Na tarde de hoje (21) a redação do PNB foi procurada por uma estudante e funcionária pública de 20 anos, que acusa um homem de ter agredido a ela e a uma amiga, em um bar no bairro Alto do Cruzeiro, em Juazeiro.
De acordo com a jovem, no último sábado (19) ela e um grupo de amigas estavam no bar, quando perceberam que um homem as observava, mudando de mesa algumas vezes.
Quando a jovem levantou-se para fazer uma foto, ele se aproximou e ficou por trás dela, empurrando-a. Ela reagiu perguntando qual a sua intenção e, como resposta, recebeu um soco no rosto e um chute na perna. Uma das amigas que fazia parte do grupo, tentou intervir e também foi agredida pelo homem com um soco no nariz.

Os seguranças do bar prenderam o acusado no banheiro até que a polícia chegasse, contou a estudante. Quando os policiais chegaram, o agressor e as vítimas dividiram a mesma viatura e foram encaminhados à delegacia de polícia.
Feridas, as duas mulheres foram ouvidas e fizeram exame de corpo de delito, sendo liberadas por volta das nove horas da manhã do domingo. O acusado de agressão foi liberado bem antes, como contou a vítima.
” É revoltante. Nada aconteceu com ele que nos agrediu gratuitamente, usando sua força para nos intimidar. Ele não ficou preso e saiu livremente da delegacia depois de nos agredir e nos fazer passar por um grande constrangimento”, disse a jovem.
Ela ainda informou que não conhecia o agressor e somente na delegacia soube do seu nome. O acusado, Cláudio Roberto Lúcio da Silva, conhecido como “galego das caçambas”, tem 46 anos, é casado e mora no bairro João XXIII, em Juazeiro.
” Esse é um caso de violência contra à mulher. Apanhamos pela nossa condição de mulher. Não conhecíamos este homem e ele nos intimidou, agrediu fisicamente, sem motivação alguma. Estamos tomando nossas providências. Esse absurdo não pode e nem vai ficar por isso mesmo. Ele tem que ser responsabilizado por este ato absurdo. Queremos justiça”, disse a estudante.
A jovem disse também que procurou a Deam – Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, mas foi informada que apenas os casos de violência doméstica são investigados pela instituição.
A Polícia Civil deverá adotar as medidas cabíveis. O caso também foi encaminhado ao Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher.
Da Redação



E esses policiais que liberaram o agressor?
Cara Maria, a realidade dos fatos não condiz com esse relato, as vitimas em questão foram liberadas as 04:40h para irem para suas residencias e retornarem depois das 08:00h para realizar o exame de lesões corporais pois as guias lhe foram entregues na madrugada, sendo que as mesmas dissserram que não iriam para casa e que iriam esperar na delegacia para fazer o exame, sendo que o agressor foi ouvido por volta das 07:00h e liberado, por se tratar de um TCO que não cabe a prisão do mesmo. isso sim foi o que aconteceu.