“Ficamos expostos”: professora questiona riscos de processo de desinfecção realizado em escola de Juazeiro, com a presença de funcionários e alguns professores na instituição; Seduc responde

"Ficamos expostos": professora questiona riscos de processo de desinfecção realizado em escola de Juazeiro, com a presença de funcionários e alguns professores na instituição; Seduc responde

Em contato com o Portal Preto no Branco, a professora da rede municipal de Juazeiro, no Norte da Bahia, Rita de Cássia Alves Rodrigues, demonstrou preocupação com o processo de desinfecção realizado na Escola Judite Leal Costa. De acordo com a educadora, a sanitização da instituição foi realizada com a presença de funcionários e alguns professores, que não estavam protegidos.

“Ontem (23) ao meio dia foram sanitizar a Escola Judite Leal Costa com funcionários e alguns professores, inclusive eu, dentro da escola. O profissional que aplicou o produto estava protegido, mas nós não estávamos. Ficamos expostos. O trabalhador que realizou o serviço, disse após 15 minutos, os alunos poderiam entrar na escola. Não deveriam aplicar o produto quando a instituição estivesse vazia, para não prejudicar a nossa saúde?”, questionou a educadora.

O PNB encaminhou o questionamento para a Secretaria de Educação e Juventude. Em resposta, a Seduc esclareceu que “o processo de desinfecção é realizado através da thermovaporização, que consiste no processo de lançar no ar micropartículas em forma de nevoa seca, pulverizando um desinfetante de uso geral e natural a base de terpenos (são substâncias produzidas naturalmente pelos vegetais), que elimina 99,99% dos microrganismos, fungos, bactérias e vírus presentes no ar dos ambientes. É importante ressaltar que esse processo não causa danos à saúde”.

Da Redação PNB

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