávia Félix, ficou 3 dias na sala de recepção do hospital aguardando atendimento. Mesmo com 6 dedos de dilatação e a bolsa ter estourado na madrugada de domingo, o parto foi realizado somente ás 13 horas da tarde deste dia. Mitza ressaltou que esteve preocupada com o estado de saúde de sua prima, tendo em vista que ela sofre de hipertensão e a negligência no atendimento do hospital poderia ter resultado em complicações no parto.

O Hospital Dom Malan/IMIP emitiu uma nota de esclarecimento afirmando que o parto da paciente foi conduzido de acordo com os protocolos preconizados pelo Ministério da Saúde, e que a paciente não deixou de ser assistida pelos médicos da unidade.

Nota de esclarecimento

O Hospital Dom Malan/IMIP de Petrolina informa que o parto de Flávia Félix foi conduzido de acordo com os protocolos do serviço, que são os mesmos preconizados pelo Ministério da Saúde. Em nenhum momento a paciente ficou desassistida e tudo ocorreu dentro do normal, sem nenhuma intercorrência. Mãe e bebê passam bem e aguardam vaga no alojamento conjunto.

O Hospital Dom Malan é referência de alto risco para uma demanda de 55 municípios e trabalha cotidianamente com uma taxa de ocupação de 150%. Somente no mês de outubro, por exemplo, foram realizados 9.576 atendimentos de urgência e emergência, 8.049 ambulatoriais, 624 partos e 600 atividades cirúrgicas.

Dentro da realidade difícil enfrentada pela saúde pública no Brasil, a unidade materno-infantil se esforça ao máximo para oferecer uma assistência resolutiva e de qualidade ao seu público.

Infelizmente, por conta da superlotação, nem sempre é possível proporcionar o atendimento mais rápido, a contento dos usuários e familiares, e por isso o hospital pede a compreensão de toda a população.

Da redação por Thiago Santos

1 COMENTÁRIO

  1. A mãe passa tão bem que até hoje, 13/12, não teve alta, devido às oscilações constantes na pressão.
    Obviamente, provocada pelas condições às quais fora submetida.
    Se fragilizar o emocional das parturientes faz parte dos protocolos do hospital e do Ministério da Saúde, creio eu, na minha vã ignorância, que precisa-se humanizar este atendimento. Toda prestação de serviço tem um custo, e este já foi pago antecipadamente, no gigantesco fardo tributário que arrastamos.
    O descaso ali é total.

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