PNB

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SEC vai contratar três mil novos profissionais em processos seletivos REDA na rede estadual

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A Secretaria da Educação do Estado (SEC) publicou, nesta sexta-feira (23), no Diário Oficial do Estado (DOE), editais para a realização de três processos seletivos simplificados em Regime Especial de Direito Administrativo (REDA). As seleções destinam-se à contratação de cerca de três mil profissionais para as funções de técnico administrativo temporário, professor orientador de estágio em Saúde, nas áreas de Enfermagem e Radiologia, e técnico de nível superior, nas áreas de engenharia, arquitetura, contábeis e administração para atuação na rede pública estadual.

Estão sendo ofertadas 2.500 vagas para técnico administrativo temporário, 228 para professor orientador de estágio em Saúde e 49 para técnico de nível superior, todas por meio de processo seletivo de provas. O ingresso desses profissionais fortalece o trabalho pedagógico e administrativo, apoiando as ações desenvolvidas nas escolas estaduais. As inscrições poderão ser realizadas entre os dias 26 de janeiro e 23 de fevereiro, pelo endereço eletrônico https://www.ibfc.org.br.

As contratações têm como objetivo reforçar as equipes das escolas e dos setores administrativos da SEC, acompanhando o crescimento do número de estudantes e a ampliação da rede estadual. A iniciativa visa manter o funcionamento das unidades e melhorar o atendimento à comunidade escolar em diferentes regiões da Bahia.

Os técnicos Administrativos Temporários atuarão em unidades escolares dos 417 municípios baianos e nos órgãos administrativos da SEC, como os Núcleos Territoriais de Educação e o Órgão Central, em Salvador. Já os Professores Orientadores de Estágio serão lotados nos cursos técnicos de Enfermagem e Radiologia da rede estadual de Educação Profissional, enquanto os Técnicos de Nível Superior trabalharão nos NTEs 01, 03, 11, 16, 17, 22, 26 e 27.

Confira o link dos Editais:https://www.ba.gov.br/educacao/selecoes-e-concursos

Ascom

Fies 2026: MEC publica edital com 67,3 mil vagas para o 1º semestre

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Fundo de Financiamento Estudantil,Fies

O MEC (Ministério da Educação) publicou na quinta-feira (22) o edital do processo seletivo do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) para o primeiro semestre de 2026.

O governo federal vai oferecer 112 mil vagas ao longo do ano: 67.301 para a primeira etapa e 44.867 para o segundo semestre. O período de inscrições ocorre de 3 a 6 de fevereiro, exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

Para participar, o candidato deve ter realizado qualquer edição do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) a partir de 2010, com média aritmética mínima de 450 pontos nas provas e nota superior a zero na redação.

O critério de renda exige rendimento bruto familiar mensal per capita de até três salários mínimos (até R$ 4.863).

A classificação seguirá a ordem decrescente das notas, com prioridade para candidatos que não concluíram o ensino superior e não utilizaram o financiamento anteriormente.

Nesta edição, o programa reserva 50% das vagas para o Fies Social, destinado a estudantes com renda familiar de até meio salário mínimo (R$ 810,50) inscritos no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal).

Esse grupo pode solicitar o financiamento de 100% dos encargos educacionais. Candidatos com deficiência devem apresentar laudo médico com o código da CID (classificaçãointernacional de doenças) para comprovar a condição.

Resultados

O resultado da chamada única será divulgado no dia 19 de fevereiro. Os pré-selecionados deverão complementar as informações no sistema entre 20 e 24 de fevereiro para validação junto à CPSA (Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento).

Quem não for convocado nesta etapa integrará a lista de espera, cujas convocações ocorrem de 26 de fevereiro a 10 de abril.

Inscrições Fies

  • Inscrições: de 3 a 6 de fevereiro pelo Portal Único de Acesso
  • Resultado (chamada única): 19 de fevereiro
  • Lista de espera: de 26 de fevereiro a 10 de abril
  • Requisitos: Enem desde 2010 (mínimo 450 pontos e redação nota superior a 0) e renda per capita de até 3 salários mínimos (R$ 4.863)

CNN Brasil

“Jornalismo e comunicação em face de fakes e ogros digitais“, por João Gilberto Guimarães

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O jornalismo e a comunicação atravessam, na contemporaneidade, um dos períodos mais desafiadores de sua história. A consolidação das redes sociais, aliada ao avanço acelerado da inteligência artificial e das tecnologias de informação, alterou profundamente a forma como as notícias são produzidas, difundidas e consumidas. Se, por um lado, esse cenário ampliou o acesso à informação e democratizou os meios de comunicação, por outro, instaurou um ambiente marcado pela urgência, pela superficialidade e pela proliferação de conteúdos falsos, ofensivos ou descontextualizados.

A lógica da velocidade passou a se sobrepor à lógica da apuração. A necessidade de noticiar em tempo real cria uma corrida permanente por curtidas, compartilhamentos e engajamento, muitas vezes em detrimento da checagem dos fatos, da responsabilidade ética e do respeito às pessoas envolvidas. Nesse contexto, cada indivíduo conectado passa a se perceber como um potencial divulgador de notícias, sem necessariamente possuir formação técnica, compromisso com a verdade ou compreensão das consequências sociais de suas publicações.

Esse fenômeno se manifesta de forma especialmente grave na disseminação de imagens de pessoas mortas ou acidentadas, expostas sem qualquer cuidado, respeito ou consentimento. Tragédias pessoais são transformadas em espetáculo, reduzidas a cliques e comentários, alimentando uma cultura de insensibilidade e violação da dignidade humana. O que deveria ser tratado com humanidade e responsabilidade passa a circular como entretenimento mórbido.

Paralelamente, observa-se a banalização da ofensa, do xingamento e do ataque pessoal. Muitos usuários agem a partir da falsa noção de que a internet é uma terra de ninguém, um espaço sem regras, onde tudo é permitido. O anonimato, real ou percebido, serve de escudo para o surgimento dos chamados ogros ou trolls digitais, indivíduos ou grupos que se valem das plataformas para propagar discursos de ódio, desinformação e violência simbólica contra quem pensa diferente, reforçando polarizações e aprofundando fraturas sociais.

Outro aspecto preocupante é a ascensão do achismo como substituto do conhecimento técnico. Em diversas áreas, como saúde, educação, política, ciência e cultura, opiniões pessoais são difundidas como verdades absolutas, muitas vezes em confronto direto com estudos, dados e especialistas. A desvalorização do saber técnico e do jornalismo profissional fragiliza o debate público e compromete a capacidade coletiva de tomar decisões informadas.

Diante de uma sociedade cada vez mais conectada, torna-se urgente refletir sobre a necessidade de regulações, bom senso e marcos legais que acompanhem o avanço das tecnologias. Não se trata de cercear a liberdade de expressão, mas de estabelecer limites claros entre opinião e desinformação, entre crítica e discurso de ódio, entre comunicação responsável e violência simbólica. As plataformas digitais, os Estados, as instituições e os próprios usuários precisam compartilhar essa responsabilidade.

Nesse cenário complexo, o jornalismo reafirma seu papel fundamental como mediador qualificado da informação, comprometido com a ética, a veracidade e o interesse público. Em meio a fakes, algoritmos e ogros digitais, comunicar com responsabilidade torna-se não apenas um exercício profissional, mas um ato de cidadania. O desafio que se impõe é construir, coletivamente, um ambiente digital mais humano, crítico e consciente, à altura das tecnologias que criamos e das sociedades que desejamos sustentar.

Por João Gilberto Guimarães Sobrinho, cientista social formado pela Universidade Federal do Vale do São Francisco, graduando em história, pós graduando em História da arte, poeta editor e produtor cultural

Anvisa proíbe venda de suplemento alimentar que promete controle da glicemia

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda do suplemento alimentar em cápsulas da marca Glicopill. O produto promete o equilíbrio glicêmico de “forma saudável”, em uma composição com “quatro poderosos nutrientes tropicais”.

Além de barrar a comercialização, a agência determinou a apreensão do produto bem como o fim da distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso.

A medida foi tomada a partir das propagandas veiculadas em plataformas de venda do produto na internet.

Em seu site, a marca anuncia o suplemento como “a fórmula mais eficiente para controle da diabetes”.

De acordo com a Anvisa, o produto infringe diversas normas da agência, incluindo falta de registro, rotulagem inadequada e falta de aprovação sanitária.

Além disso, a agência proíbe a comercialização de produtos que são vendidos como “promessas terapêuticas”, como é o caso do Glicopill.

A empresa não havia se pronunciado sobre a suspensão do produto até a publicação desta matéria.

G1

Moradores cobram mais segurança após onda de crimes em Remanso: “A cidade respira medo”

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Moradores do município de Remanso, no norte da Bahia, entraram em contato com o Portal Preto no Branco para relatar a falta de segurança e cobrar mais policiamento na cidade. Segundo os relatos, em menos de 20 dias, o município registrou crimes como feminicídio, duplo homicídio e arrombamentos, o que tem gerado medo e insegurança entre a população.

“Em apenas 20 dias, olha quantas tragédias aconteceram. A população está assustada e vivendo com medo”, relatou uma moradora, que preferiu não se identificar.

Segundo ela, a sensação é de abandono.

“O centro da cidade de Remanso, assim como quase toda a cidade, está largado. A cidade inteira respira medo”, desabafou.

A moradora também criticou a retirada de órgãos de segurança do centro urbano, apontando que a medida tem contribuído ainda mais para a sensação de insegurança.

“A sede da delegacia já foi retirada do centro e isso tem deixado a cidade ainda mais insegura. Não sei quem está sendo beneficiado com essas decisões, que só prejudicam a população”, criticou.

Os moradores também reclamam do baixo efetivo policial.

“O número de policiais é muito pequeno para uma cidade inteira. Falta presença da polícia nas ruas, principalmente à noite”, afirmou outro morador.

Segundo a população, a indignação aumenta diante da gravidade dos crimes registrados recentemente. Na sexta-feira (2), duas mulheres foram encontradas mortas, carbonizadas, após um incêndio em uma residência no bairro Área Industrial. De acordo com a Polícia Civil, um homem identificado como Igor Galvão de Sousa, de 31 anos, também foi encontrado morto no local, com indícios de suicídio. Informações preliminares apontam que ele era ex-companheiro de uma das vítimas. O caso segue sob investigação.

“É revoltante. Um caso de feminicídio dessa forma mostra o quanto estamos vulneráveis”, comentou uma moradora.

Outro episódio que chocou a cidade foi o duplo homicídio registrado na noite da última segunda-feira (19), na localidade conhecida como Vila Santana. O casal de namorados Lucas Gabriel Santana Andrade, de 27 anos, e Juliana Rosa Ribeiro dos Santos, de 23 anos, foi morto a tiros dentro de uma residência.

“O jovem ainda ligou para a família dizendo que a casa estava sendo invadida. Isso mostra o nível de violência que chegou à nossa cidade”, disse um morador.

Além dos crimes contra a vida, moradores afirmam que comerciantes também vivem apreensivos.

“Uma farmácia no centro foi arrombada duas vezes em menos de uma semana. Quem trabalha aqui não se sente mais seguro”, relatou outro morador.

Diante do cenário, o apelo da população é direto às autoridades.

“Pedimos segurança pública. Que cada órgão faça o que for de sua competência. A cidade está respirando medo, insegurança e abandono”, concluiu um morador.

Estamos encaminhando o caso para a Polícia Militar e para a Guarda Civil Municipal de Remanso.

Redação PNB

Sisu 2026: inscrições para 274,8 mil vagas terminam nesta sexta-feira

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Brasília (DF), 16.02.2023 - Página do SISU 2023 na internet. Foto: Juca Varella/Agência Brasil

Os interessados em participar do processo seletivo de 2026 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) podem se inscrever até esta sexta-feira, 23 de janeiro. 

Uma das novidades desta edição é que quem participou de pelo menos uma das três últimas edições do Enem – 2023, 2024 e 2025 – pode se inscrever para concorrer a vagas oferecidas pelas instituições que aderiram ao processo seletivo. É obrigatório, ainda, já ter concluído o ensino médio.

O Sisu 2026 oferecerá 274,8 mil vagas em 7.388 cursos de 136 instituições públicas de ensino superior – a maior oferta da história, de acordo com o Ministério da Educação (MEC).

Como participar do Sisu

A inscrição para o Sisu é gratuita. O candidato deverá realizá-la exclusivamente pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

O participante poderá se inscrever em até dois curso e indicar sua preferência como primeira e segunda opção.

Ao se inscrever, é preciso preencher, obrigatoriamente, um cadastro socioeconômico. Aquele candidato que deseja concorrer às modalidades de reserva de vagas, previstas na Lei de Cotas e nas ações afirmativas próprias das instituições, deve fazer a opção no momento da inscrição.

Como é feita a seleção

A seleção do candidato será com base na nota do Enem de 2023 a 2025 que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso. O participante não pode ter tirado nota zero na redação.

Aos candidatos que participaram de mais de uma das últimas edições do Enem, o sistema de inscrição do Sisu selecionará automaticamente a edição que oferece a melhor média ponderada para cada opção de curso escolhida.

As notas de treineiros (estudantes que não terminaram o ensino médio e fazem o exame apenas para autoavaliação) não serão consideradas.

O resultado da única chamada regular será divulgado em 29 de janeiro, conforme prevê o edital.

Vagas

Na edição com número recorde de vagas, o MEC destaca que o Sisu 2026 incluiu novos campi no processo seletivo e a ampliou os cursos de tecnologia, inteligência artificial e licenciaturas.

Considerado apenas as vagas reservadas, no contexto da Lei de Cotas e demais ações afirmativas próprias das instituições de ensino, são mais de 148,9 mil vagas para pretos, pardos, indígenas, quilombolas, estudantes egressos de escolas públicas ou comunitárias, além de pessoas com deficiência. Este quantitativo corresponde a 54,3% de todas as vagas disponibilizadas.

Sobre os cursos, mais de 73 mil são para cursos de licenciaturas presenciais de 18 áreas. Os estudantes que optarem por esses cursos poderão se inscrever no programa Pé-de-Meia Licenciaturas e terão direito ao incentivo financeiro mensal no valor de R$ 1.050, durante todo o curso.

A universidade com o maior número de vagas no Sisu é a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com 9.120 vagas. Em seguida, estão a Universidade Federal Fluminense (UFF), com 8.931; e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), 8.005.

A lista dos cursos com mais vagas é liderada por pedagogia, com 10.145 oportunidades. Na segunda posição, está o curso de administração (9.462) e, na sequência, matemática (9.332 vagas).

Ferramenta

Para apoiar os estudantes no processo de escolha do curso, o portal do Sisu disponibiliza a consulta às vagas de cursos por instituição, município, turno, grau acadêmico e modalidade de concorrência. A plataforma possibilita acompanhar as informações como número de vagas e notas de corte parciais, durante o período de inscrições do Sisu.

Sisu

O programa federal tem como objetivo de ampliar o acesso dos estudantes do ensino médio a instituições públicas de educação superior, por meio do Enem. O Sisu reúne as vagas ofertadas por instituições públicas de educação superior do Brasil que aderiram ao processo seletivo. A maioria das instituições participantes é da rede federal de educação superior, com destaque para universidades e institutos federais.

Agência Brasil

Mulher atropela cachorra comunitária, não presta socorro e foge no bairro Novo Encontro, em Juazeiro, denunciam moradores

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Moradores do bairro Novo Encontro, em Juazeiro, no norte da Bahia, entraram em contato com a redação do PNB para denunciar um grave caso de maus-tratos contra animal. Segundo os relatos, uma mulher atropelou uma cachorra comunitária, recusou-se a prestar socorro e fugiu do local. O caso aconteceu na tarde da última quarta-feira (22), por volta das 13h30, na Avenida Novo Juazeiro, e causou revolta entre moradores da comunidade.

Segundo testemunhas, a cachorra caminhava normalmente pela via momentos antes do atropelamento. Após atingir o animal, a motorista foi alertada por populares sobre a gravidade da situação, mas ignorou os pedidos de ajuda e deixou o local.

“Ela passou com o carro por cima da cachorrinha e não quis prestar socorro. Pedimos várias vezes para que levasse o animal ao veterinário, mas ela se negou”, relatou.

Ainda segundo os moradores, a motorista tentou justificar a omissão com uma informação falsa.

“Ela disse que a cachorrinha já estava com a pata quebrada, mas isso não é verdade. Segundos antes do atropelamento, eu e outras pessoas vimos a cachorrinha andando normalmente”, afirmou.

Os moradores chegaram a tentar impedir que a motorista deixasse o local, mas não conseguiram

“Todo mundo explicou que era urgente, que o animal estava ferido, mas ela entrou no carro e foi embora”, contou outra testemunha.

O morador afirma possuir provas do ocorrido.

“Tenho foto da placa do veículo, foto da cachorrinha após o atropelamento e testemunhas presenciais. Atropelar um animal e fugir é crime, assim como omitir socorro”, destacou.

A cachorra é um animal comunitário, cuidado por moradores da região. Após a fuga da motorista, ela foi socorrida por populares e encaminhada para atendimento veterinário, onde permanece internada em estado delicado.

“Ela está internada, sentindo muita dor e o quadro é grave. Existe, inclusive, a possibilidade de amputação da patinha, dependendo dos exames”, informaram.

Segundo uma moradora, a mulher responsável pelo atropelamento já foi identificada e uma queixa será registrada na delegacia.

“Ela já foi identificada, nós sabemos quem é. Vamos registrar a ocorrência para que ela seja responsabilizada e, no mínimo, arque com os custos do tratamento”, afirmou.

A protetora também destacou a indignação da comunidade diante do caso.

“Não foi um acidente qualquer. Houve omissão de socorro. Ela viu o sofrimento do animal e escolheu ir embora”, disse.

Para os moradores, o caso não pode ficar impune.

“Animal sente dor. Animal não é descartável. Isso não pode virar rotina”, concluiu.

Atropelar um animal e deixar de prestar socorro configura crime. Conforme o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), praticar abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais é crime, com pena de detenção e multa, podendo ser agravada em casos de lesão grave ou morte.

Redação PNB

Oportunidade: confira as vagas de emprego disponíveis em Juazeiro para a sexta-feira (23)

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A Rede SineBahia divulgou as vagas de emprego que estão disponíveis no município de Juazeiro, no Norte da Bahia, na sexta-feira (23).

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA: Carteira de Trabalho física ou Digital, RG, CPF, comprovantes de residência e escolaridade, além de certificados de cursos, se assim desejar.

Para realizar agendamento na Rede SINEBAHIA acesse o endereço www.sacdigital.ba.gov.br.

Vagas de Juazeiro para dia 23/01/2026

AUXILIAR ADMINISTRATIVO
Ensino médio completo
Experiência com sistemas e Excel
Experiência na função
Residir em Juazeiro
Salário: a combinar
01 VAGA

AUXILIAR DE AÇOUGUE
Ensino médio completo
Salário: a combinar
04 VAGAS

ATENDENTE DE BALCAO
Ensino médio completo
Experiência na função
Salário: a combinar
01 VAGA

AUXILIAR DE COZINHA
Ensino médio completo
Experiência na função
Salário: a combinar
01 VAGA

CONFERENTE DE MERCADORIAS
Ensino médio completo
Experiência na função
Salário: a combinar
01 VAGA

GERENTE DE PREVENÇÃO DE PERDAS
Ensino médio completo
Experiência na função
Salário: a combinar
01 VAGA

PROFESSOR DE ADMINISTRAÇÃO
Ensino superior completo em administração ou áreas afins
Salário: a combinar
01 VAGA

INSTRUTOR DE MANUTENÇÃO DE CELULAR E COMPUTADOR
Ensino médio completo
Curso profissionalizante na área
Salário: a combinar
01 VAGA

AUXILIAR DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL
Ensino médio completo
Residir em Petrolina
Salário: a combinar
06 VAGAS

CALDEIREIRO
Ensino técnico completo na área
Residir em Petrolina
Experiência com solda MIG
Experiência na função
Salário: a combinar
01 VAGA

CHEFE DE FROTA
Ensino técnico ou superior em logística completa
Residir em Petrolina
Experiência na função
Salário: a combinar
01 VAGA

Redação PNB

Entre a folia e a lei: Artistas confirmados no Carnaval de Juazeiro 2026 reacendem o debate sobre a Lei Antibaixaria

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Com a aproximação do Carnaval de Juazeiro 2026, um dos maiores eventos populares do norte da Bahia, a aplicação da Lei Antibaixaria volta ao centro do debate público, diante da  confirmação de artistas contratados para se apresentar na festa, realizada com recursos públicos. 

Na Bahia, a Lei nº 12.573/2012, sancionada em 12 de abril de 2012, proíbe a utilização de recursos públicos estaduais para a contratação de artistas que, durante a execução do contrato, apresentem músicas que desvalorizem, incentivem a violência ou exponham mulheres a situações de constrangimento. A legislação também alcança manifestações de homofobia, discriminação racial e apologia ao uso de drogas ilícitas.

Em Juazeiro, a regra foi reforçada pela Lei Municipal nº 2.707, de 25 de setembro de 2017, que veda a contratação, com recursos públicos do município, de artistas que, ao executarem músicas, danças ou coreografias, incentivem a violência contra as mulheres ou contenham manifestações de homofobia ou discriminação racial.

Apesar da legislação vigente, trechos de músicas atribuídas a artistas confirmados na programação do Carnaval 2026 levantam questionamentos sobre o cumprimento efetivo dessas normas. Um dos exemplos é o cantor O Rei dos Faixas, anunciado como atração do bloco Alcoólicos Anônimos, cujas letras incluem expressões consideradas ofensivas e que colocam mulheres em situação de constrangimento.

Piranha, bandida (…)
Eu sei que tu é safada, eu sei que tu é p…”.

“Gosta quando xingo ela
Dou tapa na bunda dela
Dá murro na sua costela
Filha da p…, vai, dá tapa na minha cara”.

Artistas confirmados para o Carnaval de 2026 já foram alvo de ações judiciais movidas pelo Ministério Público com base na Lei Antibaixaria no Carnaval do município em 2020. Entre eles estavam Igor Kannário e a banda Psirico.

O Portal Preto no Branco entrou em contato com a Secretaria de Cultura de Juazeiro em busca de informações sobre as medidas adotadas para garantir o cumprimento das leis durante o Carnaval de Juazeiro 2026. A Seculte esclareceu que a escolha das atrações prioriza bandas que não possuem histórico de descumprimento da legislação. E que segue recomendação do Ministério Público, que aplica penalidades em caso de descumprimento.

Recomendação do Ministério Público da Bahia

Ministério Público da Bahia, expediu recomendação ao Município de Juazeiro para o cumprimento rigoroso da Lei Antibaixaria no carnaval do município. No documento, o MP orienta que artistas e bandas contratados com recursos públicos observem integralmente a legislação durante todas as apresentações. 

Entre as recomendações, o Ministério Público  destaca que os artistas devem se abster de executar músicas, coreografias, falas ou encenações que violem a Lei Estadual nº 12.573/2012. O órgão também alerta para a proibição de qualquer forma de apologia a crimes, bem como da veiculação de conteúdos que atentem contra a dignidade da pessoa humana, especialmente aqueles que promovam violência, discriminação ou inferiorização de mulheres, crianças, idosos ou outros grupos vulneráveis.

A recomendação ressalta ainda que o descumprimento da legislação poderá resultar na aplicação de sanções legais e contratuais, incluindo multas, rescisão contratual, responsabilização administrativa e eventual responsabilização nas esferas civil e penal.

Confira a recomendação do MPBA na íntegra:

Recomendação Lei Antibaixaria. Carnaval Juazeiro 2026

Redação PNB