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Empresas deverão informar trabalhadores sobre cânceres e vacina

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A partir desta segunda-feira (6/4), empresas de todo o país deverão orientar seus funcionários sobre campanhas oficiais de vacinação contra o HPV e sobre o acesso a serviços de diagnósticos de cânceres de mama, próstata e de colo do útero.Norma publicada hoje no Diário Oficial da União altera a Consolidação das Leis do Trabalho para incluir tal obrigação ao empregador.

As informações devem estar em conformidade com as recomendações do Ministério da Saúde.

Além disso, os trabalhadores devem ser informados sobre a possibilidade de deixar de comparecer ao serviço em casos de exames preventivos, sem prejuízo do salário.

Parceria

O Instituto Butantan e a farmacêutica norte-americana MSD firmaram parceria para que o laboratório público brasileiro passe a produzir medicamento avançado contra o câncer a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

O acordo, divulgado no fim de março, é resultado de um edital lançado em 2024 pelo Ministério da Saúde.

O pembrolizumabe é uma terapia que estimula o sistema imunológico para identificar e combater as células cancerígenas.

Além disso, é uma alternativa de tratamento menos tóxica do que a quimioterapia tradicional, e tem demonstrado grande eficácia.

Agência Brasil

Moradora relata alagamentos e lama em ruas do bairro Jardim Vitória, em Juazeiro: “muito difícil transitar”

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Uma moradora do bairro Jardim Vitória, em Juazeiro, no norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para relatar problemas recorrentes de infraestrutura que têm dificultado a rotina dos moradores da comunidade. De acordo com o relato, as ruas próximas ao Clube SINSERP, como a Rua Adão Pereira e a Avenida Laudolino dos Santos, sofrem com alagamentos constantes e acúmulo de lama, dificultando o tráfego em dias chuvosos.

“Precisamos de uma atenção às ruas do Bairro Jardim Vitória, principalmente as que ficam próximas ao Clube SINSERP. Toda vez que chove fica muito difícil transitar, as ruas ficam alagadas e com muita lama”, relatou a moradora.

Segundo ela, o problema estaria relacionado à falta de escoamento da água da chuva. A situação teria se agravado após a realização de um aterro na Avenida Laudolino dos Santos.

“Fizeram um aterro na Laudolino e a água não tem escoamento, fica acumulada. Esse aterro foi colocado pelo clube SINSERP, porque essa água entrava no clube”, explicou.

A moradora também destacou que algumas residências têm calçadas mais baixas, o que facilita a entrada da água nas casas durante os alagamentos.

“Tem casa com a calçada baixa e entra água. A terra do aterra acabou se espalhando toda, tem calçada cheia de lama por conta disso”, acrescentou.

Outro ponto levantado é a falta de conclusão de obras de pavimentação na localidade. Segundo a denúncia, o calçamento das ruas chegou a ser iniciado há alguns anos, mas não foi finalizado, o que mantém os moradores enfrentando os transtornos até hoje.

“Há alguns anos começaram o calçamento das ruas, mas não terminaram, então ainda passamos por essa luta até hoje”, afirmou.

Encaminhamos o relato para a Prefeitura Municipal de Juazeiro e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

Violência contra a mulher: Brasil pede inclusão de CID de feminicídio à OMS

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O Ministério da Saúde solicitou à OMS (Organização Mundial da Saúde) a inclusão da categoria feminicídio na Classificação Internacional de Doenças (CID-11). O objetivo, segundo a pasta, é dar maior visibilidade aos óbitos de mulheres motivados por desigualdade de gênero – atualmente registrados de forma genérica como agressão.

Em nota, o ministério destacou que a violência contra mulheres já é reconhecida pela própria OMS como problema de saúde pública e figura atualmente como um dos principais determinantes sociais da saúde e como grave violação de direitos humanos no Brasil e no mundo.

A proposta deve passar por avaliação técnica e deliberação da OMS e de seus Estados-membros. Se aprovada, passará a integrar a classificação utilizada globalmente. Para a pastam quando uma doença entra na CID, ela deixa de ser vista apenas como relato clínico isolado e passa a ter reconhecimento internacional como condição de saúde.

“Já protocolamos formalmente”, reforçou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante coletiva nesta quinta-feira (5). “Isso dá um reforço muito grande na capacidade de notificação. Quando passa a compor um CID, os profissionais encaram isso com responsabilidade maior. E a capacidade de reunir dados também fica muito mais ágil.”

Segundo Padilha, a proposta foi bem recebida pela direção da entidade. “Vamos trabalhar firmemente até a próxima assembleia-geral da OMS pra ter uma decisão ainda mais firme sobre isso”.

“Vai ser uma contribuição do Brasil para a Classificação Internacional de Doenças, organizada pela Organização Mundial da Saúde. Uma contribuição muito importante pra gente melhorar, qualificar a notificação dessa situação – não só no Brasil como no mundo como um todo”, concluiu.

 

CNN Brasil 

Quatro mortes e 47 acidentes foram registrados nas rodovias baianas durante a Semana Santa, aponta a PRF

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Quatro pessoas morreram e 47 acidentes de trânsito foram registrados nas rodovias federais da Bahia durante a Operação Semana Santa 2026, segundo balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Federal. Ao todo, 17 acidentes foram considerados graves e deixaram 57 pessoas feridas.

Apesar do número de ocorrências, houve redução na letalidade em comparação com 2025, quando foram contabilizadas sete mortes. A maioria dos acidentes aconteceu no domingo, seguido pela quinta-feira, dias de maior fluxo nas estradas.

Durante a operação, a PRF fiscalizou 6.817 pessoas, abordou 5.261 veículos e realizou 4.141 testes de alcoolemia. Entre as principais causas dos acidentes estão falhas na condução, como reação tardia, falta de distância segura, acesso indevido à via e ingestão de álcool.

Além disso, 21 pessoas foram detidas em ações de combate ao crime, incluindo casos de alcoolemia e receptação, com recuperação de três veículos com registro de roubo ou furto.

Redação PNB, com informações Ascom PRF

Homem é preso em flagrante por violência doméstica em Rodelas

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A Polícia Militar da Bahia (PMBA) prendeu em flagrante, neste domingo (5), um homem suspeito de violência doméstica no município de Rodelas, no norte da Bahia. A ação foi realizada com base na Lei Maria da Penha.

De acordo com a corporação, a ocorrência foi registrada durante a intensificação do policiamento na região, quando os policiais receberam uma denúncia, informando que uma mulher estaria sendo agredida e mantida em cárcere privado.

Segundo a PM, ao chegarem ao local, os militares encontraram a vítima, que relatou ter sido mantida em cárcere pelo suspeito. Segundo o depoimento, ela também sofreu agressões físicas e teve a vida ameaçada com o uso de uma arma branca.

Os agentes da 45ª Companhia Independente de Polícia Militar (45ª CIPM/Curaçá) iniciaram diligências para localizar o homem, que foi encontrado em um hospital da cidade. Ele recebia atendimento médico após se ferir enquanto destruía móveis da residência.

O homem foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.

Redação PNB, com informações Ascom 45ª CIPM

Diagnóstico precoce no autismo pode transformar trajetória escolar

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No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, especialistas afirmam que o diagnóstico precoce do TEA (transtorno do espectro autista) é decisivo para garantir aprendizagem, autonomia e permanência escolar.

Sem identificação rápida, crianças tendem a enfrentar barreiras pedagógicas e de comunicação que se acumulam ao longo da trajetória educacional.

O Censo Escolar 2024, o mais recente divulgado pelo MEC (Ministério da Educação), registrou aumento de 44,4% nas matrículas de alunos com TEA na educação básica — de 636.202 in 2023 para 918.877 em 2024.

Os dados mostram ainda que 95,7% dos estudantes de 4 a 17 anos com autismo estão matriculados em classes comuns, reforçando a tendência de inclusão, segundo dados oficiais do governo. O ensino médio se destaca como a etapa da educação com a maior proporção de alunos integrados a turmas regulares.

Thalita Possmoser, vice‑presidente clínica da Genial Care, explica que identificar o TEA nos primeiros anos amplia as possibilidades de suporte adequado. “Quanto mais cedo o diagnóstico é realizado, maiores são as possibilidades de oferecer o suporte adequado.”

Sem essa identificação inicial, Thalita afirma que a criança tende a enfrentar dificuldades em comunicação, interação social e adaptação curricular, o que compromete engajamento e aprendizado ao longo do tempo.

A intervenção na primeira infância também aproveita uma janela de maior plasticidade cerebral. A psicopedagoga Luciana Brites, diretora‑executiva do Instituto NeuroSaber, afirma que começar o trabalho terapêutico muito cedo potencializa ganhos em linguagem e socialização. “O ideal é que a intervenção comece antes dos três anos, até dos dois anos,” disse a especialista, que é pesquisadora em neurodesenvolvimento infantil.

Estudos mostram que crianças diagnosticadas e acompanhadas antes dos 3 anos apresentam avanços superiores em comunicação, autonomia e socialização, com reflexo direto no rendimento escolar e na necessidade futura por suporte intensivo.

No Brasil, porém, o diagnóstico precoce esbarra em problemas estruturais. Thalita afirma que a falta de articulação entre saúde e educação, a formação insuficiente de professores para reconhecer sinais do TEA e as longas filas para avaliação na rede pública atrasam a identificação. “O diagnóstico tardio compromete diretamente a autonomia da criança.”

Isso dificulta o acesso a direitos como atendimento educacional especializado, mediadores e adaptações previstas em lei, segundo ela.

O papel da escola

A escola muitas vezes é o primeiro lugar em que sinais são notados: dificuldades de interação com colegas, sensibilidade sensorial, padrões repetitivos e atraso na fala. Por isso, a capacitação docente é essencial.

Thalita disse que professores e coordenadores capacitados podem reconhecer sinais e orientar famílias a buscar avaliação. “A escola desempenha um papel importante na identificação precoce”, disse ela, ressaltando que o diagnóstico é também porta de entrada para direitos.”A inclusão é eficaz quando há diálogo contínuo entre escola e família.”

Conhecer o diagnóstico permite ao professor ajustar rotina, comunicação e ambiente sem reduzir expectativas. “Inclusão começa na educação infantil,” disse Luciana, ao defender rotinas estruturadas, recursos visuais e ensino explícito de habilidades sociais como práticas que ajudam o estudante a participar e aprender.

Mesmo quando o diagnóstico chega na adolescência, ele pode trazer benefícios importantes. Luciana disse que o diagnóstico tardio frequentemente traz alívio e abre acessos a suportes necessários, embora reconheça que anos sem intervenção possam ter impactado autoestima e vínculo escolar.

“O diagnóstico pode reconstituir sentido para experiências anteriores e orientar intervenções que reduzam desgaste emocional,” disse Luciana.

Thalita afirmou que the suporte após o diagnóstico também melhora estratégias de aprendizagem e favorece maior autonomia.

Para avançar na inclusão, as especialistas apontam ações práticas:

  • Criar protocolos de triagem em creches e pré‑escolas para detectar sinais iniciais;
  • Inserir conteúdos sobre TEA e práticas inclusivas na formação inicial e continuada de professores;
  • Estruturar fluxos entre escolas e serviços de saúde para reduzir filas e acelerar avaliações;
  • Elaborar planos pedagógicos individualizados com adaptações curriculares e mediadores;
  • E usar dados escolares para identificar redes e regiões que precisam de investimento.

Escola regular ou especial, como escolher?

A escolha entre escola regular ou especial deve ser individualizada. Luciana Brites, pesquisadora em neurodesenvolvimento infantil, afirma que alguns alunos prosperam em turmas regulares com adaptações, enquanto outros se beneficiam de ambientes especializados, e que essa decisão precisa ser tomada em diálogo entre família e profissionais.

Dados oficiais mostram crescimento nas matrículas de estudantes com TEA, mas também indicam que parte das crianças com deficiência permanece fora da escola — quadro que parte das especialistas relaciona à ausência ou ao atraso no diagnóstico.

Integrar serviços de saúde e educação e capacitar professores são medidas apontadas como essenciais para transformar presença em sala de aula em inclusão real e aprendizagem efetiva.

 

CNN Brasil

Avião de pequeno porte cai em Capão da Canoa sobre restaurante

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Um avião de pequeno porte caiu na manhã desta sexta-feira (3) em Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul, sobre um restaurante que estava fechado. 

Em comunicado, a Defesa Civil do Estado confirma a morte de três ocupantes da aeronave, um casal e o piloto. Esclarece, no entanto, que o número total de vítimas ainda está sendo apurado.

A Defesa Civil isolou o perímetro e evacuou a área.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foi acionado para iniciar os procedimentos de investigação das causas do acidente.

“As informações preliminares dos documentos do plano de voo e dos familiares presentes no local dão conta de que trata-se de um casal que dividia residência entre Xangri-Lá e Ribeirão Preto, e que sairiam de Capão da Canoa e se dirigiriam ao aeroporto de Itápolis, em São Paulo”, informou a Defesa Civil.

O porta-voz do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, 1º tenente Rodrigo Vieira Cabral, informou que o plano de voo fornecido pelo Cenipa informava sobre a existência de um terceiro passageiro, mas essa quarta vítima não foi localizada.

“Nós estamos aguardando a liberação do espaço pelo Cenipa, que, neste momento, está fazendo os procedimentos de perícia para as investigações. Logo em seguida, retomaremos as buscas para confirmar se esse terceiro passageiro embarcou ou não”, informou o porta-voz.

A aeronave teria colidido com a rede de energia elétrica logo após a decolagem, por volta das 10h35 da manhã, na Avenida Valdomiro Cândido dos Reis.

Ao cair, atingiu um restaurante sem fazer vítimas em solo.

“Os moradores das residências nas imediações foram retirados por conta do risco de explosões e, até o momento, não foram registrados feridos em relação ao incidente”, informou a Defesa Civil.

De acordo com o comunicado da Defesa Civil, o fornecimento de energia foi suspenso pela concessionária e o Corpo de Bombeiros realizou o combate ao incêndio iniciado pela colisão.

O Samu atua no local, prestando apoio aos familiares das vítimas que chegam no local do acidente.

Agência Brasil

Curso sobre agroecologia, saúde e sustentabilidade no Semiárido está com inscrições abertas na Univasf

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Contribuir para a qualificação de estudantes, profissionais e integrantes de comunidades tradicionais, a partir de uma abordagem interdisciplinar que integra agroecologia, saúde coletiva e sustentabilidade. Este é o objetivo do I Curso de Formação em Agroecologia, Saúde e Sustentabilidade no Semiárido, promovido pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), por meio do Programa Escola Verde (PEV) e do Núcleo de Estudos em Agroecologia do Vale do São Francisco (Neovasf). A formação será realizada nos dias 11, 12, 18 e 19 de abril, com atividades on-line e práticas. O curso é gratuito e aberto ao público, sendo voltado para estudantes, docentes, técnicos, agricultores, lideranças de comunidades quilombolas e indígenas e demais interessados na temática.

Os interessados podem se inscrever no site do curso. As atividades on-line serão realizadas por meio do canal do PEV no YouTube, enquanto a aplicação prática ocorrerá em territórios do Vale do São Francisco. Os participantes que alcançarem frequência mínima de 70% terão direito a certificado de 30 horas, emitido por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

A programação está organizada em diferentes eixos temáticos, incluindo produção agroecológica, manejo sustentável da água, segurança alimentar, saúde da família, plantas medicinais, economia solidária e tecnologias aplicadas ao contexto rural. As atividades contemplam aulas expositivas, estudos de caso, oficinas e planejamento de ações voltadas à realidade das comunidades participantes.

O professor Paulo Ramos, do Colegiado de Ciências Sociais da Univasf e coordenador do PEV, afirma que a formação foi pensada a partir das demandas das comunidades tradicionais do Semiárido, com destaque para comunidades quilombolas, indígenas e de fundo de pasto. “Este curso nasce do reconhecimento de que as comunidades quilombolas, indígenas e de fundo de pasto são detentoras de conhecimentos fundamentais para a convivência com o Semiárido. Nosso objetivo é valorizar esses saberes e promover um diálogo horizontal com o conhecimento científico”, destacou.

Segundo Ramos, a iniciativa busca aproximar a formação acadêmica das demandas concretas das populações atendidas, promovendo uma atuação comprometida com o desenvolvimento social e com a valorização dos saberes locais. “A proposta é que o conhecimento construído ao longo do curso seja efetivamente aplicado nos territórios, contribuindo para a autonomia das comunidades, a segurança alimentar e a sustentabilidade dos sistemas produtivos locais, sempre respeitando as especificidades de cada grupo”, ressaltou o professor.

Ascom Univasf

Diretriz contraindica uso apenas das canetas emagrecedoras para obesidade

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Nova diretriz da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) recomenda que o tratamento farmacológico não usado isoladamente, mas sempre associado a mudanças de estilo de vida, com aconselhamento nutricional e estímulo à atividade física.

A orientação faz parte de documento que reúne 32 recomendações para o cuidado com a obesidade.

O documento define como principais critérios para indicação da remédios o Índice de Massa Corporal (IMC) maior ou igual a 30 kg/m² ou IMC maior ou igual a 27 kg/m² em pessoas com complicações relacionadas à adiposidade. O IMC pode ser calculado no site da associação.

Em situações específicas, o texto ainda admite considerar tratamento mesmo independentemente do IMC, quando há aumento da circunferência da cintura ou da relação cintura-altura associado a complicações.

“O médico passou a lidar com um cenário terapêutico mais amplo e com decisões que exigem avaliação cada vez mais individualizada. Esta diretriz transforma esse avanço científico em orientação prática, oferecendo mais subsídio para a conduta clínica e mais segurança para o cuidado dos pacientes”, ressaltou o presidente da Abeso, Fábio Trujilho.

A nova diretriz foi elaborada por um grupo multidisciplinar formado por endocrinologistas, clínicos gerais e nutricionistas e traz as orientações organizadas por classes de recomendação e níveis de evidência.

“O documento traz direcionamentos para cenários como risco cardiovascular, pré-diabetes, doença hepática gordurosa, osteoartrite, câncer, deficiência de testosterona masculina, apneia do sono, perda de massa magra e muscular, o que aproxima a recomendação científica das perguntas reais do consultório”, destacou um dos coordenadores da nova diretriz, Fernando Gerchman.

As novas diretrizes reforçam ainda os alertas sobre quando um medicamento não é indicado e chama a atenção para o uso de substâncias sem evidências robustas de eficácia e segurança demonstradas em ensaios clínicos, fórmulas magistrais e produtos manipulados para o tratamento da obesidade, incluindo formulações com diuréticos, hormônios tireoidianos, esteroides anabolizantes, implantes hormonais ou gonadotrofina coriônica humana (hCG).

 

CNN Brasil