PNB

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Oportunidade: confira as vagas de emprego disponíveis em Juazeiro para a quarta-feira (6)

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A Rede SineBahia divulgou as vagas de emprego que estão disponíveis no município de Juazeiro, no Norte da Bahia, na quarta-feira (06).

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA: Carteira de Trabalho física ou Digital, RG, CPF, comprovantes de residência e escolaridade, além de certificados de cursos, se assim desejar.

Para realizar agendamento na Rede SINEBAHIA acesse o endereço www.sacdigital.ba.gov.br.

Vagas de Juazeiro para dia 06/08/2025

MANICURE
Ensino médio completo
Experiência na função
Salário a combinar
01 VAGA

FISCAL DE CAMPO
Ensino técnico completo
Residentes em Petrolina
Experiência na função
Salário a combinar
02 VAGAS

AUXILIAR DE LIMPEZA
Ensino fundamental completo
Experiência na função
Salário a combinar
10 VAGAS

MONITOR DE RESSOCIALIZAÇÃO
Ensino médio completo
Salário a combinar
50 VAGAS

LAVADEIRO
Ensino médio completo
Experiência na função
Salário a combinar
02 VAGAS

VENDEDOR INTERNO
Ensino médio completo
Experiência na função
Conhecimento em Informática Básica
Possuir CNH B
Salário a combinar
01 VAGA

VENDEDOR DE LOJA
Ensino médio completo
Experiência na função
Salário a combinar
01 VAGA

AUXILIAR DE CARGA E DESCARGA
Ensino fundamental completo
Experiência na função
Salário a combinar
03 VAGAS

PEDREIRO
Ensino fundamental completo
Experiência na função
Salário a combinar
04 VAGAS

ELETRICISTA
Ensino médio completo
Experiência na função
Salário a combinar
02 VAGAS

AJUDANTE DE CARGA E DESCARGA
Ensino fundamental completo
Salário a combinar
01 VAGA

AUXILIAR DE ARMAZENAMENTO
Ensino fundamental completo
Salário a combinar
06 VAGAS

VENDEDOR DE ÓTICA
Ensino médio completo
Experiência na função
Salário a combinar
01 VAGA

 

Redação PNB

Tarifaço de Trump contra o Brasil entra em vigor nesta quarta-feira (6)

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A tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros impostas pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, entra em vigor nesta quarta-feira, 6, após a assinatura da Ordem Executiva para adoção da medida.

O decreto assinado pelo americano no dia 30 de julho, no entanto, exclui quase 700 itens da lista de produtos que terão uma taxa mais alta para exportação. Entre os que estão isentos dos 50% estão:

  • suco de laranja;
  • aeronaves civis;
  • produtos químicos;
  • fertilizantes;
  • castanha-do-Brasil;
  • prata e ouro.

Os produtos listados permanecem com a tarifa mínima de 10% sobre a importação ao país americano, como já anunciado em abril. A elevação no tributo encarece os seguintes produtos:

  • carne bovina;
  • café;
  • frutas;
  • máquinas agrícolas e industriais;
  • calçados.

O presidente Trump justificou a adoção das sanções econômicas ao país como tentativa de retaliação contra o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, apontado como suspeito de articular um golpe de Estado.

“A forma como o Brasil tem tratado o ex-Presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma Caça às Bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE!”, diz um trecho da carta de Trump enviada a Lula.

Soluções aos setores afetados

Em contrapartida, o governo Lula (PT) prepara um plano de contingência para reduzir o impacto que será causado com o tarifaço. Na terça-feira, 5, o presidente Lula (PT) reuniu ministros para bater o martelo sobre as medidas necessárias aos setores afetados.

Entre as ações que foram estabelecidas no plano de contingência, estão: 

  • Linhas de crédito para pequenos produtores;
  • Compras governamentais de produtos que teriam como destino aos Estados Unidos;
  • Reativação do Programa Seguro-Emprego que permite a redução da jornada e dos salários, semelhante ao que aconteceu na pandemia;
  • Ampliação do Programa Reintegra para pequenas empresas exportadoras que permite recuperar parte dos tributos pagos ao longo da cadeia produtiva.

 

Bahia BA

Brasil registra criação de 166,6 mil postos de trabalho em junho

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A criação de emprego formal caiu em junho. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, 166.621 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

A criação de empregos caiu 19,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em junho de 2024, tinham sido criados 206.310 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores. Em relação aos meses de junho, o volume foi o menor desde 2023, quando foram abertas 155.704 vagas. A comparação considera a metodologia atual do Caged, que começou em 2020.

Nos seis primeiros meses do ano, foram abertas 1.222.591 vagas. Esse resultado é 6,8% mais baixo que no mesmo período do ano passado. A comparação considera os dados com ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.

De janeiro a junho do ano passado, foram criados 1.311.751 postos de trabalho formais. A mudança da metodologia do Caged não torna possível a comparação com anos anteriores a 2020.

Setores

Na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em junho.

A estatística foi liderada pelos serviços, com a abertura de 77.057 postos, seguidos pelo comércio, com 32.938 postos a mais. Impulsionada pela safra, a agropecuária vem em terceiro lugar, com a criação de 25.833 postos de trabalho.

Em quarto lugar está a indústria (de transformação, de extração e de outros tipos), com a criação de 20.105 postos de trabalho. Por fim, o nível de emprego subiu na construção civil, com a abertura de 10.665 postos.

Destaques

Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com a abertura de 41.477 postos formais. A categoria de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais abriu 12.821 vagas.

Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 17.421 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou o segmento de água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação, que abriu 1.218 vagas.

As estatísticas do Caged apresentadas a partir de 2020 não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.

Regiões

Todas as cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em junho. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 76.332 postos a mais, seguido pelo Nordeste, com 36.405 postos. Em seguida, vem o Centro-Oeste, com 23.876 postos, com a ajuda da safra. O Sul abriu 18.358 postos de trabalho, e o Norte criou 11.683 vagas formais no mês passado.

Na divisão por unidades da Federação, 26 das 27 registraram saldo positivo. Os destaques na criação de empregos foram São Paulo (+40.089 postos); Rio de Janeiro (+24.228) e Minas Gerais (+15.363). O único estado que fechou vagas foi o Espírito Santo, com a extinção de 3.348 postos, principalmente no setor de café.

 

 

Agência Brasil

Número de colisões de veículos em postes cresce 8% no primeiro semestre na Bahia

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A violência do trânsito continua envolvendo condutores, pedestres e instituições públicas em uma equação de difícil resolução: como fazer o número de sinistros, mortes e internações diminuir, com o aumento do número de veículos circulando? Sobretudo de motocicletas, que no ano passado foi responsável por 881 mortes na Bahia, superando as 743 vítimas de acidentes de carro.

Um balanço divulgado pela Neoenergia Coelba ajuda a entender a gravidade dos números: a companhia registrou 1.899 colisões de veículos em postes no primeiro semestre no estado, um aumento de 8% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram contabilizadas 1.748 ocorrências.

Feira de Santana, Salvador e Vitória da Conquista lideram o ranking, mas foi a presença de Luís Eduardo Magalhães no quarto lugar que chamou atenção, uma vez que a cidade do Oeste baiano é apenas o 17º município mais populoso do estado.

“Essa é uma região de pujança econômica, ligada às exportações agrícolas e com grande fluxo de veículos pesados”, explica Ricardo Bastos, gerente de operações da empresa, acrescentando que é preciso ter uma estratégia voltada para o interior do estado.

Além dos transtornos e prejuízos com a interrupção do fornecimento de energia elétrica, essas colisões acabam impactando a segurança tanto dos condutores quanto das pessoas expostas à rede eletrificada.

Apesar do crescimento dos números, o gestor destaca que apenas 32% dos casos provocaram impacto no fornecimento de energia, pois o uso de tecnologia permite o isolamento de trechos da rede elétrica e o religamento automático do sistema.

A orientação da Neoenergia é que as pessoas permaneçam dentro do carro, sem tocar nas partes metálicas, não se aproximar dos cabos e ligar para o 116 ou para o Corpo de Bombeiros (193) .

Segundo Ricardo, a substituição dos postes danificados e o restabelecimento da energia exigem um trabalho técnico complexo e que, muitas vezes, só pode ser iniciado após a liberação da perícia policial.

Sem falar nos custos, de cerca de R$ 6 mil por cada poste trocado, que pode ir parar na conta do infrator, se for registrado um boletim de ocorrência e ele for condenado judicialmente.

Álcool e velocidade

Como em outros acidentes de trânsito, no caso das colisões em postes os vilões são o excesso de velocidade, a ingestão de bebidas alcoólicas e a imprudência causada por vários motivos, como o uso do celular ao dirigir.

O primeiro semestre termina, segundo a Polícia Rodoviária Federal na Bahia, com 209 mil infrações e 1.956 sinistros nas estradas federais que cortam o estado.

Nos dados parciais do Detran-Ba, referente ao mês de janeiro e baseados nos registros da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), foram 413 mortes e 366 internações na rede hospitalar pública.

Números que confirmam a tendência de crescimento que fez de 2024 o ano com

mais mortes no trânsito da última década, com um total de 2.887 casos. “Quase 3 mil pessoas perderam a vida, sendo que 90% destas mortes poderiam ser evitadas com o respeito à sinalização e às regras de não ingerir álcool e não falar ao celular”, reforça Rodrigo Pimentel, diretor-geral do Detran na Bahia.

Os números altos colocam o Brasil como o terceiro no ranking mundial de mortes de trânsito e, segundo Rodrigo, refletem uma aceitação quase natural da sociedade em relação a este tipo de morte. “É uma questão histórica e cultural”, acredita Rodrigo, que faz uma comparação aos acidentes aéreos, que costumam causar uma grande comoção na sociedade.

Para transformar

Mexer nesse cenário é o desafio das autoridades responsáveis pelo setor e foco de campanhas como a Semana Nacional do Trânsito, mobilização nacional que acontece em setembro. Segundo Rodrigo, a abordagem será educativa e voltada para crianças e jovens.

“Os países que tiveram sucesso investiram na formação das novas gerações para que elas cresçam obedecendo às regras”. O público adulto, pondera, só costuma responder com fiscalização e imposição de multas.

Um grupo que tem merecido atenção são os motociclistas, que hoje representam 50% da frota motorizada do estado. Rodrigo cita o programa Condução Decente, uma capacitação para motociclistas que trabalham na condução de pessoas e de mercadorias e envolve vários órgãos do estado.

Nesta primeira rodada serão 6,5 mil profissionais, em 75 cidades. Quem completar o curso, que é gratuito, receberá no final um kit de EPIs com colete, capacete, antena de proteção, joelheiras, cotoveleiras e bags.

Em Salvador, afirma Marcos Reis, Gerente de Trânsito da Transalvador, o número de acidentes envolvendo motos é realmente uma preocupação, com consequências tanto para condutores quanto para passageiros. No ano passado, das 176 mortes registradas, 50% envolveram motociclistas.

“Nossa gerência de educação tem trabalhado em campanhas em prol da redução da velocidade, uso de equipamentos se segurança e formalização, com a aquisição da CNH”, cita Marcos, acrescentando que o objetivo é mitigar e reduzir os sinistros. Neste primeiro semestre, a Transalvador contabilizou 60 acidentes com mortes e 1768 com feridos – em 2024 foram 69 e 1712, respectivamente.

Uma das ações implementadas pelo órgão foi a instalação, em março, de uma motofaixa exclusiva na Av Bonocô. “Em breve vamos divulgar os dados desta fase experimental”, informa Marcos, acrescentando que a equipe de projetos está desenvolvendo estudos para expandir as motofaixas para outras avenidas de grande circulação da cidade.

“Nós atuamos avaliando locais e horários com maior incidência de sinistros, para adotarmos medidas como instalação de redutores de velocidade, fiscalização e câmera de monitoramento”, detalha Marcos, citando as avenidas Paralela, ACM e Octávio Mangabeira como as campeãs de acidentes da cidade. “O trânsito seguro é um direito de todos e nós temos que ter consciência, como cidadãos, de respeitar o outro e obedecer as regras”.

A Tarde

“Literatura juazeirense: um patrimônio condenado ao esquecimento“ por João Gilberto Guimarães

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Juazeiro é uma cidade de tradição, de memória e de cultura pulsante. No entanto, quando falamos da literatura juazeirense, percebemos que se trata de uma das linguagens culturais mais negligenciadas pelas últimas gestões municipais. A ausência de concursos literários, prêmios e políticas públicas de incentivo à escrita tem provocado um esvaziamento preocupante, relegando escritores e escritoras locais a um lugar de invisibilidade.

O último grande evento literário realizado na cidade foi a FLIJUA – I Festa Literária de Juazeiro, em abril de 2021. De lá para cá, a literatura juazeirense ficou órfã de um espaço coletivo de celebração, debate e valorização. Não se trata de ausência de talento ou de tradição: o que falta é compromisso político e investimento.

Juazeiro já deu ao Brasil nomes fundamentais para a literatura e para a música. O poeta Pedro Raimundo Rego, de lírica marcante; o poeta e compositor Manuca Almeida, cuja obra permanece viva em versos e canções; o letrista da icônica banda Novos Baianos, Luiz Galvão, que ajudou a redefinir a música popular brasileira; a cronista Maria Franca Pires, observadora atenta da vida cotidiana juazeirense; a escritora e folclorista Antonila da França Cardoso, guardiã das tradições do povo; e o historiador Walter de Castro Dourado, que dedicou sua vida a registrar e interpretar a memória local. Essa constelação de nomes prova que Juazeiro sempre foi e continua sendo um celeiro de intelectuais, artistas e pensadores.

No entanto, é impossível ignorar que a cidade já teve políticas públicas mais avançadas do que as que vemos hoje. Um exemplo emblemático é a Lei Municipal nº 201, de 1954, que previa a publicação de obras de escritores juazeirenses pela própria Prefeitura. Sete décadas atrás, Juazeiro já entendia que apoiar seus escritores era investir em identidade, memória e desenvolvimento cultural. Hoje, a mesma cidade que inovou no passado parece ter esquecido esse legado.

A literatura não é apenas expressão artística individual, mas também ferramenta de transformação social. Incentivar a produção literária é estimular o pensamento crítico, formar leitores, preservar a memória e projetar a cidade para além de suas fronteiras. É também oferecer condições para que novas vozes possam surgir, renovando o cenário cultural.

Por isso, é urgente que a gestão municipal retome o compromisso com essa linguagem cultural. Concursos literários, prêmios de incentivo, feiras e festas literárias não são luxo, são instrumentos fundamentais de valorização e de estímulo a escritores e escritoras, tanto os que já possuem trajetória consolidada quanto os que estão dando seus primeiros passos.

Juazeiro tem história, tem nomes, tem referências. Falta apenas resgatar a coragem de investir em sua literatura e em seus autores, sem precisar importar de outras terras. Retomar esse caminho não é apenas uma questão de política cultural, mas um dever histórico com aqueles e aquelas que deram à cidade uma das suas maiores riquezas: a palavra.

Por João Gilberto Guimarães Sobrinho, cientista social, produtor cultural, editor, escritor e pesquisador das Políticas Públicas de Cultura.

Acidentes elétricos mataram 257 pessoas em 2024

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O número de vítimas fatais por motivos de acidentes elétricos aumentou em 2024, mesmo em um cenário em que houve queda no número total desse tipo de acidente. Ao longo do ano, 257 pessoas morreram em decorrência de acidentes com eletricidade, segundo levantamento da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee).

No ano anterior (2023), os acidentes elétricos levaram a vida de 250 pessoas. Com relação ao número total de ocorrências estava em 782. Baixou para 685 em 2024. Trata-se do menor registro em oito anos.

“A redução de ocorrências (para 685 acidentes com eletricidade) em 2024 indica avanços em ações de prevenção”, explica residente da Abradee, Marcos Madureira.

Segundo o levantamento, entre as principais causas de acidentes estão obras prediais, ligações clandestinas, furto de cabos, manuseio de equipamentos agrícolas próximos à rede, além de cabos energizados no solo e improvisos em instalações domésticas.

Mortes

Com relação ao aumento no número de mortes (de 250 para 257), isso indica, segundo ele, que mesmo com menos acidentes, os riscos se mantêm altos, quando em se tratando de eletricidade.

“Essas ocorrências podem estar relacionadas a fatores como a falta de conhecimento técnico para uma análise correta dos riscos, improvisações em instalações elétricas ou ausência de equipamentos adequados de proteção”, acrescentou.

Agosto Vermelho

Para Marcos Madureira, esse cenário reforça a necessidade de expandir a cultura de segurança, “levando informação de qualidade para toda a população e intensificando campanhas educativas que possam salvar vidas, como a campanha Agosto Vermelho” – que se encontra em sua terceira edição.

A campanha tem, entre seus objetivos, o de funcionar como um marco de mobilização nacional em torno dos riscos com a rede elétrica, no âmbito da 19ª Campanha Nacional de Segurança com a Rede Elétrica, que tem, como mote, o Movimento Zero Acidentes.

Construção Civil

De acordo com a Abradee, a campanha deste ano priorizará o setor da construção civil, que lidera o número de ocorrências no país. Em agosto está previsto a primeira edição de um workshop online voltado para dicas aos profissionais da construção.

“O ‘aulão da segurança’ ficará disponível no canal do Youtube da associação e contará com a participação de especialistas em segurança das distribuidoras de energia associadas e influenciadores do setor de construção civil, além da Abradee”, informou a associação.

Comerciante reclama da falta de iluminação pública após retirada de poste no bairro Piranga, em Juazeiro: “estamos vulneráveis”

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Um comerciante do bairro Piranga, em Juazeiro, no Norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para reclamar da falta de iluminação pública na Travessa da Codevasf. Segundo ele, a situação piorou após a retirada de um poste no último sábado (3), realizada por uma equipe da Coelba.

“No sábado, tiraram o poste, deixaram os fios espalhados e a avenida completamente no escuro, sem iluminação. O único poste que tinha luz era esse. O outro, que fica próximo está queimado. Nós, comerciantes, ficamos ali à mercê, no escuro”, relatou.

O comerciante afirma que a escuridão compromete a segurança da região e aumenta os riscos para quem trabalha e circula pelo local.

“A falta de iluminação gera perigo para os pedestres e também para nós, porque os comércios ficam expostos, estamos vulneráveis. Todo mês vem cobrança de iluminação pública na fatura de energia. Como é que a gente vai pagar por algo que não está sendo oferecido?”, questionou.

Encaminhamos a reclamação para a Secretaria de Serviços Públicos de Juazeiro e aguardamos uma resposta.

 

Redação PNB

STF mantém previsão de julgamento de Bolsonaro em setembro mesmo após prisão domiciliar

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O Supremo Tribunal Federal (STF) mantém a previsão de começar, em setembro, o julgamento da ação penal sobre a suposta tentativa de golpe em 2022, mesmo após a decisão que determinou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. O processo está na fase de alegações finais, última etapa antes de ser levado ao plenário da Primeira Turma, responsável pela análise do caso. As informações são do O Globo.

Fontes do STF e da Procuradoria-Geral da República (PGR) ouvidas reservadamente indicam que o julgamento do chamado “núcleo crucial” da trama deve ocorrer no início de setembro, caso não haja imprevistos. Magistrados afirmam que eventuais crises políticas não interferirão no andamento do processo, embora o tema da soberania nacional possa ser mencionado nos votos.

Ministros já abordaram a questão em decisões anteriores. Flávio Dino, ao votar sobre medidas cautelares contra Bolsonaro, citou supostas articulações do ex-presidente com autoridades dos EUA para pressionar o Judiciário brasileiro:

“A coação assume uma forma inédita: o ‘sequestro’ da economia de uma Nação, ameaçando empresas e empregos, visando exigir que o Supremo Tribunal Federal pague o ‘resgate’, arquivando um processo judicial”, escreveu. Dino classificou o caso como “absolutamente esdrúxulo” e afirmou que “é explícito que se cuida de intolerável estratégia de retaliação política, que afronta a soberania nacional”.

Já o ministro Luiz Fux destacou em seu voto: “Os juízes devem obediência unicamente à Constituição e às leis de seu país. […] Na seara jurídica, os fundamentos da República Federativa do Brasil e suas normas constitucionais devem ser permanentes”.

O relator do caso, Alexandre de Moraes, deve solicitar a inclusão do processo na pauta da Primeira Turma, sob presidência de Cristiano Zanin, que definirá a data do julgamento. A análise pode se estender por mais de uma sessão devido à complexidade do caso.

Nas etapas anteriores, ministros já sinalizaram divergências. Fux, por exemplo, questionou a competência da Primeira Turma para julgar o caso, defendendo que o plenário do STF seria o foro adequado. Recentemente, ele também votou contra restrições como o uso de tornozeleira eletrônica por Bolsonaro, ficando em minoria (4 a 1).

Interrogatórios de militares e ex-assessores de Bolsonaro trouxeram revelações significativas. O general da reserva Mário Fernandes admitiu ser o autor do documento apelidado de “Plano Punhal Verde e Amarelo”, que, segundo a PF, previa cenários para assassinato do presidente Lula, do vice Alckmin e do ministro Moraes.

“Esse arquivo digital […] é um estudo de situação. […] Não foi compartilhado com ninguém”, afirmou. Ele disse ter impresso e depois rasgado o material.

Já o tenente-coronel Hélio Ferreira Lima, réu no “núcleo 3”, admitiu ter elaborado um plano para prender ministros do STF quando atuava na inteligência do Exército.

Com a fase de interrogatórios concluída, Moraes deve abrir prazo para alegações finais da PGR e da defesa. A expectativa é que a maior parte das análises sobre os cinco núcleos e os 33 acusados seja finalizada até o fim do ano.

 

Bahia Notícias 

Permissionário reclama de desordem no Mercado do Produtor de Juazeiro: “Colocam as caixas de mercadorias no chão”; AMA diz estar tomando providências

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Em contato com o Portal Preto no Branco, um permissionário do Mercado do Produtor de Juazeiro, no norte da Bahia, reclamou da falta de ordenamento das caixas de mercadorias. De acordo com ele, os materiais estão sendo colocados em locais irregulares, dificultando a circulação no local.

“Tem permissionários colocando caixas de mercadorias no chão, em áreas por onde os carros precisam passar para fazer descarga e também onde os usuários circulam. Já chegou a vir guarda para retirar esse pessoal, e eles continuam bagunçando. Nos dias mais cheios, essa desorganização toma conta do mercado e tumultua o Ceasa inteiro. Eles colocam as caixas de mercadoria no chão e não tem quem retire”, relatou o permissionário.

Encaminhamos a reclamação para a Autarquia Municipal de Abastecimento, responsável pelo ordenamento do Mercado do Produtor. Em nota, a AMA informou que “já tomou conhecimento da situação relatada e já está adotando as providências cabíveis. O permissionário envolvido será devidamente notificado conforme as normas vigentes”.

Redação PNB