PNB

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“A conta chega, mas a água não”: relata morador do bairro São Geraldo, em Juazeiro; SAAE se manifesta

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Um morador do bairro São Geraldo, em Juazeiro, no norte da Bahia, entrou em contato com a redação do PNB para relatar as dificuldades enfrentadas com o abastecimento de água desde a última quinta-feira (30). Segundo ele, a água chega com pouca pressão e apenas durante a madrugada, o que impossibilita a realização de atividades básicas do dia a dia.

“Desde quinta-feira, a gente está sem água aqui na Rua Madre Silva. A água vem chegar por volta de 3 horas da manhã, quando tem um pouco mais de pressão para subir para a caixa, e ainda assim não dá tempo nem de encher completamente, porque vem fraca. A conta chega, mas a água não. Não tem uma gota na torneira”, relatou o morador.

Ele afirma que a situação se estende há cinco dias, o que tem gerado indignação entre os moradores, que cobram uma solução.

“Estamos há quase uma semana sem água em casa. A gente fica nesse prejuízo, porque tem muita coisa para fazer. Quem trabalha, quem tem criança, fica inviável. Não dá para lavar roupa, nem preparar o café da manhã”, acrescentou.

Encaminhamos o relato para o Serviço de Água e Saneamento Ambiental de Juazeiro. Em nota, o SAAE informou que “durante a semana passada, as máquinas a serviço da Travessia Urbana quebraram a rede de abastecimento que atende esse bairro por três vezes consecutivas. O SAAE colocou uma pessoa para acompanhar e orientar o pessoal sobre onde estão as redes de água, para evitar essa situação recorrente. Sempre que acontece a quebra de uma rede, o sistema demora de 12 a 24 horas para ser normalizado, já que toda a rede de distribuição trabalha com pressurização. O SAAE orienta os usuários a manterem seus reservatórios abastecidos para minimizar possíveis transtornos por interrupções no abastecimento.”

Redação PNB

Feirão Limpa Nome, que oferece descontos para negociar dívidas, começa nesta segunda-feira

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O Feirão Limpa Nome, que oferece descontos para negociar dívidas, começa nesta segunda-feira (3) e vai até o dia 30 novembro. É a chance de usar o 13º para pagar as contas.

Quase 80 milhões de pessoas estão inadimplentes no país — a maior marca da história. São pessoas que, por algum motivo, não conseguiram pagar as contas em dia e ficaram com o nome sujo.

No Brasil, as dívidas com bancos e cartões de crédito representam 27,02% do total. Depois, vêm as contas básicas, como luz e água (21,33%), e os débitos com financeiras (19,92%).

Segundo as empresas participantes, existe a oportunidade de pagar parcelas de menos de R$ 10 por mês.

Nesta edição, mais de 1.600 empresas — de bancos a operadoras de telefone e varejistas — vão oferecer descontos que podem chegar a 99%.

A negociação pode ser feita pela internet, no aplicativo e presencialmente nas mais de 7 mil agências dos correios, de graça.

A ação não é apenas para inadimplentes — quem tem dívidas em aberto, mesmo antes de negativar o nome, também pode negociar e evitar o bloqueio de crédito.

“Você pode parcelar até mais de 70 vezes algumas opções, mas, reforçando, é muito importante a educação financeira. Escolheu parcelar uma dívida, tenha certeza de que você vai cumprir com aquele pagamento.”
— Fernando Gambaro, especialista da Serasa em educação financeira

Serviço:

Feirão Serasa Limpa Nome 2025

  • Quando: de 3 a 30 de novembro
  • Site: www.serasa.com.br/limpa-nome-online/feirao/
  • Pode ser também pelo aplicativo e presencialmente nas mais de 7 mil agências dos correios

 

G1

Projeto de Lei Antifacção: conheça os principais pontos da proposta

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O projeto de Lei Antifacção, assinado pelo presidente Lula e que chegou ao Congresso Nacional, nesta sexta (31), em regime de urgência, traz novidades no combate ao crime organizado. A mensagem do Executivo foi publicada em edição extra, nesta noite, no Diário Oficial da União.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que a proposta é uma prioridade do governo ao trazer mais força ao Estado para reprimir as organizações criminosas que exercem controle de territórios e atividades econômicas.

Ao assinar o projeto, Lula argumentou que é necessário endurecer no combate às facções criminosas.

“Nós vamos mostrar como é que se enfrentam essas facções, que vivem de explorar o povo mais humilde desse país”, disse.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, acrescentou que o projeto vai ao encontro da sociedade brasileira e do Parlamento. O projeto prevê que os crimes das facções criminosas passariam a ser hediondos.

Confira os principais pontos do projeto que preveem aumento de pena:

Homicídios cometidos por ordem ou em benefício de facções criminosas poderão levar a penas de 12 a 30 anos.

As penas passam a ser mais duras, de 8 a 15 anos de prisão se a atuação da organização tiver como objetivo o controle de territórios ou atividades econômicas, mediante o uso de violência, coação ou ameaça.

Haverá ainda aumento de pena se houver conexão com outras organizações, comprovação de transnacionalidade da organização, domínio territorial ou prisional pela organização criminosa, e também nos casos de morte ou lesão corporal de agente de segurança pública.

Outra demanda do projeto de lei é que haja fortalecimento dos instrumentos e aperfeiçoamentos de investigação e sejam ampliadas ferramentas legais para a responsabilização de integrantes de facções.

Entre as propostas, o projeto inclui:

Prevê o uso de técnicas de investigação, com a possibilidade de infiltração de policiais e de colaboradores em facções.

Juiz poderá determinar que provedores de internet, telefonia e empresas de tecnologia viabilizem acesso a dados de geolocalização em casos de ameaça à vida ou integridade de pessoas.

Projeto autoriza que o Poder Executivo crie o Banco Nacional de Facções Criminosas.

Se facções estiverem infiltradas no Poder Público, estariam previstos os afastamentos de agente público, por decisão judicial, quando houver indícios de envolvimento com facção criminosa.

Réu condenado por facção ficará impedido de contratar com Poder Público ou receber incentivos fiscais pelo prazo de 14 anos.

Outra providência do projeto é tentar estrangular o poder econômico das facções das seguintes formas:

Facilitar a apreensão de bens em favor da União e a intervenção judicial em empresas utilizadas para crimes e o bloqueio de operações financeiras;

Suspensão de contratos com o poder público.

Para reduzir o poder operacional das facções, o projeto prevê ainda:

Monitoramento dos encontros de membros de facções criminosas no parlatório.

A administração de presídios poderá determinar a transferência de presos de facções criminosas entre estabelecimentos sem prévia autorização judicial nos casos de motim, rebelião ou outras situações de grave perturbação da ordem no estabelecimento prisional

O projeto que chegou ao Congresso prevê a cooperação policial internacional, a cargo da Polícia Federal, e inclui o setor privado na busca de provas e informações de interesse da investigação.

Outra ação é aprimorar os mecanismos legais de intervenção na administração de pessoas jurídicas utilizadas para a prática de crimes por organizações criminosas.
Também, nesta sexta, Lula defendeu tramitação rápida no Congresso.  Ele ressalta que a proposta do Executivo garante instrumentos que blindam os órgãos públicos da atuação de membros desse tipo de organizações criminosas.

 

Agência Brasil

Brasil tem 358 mil pessoas em situação de rua, com 60% no Sudeste

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A população em situação de rua no Brasil era de 358.553 pessoas no mês de outubro, segundo levantamento do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com População em Situação de Rua (OBPopRua), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O levantamento indica predominância nos estados do Sudeste. No estado de São Paulo, estão 148.730 pessoas em situação de rua, das quais na capital 99.477 vivem na capital.

Os estados do Rio de Janeiro, com 33.081 pessoas, e de Minas Gerais, com 32.685, vem em segundo e terceiro lugar no levantamento. As três unidades federativas (UF) respondem por cerca de 60% da população de rua do país.

O levantamento considera dados da plataforma CadÚnico, que centraliza os registros de assistência social a partir dos municípios.

As três UFs da região Sul aparecem pouco abaixo no levantamento, embora com grande diferença em números absolutos, assim como Bahia, Ceará e Roraima:

  • Paraná: 17.091 pessoas em situação de rua;
  • Bahia: 16.603;
  • Rio Grande do Sul: 15.906;
  • Ceará: 13.625;
  • Santa Catarina: 11.805;
  • Roraima: 9.954 pessoas.

Aumento alarmante

O estado do Norte do país surpreende por ter mais pessoas em situação de rua do que o Distrito Federal, Pernambuco e Amazonas, entre outros estados com populações maiores e maior número de grandes cidades.

Para efeito de comparação, a capital de Roraima, Boa Vista, tem menos de 500 mil moradores, enquanto Brasília, Recife e Manaus têm mais de um milhão e meio de habitantes.

Essa desconexão é ainda mais importante se for comparado crescimento, já que a capital de Roraima tinha pouco mais de 1 mil pessoas em situação de rua em 2018, quase dez vezes menos que no último levantamento. Esse crescimento é bastante superior ao do país, que foi de 138 mil para 358 mil pessoas, e que o da capital paulista, de quase 39 mil para cerca de 100 mil, e chamou atenção do Observatório.

“O descumprimento da Constituição Federal de 1988 com as pessoas em situação de rua continua no Brasil, com pouquíssimos avanços na garantia de direitos dessa população, majoritariamente negra e histoticamente tão vulnerabilizada no nosso país”, afirma o Observatório, em nota.

Os pesquisadores também chamaram atenção para a falta de transparência nos dados sobre a população em situação de rua, que deveriam ser públicos, abertos, transparentes e acessíveis a toda a sociedade.

Agência Brasil

Mulheres ganham 21% menos que homens nas 54 mil empresas com 100 ou mais funcionários

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Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

A disparidade salarial entre homens e mulheres no Brasil aumentou no período de um ano, e mulheres receberam, em média, 20,7% menos do que homens em 2023, mostra novo levantamento do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O segundo relatório de transparência salarial, que será divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pelo Ministério das Mulheres nesta quarta-feira (18), foi compilado a partir de informações enviadas por 50.692 empresas, todas com cem ou mais empregados. O envio dos dados está previsto na lei de igualdade salarial aprovada em 2023.

No primeiro documento, divulgado pelo governo em março, a remuneração das mulheres era 19,4% menor do que a dos homens, com base em números de 2022.

A subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Paula Montagner, ressalta que o desequilíbrio no mercado de trabalho reflete o fato de as mulheres geralmente ocuparem postos que pagam salários menores.

“No ano de 2023, houve um forte crescimento da geração de empregos para mulheres, mas são vagas que pagam menos. Então, a diferença [salarial entre homens e mulheres] se ampliou um pouco”, afirma. “Esses postos de trabalho precisam de salários maiores.”

Em 2023, a remuneração média das mulheres foi R$ 3.565,48, enquanto a de homens ficou em R$ 4.495,39.

Em posições de chefia, a discrepância de renda média entre homens e mulheres é ainda maior e chega a 27% para dirigentes e gerentes (em 2022, a cifra era de 25,2%).

O levantamento do governo mostra que a desvantagem das mulheres é ainda maior quando se faz o recorte de raça. De acordo com o relatório, as mulheres negras recebem 50,2% da remuneração dos homens brancos no Brasil. Em 2023, o ganho médio da mulher negra foi de R$ 2.745,76, enquanto a dos homens não negros foi de R$ 5.464,29.

“As mulheres negras estão concentradas em ocupações da base da pirâmide, principalmente serviços domésticos, serviços de limpeza, serviços de alimentação, de saúde básica. Os homens, por outro lado, estão concentrados na indústria de transformação, nos serviços públicos, nas atividades de direção e gerenciamento”, afirma Montagner.

Em 42,7% dos estabelecimentos com pelo menos cem empregados que participaram do levantamento, as mulheres pretas ou pardas eram até 10% do contingente de funcionários.

De acordo com a subsecretária do Ministério do Trabalho, a ideia agora é conversar com os estabelecimentos que apresentaram dados mais positivos para então compartilhar as boas práticas com todas as companhias brasileiras.

Conforme a legislação, se as empresas com cem ou mais funcionários não publicarem o relatório de transparência salarial, deve ser cobrada multa administrativa de até 3% da folha de pagamento, com limite fixado em cem salários mínimos.

Segundo Montagner, nenhuma empresa foi multada depois da divulgação do primeiro relatório. “A gente vai tentar conversar com as empresas. Primeiro educa e, se a empresa for resistente, é multada”, diz.

Quanto à disputa travada na Justiça por algumas empresas contra a divulgação do relatório de transparência salarial, a subsecretária diz que o governo trabalha para mostrar que informações sigilosas não estão sendo reveladas, mas acrescenta que todas as decisões judiciais estão sendo cumpridas e que 450 relatórios de companhias não foram publicados.

Nesta quarta, o Ministério das Mulheres também vai divulgar o Plano Nacional de Igualdade Salarial e Laboral entre Mulheres e Homens, com 79 ações divididas em três eixos, abordando aspectos como acesso e ampliação da participação das mulheres no mundo do trabalho, a permanência delas nas atividades e a valorização profissional das mulheres.

 

Bahia Notícias 

Projeto de Lei propõe tornar inelegíveis pessoas ligadas ao crime organizado

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O deputado federal Kim Kataguiri (União-SP) apresentou um projeto de lei, na ultima quinta-feira (30), que propõe tornar inelegíveis pessoas com vínculos com organizações criminosas ou que façam apologia a esses grupos. A proposta prevê cassação dos direitos políticos por oito anos, desde que seja comprovada a declaração de envolvimento direto ou indireto com o crime organizado.

O projeto foi protocolado dois dias após a megaoperação contra o Comando Vermelho (CV), realizada na terça-feira (28), no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos, incluindo quatro policiais, e resultou na prisão de 113 pessoas, segundo balanço do governo estadual.

Kataguiri justificou a medida afirmando que há uma “banalização e glamourização do crime organizado, especialmente no setor do entretenimento”. O parlamentar defendeu que o objetivo é responsabilizar politicamente quem participa, financia ou propaga discursos que atentam contra o Estado.

De acordo com o texto, qualquer forma de apoio público, como declarações, manifestações ou postagens em redes sociais, poderá ser usada como critério para enquadrar candidatos nas restrições previstas pela proposta.

 

Bahia Notícias 

Feijoada & Cultura reúne samba, coco, forró e ancestralidade hoje no João Gilberto

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O Coletivo Kizomba Cultura, junto ao Coco Barra de Saia, Trio do Forró, Ivan Greg, DJ Werson e Curimba de Rua convidam a todos para tomar o Centro de Cultura João Gilberto com muito samba, coco, forró e ancestralidade.

Neste domingo (02), a partir das 11 horas da manhã, acontecerá o evento Feijoada & Cultura, uma ação solidária em apoio à 1ª Edição do Periferia em Movimento, evento multicultural gratuito que acontecerá em novembro, no bairro Quidé, celebrando o Mês da Consciência Negra.

Mais do que um almoço, será um encontro de afeto, música e resistência — um momento para fortalecer a arte que nasce nas periferias e apoiar o movimento que faz da cultura um instrumento de transformação social.

A feijoada é uma ação coletiva do Coletivo Kizomba Cultural, que acredita na cultura como força viva da comunidade. Toda a renda arrecadada será destinada à realização do Periferia em Movimento, que trará oficinas gratuitas, apresentações artísticas, rodas de conversa e vivências culturais durante todo o mês de novembro.

Local: Centro de Cultura João Gilberto – Juazeiro (BA)

Data: 02 de novembro de 2025, a partir das 11h

Entrada solidária em apoio à realização da 1ª Edição do Periferia em Movimento

A feijoada será vendida a R$23 e as reservas podem ser feitas através do contato (87) 991057126

Ascom

Mega-Sena acumula e pagará R$ 41 milhões dia 4

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2935 da Mega-Sena, realizado nesse sábado (1º). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 41 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados foram:  09 – 18 – 28 – 34 – 38 – 57.

45 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 48.378,50 cada

Além disso, 3.341 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.074,08 cada

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de sábado (1ª), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

 

Agência Brasil

IBGE: Desemprego cai a 5,6%, mínima histórica, no tri até setembro

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carteira de trabalho

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,6% no trimestre encerrado em setembro em comparação ao trimestre móvel anterior, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (31). A taxa segue no menor patamar da série histórica, que iniciou em 2012.

Segundo o IBGE, a taxa de desocupação no país recuou nas duas comparações: -0,2 ponto percentual (p.p.) frente ao trimestre móvel anterior (5,8%) e -0,8 p.p. ante o mesmo período de 2024 (6,4%).

No trimestre, a população desocupada no país ficou em 6,045 milhões, menor contingente da série, queda de 11,8% em relação ao mesmo período de 2024 e 3,3% na comparação trimestral.

Na outra ponta, a população inserida no mercado de trabalho permaneceu estável, em 102,4 milhões, ainda em patamar recorde, enquanto o nível da ocupação ficou em 58,7%.

O número de empregados com carteira assinada renovou recorde e atingiu 39,229 milhões.

Subutilização

A taxa composta de subutilização no Brasil caiu para 13,9%, a menor da série histórica da PNAD Contínua. Os subocupados por insuficiência de horas trabalhadas recuaram para 4,535 milhões, menos número desde o trimestre encerrado em abril de 2016.

Já a força de trabalho potencial recuou para 5,2 milhões, menor número desde o trimestre encerrado em dezembro de 2015. Durante a pandemia, no trimestre de maio a julho de 2020, esse indicador havia chegado ao seu auge, com 13,8 milhões de pessoas.

Já a população desalentada caiu para 2,637 milhões, após ter atingido seu maior valor (5,829 milhões) no trimestre de janeiro a março de 2021.

 

CNN Brasil