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Leitor chama atenção para falta de estrutura para ponto de ônibus, na BR-407, no Castelo Branco, em Juazeiro

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Em contato com o Portal Preto no Branco, um leitor chamou a atenção para a falta de estrutura em um ponto de parada de transporte coletivo localizado em um trecho da BR-407, no bairro Castelo Branco, em Juazeiro, no Norte da Bahia. Segundo ele, os usuários precisam aguardar os ônibus em pé, à beira da pista, sem o mínimo de conforto e segurança.

“É um descaso com os usuários de ônibus do bairro Castelo Branco. Pessoas idosas, estudantes e universitários ficam esperando debaixo de sol, correndo o risco de passar mal, principalmente os mais velhos, que, por conta da idade, estão mais suscetíveis à exposição. O poder público precisa tomar providências quanto a essa situação”, relatou o leitor.

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Encaminhamos o caso para a AMTT e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

“O legislador de Petrolina vive não sei onde“: diz ministro Alexandre de Moraes ao derrubar lei que proibia ensino sobre gênero e sexualidade nas escolas; sanção foi alvo de críticas em 2018

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O ministro Alexandre de Moraes toma posse, na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu derrubar as leis municipais que proibiam o ensino de temas relacionados a gênero e sexualidade nas escolas de Petrolina, no Sertão de Pernambuco. A Corte considerou, na quarta-feira (15), que as normas violam princípios constitucionais.

Além de Petrolina, o município de Garanhuns, no agreste de Pernambuco, e Tubarão, em Santa Catarina, também foram alvo da decisão. A ação ADPF 522 foi apresentada pelo PSol contra as leis pernambucanas.

Durante a decisão, o ministro Alexandre de Moraes fez duras críticas às leis e destacou o caso de Petrolina, que proíbe o ensino da disciplina denominada ideologia de gênero e o uso de livros didáticos na grade curricular da rede municipal e privada, além de vetar obras sobre educação sexual nas bibliotecas municipais.

“Se formos para a Petrolina, e aqui há um grave problema, um problema histórico nos mais de 5 mil municípios brasileiros, a associação municipalista às vezes faz um exposto de uma lei, e isso acaba passando igual ao raciocínio de pólvora em várias câmaras. Petrolina, século XXI, com redes sociais e tudo, parece brincadeira o que a lei diz […] o legislador de Petrolina vive não sei onde”, disse o ministro.

Moraes ressaltou que o argumento de que tais proibições “preservam a infância” é equivocado.

“Preservar a infância não significa escondê-la da realidade, omitir informações sérias e corretas sobre identidade de gênero, sobre educação sexual”, disse.

Ele lembrou que crianças e adolescentes são expostos diariamente, por meio das redes sociais, a conteúdos distorcidos sobre o tema.

“Todos os dias, pelas redes sociais, as crianças e adolescentes são bombardeadas com informações totalmente distorcidas sobre ideologia de gênero, sobre gênero, sobre questões sexuais. E as mesmas pessoas, os mesmos grupos, que defendem que as redes sociais podem tudo, podem bombardear com mentiras, com ensinos falsos, com estudos falsos sobre essa questão, são os mesmos que defendem a aprovação dessas leis que querem impedir uma educação de temas sexuais sérios, uma educação séria. A liberdade de expressão, para essas pessoas, existe para o discurso de ódio contra a população LGBT nas redes sociais. Só que não existe a liberdade de expressão e a liberdade de ensino nas escolas para o antídoto a esse discurso de ódio.”, relatou Moraes.

Aprovação da lei em Petrolina 

Em reportagem publicada em janeiro de 2018, o Portal Preto no Branco destacou que mesmo após ter recebido um abaixo-assinado reivindicando a garantia dos direitos LGBT em todas as esferas de Petrolina, o então prefeito, Miguel Coelho, sancionou a Lei nº 2.985. De autoria do vereador Elias Jardim (PHS), a lei, que estava em vigor desde o dia 19 de dezembro de 2017, proibia as atividades pedagógicas que visassem a reprodução do conceito de Ideologia de Gênero na grade de ensino das redes municipal e privada da cidade.

A lei estabelecia que a utilização, elaboração, publicação, exposição e distribuição de livros que abordassem ou se referissem, direta ou indiretamente, sobre ideologia de gênero, diversidade sexual e educação sexual, bem como a distribuição de livros didáticos nas escolas e bibliotecas da cidade, estavam terminantemente proibidas.

A responsabilidade direta pelo cumprimento da lei recaiu-se, solidariamente, aos dirigentes, diretores e ao secretário municipal a qual a escola ou a biblioteca estivesse vinculada.

Na época, o PNB conversou com Eduardo Rocha, presidente da Associação Sertão LGBT do Vale do São Francisco. Para ele, a sanção da lei, além de contribuir para a disseminação do ódio e da violência entre as minorias, evidenciava o descomprometimento do então prefeito Miguel Coelho com os movimentos sociais.

“Estamos nos perguntando: que “novo tempo” é esse que o governo promete? Continuamos vendo uma gestão conservadora, que colabora para a ignorância das gerações futuras, uma gestão que tira nossos direitos, direitos de ser, existir, pensar e aprender a respeitar o diferente. Não só a população LGBT está tendo direitos atacados, mas também a toda população de mulheres, de negros e negras, bem como os direitos humanos em geral”, ressaltou o representante na ocasião.

Eduardo relembrou que no dia 21 de setembro de 2017, durante a Marcha da Diversidade no aniversário de Petrolina, o então gestor recebeu uma carta com mais de 500 assinaturas, reivindicando a garantia das demandas da população LGBT.

“Ele desceu para receber a tal carta se colocando a disposição em frente as câmeras, e na primeira oportunidade ele sanciona uma lei que proíbe desconstruir preconceito, uma lei que nos mata todos os dias e nos matem na invisibilidade. Repudiamos tal atitude do senhor prefeito”, disse Eduardo que complementou dizendo que “Nossa sociedade merece respeito, e respeito só vem através da educação”.

Também em entrevista ao PNB na época, o vereador Gilmar Santos (PT), que ao lado da vereadora Cristina Costa (PT), se manifestou veementemente contra o projeto na ocasião da votação do dia 7 de dezembro de 2017, também repudiou a sanção de Miguel Coelho.

“Em um país onde mais se mata LGBT’s no mundo, um a cada 25 horas, discutir gênero nas escolas é uma necessidade que pode tornar efetivo o compromisso da educação com a vida, com a justiça, com as liberdades individuais e com a cultura de paz. Negar-se a ele, ou pior, proibir esse compromisso por parte do educador que deve ofertar o conhecimento acerca do que está na fundamentação desses problemas é uma outra violência, a violência da invisibilidade que não mata diretamente, mas deixa morrer”, disse o vereador.

O projeto

Com a bíblia não mão, falando em “nome de Deus” e argumentando “defesa da família e das crianças de Petrolina”, o vereador evangélico Elias Jardim (PHS) aprovou no dia 7 de dezembro de 2017, o projeto de lei nº 132/2017.

Durante a sessão, que contou com a presença de representações do movimento de mulheres e da comunidade LGBT, alguns manifestantes demonstraram indignação e reagiram ao discurso do vereador evangélico, chamando-o de “fascista”.

O projeto foi aprovado em segunda discussão por 12 votos a favor e 2 contra.

Várias instituições e entidades, como a Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (Compir) e o Conselho Municipal de Direitos Humanos (CMDH), repudiaram a aprovação do projeto pela câmara de vereadores de Petrolina.

Redação PNB

Oportunidade: confira as vagas de emprego disponíveis em Juazeiro para a sexta-feira (17)

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A Rede SineBahia divulgou as vagas de emprego que estão disponíveis no município de Juazeiro, no Norte da Bahia, na sexta-feira (17).

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA: Carteira de Trabalho física ou Digital, RG, CPF, comprovantes de residência e escolaridade, além de certificados de cursos, se assim desejar.

Para realizar agendamento na Rede SINEBAHIA acesse o endereço www.sacdigital.ba.gov.br.

Vagas de Juazeiro para dia 17/10/2025

VENDEDOR PORTA A PORTA
Ensino médio completo
Salário: a combinar
10 VAGAS

MANICURE
Ensino médio completo
Experiência na função
Salário: a combinar
01 VAGA

MONITOR DE RESSOCIALIZAÇÃO
Ensino médio completo
Salário: a combinar
50 VAGAS

AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS
Ensino fundamental completo
Salário: a combinar
02 VAGAS

AUXILIAR ADMINISTRATIVO
Ensino médio completo
Experiência na função
Salário: a combinar
01 VAGA

AUXILIAR DE MECÂNICO
Ensino fundamental completo
Experiência na função
Salário: a combinar
01 VAGA

MECÂNICO
Ensino fundamental completo
Experiência na função
Salário: a combinar
01 VAGA

OPERADOR DE CAIXA
Ensino médio completo
Experiência na função
Conhecimento com nota fiscal
Conhecimento com Excel
Salário: a combinar
01 VAGA

REPRESENTANTE COMERCIAL AUTÔNOMO
Ensino médio completo
Disponibilidade para viajar
Possuir motocicleta ou carro
Experiência na função
Salário: a combinar
01 VAGA

OPERADOR COMERCIAL
Ensino médio completo
Salário: a combinar
04 VAGAS

VENDEDOR EXTERNO
Ensino médio completo
Disponibilidade para viajar
Necessário ter carro ou moto
Salário: a combinar
03 VAGAS

VENDEDOR EXTERNO
Ensino médio completo
Disponibilidade para viajar
Necessário ter moto
Salário: a combinar
01 VAGA

AUXILIAR DE CARPINTEIRO
Ensino fundamental completo
Salário: a combinar
02 VAGAS

Redação PNB

Mercado ilegal de jogos online já movimenta mais que o legal no Brasil, aponta estudo

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O mercado ilegal de jogos de azar online no Brasil ultrapassou o setor regulamentado no segundo trimestre de 2025, segundo estudo divulgado pela empresa norte-americana Yield Sec, especializada em análise de dados e consultoria para marketplaces digitais.

De acordo com o levantamento, para cada R$ 1 apostado em plataformas com autorização do governo, R$ 1,04 foi destinado a sites ilegais. A pesquisa. intitulada “Brasil: mercado de jogos de azar online”, mostra que o segmento clandestino vem crescendo rapidamente, mesmo após a regulamentação oficial do setor.

O estudo considera como “azar online” todas as apostas, cassinos virtuais e jogos de sorte realizados pela internet, excluindo modalidades de habilidade, como o pôquer.

Regulamentado pelo governo federal no final de 2024 e liberado para operação em 1º de janeiro deste ano, o mercado legal começou o ano em vantagem, concentrando 55% dos usuários no primeiro trimestre, contra 45% que acessavam plataformas ilegais. No entanto, o cenário se inverteu entre abril e junho, quando os sites do mercado paralelo passaram a dominar 55% dos acessos no país.

 

Bahia BA

Governo anuncia classificação indicativa para apps e nova faixa etária

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O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, assinou, nesta quarta-feira (15), portaria que aponta que aplicativos e jogos eletrônicos, além dos produtos audiovisuais, também poderão ter classificação indicativa.

Outro anúncio foi a criação de uma nova faixa etária indicativa, a de 6 anos de idade, para filmes, programas e também para os novos itens passíveis de classificação. Até agora, as classificações existentes são livre, 10 anos, 12, 14,16 e 18 anos.

“A portaria que assinamos é especialmente inovadora ao incluir a chamada interatividade digital”, disse o ministro. Ele explicou que, atualmente, a classificação indicativa se baseava apenas em conteúdo que continham sexo, nudez, drogas e violência.

“Mas a partir de agora serão avaliados riscos presentes em jogos eletrônicos, aplicativos de toda espécie à venda nas redes sociais. Serão averiguadas a possibilidade de contato com adultos desconhecidos, as compras online não autorizadas e as interações potencialmente perigosas. com agentes de inteligência artificial”, explicou Lewandowski.

O objetivo, segundo o ministro, é criar mecanismos que contribuam para a construção de um ambiente midiático e digital mais seguro, educativo e respeitoso para as crianças brasileiras.

Proteção

O governo ainda lançou vídeos do programa Famílias Fortes, para fomentar políticas para reduzir fatores de risco relacionados à violência, à saúde mental e ao uso de drogas.

“Nosso objetivo é que até o fim de 2026 o programa beneficie três mil famílias, pelo menos”.

Outro anúncio foi a aprovação de projeto do governo para dar prioridade à tramitação de procedimentos penais envolvendo mortes violentas de crianças e adolescentes. “A proposta também instituiu um sistema de monitoramento unificado para esses casos”.

O objetivo é acelerar as investigações e julgamentos de crimes como homicídio, feminicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte. quando as vítimas são crianças e adolescentes.

Ainda nesta quarta, o governo assinou o Pacto Nacional pela Escuta Protegida de crianças e adolescentes, vítimas ou testemunhas de violência.

Cenário preocupante

Ricardo Lewandowski destacou que dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2025 revelam um cenário muito preocupante para a infância e adolescência. O ministro citou que, nos últimos dois anos, as mortes violentas intencionais de crianças e adolescentes aumentaram 4,2%, e totalizaram 2.356 casos.

“Este lamentável cenário exige uma ação imediata e coordenada do Estado brasileiro. O projeto Crescer em Paz reafirma o compromisso do governo com a proteção e a dignidade das crianças e dos adolescentes”.

A partir do novo pacto, foi criado, segundo Lewandowski, um sistema unificado para receber denúncias de violações online. com um protocolo de atendimento.

Urgências

A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, destacou que o dever do Estado é garantir plenitude de acesso aos direitos para que seja possível assegurar um projeto de vida plena. “São mais de 54 milhões de crianças e adolescentes no país, mas os dados sobre sua situação de segurança são preocupantes”, citou.

Outro dado destacado é que houve o aumento de 245,6% de interrupções no calendário escolar por conta da violência. “Isso nos mostra a urgência da pauta de prevenção e proteção à vida e à integridade física de nossas crianças e adolescentes”.

No ambiente digital, foram 2.543 registros criminais de bullying e 452 de cyberbullying, com uma concentração em ambos os casos em crianças e adolescentes de 10 a 17 anos.

“Superar esse cenário é o que tentamos fazer no governo federal. Uma das nossas maiores vitórias no campo de garantias foi a aprovação do ECA Digital nesse ano, o que estendeu a proteção do ECA”.

Agência Brasil

Fies abre inscrições para vagas remanescentes do segundo semestre de 2025

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O Ministério da Educação (MEC) anunciou que as inscrições para as vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) estarão abertas de 23 a 30 de outubro. O edital com as regras do processo foi publicado nesta quarta-feira (15) no Diário Oficial da União.

Os interessados poderão se inscrever exclusivamente pela internet, por meio da página do Fies no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. O resultado da seleção será divulgado no dia 4 de novembro.

Podem participar estudantes com renda familiar de até três salários mínimos por pessoa, que mantenham a frequência mínima exigida pelo curso. Também é necessário ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média mínima de 450 pontos e nota diferente de zero na redação.

A seleção será feita com base nas maiores notas do Enem, seguindo a ordem de prioridade: candidatos que nunca cursaram o ensino superior nem utilizaram o Fies; quem já teve o financiamento e quitou; quem cursou sem o programa; e, por fim, quem ainda possui contrato ativo.

O edital também prevê cotas para pessoas pretas, pardas, indígenas, quilombolas e com deficiência. No Fies Social, metade das vagas é reservada a estudantes com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa — R$ 759 em 2025 — inscritos no Cadastro Único (CadÚnico). Nesse caso, é possível financiar até 100% do valor do curso.

 

Bahia BA

UNEB integra Comissão Organizadora do 13º Congresso Brasileiro de Agroecologia

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A Universidade do Estado da Bahia (UNEB) participa da Comissão Organizadora do 13º Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), realizado em Juazeiro (BA), destacando a presença ativa da instituição no fomento à produção de conhecimento e divulgação científica da agroecologia, educação do campo, educação ambiental e desenvolvimento territorial no Semiárido baiano. A UNEB está com um estande institucional dedicado à divulgação dos projetos de pesquisa e extensão desenvolvidos pela universidade, apresentando iniciativas de diferentes áreas do conhecimento e com a participação de professores, estudantes e grupos de pesquisa do Departamento de Ciências Humanas (DCH III) e Departamento de Tecnologias e Ciências Sociais (DTCS), reafirmando o compromisso da universidade com a produção de conhecimento comprometida com os territórios e com as comunidades locais.

Além do estande, a instituição está representada pelo Programa de Pós-Graduação em Agroecologia e Desenvolvimento Territorial com apresentação de trabalhos acadêmicos na área de agroecologia, fortalecendo o diálogo entre ciência, práticas agroecológicas e desenvolvimento territorial sustentável. Na programação do congresso, no sábado (18 de outubro), às 14h, acontece a atividade autogestionada “Educação contextualizada com os territórios a partir da realidade socioclimática”, que contará com a participação da UNIVASF, do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA), da Rede de Educação do Semiárido Brasileiro (RESAB), do Fórum Estadual de Educação do Campo (FEEC), do Centro Acadêmico de Educação do Campo e Desenvolvimento Territorial Paulo Freire (CAECDT/UNEB), da Câmara de Educação do Colegiado de Desenvolvimento Territorial e de professores do Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos (PPGESA/UNEB). A atividade apresentará experiências e projetos pioneiros voltados à educação contextualizada a partir das realidades socioclimáticas do Semiárido.

“A presença da UNEB no Congresso Brasileiro de Agroecologia reafirma o compromisso da universidade pública baiana com a construção de um conhecimento plural, que dialoga com os saberes dos povos e comunidades do Semiárido. Participar deste espaço é fortalecer a integração entre universidade e território, entre ciência e vida”, destaca a professora Andrea Cristiana Santos, diretora do DCH III e docente do PPGADT.

Além das atividades acadêmicas, o DCH III é responsável também por atividade lúdicas e educativas na Ciranda Infantil Ana Primavesi, por meio de atividades organizadas pelo Colegiado de Pedagogia e professores. A Brinquedoteca Itinerante Manoel de Barros participa do espaço “Ciranda da Criança”, com atividades voltadas à educação das infâncias. A professora Aline Ramalho conduz oficinas e contações de histórias inspiradas na natureza e na cultura do Semiárido.

“A proposta da oficina nasceu do desejo de aproximar as crianças da natureza por meio das histórias e da imaginação. Inspirada nos encantados das matas, dos rios e da Caatinga, a atividade convida as crianças a olhar para a natureza como parte de si, despertando o cuidado com a vida e o sentimento de pertencimento ao território”, explica a professora Aline.
“Levar essa ação ao CBA é uma forma de reafirmar o compromisso da UNEB com a educação pública, popular e ambientalmente engajada. É também uma oportunidade de mostrar que a universidade pública baiana se faz presente nas lutas e nos encontros que promovem a agroecologia, o cuidado com a vida e a valorização das culturas locais”, esclarece Aline Ramalho.

O Colegiado de Jornalismo em Multimeios e o projeto Agência de Notícias MultiCiência também participa ativamente do CBA, com a cobertura multimidia realizada em parceria com o IRPAA, com envio de informações para as redes socias do evento e do projeto, via plataforma do instagram @multiciencia.
Com presença em diferentes espaços da programação, a UNEB reafirma seu papel na promoção de uma educação que integra ciência, arte e saberes tradicionais, fortalecendo os vínculos entre ensino, extensão e comunidade e contribuindo para a construção de um futuro mais sustentável e justo para os territórios do Semiárido.

Ascom/NAC DCH III

Juá Shopping oferece Praça de Alimentação Pet e reforça orientações aos tutores

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O Juá Shopping segue fortalecendo seu compromisso de ser um espaço inclusivo e de convivência para toda a família, e isso inclui os animais de estimação. Para garantir conforto e segurança, o shopping oferece a Praça de Alimentação Pet, onde os tutores podem aproveitar momentos de lazer ao lado de seus pets.

No local, foram instaladas placas com orientações importantes aos tutores, como o uso de coleira, guia curta e condução adequada, além de cuidados diferenciados para cães de pequeno, médio e grande porte. As regras também reforçam que é responsabilidade dos donos o recolhimento dos dejetos e lembram que cães-guia têm acesso garantido por lei a todas as áreas do shopping.

O superintendente do Juá Shopping, Daniel Macedo, destacou que a iniciativa busca garantir harmonia e bem-estar para todos. “Queremos que o Juá Shopping seja um espaço agradável e seguro para todos, inclusive para os pets que fazem parte da família. Ao orientar os tutores e disponibilizar esse ambiente, reforçamos nosso cuidado com a experiência de cada cliente.”

Ascom Juá Shopping

“O dia inteiro amarrados e com fome”, denuncia moradora sobre suposto caso de maus-tratos a animais no Salitre, em Juazeiro

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Uma moradora de Juazeiro, município do norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para denunciar um suposto caso de maus-tratos a animais no Horto Salitre. Segundo ela, que preferiu não ser identificada, seis cachorros ficam amarrados durante todo o dia em um pé de árvore, distante da casa dos donos, e passam longos períodos sem alimentação.

“Esses cachorros passam o dia inteiro amarrados, longe da casa dos donos. Ficam o dia todo com fome e só comem quase à noite. Sem contar que há um cachorro com problema no ouvido e um filhote. O dia inteiro amarrados e com fome, isso é desumano”, relatou.

Crime

De acordo com a Lei 9.605/98, artigo 32, é crime praticar maus-tratos contra animais domésticos, silvestres, nativos ou exóticos. Várias condutas podem caracterizar os crimes, tais como abandonar, ferir, mutilar, envenenar, manter em locais pequenos sem possibilidade de circulação e sem higiene, não abrigar do sol, chuva ou frio, não alimentar, não dar água, negar assistência veterinária se preciso, dentre outros.

Hoje, a legislação prevê pena de três meses a um ano de detenção para quem pratica os atos contra animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A pena é aumentada de um sexto a um terço se o crime causa a morte do animal – o que foi mantido no novo projeto.

Como denunciar?

Ministério Público Federal

A denúncia de prática maus-tratos contra animais pode ser feita diretamente ao Ministério Público, que tem autoridade para propor ação contra os que desrespeitam a Lei de Crimes Ambientais.

Polícia Militar

Número 190 deve ser acionado em casos de necessidade imediata ou socorro rápido. O 190 está disponível de forma gratuita em todo o território nacional.

Delegacias de polícia

O boletim de ocorrência pode ser registrado em qualquer delegacia de polícia, inclusive eletronicamente em alguns estados.

Redação PNB