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APLB Sindicato cobra do governo municipal pagamento do abono férias dos professores

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Não pagos no prazo correto pela gestão passada, o abono férias dos trabalhadores em educação de Juazeiro ainda está pendente. Por este motivo, a direção da APLB Sindicato está cobrando da nova gestão que assumiu a prefeitura em 1º de Janeiro, o pagamento do benefício que é um direito assegurado aos profissionais.

Infelizmente, apesar de ter pago o décimo terceiro e o salário de Dezembro, a gestão da ex-prefeita Suzana Ramos não honrou o cronograma de pagamento do abono férias e passou a responsabilidade para o próximo governo. A direção da APLB ressalta que o valor do abono é correspondente a 50% do salário e ficou para ser pago neste mês de Janeiro.

Uma reunião deve acontecer ainda esta semana com a nova secretária de educação Maeve Melo, para tratar de assuntos importantes e de grande interesse da categoria. Dentre os muitos pontos a serem levados ao conhecimento da nova secretária, dois serão colocados como prioridade pelo diretor da APLB Sindicato em JUazeiro Gilmar Nery.

“Temos muito o que discutir com a nova secretária de educação, mas dois pontos nós já iremos colocar em pauta com prioridade total, que é o pagamento dos 50% do abono férias e a discussão em torno do reajuste do magistério de 6,27%. Isso tudo vai estar na mesa de discussão durante essa primeira reunião com a nova gestão municipal. A secretária já nos ligou, fez um primeiro contato e disse que a primeira reunião da pasta será com a APLB respeitando o representante legítimo da categoria”, afirma Gilmar Nery, diretor da APLB Sindicato em Juazeiro.

Gilmar destaca ainda que o resultado dessa reunião será uma resposta que deve ser dada aos trabalhadores em educação, que merecem uma posição sobre o abono férias e informa ainda que a secretária de educação já solicitou que fosse feito um levantamento extra oficial do pagamento do abono férias que tem data limite em 10 de janeiro.

 

Ascom/APLB

Governo do Estado lança processo seletivo com 241 vagas para técnicos temporários na Adab

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O governo do Estado publicou, no último sábado (4), o edital para contratação temporária, via Regime Especial de Direito Administrativo (Reda), de 241 técnicos de nível médio para atuarem na Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab).

As vagas ofertadas no Processo Seletivo Simplificado serão distribuídas por área de atuação e localidade, sendo 201 vagas para Auxílio à Fiscalização e 40 vagas para Administração em Salvador e municípios do interior do estado.

Os interessados só poderão se inscrever pela internet, por meio do site selecao.ba.gov.br, de 15 a 28 de janeiro de 2025.

Conforme consta na publicação, a seleção dos candidatos será constituída de uma única etapa, com avaliação curricular, de caráter classificatório e eliminatório.

O salário será de R$ 2.806,56 para ambas as áreas de atuação, com acréscimo de auxílio-refeição, no valor de R$ 20 por dia útil trabalhado e auxílio transporte, quando disponível na região, conforme Decreto nº 6.192/97. A carga horária será de 40 horas semanais para as duas funções.

Reforço

De acordo com o diretor-geral da Adab, Paulo Sérgio Luz, o Processo Seletivo tem como principal objetivo fortalecer a atuação da Defesa Agropecuária baiana em todo o estado.

“Serão profissionais de nível técnico que darão suporte nas ações de fiscalização do trânsito de animais e vegetais, fiscalizar matadouros e frigoríficos, realizar atividades de campo, e na área administrativa, dar suporte ao financeiro, licitação, material, patrimônio, pessoal e serviços, além de realizar atendimento”, explicou o diretor-geral.

Os detalhes sobre cronograma, requisitos, quadro de vagas por municípios, convocação e outros pontos estão disponíveis na íntegra do edital disponível logo abaixo ou no Diário Oficial do Estado da Bahia (DOE).
https://dool.egba.ba.gov.br/.

 

Eleitores que não votaram devem justificar ausência até a próxima terça-feira (07)

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) conclui a assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais que serão usados nas eleições de outubro (José Cruz/Agência Brasil)

O prazo para que o eleitor que não votou no segundo turno das eleições municipais de 2024 justifique a ausência terminará na próxima terça-feira (7). O segundo turno do pleito ocorreu em 27 de outubro, em 51 municípios do país, sendo 15 capitais.

A justificativa vale para quem tem a obrigação de votar, porém não compareceu às urnas. No Brasil, o voto é obrigatório para maiores de 18 anos e é facultativo para pessoas com idade entre 16 e 18 anos, maiores de 70 anos e também para analfabetos.

Cada turno eleitoral é considerado uma eleição independente pela justiça eleitoral, para efeito de comparecimento. Por isso, o eleitor deverá justificar separadamente o não-comparecimento em cada um dos turnos.

Como justificar

A justificativa pós-eleição pode ser feita presencialmente, no cartório eleitoral, ou online por meio do aplicativo para smartphones, o e-Título da Justiça Eleitoral ou pela internet.

O eleitor que estiver com o título eleitoral regular ou o mesmo suspenso poderá justificar a falta pelo e-Título. No app, o eleitor faltoso deve acessar o link ‘Mais opções’, selecionar o local do pedido de justificativa de ausência e preencher o formulário com os dados solicitados.

Então, será gerado um código de protocolo para que a pessoa possa acompanhar o andamento da solicitação. O requerimento será transmitido à zona eleitoral responsável pelo título de eleitor para a devida análise. Após a decisão sobre a aceitação ou não da justificativa, o cidadão será notificado.

Outro modo de justificar a ausência ao pleito é pelo site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na página eletrônica de Autoatendimento Eleitoral. É preciso informar o número do título eleitoral, do Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou o nome, a data de nascimento e o nome da mãe (caso conste). O internauta poderá acompanhar o andamento do pedido encaminhado à Justiça Eleitoral no mesmo endereço virtual.

Os dados informados devem coincidir com os do cadastro eleitoral. Se o sistema não reconhecer os dados digitados, o eleitor deverá contatar a zona eleitoral responsável pelo título para esclarecimentos.

E se o eleitor preferir justificar a ausência ao pleito presencialmente, deverá se dirigir ao cartório eleitoral mais próximo, preencher o formulário de Requerimento de Justificativa Eleitoral (pós-eleição) e entregá-lo no ou enviá-lo via postal à autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título. Assim que for aceita, a justificativa será registrada no histórico do título de eleitor.

Ausência ou negativa

A ausência injustificada às urnas resulta em sanções ao eleitor que faltou às eleições municipais.

Entre elas, está o pagamento da multa de R$ 35,13 imposta pela Justiça Eleitoral.

De acordo com a resolução-TSE 23.659/2021, o cidadão que declarar estado de pobreza ficará isento do pagamento da multa por ausência às urnas.

Após 7 de janeiro, na página Quitação de Multas, os eleitores podem consultar seus débitos e emitir a Guia de Recolhimento da União (GRU) para quitação de multas eleitorais decorrentes de ausência às urnas e/ou aos trabalhos eleitorais.

Além da multa, quem não compareceu à seção eleitoral no segundo turno do pleito de 2024 e não justificou a ausência ficará impedido de tirar o passaporte e a carteira de identidade; renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; inscrever-se em concurso público e tomar posse em cargo público; receber remuneração em função pública, entre outras restrições.

No caso de o eleitor ter feito o pedido de justificativa de ausência a um dos turnos da eleição municipal de 2024 e a motivação não ser aceita pelo juízo eleitoral, será arbitrado o valor da multa pelo magistrado da justiça eleitoral.

Se o título estiver na situação de “cancelado”, devido a três ausências consecutivas injustificadas às eleições, além de pagar as multas devidas, é necessário solicitar uma revisão ou uma transferência de domicílio para regularizar a situação.

Agência Brasil

Bolsa Família reduziu casos de tuberculose em 60% e mortalidade em 70% em 11 anos

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O Bolsa Família, programa de transferência de renda do governo para famílias com filhos, reduziu a incidência de tuberculose em quase 60% e a mortalidade pela doença em 70%, segundo uma pesquisa divulgada nesta sexta (3) na revista especializada Nature Medicine.

O efeito do Bolsa Família (BF) na redução das infecções também foi significativo para os grupos mais vulneráveis, como indígenas (63% para os casos e 65% para a mortalidade) e naquelas vivendo em pobreza extrema (redução de 49% nos casos e 60% mortes).

Entre os declarados negros (pretos e pardos), o efeito foi parecido com aquele verificado na população geral, de 58% de redução nas infecções e 69% na taxa de mortalidade.

O estudo foi conduzido por pesquisadores do ISGlobal (Instituto de Saúde Global), em Barcelona (Espanha), do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da UFBA (Universidade Federal da Bahia) e pelo Cidacs (Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde) da Fiocruz Bahia, e contou com apoio da Fundação “La Caixa” de Barcelona.

A análise foi feita a partir de dados do CadÚnico (Cadastro Único) de 54,57 milhões de brasileiros de baixa renda -no caso do estudo, com renda de até R$ 218 por pessoa por mês-, sendo 23,9 milhões (43,8%) beneficiários do BF e 30,66 milhões (56,2%) não, entre 2004 e 2015.

Tais informações foram, então, cruzadas com os números de novas infecções e mortes por tuberculose, retirados, respectivamente, do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) e do SIM (Sistema de Informação sobre Mortalidade), chegando-se assim a uma incidência total de 159.777 e 7.993 mortes no período.

O cruzamento dos dados é feito por meio de um modelo probabilístico, uma vez que estes, apesar de terem informações pessoais como CPF, ano e local de nascimento, são protegidos.

Ajustando os valores para idade, sexo, escolaridade e raça/cor da pele, a taxa de novas infecções por tuberculose foi de 49,4 no grupo com o benefício contra 81,4 nos não beneficiários, o que equivale a uma redução de 59%.

A mesma coisa foi observada com a taxa de mortalidade (2,08 contra 4,68, ou uma queda de 69%). Não houve diferença significativa em relação à fatalidade dos casos entre os beneficiários e os não beneficiários.

Priscila Pinto, pesquisadora do ISC e co-primeira autora do artigo, afirma que a metodologia possibilita obter uma variedade de indicadores socioeconômicos, o que traz uma validação adicional ao estudo.

“É fundamental trazer essas informações sobre como o Bolsa Família reduz também outras cargas na população, além de aliviar a pobreza, reduzir o custo de transporte, o acesso aos alimentos, mas também tem efeitos na saúde”, afirma.

Segundo Davide Rasella, coordenador da pesquisa e professor do ISC e do ISGlobal, o impacto é tão elevado nesses grupos que funciona quase como uma vacinação. “Sabemos que a tuberculose é uma doença muito sensível a determinantes sociais, isto é, aquelas condições que agravam a vida do indivíduo vão consequentemente aumentar a incidência de doenças ligadas à pobreza, como diabetes, HIV/Aids, e a própria tuberculose.”

Os pesquisadores afirmam que os efeitos do BF na tuberculose foram elevados, mas teve um gradiente “ainda mais acentuado em indivíduos que vivem em extrema pobreza, enquanto demonstra um efeito dez vezes menor nos menos pobres”.

“O BF é um programa consolidado, mas ainda assim ele pode ser fortalecido. Acho que esse estudo mostra mais uma vez um desfecho que é particularmente ligado à pobreza e o quanto ele pode ser reduzido se der às populações menos favorecidas, mais remotas, mais pobres, àqueles que moram nas ruas, meios de melhorar sua condição de vida”, diz o pesquisador.

“No caso dos indígenas, o modo de vida deles, agregados em comunidade, possibilita o aumento da transmissão, além do estigma, das dificuldades de acesso aos serviços médicos, e outras barreiras específicas das condições de miséria em que vivem”, declara Pinto.

Os dados mais recentes, de 2023, indicam 80.012 novos casos de tuberculose no Brasil, o que equivale a uma incidência de 37 casos por 100 mil habitantes. Em 2022, primeiro ano de recuperação após a pandemia -que registrou queda de casos-, foram registradas 78.057 novas infecções (36,3 por 100 mil habitantes) e 5.845 óbitos.

Este é mais um dos resultados obtidos do grupo que vem se debruçando sobre os efeitos de programas de transferência de renda na saúde da população a partir da chamada “Coorte dos 100 Milhões de Brasileiros”, um conjunto de informações obtido através da vinculação entre o CadÚnico e conjuntos de dados extraídos do Ministério da Saúde.

Além da redução de tuberculose, outros estudos demonstraram uma redução de 17% da mortalidade infantil, queda de 56% de suicídios entre os beneficiários e prevenção de 1,5 milhão de mortes.

“Espero que este resultado possa mostrar não só a importância do BF em reduzir a pobreza mas também o seu caráter na melhora de indicadores de saúde nesses últimos 20 anos desde a sua criação, o que também pode contribuir para políticas públicas de expansão do programa”, afirma Rasella.

 

Bahia Notícias 

Inpe: 278,3 mil focos de incêndio foram identificados em 2024, afirma instituto

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O Brasil registrou 278.299 focos de incêndios florestais em 2024. De acordo com o dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o número representa um aumento de 46,5% em relação ao ano anterior, quando foram contabilizadas 189.901 ocorrências.

O número mais alto registrado pelo Inpe havia sido em 2010, com 319.383 casos. Desde que iniciou a série histórica, em 1998, o ano com mais ocorrências de queimadas foi 2007, com 393.915.

Ainda conforme o levantamento, na divisão por biomas, a maior parte dos incêndios ocorreu na Amazônia (140.346). Em seguida estão Cerrado (81.468), Mata Atlântica (21.328), Caatinga (20.235) e Pampa (424)

Para 2025, o Ministério do Meio Ambiente informou que iniciará com uma Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que já está em funcionamento.

A pasta garante que a iniciativa “garantirá o fortalecimento da articulação junto a estados e municípios, fator crucial para alcançar respostas mais céleres em relação aos incêndios”. Em 2024, o Fundo Amazônia aprovou a destinação de cerca de R$ 280 milhões para os Corpos de Bombeiros de sete dos nove estados da Amazônia Legal.

 

Bahia BA

Operação Ano Novo: PRF aponta queda de acidentes e mortes nas rodovias

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Viaturas PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou nesta quinta-feira (2) o balanço da Operação Ano Novo. No período de 27 de dezembro a 1º de janeiro, aconteceram 1.023 acidentes nas rodovias federais, uma queda de 9,8% em relação às ocorrências registradas na operação anterior (1.134). No caso das mortes, a redução foi de 18,6% (de 86 para 70 óbitos). O número de feridos diminuiu 20,8% (de 1.554 para 1.231).

A operação teve como foco combater a embriaguez ao volante nas rodovias federais. A PRF registrou 1.577 infrações relacionadas à intoxicação por álcool, sendo 212 por constatação de que os condutores consumiram bebidas alcoólicas antes de dirigir e 1.365 por recusa a se fazer o teste do etilômetro, popularmente conhecido como teste do bafômetro.

Nos seis dias de operação, a PRF apreendeu 4.912 quilos (kg) de maconha e 116 kg de cocaína. A polícia também apreendeu oito armas de fogo e recuperou 90 veículos. Nesse período, 527 pessoas foram detidas.

Agência Brasil

Pagamento do Bolsa Família começa no próximo dia 20

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Começa no próximo dia 20 o pagamento do Bolsa Família aos cerca de 21 milhões de beneficiários do programa em todo o país.

Os depósitos ocorrerem sempre nos últimos dez dias úteis de cada mês, de forma escalonada conforme o dígito final do Número de Inscrição Social (NIS), exceto em dezembro, quando o cronograma é antecipado em cerca de uma semana para não coincidir com o feriado do Natal.

Confira o calendário divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS):

Calendário Bolsa Família 2025

Para evitar a perda do benefício, o MDS recomenda que cada beneficiário atualize os dados no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) a cada 24 meses. Após a aprovação do pacote de corte de gastos, o processo exigirá biometria.

A atualização dos dados exige que a pessoa responsável pela família vá a um posto de atendimento socioassistencial, como o Centro de Referência de Assistência Social (Cras), ou a um posto de atendimento do Cadastro Único. Além de apresentar os documentos de cada membro da família, o beneficiário deverá comprovar a renda domiciliar.

Regra

O Bolsa Família é pago a quem tem renda de, no máximo, R$ 218 mensais para cada integrante da família que vive na mesma casa, além de estar inscrito no CadÚnico. O cadastramento é feito em postos de atendimento da assistência social dos municípios.

Ao recriar o Bolsa Família, em março de 2023, o Governo Federal passou a garantir o repasse mínimo de R$ 600 por família inscrita, com adicionais conforme a composição da família. Os pagamentos são feitos pelo aplicativo Caixa Tem ou podem ser sacados em caixas eletrônicos por quem tem o cartão do programa social.

O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança.

O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

Informações

Quem tiver dúvidas sobre o Bolsa Família deve ligar no Disque Social, no número 121. Também é possível acionar o canal de atendimento da Caixa Econômica Federal, por meio do número 111. O beneficiário pode ainda consultar os aplicativos do Bolsa Família e da Caixa, disponíveis para download gratuito nas lojas virtuais.

 

Agência Brasil

Saque-aniversário do FGTS já está disponível para nascidos em janeiro

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Conforme o calendário instituído para o saque-aniversário do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) de 2025, trabalhadores nascidos em janeiro podem, a partir desta quinta-feira, 2, retirar os recursos aos quais têm direito. Para isso, é necessário optar previamente pela modalidade.

Como funciona o FGTS e sua administração

Voltado para constituir e preservar uma reserva financeira para o trabalhador, o FGTS é administrado desde 1990 pela Caixa Econômica Federal. É um direito garantido a todos que firmam um contrato de trabalho formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Todo mês, os empregadores depositam o equivalente a 8% do salário em uma conta específica para cada funcionário.
Os recursos só podem ser movimentados em situações específicas, como:

  • Demissão sem justa causa ou por mútuo acordo.
  • Aquisição de casa própria.
  • Calamidade pública ou aposentadoria.

O que é o saque-aniversário?

O saque-aniversário foi instituído em 2020 pela Lei Federal 13.932/2019. A modalidade permite que o trabalhador retire anualmente uma parte do saldo de sua conta no fundo no mês do seu aniversário.

A adesão é opcional e pode ser realizada pelo aplicativo ou site do FGTS.
O valor do saque é calculado com base em uma alíquota que varia de 5% a 50% sobre o saldo total das contas do trabalhador, incluindo empregos ativos e inativos.
Além disso, é incluída uma parcela adicional, que pode chegar a R$ 2,9 mil, dependendo do saldo disponível.
Conforme o calendário da Caixa Econômica Federal, o saque fica disponível a partir do primeiro dia útil do mês de aniversário do trabalhador e o prazo para retirada é de dois meses. Importante destacar que, ao optar pelo saque-aniversário, o trabalhador deixa de ter direito ao saque-rescisão em caso de demissão sem justa causa.

Possível extinção do saque-aniversário

Em 2024, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu a extinção da modalidade. Segundo ele, o saque-aniversário desvirtua a função do FGTS, que é servir como proteção em caso de demissão.

Mais de 9 milhões de trabalhadores demitidos sem justa causa em 2024 haviam aderido ao saque-aniversário e, por isso, perderam o direito ao saque-rescisão. Marinho afirmou que pretende propor mecanismos alternativos ao modelo atual.

“Queremos debater com o Congresso para aprovar uma proposta que garanta crédito acessível ao trabalhador, preservando a função do fundo como proteção em caso de desemprego”, afirmou o ministro em outubro.

 

 

Exame.

Morador do bairro Centenário, em Juazeiro, reclama de constantes quedas de energia na praça Durval Barbosa

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Rio de Janeiro - Consumo de energia elétrica, lâmpada e interruptor de luz. (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Um morador do bairro Centenário, em Juazeiro, no Norte da Bahia, entrou em contato com o Portal Preto no Branco, nesta sexta-feira (03), para relatar quedas de energia na Praça Durval Barbosa da Cunha. Segundo ele, as faltas de energia têm sido frequentes há 2 meses e a Neoenergia Coelba já foi acionada, mas o problema persiste.

“Aqui no bairro centenário, mais especificamente na praça Durval Barbosa da Cunha, há pelo menos 2 meses que sofremos com quedas de energia frequentemente, pelo menos uma vez por semana precisamos entrar em contato com a Coelba por conta disso. A Coelba envia técnicos, que dão um paliativo, mas não solucionam o problema definitivamente. Já sabemos que o transformador não está dando conta, mas a Coelba não quer ter essa despesa. Essa queda afeta não somente a peça Durval Barbosa, mas outras ruas próximas também e é sempre à noite, após as 22h. Inclusive, ontem à noite ficamos sem energia. Às vezes resolvem poucas horas depois, mas diversas vezes passamos a noite sem energia e só resolvem o problema no dia seguinte”, declarou o morador.

Encaminhamos a reclamação para a Neoenergia Coelba e aguardamos uma resposta.

Redação PNB