PNB

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Caso suspeito de intoxicação por metanol é descartado na Bahia

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Após suspeitas de novos casos de intoxicação por metanol em Feira de Santana, aSecretaria da Saúde da Bahia (Sesab) descartou as ocorrências neste domingo, 11. Os rumores surgiram após uma mulher ser internada, na última sexta-feira, 9, no Hospital Geral Clériston Andrade.

De acordo com a Sesab, os possíveis casos foram descartados, não havendo qualquer confirmação de intoxicação por metanol. Questionada sobre novas ocorrências no município, a secretaria afirmou ao Portal A TARDE que não há “nenhum novo caso confirmado”.

Outros casos já haviam sido descartados

Na última segunda-feira, 5, a Sesab também descartou outros três casos suspeitos de intoxicação por metanol no estado.

“A Bahia não registrou novos casos de intoxicação por metanol. Além dos sete casos confirmados em Ribeira do Pombal, outros oito foram notificados como suspeitos no estado, mas já foram descartados após investigação”, informou a secretaria.

 

A Tarde

Inpe confirma redução de desmatamento na maioria dos biomas em 2024

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O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) consolidou os dados do sistema de Monitoramento Anual da Supressão de Vegetação Nativa (Prodes) do ano de 2024 para todos os biomas brasileiros. A análise sobre as imagens dos alertas divulgados anteriormente confirmou a redução da supressão de vegetação natural na maioria dos biomas monitorados, em relação a 2023.  

Os dados consolidados apontam que entre os anos de 2023 e 2024 houve redução do desmatamento nos seguintes biomas:

Amazônia: 28,09%

Área não florestal na Amazônia: 5,27%

Cerrado: 25,76%

Mata Atlântica: 37,89%

Pampa: 20,08%

Os biomas Caatinga e Pantanal foram os únicos que apresentaram crescimento em relação às áreas que sofreram supressão da vegetação nativa. Os aumentos foram de:

Caatinga: 9,93%

Pantanal: 16,5%

De acordo com nota técnica divulgada pelo Inpe, somente é considerada supressão a remoção da cobertura da vegetação nativa, independentemente das características da vegetação e da futura utilização da área. As análises são feitas a partir de imagens de satélites das áreas com supressão, identificadas automaticamente e classificadas a partir dos índices de vegetação. Depois passam por interpretação visual.

Na avaliação da vice-coordenadora do Programa do Inpe BiomasBR, Silvana Amaral, a queda no desmatamento na maioria dos biomas brasileiros entre 2023 e 2024 corrobora a efetividade e a importância de políticas públicas de comando e controle, bem como de mecanismos regulatórios como acordos e termos de conduta firmados entre sociedade civil e setores de comércio e exportação de produtos agropecuários.

A consolidação dos dados do Prodes serve para a análise de tendências de médio e longo prazo do desmatamento no Brasil, de forma complementar aos resultados antecipados. São informações que dão subsidio à construção e implementação de políticas públicas ambientais.

 

Agência Brasil 

 

Usuários do TFD de Petrolina, em Recife, relatam problemas estruturais, sanitários e de segurança: “um espaço para pessoas doentes, mas não tem a mínima estrutura para isso”; Secretaria responde

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Usuários da casa de apoio para Tratamento Fora do Domicílio (TFD) mantida pelo município de Petrolina, em Recife, entraram em contato com a redação do PNB para relatar uma série de problemas estruturais, sanitários e de segurança no local, que deveria acolher pacientes em tratamento de saúde e seus acompanhantes. Segundo os relatos, a unidade funciona sem condições mínimas de dignidade, colocando em risco a saúde e a segurança de quem depende do serviço.

“Não tem saneamento básico. As mesas vivem cheias de fezes de pombo e não existe ninguém responsável pela limpeza da casa”, relatou uma usuária, que preferiu não se identificar.

De acordo com os usuários, a falta de higiene afeta diretamente a alimentação oferecida no local.

“Já aconteceu de colocarem ovo podre no cuscuz. Ninguém conseguiu comer”, afirmou outro paciente.

Ainda segundo os relatos, a oferta de alimentação é insuficiente.

“A janta é servida às 17h e, depois disso, não tem mais nada. Quem sente fome à noite fica sem comer”, disse um acompanhante.

Eles também relatam que a ajuda de custo ofertada é insuficiente.

“São apenas R$ 40 de ajuda de custo, sendo R$ 20 para o paciente e R$ 20 para o acompanhante. Esse valor não paga nem uma sopa”, reclamou.

Os usuários ainda apontam a falta de segurança no imóvel.

“Os portões, os muros e até as portas dos quartos não são seguros. Se uma pessoa mal-intencionada der um chute, consegue abrir”, afirmou.

Além disso, eles denunciam que medicamentos estariam sendo armazenados de forma inadequada.

“As caixas de insulina ficam misturadas com alimentos, o que é um absurdo”, destacou um dos usuários.

A estrutura dos banheiros também é motivo de preocupação.

“Tem fungo no chuveiro, porta quebrada, cano danificado e nenhuma estrutura para receber pessoas com deficiência”, relatou uma usuária.

Segundo ela, os riscos são ainda maiores para pessoas com limitações físicas.

“Minha tia é cega e quase se machucou aqui dentro por falta de acessibilidade”, contou.

Para os usuários, a casa de apoio não possui condições de receber pacientes em tratamento, especialmente pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.

“É um espaço para pessoas doentes, mas não tem a mínima estrutura para isso”, concluiu um dos relatos.

Encaminhamos o caso para a Prefeitura Municipal de Petrolina. Em resposta, a SESAU informou que “o serviço de Tratamento Fora de Domicílio (TFD) vem passando por melhorias contínuas, com o objetivo de oferecer mais conforto, dignidade e qualidade no acolhimento de pacientes e acompanhantes. Entre os investimentos realizados, destacam-se a aquisição de novos mobiliários e equipamentos, como aparelhos de ar-condicionado, móveis em geral, entre outros. Em relação ao horário da alimentação, a Secretaria esclarece que a Casa de Apoio segue normas e orientações técnicas e sanitárias, considerando que os usuários estão em tratamento de saúde e necessitam de cuidados específicos, garantindo uma rotina adequada, segura e saudável. Quanto ao valor disponibilizado aos pacientes e acompanhantes, trata-se de uma iniciativa do Município de Petrolina destinada exclusivamente a auxiliar no deslocamento entre o hospital e a Casa de Apoio. O recurso não é destinado à alimentação, uma vez que esta é ofertada integralmente no local. A Sesau destaca que está prevista para o primeiro semestre, a realização de uma ampla reforma na Casa de Apoio do TFD, com melhorias estruturais, reforçando o compromisso da gestão municipal com a qualidade do atendimento aos Petrolinenses”.

Redação PNB

CNU 2: MGI divulga resultado preliminar da avaliação de títulos

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) divulgou, na noite desta quinta-feira (dia 8), o resultado preliminar da avaliação de títulos da segunda edição do Concurso Nacional Unificado (CNU 2). O candidatos podem consultar os resultados na área do participante, no site do CNU da Fundação Getulio Vargas (FGV). O edital com o resultado também foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União.

Aqueles que não concordarem com a nota poderão entrar com recurso para revisão das avaliações a partir desta sexta-feira (dia 9) até a próxima segunda-feira (dia 12). Para isso, bastará acessar a área do candidato com o CPF e sena no Gov.br. Depois, o candidato deverá acessar o menu “Interposição de recursos”.

De caráter classificatório e não eliminatório, a prova de títulos é uma oportunidade para os candidatos de determinados cargos aumentarem sua pontuação mediante comprovação de formação acadêmica. De acordo com a carreira, os títulos podem representar 5% ou 10% da pontuação final.

A divulgação da nota preliminar da prova discursiva e a disponibilização do espelho de correção, por sua vez, estão previstas para 23 de janeiro, com prazo para apresentação de recurso entre os dias 26 e 27 do mesmo mês. A classificação final deverá ser publicada em 20 de fevereiro.

Calendário

Será realizado também entre os dias 9 e 12 de janeiro a reaplicação do procedimento de caracterização de deficiência, destinada aos candidatos que concorrem às vagas reservadas a pessoas com deficiência (PcD). No cronograma oficial do MGI, o procedimento ocorreu nos dias 13 e 14 de dezembro de 2025, mas falhas na plataforma de teleatendimento resultaram em nova convocação.

Os resultados preliminares da caracterização da deficiência serão divulgados no dia 15 de janeiro, na mesma data dos resultados da avaliação das autodeclarações das pessoas candidatas às vagas reservadas para pessoas negras, indígenas e quilombolas. O período de recursos para essa etapa será entre os dias 16 e 19 de janeiro.

O concurso

O CPNU 2, chamado de “Enem dos Concursos”, ofereceu 3.652 vagas em 32 órgãos do governo federal, sendo 3.144 para nível superior e 508 para nível intermediário.

De acordo com o MGI, 2.480 vagas são de preenchimento imediato e 1.172 vagas para provimento no curto prazo, após a homologação dos resultados​.

Extra

Família de idosa de 74 anos denuncia suposto descumprimento de decisão judicial por plano de saúde: “Minha mãe já poderia estar em casa”

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A família de uma idosa de 74 anos entrou em contato com o Portal Preto no Branco para denunciar um suposto descumprimento de uma ordem judicial por parte do plano de saúde responsável pelo atendimento da paciente. Segundo Lucivania Alves da Silva, filha de Francisca Alves da Silva, a mãe permanece internada em uma unidade hospitalar mesmo já estando clinicamente apta para receber alta, devido à falta de autorização do plano de saúde para a oferta do serviço de home care.

De acordo com a família, o retorno ao domicílio só pode ocorrer com segurança mediante acompanhamento domiciliar especializado, conforme prescrição médica e decisão judicial. Ainda assim, o plano de saúde FACHESF não teria autorizado o serviço, mesmo após determinação judicial para o restabelecimento do atendimento.

“Minha mãe já está apta para voltar para casa, mas ela só pode sair do hospital com segurança por meio do home care. Sem isso, ela não pode receber alta”, afirma Lucivania.

O home care consiste em um acompanhamento profissional realizado na residência do paciente, funcionando como uma extensão do atendimento hospitalar. O serviço conta com uma equipe multiprofissional, formada por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e fonoaudiólogos.

Segundo Lucivania, o hospital encaminhou ao plano de saúde, por e-mail, um relatório médico detalhado solicitando a autorização do serviço domiciliar, condição indispensável para a alta hospitalar.

“O plano respondeu dizendo que entraria em contato com a família, mas até agora ninguém nos procurou. Essa omissão está mantendo minha mãe internada”, relata.

Ainda conforme a família, Francisca Alves da Silva está acamada há cerca de 13 anos, em decorrência de graves sequelas deixadas por um aneurisma cerebral. Aos 74 anos, ela se alimenta por gastrostomia e depende integralmente de cuidados contínuos de saúde, prestados por uma equipe multiprofissional.

“Minha mãe precisa de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e fonoaudiólogos. Todo esse atendimento sempre foi realizado em casa”, explica a filha.

Antes do acionamento da Justiça, dona Francisca recebia assistência domiciliar por 12 horas diárias, custeada pelo plano de saúde. No entanto, segundo a família, o serviço foi reduzido de forma unilateral para apenas seis horas por dia.

“O plano simplesmente diminuiu o atendimento, colocando em risco o tratamento e a saúde da minha mãe”, relata Lucivania.

Diante da redução, a família ajuizou ação judicial solicitando a ampliação do serviço. O Poder Judiciário concedeu liminar determinando o restabelecimento imediato do home care por 12 horas diárias, com responsabilidade solidária do plano de saúde FACHESF e da empresa prestadora Home Care Medlar.

“O juiz determinou exatamente o que ela já tinha antes: 12 horas diárias de home care”, reforça.

Durante o período de acompanhamento domiciliar, dona Francisca apresentou intercorrências clínicas e foi encaminhada pela própria empresa de home care para internação hospitalar. Ela permaneceu cerca de dez dias em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e, posteriormente, foi transferida para um apartamento hospitalar.

“Minha mãe está internada desde o dia 16 de dezembro. Passou pela UTI, mas hoje já está estabilizada e apta para voltar para casa”, afirma a filha.

Mesmo com a liberação médica, segundo Lucivania, o retorno ao domicílio continua sendo impedido pela falta de autorização do home care.

“O hospital solicitou ao plano a autorização do serviço para que minha mãe pudesse ir para casa com segurança. Existe uma decisão judicial, mas o plano não está cumprindo”, relata.

A família afirma que a situação configura descumprimento de ordem judicial e violação de direitos fundamentais.

“O plano de saúde está violando o direito da minha mãe. Ela é uma idosa de 74 anos, acamada há mais de 13 anos, em extrema vulnerabilidade. O lugar dela é em casa, ao lado da família, com dignidade e qualidade de vida”, afirma Lucivania.

Ela também destaca os impactos emocionais e físicos da permanência prolongada no ambiente hospitalar.

“Minha mãe já está há quase um mês internada sem necessidade clínica. Isso poderia ser evitado se o plano cumprisse a decisão e autorizasse o home care”, diz.

A família informa que toda a documentação médica e judicial já foi apresentada e cobra providências urgentes.

“Eu preciso de ajuda para que minha mãe volte para casa com segurança. Existe uma determinação judicial que precisa ser cumprida. Minha mãe já poderia estar em casa”, conclui.

Estamos encaminhando o caso para a Fachesf em busca de esclarecimentos.

Redação PNB

Bahia registra 31 mil denúncias de violações de direitos humanos 2025; PCDs superam as mulheres entre mais vulneráveis

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A Bahia registrou 31.837 denúncias de violações de direitos humanos entre 1° de janeiro e 26 de dezembro de 2025. O número foi registrado pelo Painel de Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, vinculado ao Ministério de Direitos Humanos, e o estado aparece como o quinto maior contingente do país, que, ao todo, registrou 633.977 denúncias de direitos no canal nacional.

As violações incluem áreas como a integridade física, intelectual e a liberdade. As denúncias registadas pelo MDH foram aquelas acolhidas pelo canal Disque 100. Pelo canal foram gerados 18.895 protocolos de denúncias e 231.228 violações de direitos registrados. Segundo ministério, é por meio dos protocolos que as denúncias são contabilizadas, já que em um protocolo pode haver mais de uma denúncia. E, no que tange às denúncias em si, em cada uma delas pode haver mais de uma violação de direitos.

Em comparação com o ano de 2024, houve um declínio: ao todo foram registradas 2.189 denúncias a menos em 2025. No entanto, no âmbito nacional, a posição da Bahia seguiu estável. Há um ano, a Bahia já estava na 5ª posição no ranking nacional, atrás dos mesmos estados, sendo eles, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Grupos vulneráveis
Os dados do Painel Nacional do MDH detalham ainda as informações sobre os grupos vulneráveis. No caso da Bahia, as crianças e adolescentes formaram o grupo mais atingido. A violência contra crianças e adolescentes motivou 14.931 denúncias, o equivalente a 46,90% do total. Em seguida aparecem os idosos, com 25,86% das denúncias de violências registradas, que, em números, foram 8.233.

Ambos os grupos já figuravam entre os mais vulneráveis em 2024, mas o terceiro lugar sofreu uma modificação relevante: a violência contra as pessoas com deficiência superou, em número, a violência contra a mulher. A violência contra PCDs foi tema de 6.618 denúncias na Ouvidoria de Direitos Humanos, que é o equivalente a 20,79% do total. Já a violência contra a mulher aparece em 4.399 denúncias, ou cerca de 13,82%.

Outros tipos de violência registrados são a violência contra o cidadão, família e comunidade, com 4.270 denúncias (13,41%); população LGBTQIA+, em 791 denúncias na Ouvidoria (2,48%); violência contra pessoas de rua, em 235 denúncias (0,74%); e pessoas em situação de restrição de liberdade, em 228 denúncias (0,72%).

Perfil das vítimas
Já no caso dos perfis das vítimas, as mulheres são a maioria em mais de 52% das denúncias (16.850). Por outro lado, homens são as vítimas de 12.269 denúncias, com uma margem de 38,4%, e em 2.810 denúncias, ou pouco mais de 8% dos casos, o gênero da vítima não foi definido/informado ou a violação ocorreu contra um grupo sem gênero definido.

No que diz respeito à faixa etária, os idosos de 70 a 74 anos são as principais vítimas, com 1.418 denúncias. Em seguida, pessoas adultas entre 44 e 35 anos formam os três grupos com maior número de vítimas nas de denúncias. Juntas, as faixas etárias registram 3.991 denúncias. Em seguida, os idosos retornam ao ranking de faixas etárias mais vulneráveis com 1.237 registros na Ouvidoria.

No que diz respeito a raça ou etnia, pessoas pardas são as mais vulnerabilizadas no que tange a violação de direitos humanos na Bahia. Segundo os dados do MDH, 13.744 denúncias envolvem pessoas pardas enquanto vítimas; 7.638 envolvem vítimas brancas e outras 5.945 envolvem vítimas pretas. Pessoas amarelas foram vítimas de violações em 94 denúncias e pessoas indígenas foram vitimadas em 188 outros registros. Em 4.290 denúncias, a raça ou cor das vítimas não foi definida.

Bahia Notícias

“Até os cachorros estão caindo”: moradores do Residencial Praia do Rodeadouro, em Juazeiro, relatam risco em caixa de drenagem sem tampa

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Moradores do Residencial Praia do Rodeadouro, em Juazeiro, no norte da Bahia, entraram em contato com o Portal Preto no Branco para relatar um problema relacionado à falta de intervenção do poder público em uma caixa de drenagem sem tampa localizada na comunidade. Segundo eles, a situação representa risco constante e já provocou acidentes. Os moradores afirmam que o pedido de intervenção já foi feito diversas vezes, mas nenhuma medida foi adotada até o momento.

“A gente já pediu ajuda, entrou em contato com o secretário Romário Varjão, mas até agora nada foi resolvido”, relatou uma moradora.

De acordo com a comunidade, a situação é grave e afeta diretamente a segurança do local.

“Até os cachorrinhos estão caindo dentro da caixa. Imagina se acontece com uma criança?”, questionou um morador.

Os moradores explicam ainda que foram informados de que o problema se trata de uma caixa de drenagem e, por isso, a responsabilidade pela solução seria da Secretaria de Serviços Públicos (SESP).

“Disseram pra gente que isso é de responsabilidade da SESP, mas tentamos contato e nada. Enquanto isso, ninguém resolve”, reclamam.

Diante do problema, os moradores cobram uma ação urgente da gestão municipal.

“A gente só quer que resolvam logo, antes que aconteça uma tragédia”, desabafou.

Encaminhamos o caso para a Secretaria de Serviços Públicos de Juazeiro e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

“Essa escuridão traz muita insegurança para nós”: morador do bairro Palmares 2, em Juazeiro, reclama da falta de iluminação pública e cobra ações do poder público

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Em contato com o Portal Preto no Branco, um morador da rua Quilombo, no bairro Palmares II, em Juazeiro, no norte da Bahia, relatou preocupação e insegurança causadas pela falta de iluminação pública na comunidade e cobrou providências do poder público. Segundo ele, o problema se arrasta há meses e, apesar das solicitações feitas aos órgãos responsáveis, nenhuma medida foi adotada até o momento.

“Estamos com um problema que já vem de alguns meses aqui na rua Quilombo. Quando anoitece, a rua fica totalmente escura. Eu já relatei essa situação ao Disk Luz de Juazeiro há mais de um mês e me informaram que existia uma demanda para essa rua, mas até hoje ninguém veio solucionar o problema”, afirmou.

Ainda de acordo com o morador, a ausência de iluminação tem aumentado o medo de quem precisa circular pelo local durante a noite.

“Essa escuridão traz muita insegurança para nós, moradores. À noite, a gente fica com medo de sair de casa ou até mesmo de chegar do trabalho”, completou.

Diante da situação, o morador pede providências urgentes para que o serviço de iluminação pública seja restabelecido.

“Precisamos urgentemente de uma solução da SESP. Não podemos viver sem um direito básico, ainda mais porque pagamos por isso”, disse.

Encaminhamos a demanda para a Secretaria de Serviços Públicos de Juazeiro e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

Família procura por jovem desaparecido desde o Natal, em Juazeiro

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A família de Tiago Ferreira da Silva, de 24 anos, entrou em contato com o Portal Preto no Branco em busca de informações que possam ajudar a localizar o jovem, que está desaparecido desde o final de dezembro.

Tiago foi visto pela última vez no dia 25 de dezembro de 2025, no bairro Angari, em Juazeiro, no norte da Bahia. Desde então, familiares afirmam que não tiveram mais notícias sobre o paradeiro do jovem.

Natural de Gameleira, distrito do município de Jaguarari (BA), Tiago residia atualmente em Juazeiro. Diante do desaparecimento, a família registrou um boletim de ocorrência no dia 30 de dezembro de 2025 e segue contando com o apoio das autoridades para o andamento das buscas.

Preocupados com o silêncio desde o último contato, familiares pedem a colaboração da população e reforçam que qualquer informação, por menor que seja, pode ser fundamental para ajudar a encontrá-lo.

Quem tiver informações sobre o paradeiro de Tiago Ferreira da Silva pode entrar em contato pelos telefones: (74) 8118-7555 ou (74) 9991-3454.

Redação PNB