Os pais da menina Beatriz Angélica, que foi assassinada no dia 10 de dezembro de 2015, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, foram barrados na manhã desta quarta-feira (12) por seguranças, na porta do auditório da Secretaria de Defesa Social, em Recife, onde acontecerá uma coletiva de imprensa para apresentar detalhes sobre o trabalho de identificação do suspeito do crime.
Representantes da Polícia Civil, Polícia Científica e Ministério Público de Pernambuco vão expor as provas técnicas do caso, que “foi solucionado com base em exames de DNA da arma do crime”. O acusado, identificado como Marcelo da Silva, 40 anos, está preso desde 2017 e responde por outros crimes.
A justificativa usada para impedir a entrada dos pais da menina foi a de que apenas a imprensa pode ter acesso a coletiva, e que os dois serão recebidos posteriormente. Porém, Lucinha afirmou que não sairá do local.
Após muito protesto, Lucinha e Sandro foram recebidos pelo Secretário Humberto Freire. Eles participam de uma reunião a portas fechadas. A coletiva de imprensa só deve ser iniciado após essa reunião.
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Da Redação PNB


