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(fotos arquivo pessoal)
Com as chuvas que caíram nesta quinta (22) e sexta-feira (23), no município município de Juazeiro, no Norte da Bahia, moradores do bairro Santo Antônio voltaram a enfrentar um problema antigo. De acordo com eles, por falta de pontos de escoamento, os alagamentos são constantes nos períodos chuvosos.
“O sistema de drenagem não dá conta. A água da chuva não tem para onde ir e acaba alagando tudo, com apenas poucos minutos de chuva. Além disso, as bocas de lobo estouram e os esgotos transbordam. Os moradores nem podem sair de casa e essa situação só estabiliza 3 horas após o fim da chuva. Precisamos de uma solução urgente”, reclamou a moradora da travessa São Miguel, Suilla Laissa.
A moradora da rua Toufic Nicola Khoury, Naise Lorena, também reclamou da situação. De acordo com ela, desta vez, o alagamento das ruas atingiu um nível alto e a água invadiu as residências.
“Não aguentamos mais. Toda chuva um transtorno pior. O Sindicato dos trabalhadores rurais e as residências dessa e das ruas ao redor, foram tomadas pela água da chuva, causando prejuízos para nós, moradores”, declarou.
Em janeiro desde ano, o PNB fez uma matéria sobre o problema de escoamento da água da chuva no bairro. Na ocasião, a moradora Luciana Leda informou que o problema acontece há mais de 12 anos.
Ainda de acordo com a moradora, apenas um ponto de escoamento, com uma saída de 30 cm, recebe escoamento de sete ruas, mas a única via não está comportando.
Segundo informações apuradas pelo PNB, alguns moradores já entraram com uma ação judicial contra a gestão municipal e um empresa de telecomunição, com sede no bairro. Uma perícia feita no local por um engenheiro civil mostra que a tubulação para escoamento de água pluvial, da rua Toufic Nicola Khoury, foi reduzida de 60 cm para 30 cm. A redução do único ponto de escoamento de água do local teria sido provocada por uma intervenção da empresa de telecomunição, de acordo com os moradores.
O laudo aponta ainda que os alagamentos representam risco e degradação dos imóveis e risco para a saúde dos moradores. Ainda de acordo com a perícia, “o ponto que sofre com o alagamento está em uma região de vale, com cota mais baixa que as demais ruas que se comunicam com ele, já despertando desde o início a necessidade de um sistema mais eficiente (como exemplo, um maior diâmetro da tubulação) para escoamento destas águas.
O engenheiro civil que realizou a vistoria, apontou ainda três medidas iniciais que poderiam solucionar o problema, são eles: aumento do diâmetro da tubulação, colocação de mais pontos de coletores e ligação em outra rede de drenagem. (Relembre)
Porém, na ocasião, o Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE), afirmou, que “os constantes alagamentos em alguns pontos, se dá justamente pelo fato da chuva arrastar o lixo, dificultando o escoamento da água”. (Reveja)
O PNB vai encaminhar novamente as reclamações para o SAAE.
Da Redação




O ex prefeito Paulo Bomfim tinha conhecimento e nada fez. P diversas vezes levei ao conhecimento dele , ele dizia vou fazer, vou resolver o problema é nada.
Um absurdo os moradores do bairro Santo Antônio no centro de Juazeiro, conviverem com esse problema simples de resolver há anos, muita incompetência da Prefeitura e SAAE, os moradores prejudicados precisam processar os órgãos competentes!
A prefeitura e o SAAE responsáveis pela manutenção e melhorias da rede coletora não demonstram nenhum interesse em resolver o problema que aliás é do conhecimento deles a anos.
Arrecadam com iptu e taxas pra deixarem vários moradores dessas casas sofrendo com o descaso…
O responsável pela Defesa Civil de Juazeiro visitou a rua Sebastião Pereira Paulo a convite do presidente do sindicato e também nada foi providenciado até o momento…
Prefeitura de Juazeiro e SAAE essa providência é pra ontem! Precisa de uma intervenção urgente!!!
Não dá mais pra ficar inerte, com desculpas e com o descaso habitual de vocês.
Excelente matéria, resume bem o nosso problema que existe há mais de 20 anos, e a cada dia que passa sem solução a situação se agrava. De forma presencial falamos com a diretora do SAAE – Josilene, e posteriormente com a Prefeita Suzana, expomos o problema e até o momento nenhuma solução. Confirmando, existe sim, uma ação judicial impetrada por nós moradores locais.