“Nem o tempo será capaz de calar a tua voz”, por Wilson Duarte

A saudade,
Ah a saudade!
Como dói
Como rói
As estruturas da nossa alma
Frágil, no choro a sós
Jean, Meu amigo, meu irmão, meu rapaz
Permanecerás entre nós
Pois nem o tempo será capaz
De calar a tua voz!

Teus timbres, teus dons
Seus personagens, seus tons
Imortalizaram seus sons
E tu permanece entre nós
Meu amigo, meu irmão, meu rapaz
Não nego a falta que você faz
Mais nem o tempo será capaz
De calar a tua voz!

Imortal,
Não é blasfêmia, é real
Imortal, vivo entre nós
Meu amigo, meu rapaz
Nem o tempo será capaz
De calar a tua voz!

Soem as trombetas
Da chegada triunfal
Numa rádio celestial
Pois o céu ganhou uma voz
Por aqui soltem as vinhetas
Que o faz vivo, entre nós
Siga em paz, meu rapaz,
Por aqui nem o tempo será capaz
De calar a tua voz!

Descanse em paz, Jean
Por aqui deixaste um fã
Nos encontraremos num amanhã
Quando o tempo chegar também pra nós
Mas, meu amigo, meu rapaz
Descanse em paz
Porque por aqui nem o tempo será capaz
De calar a tua voz!

 

Wilson Duarte, radialista

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