Arquivos anuais: 2021

Terceira etapa do Campeonato Baiano de Canoagem Velocidade acontece em Juazeiro neste domingo

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Com o apoio da Prefeitura Municipal, a Orla I de Juazeiro vai receber neste domingo (21), a 3ª etapa do Campeonato Baiano de Canoagem Velocidade. Promovido pela Federação Baiana de Canoagem (FEBAC) e pela Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), o início da competição está previsto para às 9h.

De acordo com o superintendente de Esportes da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes de Juazeiro, Joacir Oliveira, a cidade deve receber mais de 130 atletas durante a competição. “No final de semana nós vamos receber os principais atletas baianos de canoagem. É uma grande oportunidade para fomentar essa modalidade em Juazeiro e elevar, cada vez mais, a nossa cidade como um destino esportivo. Agradeço muito ao empenho da prefeita Suzana Ramos e do gestor da Seculte, Sérgio Fernandes, que vêm abraçando o esporte”, ressaltou Joacir.

A competição vai reunir provas das categorias Infantil, Menor, Cadete, Júnior, Sênior e Paracanoagem, masculino e feminino. A primeira etapa da Competição aconteceu em Itapetinga, no mês de agosto, e a segunda na cidade de Itaeté, no dia 14 de novembro.

Eneida Trindade – Ascom Seculte

Covid-19: Petrolina registra 186 novos casos; taxa de ocupação dos leitos de UTI está em 56%

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O boletim epidemiológico dessa sexta-feira (19) informa que, Petrolina voltou a ter 25 leitos de UTI disponíveis, destes, 14 estão ocupados, sendo seis com pacientes de Petrolina e oito com pacientes de outras cidades da região. Assim, a taxa de ocupação está em 56% no município.

O boletim traz ainda a atualização de pessoas infectadas, foram 186 novos registros. Dos casos positivos 75 são do sexo masculino, com idades de sete meses a 73 anos, e 111 do sexo feminino, com idades de três meses a 75 anos. Dos resultados, 183 foram obtidos por meio de exames realizados pela Prefeitura de Petrolina e três por meio de exames laboratoriais. Com isso, o município está com 35.189 pessoas já infectadas pelo novo coronavírus. Desse total, 33.030 já estão recuperadas, isso representa 93,9% de cura clínica.

Não há registros de óbitos. Assim, o município está com 577 óbitos em decorrência do novo coronavírus.

Outras informações

A Secretaria de Saúde também divulgou informações complementares sobre a pandemia em Petrolina.

– Casos investigados: 610 pessoas sendo monitoradas, há possibilidade de estarem infectadas.

– Casos por raça/cor: oito pessoas se declararam pretas; 156 pardas; oito brancas e 14 optaram por não declarar.

– Casos descartados: Até agora, 152.182 casos já foram descartados. As pessoas que foram testadas tiveram resultados negativos.

– Casos ativos: O município tem 1.582 casos ativos do novo coronavírus.

Outras informações sobre a pandemia podem ser conferidas no site: petrolina.pe.gov.br/coronavirus.

 

Débora Sousa – Ascom Sesau

Acontece neste sábado (20) lançamento do livro “Memórias do Povo de Terreiro: histórias da religiosidade de matriz africana no município de Juazeiro/BA”

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Valorizando a cultura e as tradições locais, será lançado neste sábado (20), Dia da Consciência Negra, às 17 horas, na Via Bossa Nova – Nord Haus, o livro “Memórias do Povo de Terreiro: histórias da religiosidade de matriz africana no município de Juazeiro/BA”.

A obra, elaborada pela escritora Ioná Pereira– Yalomifã, conta a história das atividades do Candomblé e da Umbanda no município de Juazeiro (BA), contribuindo com o reconhecimento, preservação e valorização das religiões de matriz africana, que são parte fundamental da construção da identidade e do patrimônio cultural do Brasil.

Tudo começou com a identificação de oferendas na área de instalação do Complexo Fotovoltaico Jacarandá, da Atlas Renewable Energy. Para além de conservar o local utilizado pelos terreiros próximos, dialogar com as lideranças e garantir o acesso e sinalização, a companhia foi mais longe.

“Todo o processo, desde a verificação da área utilizada pelos terreiros, ainda antes do início das obras, passando pelo diálogo com os líderes e, finalmente, a confecção deste livro, foi de muito aprendizado e enriquecimento cultural para todos nós. O respeito à diversidade e cultura é uma diretriz da qual não abrimos mão em nossos empreendimentos e estamos muito orgulhosos do resultado deste trabalho”, destaca Fernanda Abreu, gerente de ESG da Atlas Renewable Energy.

Durante o reconhecimento da área para a instalação do empreendimento, as equipes da Atlas identificaram a presença de oferendas em uma localidade. A companhia então iniciou os contatos com os terreiros da região, constatando a utilização da área, considerada sagrada, por 12 casas, sendo nove de candomblecistas e três de umbandistas. A partir deste momento, a Atlas, com apoio de suas consultorias, buscou as lideranças destas comunidades para entender a melhor maneira de conservar a área garantindo a continuação das atividades religiosas em absoluta harmonia com a instalação e a operação da usina solar.

Ioná Pereira – Yalomifã

Integrante do terreiro Unzó Congo Opó Mutalengunzo, Ioná é Mestra em Ecologia Humana e Gestão Socioambiental pela UNE e pós-graduada em Estado e Direitos dos Povos e Comunidades Tradicionais pela UFBA. Também é pós-graduada em Dança Educacional e Artes Cênicas pela Faculdade São Fidelis e Licenciada em Pedagogia pela ISESJT. Escritora, dançarina, atriz, coreografa e Terapeuta Holística, ela tornou-se uma referência para os povos e comunidades tradicionais na região norte do sertão baiano, graça a sua luta pelo o fortalecimento e a valorização da cultura e expressões da matriz africana e indígena no Brasil.

Sobre a Atlas Renewable Energy

A Atlas Renewable Energy é uma empresa de geração de energia renovável que desenvolve, constrói e opera projetos de energia renovável com contratos de longo prazo nas Américas.

No Brasil, a companhia possui usinas em diferentes estágios, desde a construção até a operação, nos estados da Bahia, Ceará e Minas Gerais.

O Complexo Fotovoltaico Jacarandá, localizado no município de Juazeiro (BA), tem uma capacidade instalada de 157 MW, energia produzida por mais de 450 mil módulos fotovoltaicos bifaciais. A área total do empreendimento, que emprega cerca de 600 pessoas, é de 364 hectares.

Mais informações: www.projetojacaranda.com.br e www.atlasrenewableenergy.com/pt-br/

Serviço:

Lançamento do livro “Memórias do Povo de Terreiro: histórias da religiosidade de matriz africana no município de Juazeiro/BA”
Endereço: Vila Bossa Nova – Nord Haus – Juazeiro, Bahia
Data: 20 de Novembro, sábado – Dia da Consciência Negra
Horário: 17h

Ascom

Com apoio da Prefeitura de Sobradinho, Polícia Civil realiza “DEAM Itinerante” na próxima quarta-feira (24)

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Com o objetivo de prestar atendimento especializado às mulheres vítimas de violência, o Projeto DEAM Itinerante estará em Sobradinho no dia 24 de novembro, próxima quarta-feira.

A ação é realizada pela Policia Civil da Bahia, através do Departamento de Polícia do Interior (DEPIN), em parceria com a Unibrás Juazeiro e do Centro de Treinamento de Tiro Prático –CTTP. O evento conta com o apoio da Prefeitura de Sobradinho, através das Secretarias de Assistência e Desenvolvimento Social (SEADS) e de Turismo, Cultura e Esportes (SETUC).

A prestação de serviços acontecerá na sede da SETUC, localizado no prédio da Biblioteca Municipal, das 9 às 16 horas. Além do atendimento às vítimas de violência doméstica, serão oferecidos serviços de ampliação da ventosa, massagem de drenagem linfática, auriculoterapia, orientação de enfermagem na gestação, prevenção às ISTs, aferição de pressão arterial, orientação nutricional, prevenção a hipertensão, saúde bucal, serviços de psicologia e assistência social.

“A Delegacia Itinerante vem para fazer um trabalho de conscientização no combate à violência doméstica, já que estamos identificando um considerável aumento de casos no município. Agradeço ao Prefeito Cleivynho Sampaio por apoiar esta ação que visa fortalecer o enfrentamento à violência contra a mulher e oferecer acolhimento as vítimas. Portanto, para coibir qualquer tipo de violência doméstica e familiar contra a mulher estaremos realizando esta ação que tem o compromisso de chamar a atenção da sociedade sobre um tema tão grave e tão recorrente em nosso país, além de fazer com que as mulheres reconheçam seus direitos e a importância do acesso aos canais de denúncia, como o disk 180, esse é o nosso principal objetivo,” declarou a Delegada Regional e Substituta, em Sobradinho, Lígia Nunes de Sá.

Ascom PMS

Para que serve o Dia da Consciência Negra? 

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A consciência é humana, então para quê comemorar a consciência negra? Infelizmente não é raro ouvir este questionamento que se mostra uma fala racista que tenta diminuir a importância do dia 20 de novembro, data escolhida em referência ao aniversário de morte de Zumbi dos Palmares, principal liderança quilombola do Brasil Colônia, comemorado desde a década de 1970 pelo Movimento Negro Brasileiro, e instituída pela Lei 12.519 de 2011 como Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. Por isso, no mês de novembro se intensificam os debates, eventos culturais e manifestações contra o racismo e em defesa dos direitos do povo negro, proporcionando uma tomada de consciência do que é ser uma pessoa negra e como o racismo afeta este povo.

Defender uma consciência humana é fechar os olhos para o racismo que desiguala enquanto seres humanos, porque biologicamente todos são humanos, mas politicamente e culturalmente as pessoas compõem uma diversidade de povos. O racismo inferioriza a partir da ascendência africana e das características físicas, desvaloriza a força de trabalho e a capacidade intelectual e produtiva de negros e negras.  

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os negros e negras representam 56,1% da população brasileira, no entanto, há pouca participação nos espaços econômicos e políticos, ocupados por pessoas brancas e ricas. Além disso, as pessoas negras são as mais desempregadas; representam mais de 60% da população carcerária, as crianças negras são as que mais ocupam abrigos, a fome está presente em 10,7% das residências habitadas por pessoas negras. Entre pessoas de cor branca, esse percentual foi de 7,5%, como aponta estudos da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional. Assim, falar em consciência humana é desconhecer a história, a escravidão e o sistema.  

A professora da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), em Juazeiro, e integrante do movimento Frente Negra do Velho Chico, Márcia Guena, expõe que “As principais vítimas de homicídio no Brasil são jovens negros, quase 80%. E o que é isso? Nós não somos 80% da população, nós somos 56%. Como é que somos 80% dos que morrem? Como é que as mulheres negras são as principais vítimas de feminicídio? Então, é preciso entender esse processo. Você só entende a partir de uma consciência histórica da compreensão do que foi a escravidão, dos impactos e da permanência da escravidão na manutenção no sistema”.  

A fala de Márcia reflete a importância da história, da análise dos dados estatísticos, e ainda mais do mês da Consciência Negra. Nesse sentido, a professora da UNEB em Senhor do Bonfim, Carmélia Miranda, afirma que “É só a gente ver os dados estatísticos para perceber como essa Consciência Negra é contemporânea e necessária. Nós não podemos fugir, nem escamotear essa Consciência Negra (…) precisamos demonstrar, mostrar que no Brasil ainda é gritante a desigualdade racial”.  

Diante a desigualdade racial é necessário medidas reparatórias sob a forma de políticas públicas afirmativas voltadas para a população negra. “Uma das mais importantes são as voltadas para educação, como a lei 10639 [de 2003] que obriga o ensino da Cultura africana e afro-brasileira nas escolas, porque ela mexe na base, na formação das pessoas, então a aplicação dessa lei é fundamental”, ressalta Márcia Guena.  

Ao concordar com a importância desse ensino nas escolas, Carmélia frisa “Estudar sobre a história e cultura afro-brasileira tem possibilitado a visibilidade, o reconhecimento e o auto reconhecimento da população negra, porque a partir daí ele [o/a estudante] vai conhecer a cultura, a história e as contribuições dos africanos para a cultura brasileira”.  

O povo preto na luta por dignidade  

Na região do Vale do São Francisco é possível destacar o Estatuto da Igualdade Racial e de Combate ao Racismo Religioso dos municípios de Juazeiro, com mais de 73% da população negra, e de Petrolina, com quase 70%. Ambos os estatutos foram aprovados em 2020, após mobilização de movimentos negros da região, como a Frente Negra do Velho Chico que vem realizando várias ações ao longo do ano, provocando o poder público para implementar políticas públicas.  

As universidades também contribuem para a afirmação do povo negro e luta por seus direitos, a exemplo do projeto de pesquisa da UNEB coordenado por Márcia Guena que colaborou para que as comunidades se reconhecessem enquanto quilombolas e buscassem seus direitos, assim, as comunidades Alagadiço, Barrinha da Conceição e Rodeadouro foram certificadas como quilombos pela Fundação Cultural Palmares. “E outras estão em vias de certificação como Curral Novo, e isso é muito importante, porque são comunidades que guardam tradição, cultura e elementos importantes da população negra”, destaca Márcia.  

Devido ao racismo, desvalorização e desigualdade, muitas pessoas negras não reconhecem a sua origem em função da violência secular que o povo negro sofreu e ainda sofre. Em um sistema racista que há mais de três séculos diz que as características físicas dos negros e das negras são feias, que demoniza a religião, que menospreza a cultura, ser negro não era, e infelizmente, em muitas situações ainda não é algo positivo numa sociedade branca. Além da teoria da eugenia, uma pseudociência que visava excluir elementos indesejados da sociedade a fim de “melhorar” geneticamente a população, influenciando leis de antimiscigenação, por exemplo, que vigoraram nos Estados Unidos até a década de 1970, proibindo casamentos interraciais e esterilizando mulheres latinas, negras e indígenas. Por isso, “É perfeitamente compreensível que essa negação fosse até uma estratégia de sobrevivência, e que aos poucos a população negra foi retomando, recuperando sua origem, sua ancestralidade”, explica Márcia Guena.  

Sobre se reconhecer negra, Carmélia fala que se assumiu negra a partir dos 25 anos, após pesquisar e estudar sobre a população negra e as comunidades quilombolas, pois a sociedade sempre se distanciou dessa população. E Márcia relata que o seu reconhecimento enquanto mulher negra se deu no confronto ao racismo sofrido aos 20 anos em São Paulo. “Eu participei do Núcleo de Consciência Negra da USP, daí fui entender os processos violentos daquela cidade, da universidade embranquecida, com poucos negros. Pude entender a violência que eu vinha sofrendo e passei a valorizar então alguns elementos da minha estética, e usar uma roupa mais ligada à cultura negra”, relembra Márcia.  

Com os relatos dessas mulheres negras, professoras e militantes, percebemos o quanto é importante o Mês da Consciência Negra para debater sobre racismo, direitos das pessoas negras, valorizar a cultura e dar voz a este povo tantas vezes silenciado, despertando o reconhecimento e a consciência negra. O debate gera conhecimento e, só assim, é possível mudar este cenário de racismo e violência que o povo negro vive todos os dias.

Eixo Educação e Comunicação/ Foto: Divulgação

Destaques do Festival Sabores de Juazeiro valorizam apoio do Sebrae

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Passadas duas semanas do encerramento do Festival Sabores de Juazeiro, o evento ainda repercute entre os amantes da culinária e mantém clima de celebração entre os empresários do segmento, que ainda comemoram os efeitos positivos oriundos da vitoriosa iniciativa.

Cinco empresas distintas do segmento culinário, Café Cremoso Artesanal, 13 Burguer, O Rei do Caldo, A Nordestina Delivery e Dog Gourmet do Vale, foram laureadas como Destaques na primeira edição do festival, nas especialidades sobremesas, lanches, caldos, pratos típicos e sanduíches artesanais.

Com apenas quatro meses de atuação no mercado, fundado em 14 de junho de 2021, o Café Cremoso Artesanal é fruto do trabalho cooperativo da pedagoga Gláucia e da graduanda em Licenciatura da Comunicação, Débora. Para elas, “além de motivo de muito orgulho, a premiação foi um divisor de águas na curta trajetória da empresa, que foi ganhando conhecimentos e experiências ao longo das oficinas e palestras do Sebrae”.

Maraline Carvalho, da lanchonete 13 Burguer, registra que o festival proporcionou à sua empresa maior visibilidade entre os concorrentes. Segundo ela, a busca por seus produtos nas redes sociais “produziu um exponencial incremento na conquista de novos clientes”.

A visibilidade foi o mesmo indicativo de ganho para sua empresa no pós-festival, citado por Gleiciane Alves da Silva, proprietária de A Nordestina Delivery. “Para nós, o retorno que agregamos à nossa empresa com a participação no festival, foi muito acima do esperado”, atestou a empresária.

Outro destaque, o empresário Jorge Augusto Souza Menezes, do Dog Gourmet do Vale, elogiou o projeto do festival, que, no seu entendimento, “veio para ficar”. Quando ao prêmio, Menezes destacou a importância do reconhecimento. “Ter o meu trabalho reconhecido foi muito importante, mas confesso que fui surpreendido pela escolha”.

Tradicional point culinário, o Rei do Caldo integra a paisagem da cidade de Juazeiro há 25 anos, recebendo notívagos em busca de uma boa comida reparadora, desde que os primeiros raios de sol começam a iluminar o Velho Chico. Para o empresário Ricardo Reis da Silva, que há apenas cinco assumiu o negócio, o maior desafio é manter a qualidade de um produto que é referência em Juazeiro e no Vale do São Francisco.

“Todos nós que fazemos o Rei do Caldo, nos sentimos orgulhosos com o reconhecimento recebido e quero aproveitar para parabenizar o Sebrae pela iniciativa, que impulsionou em boa hora o nosso segmento, promovendo renda e emprego para o setor”.

Evento pioneiro da gastronomia local, o Festival Sabores de Juazeiro foi promovido pelo Sebrae em parceria com a Prefeitura, Sindicato Patronal dos Meios de Hospedagem e Alimentação do Município (SINDHAJ) e apoiado pelo aplicativo pede.ai.

Agência Sebrae de Notícias Bahia

Acontece neste sábado (20), a Terceira Edição da Feira na Vila, em Petrolina

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Acontece amanhã (20), das 17 às 21 horas, na entrada do Condomínio Sol nascente, bairro Jardim Universitário, em Petrolina, a Terceira Edição da Feira na Vila, com expositores de artesanato e gastronomia.

Na programação, atrações musicais, recreativas e troca de saberes.

A primeira Edição da Feira na Vila aconteceu em  Abril de 2019, na Praça Esperança no Bairro Vila Eduardo. O evento acontece duas vezes por mês, durante o ano inteiro, em bairros diferentes.

” Nosso objetivo é tirar de casa pessoas com inúmeras habilidades, desde o artesanato, a leitura do Cordel, comidas regionais, confecções. A Feira na Vila não é uma feira só artesanato, ela tem uma variedade, são muitos segmentos, vários profissionais liberais, informais e autônomos. Este é nosso foco, gerar renda indistintamente!” informou a coordenação do evento.

Redação PNB

 

Última parcela do “Auxílio Emergencial Cultural Afonso Conselheiro” será pago na próxima segunda-feira (22)

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Na próxima segunda-feira (22), será iniciado o pagamento da terceira e última parcela do “Auxílio Emergencial Cultural Afonso Conselheiro”, uma iniciativa que prevê o apoio financeiro aos trabalhadores do setor cultural em situação de vulnerabilidade social, com o objetivo de atenuar os efeitos da crise econômica causada pela pandemia do coronavírus.

Ao todo, o município de Juazeiro vem pagando o benefício a 349 artistas e trabalhadores da cultura, com o auxílio de R$ 900, dividido em três parcelas. Um investimento de R$ 360 mil em recursos próprios do município.

Para receber o benefício, os artistas já contemplados devem procurar a agência do Banco SICREDI, das 8h às 15h, portando um documento de identificação original com foto. A unidade bancária está localizada na Rua José Petitinga, bairro Santo Antônio.

Mais informações na Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (Seculte), através do telefone (74) 3613-0654.

Redação PNB, com informações Ascom/ Seculte

Vacinação contra Covid-19 segue neste sábado (20) em Juazeiro; confira programação

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Neste sábado (20), haverá plantão de vacinação contra Covid-19, em Juazeiro. Os adolescentes de 12 a 17 anos precisam realizar agendamento na plataforma vacina.juazeiro.ba.gov.br. Também haverá vacinação para as pessoas com 18 anos ou mais que ainda não iniciaram a imunização, além da aplicação da segunda dose e da dose de reforço.

Adolescentes de 12 a 17 anos agendados

Este público que ainda não recebeu a primeira dose deve realizar agendamento na plataforma. A vacinação neste sábado será nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) São Geraldo e Piranga. O horário é das 8h30 às 11h30. Serão 100 doses em cada unidade. É preciso levar RG, CPF, cartão SUS e comprovante de residência. Os adolescentes precisam estar acompanhados de pais ou responsáveis. Apenas adolescentes agendados receberão a vacina. O agendamento segue até o encerramento das doses

Repescagem- Público 18 anos ou mais

Quem tem 18 anos ou mais e ainda não tomou a primeira dose da vacina contra a Covid-19 deve buscar pelo Juá Garden Shopping. O horário é de 8h30 às 11h30. É preciso levar RG, CPF, Cartão SUS e comprovante de residência.

Segunda dose – Pfizer, Oxford/AstraZeneca e CoronaVac

A vacinação com a Pfizer será realizada na Uneb, das 8h30 às 11h30. A vacinação com Oxford e CoronaVac será no Auditório do Centro de Saúde III (bairro Angary), no horário das 8h30 às 11h30. É preciso levar RG, CPF, Cartão SUS, cartão de vacina e comprovante de residência. Por orientação do Ministério da Saúde, o prazo para a aplicação da segunda dose da vacina Pfizer foi reduzido para 8 semanas (56 dias).

Dose de Reforço (3ª dose)

A dose de reforço é destinada a idosos, residentes em Juazeiro, com 60 anos ou mais e que tenham intervalo de 6 meses em relação à última dose; profissionais de saúde ativos e lotados em Juazeiro e que tenham intervalo de 6 meses em relação à última dose; e imunossuprimidos que estejam com intervalo de 28 dias em relação à última dose.

A vacinação destes públicos será na Univasf, das 8h30 às 11h30. É preciso levar RG, CPF, cartão SUS, comprovante de residência e cartão de vacina. O trabalhador de saúde deve levar também o comprovante de vínculo empregatício atualizado (a exemplo do contracheque). Os imunossuprimidos também precisam levar original e cópia do laudo médico (a cópia ficará retida).

São considerados imunossuprimidos as pessoas com doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente a 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticóide e/ou ciclofosfamida; demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias; pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos 6 meses; neoplasias hematológicas e pacientes renais crônicos.

Redação PNB, com informações Ascom Sesau