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“Juazeiro 4.0 – Agro & Indústria”: evento debate inovação, automação e tecnologia no agro e na indústria

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Empresários de Juazeiro e região terão a oportunidade de conhecer, nesta quinta-feira (28), soluções tecnológicas voltadas para o aumento da produtividade e da competitividade no setor agroindustrial durante o evento “Juazeiro 4.0 – Agro & Indústria”. A programação acontece das 19h às 21h, no auditório do SESI, em Juazeiro, no norte da Bahia.

O encontro reunirá empresários, especialistas e instituições parceiras para discutir o impacto da inovação e da transformação digital nos negócios ligados ao agro e à indústria. Entre os temas abordados estão Indústria 4.0, automação industrial, Internet das Coisas (IoT) aplicada ao agro e à indústria, eficiência operacional e inovação voltada para pequenos negócios.

Além das palestras, o evento também promove networking entre empresários e representantes de instituições como Sebrae, SENAI CIMATEC, SESI, SENAR, IEL e FIEB.

A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas através do link: https://forms.gle/2ZQmtbya1rHsMpVT8

Redação PNB, com informações Ascom

Desmatamento no Brasil registra queda de 20,6% em 2025

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Pela primeira vez desde 2019, a área total de vegetação nativa desmatada no Brasil ficou abaixo de 1 milhão de hectares em um único ano. De acordo com o Relatório Anual do Desmatamento no Brasil (RAD2025), divulgado pelo MapBiomas nesta quarta-feira (27), foram desmatados 984.794 hectares no país em 2025, uma redução de 20,6% em relação a 2024.

Todos os biomas do país tiveram redução da área desmatada. O Pantanal registrou a maior redução proporcional entre todos os biomas, com queda de 48,4% na área desmatada em relação a 2024, somando 12.260 hectares perdidos no ano. O Cerrado continua sendo o bioma com maior área desmatada, com 540.614 hectares em 2025.

O MapBiomas alerta que, apesar da redução no desmatamento no ano passado, a área desmatada no Brasil chegou à média de 2.698 hectares por dia, cerca de 112 hectares por hora.

“É como se 17 parques do Ibirapuera – o maior parque urbano da cidade de São Paulo – fossem desmatados todos os dias”, comparou a entidade, em nota.

Nos últimos sete anos, série histórica do MapBiomas Alerta, o Brasil perdeu mais de 10,9 milhões de hectares de vegetação nativa, área superior à do estado de Pernambuco.

Mais desmatados

A Amazônia e o Cerrado foram os biomas mais desmatados em 2025. Juntos, os dois biomas responderam por mais de 84% de toda a área desmatada no país no ano.

O Cerrado concentrou sozinho 54,9% do desmatamento do país, um total de 540.614 hectares, apesar da queda de 16,9% em relação a 2024. O bioma perdeu 1.482 hectares de vegetação nativa diariamente.

Na Amazônia, foram desmatados 289.478 hectares em 2025, uma redução de 23,5% frente ao ano anterior. O desmatamento no bioma foi de 792 hectares por dia, o que equivale à perda de cerca de 5 árvores por segundo, segundo análise do MapBiomas.

O levantamento mostrou que as formações savânicas lideram o tipo de vegetação nativa mais ameaçada. Pelo terceiro ano consecutivo, foram as mais afetadas pelo desmatamento no Brasil, respondendo por 51,4% da área total desmatada, seguidas das formações florestais, com 46,3%.

Na Amazônia e Mata Atlântica predominou o desmatamento em formações florestais, enquanto nos biomas Cerrado, Caatinga e Pantanal, o predomínio foi de supressão das formações savânicas.

Estados

A região conhecida como Matopiba, que reúne os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia e Mato Grosso, concentra mais de 63% do desmatamento entre os estados. São as cinco unidades federativas com maior área desmatada em 2025.

No acumulado de 2019 a 2025, o Pará é o estado com maior área desmatada, com mais de 2 milhões de hectares de vegetação nativa perdidos no período. No entanto, em 2025, o estado registrou queda de 40% em relação ao ano anterior.

Entre os estados com maiores reduções absolutas, Maranhão, Pará e Tocantins registraram queda superior a 50 mil hectares de área desmatada. Sergipe e Alagoas reduziram mais de 60% em relação ao ano anterior.

Expansão agropecuária

O desmatamento associado à expansão da agropecuária responde por mais de 97% de toda a perda de vegetação nativa no Brasil nos últimos sete anos, apontou o MapBiomas.

Esse vetor de pressão responde por 99% da vegetação nativa perdida no Brasil em 2025.

Além disso, no último ano, 99% da área desmatada associada ao garimpo estava concentrada na Amazônia, com maior incidência no Pará. Já os desmatamentos relacionados a empreendimentos de energia renovável estiveram concentrados na Caatinga, que respondeu por 97% da área desmatada associada a esse vetor.

Os desmatamentos associados à expansão urbana apresentaram aumento de 7% em relação a 2024 e concentraram-se principalmente no Cerrado e na Amazônia, que juntos responderam por mais de 60% da área de vegetação nativa perdida vinculadas às áreas urbanizadas.

Municípios

Mais da metade dos 5.572 municípios brasileiros (2.932) tiveram pelo menos um evento de desmatamento detectado e validado em 2025. O município de Canto do Buriti, no Piauí, lidera o ranking de maior área desmatada pela primeira vez na série histórica, com 20.877 hectares desmatados.

Localizado no bioma da Caatinga, Canto do Buriti também apresentou o maior evento de desmatamento detectado em 2025, com 20.834 hectares desmatados. A média diária de desmatamento neste município foi de 57,2 hectares, o equivalente a cerca de 80 campos de futebol por dia.

Os dez municípios com maior área desmatada responderam juntos por 15% do total do desmatamento validado no país, sendo que oito desses municípios estão localizados no Matopiba. Só essa região concentra 40% da perda de vegetação nativa do país e 70% do desmatamento registrado no Cerrado.

Áreas de proteção

As Unidades de Conservação (UCs) e Terras Indígenas são as áreas mais preservadas, segundo análise do MapBiomas. Ainda assim, dentro de UCs, foram desmatados 46.257 hectares em 2025, redução de 21,4% em relação ao ano anterior.

Dentro das unidades de conservação, as UCs de Proteção Integral (federais, estaduais e municipais) – modalidade com maior grau de preservação – registraram queda de 55,8%, com 2.034 hectares desmatados.

O Cerrado responde por 43,5% do desmatamento em UCs, sendo 97% desta área localizada em Áreas de Proteção Ambiental (APAs), que é uma das formas de uso sustentável – com objetivo de conciliar ocupação humana e sustentabilidade dos recursos naturais – localizada dentro de unidades de conservação.

 

Agência Brasil

Morador volta a reivindicar pavimentação em rua do bairro Palmares, em Juazeiro e diz que recebeu como resposta: “Acabou nossa gestão?”

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Um morador do bairro Palmares, em Juazeiro, no norte da Bahia, voltou a entrar em contato com o Portal Preto no Branco para pedir melhorias na infraestrutura da Rua Nossa Senhora de Nazaré. Segundo o relato, a comunidade enfrenta problemas antigos relacionados à falta de calçamento.

Segundo ele, as reivindicações começaram ainda em 2023, quando moradores organizaram um abaixo-assinado solicitando o serviço à ex-gestão municipal.

“Desde 15 de junho de 2023 fizemos um abaixo-assinado pedindo o calçamento da Rua Nossa Senhora de Nazaré, no bairro Palmares. Mandamos para a ex-prefeita e a prefeitura não se importou com a situação da nossa rua”, afirmou.

O morador contou ainda que chegou a questionar o atual gestor da Prefeitura de Juazeiro, Andrei Gonçalves, sobre a possibilidade de pavimentação da via durante uma entrevista concedida à uma emissora de rádio.

“Andrei ganhou e, em uma entrevista na Rádio Grande Rio, eu mandei a pergunta se ele iria calçar essa rua. Ele respondeu que sim, e não somente essa, mas muitas outras. Entendemos que tem pouco tempo, mas venho por meio deste pedir ajuda mais uma vez”, declarou.

De acordo com o morador, além da falta de pavimentação, a situação da rua piorou devido a um cano estourado, dificultando ainda mais a circulação de veículos e pedestres.

“A rua está com cano estourado, situação horrível de transitar. Por favor, prefeito, secretários e demais, olhem para essa rua e para a infraestrutura de Juazeiro”, disse.

O morador afirmou ainda que enviou vídeos mostrando a situação da via para um número de WhatsApp supostamente ligado ao secretário de Obras Estruturantes de Juazeiro.

“Eu mandei a situação para o WhatsApp
secretário de Obras, mostrando como está aqui a rua e cobrando o cumprimento da promessa de campanha. Como não tive retorno, cobrei novamente e ele me respondeu perguntando: ‘Já acabou nossa gestão?’. Só quero pedir que ele ajeite a Rua Nossa Senhora de Nazaré, no Palmares. Tá horrível. Tem até outra rua aqui do mesmo bairro onde ajeitaram e melhorou muito. Era isso que eu queria”, concluiu.

Encaminhamos a reivindicação para a gestão municipal e aguardamos uma resposta.
Redação PNB

Dois homens são presos por tráfico de drogas durante ação da PM no bairro Coréia, em Juazeiro

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Dois homens foram presos por tráfico de drogas na noite da terça-feira (26), no bairro Coréia, em Juazeiro, no norte da Bahia. A ação foi realizada por policiais da 73ª Companhia Independente de Polícia Militar, durante rondas ostensivas na comunidade.

De acordo com a Polícia Militar, os agentes identificaram atitude suspeita dos envolvidos e realizaram a abordagem. Durante a ação, foram apreendidas 14 trouxinhas contendo substância semelhante à maconha, 12 trouxinhas contendo substância semelhante à cocaína, uma balança de precisão e R$ 57 em espécie.

Ainda segundo a PM, os dois envolvidos e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil do município. No local, foi lavrado um Auto de Prisão em Flagrante Delito (APFD) e registrado um ato infracional.

Redação PNB, com informações Ascom 73ª CIPM

Idoso de 60 anos é assassinado a tiros no bairro Vila Vitória, em Petrolina

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Um idoso foi assassinado a tiros na manhã desta quarta-feira (27), na rua 17 do bairro Vila Vitória, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. A vítima foi identificada como Misael Ramos da Silva, de 60 anos.

Segundo informações preliminares, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta e efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra ele. Misael foi atingido e morreu ainda no local antes de receber atendimento médico. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionada, mas apenas confirmou o óbito.

Após o crime, policiais militares isolaram a área até a chegada das equipes do Instituto de Medicina Legal (IML).

A Polícia Civil de Pernambuco deve investigar o homicídio.

Redação PNB

Candidato aprovado em seleção para entrevistador social do Bolsa Família, em Juazeiro, cobra convocação: “Estamos aguardando desde o ano passado”; SEAD responde

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Um dos candidatos aprovados no processo seletivo realizado pela Prefeitura de Juazeiro em 2025 para o cargo de entrevistador social do programa Bolsa Família entrou em contato com o Portal Preto no Branco para cobrar as convocações. Segundo ele, passados cerca de oito meses após a conclusão da seleção, os aprovados ainda aguardam convocação.

“Estamos aguardando desde o ano passado para sermos chamados e nada. Se a intenção não era convocar os aprovados, então por que fizeram o processo seletivo? Nenhum dos aprovados foi chamado”, disse.

Ele também questiona a realização de supostas contratações emergenciais para ocupação das funções.

“Disseram que fizeram um contrato emergencial de três meses, podendo renovar por mais três. Só que já se passaram mais de seis meses e o pessoal aprovado no processo seletivo, até o momento, ficou de fora. Se existiam candidatos aprovados no processo seletivo, não deveriam ter feito contratos emergenciais com terceiros. O processo seletivo está válido, então era para terem convocado os aprovados”, relatou.

O candidato também destacou os impactos da falta de profissionais no atendimento à população e cobrou mais transparência da gestão municipal.

“Estamos falando de uma função muito importante. Sempre que tem atualização do cadastro do Bolsa Família, vemos reclamações dos beneficiários em relação à equipe pequena para atender uma grande demanda. Isso prejudica a qualidade do serviço, porque são poucas pessoas para muita gente. Então, a convocação traria mais qualidade no atendimento, além de ocuparmos a nossa vaga, que é nossa por direito enquanto aprovados. Estamos há oito meses aguardando alguma posição da gestão e nada. Não temos nenhuma previsão e nunca somos informados sobre quando seremos convocados”, afirmou.

Encaminhamos o caso para a gestão municipal, em busca de esclarecimentos. Em nota, a Secretaria de Administração (SEAD) informou que “o processo seletivo realizado em 2025 foi destinado exclusivamente à formação de cadastro reserva. Dessa forma, a eventual convocação de candidatos aprovados ocorre de acordo com a necessidade da administração pública, observados os critérios de conveniência e oportunidade, dentro do prazo de validade do certame.

A SEAD ressalta que as contratações emergenciais foram adotadas como medida excepcional e temporária, com o objetivo de garantir a continuidade dos serviços essenciais vinculados ao Cadastro Único e ao Bolsa Família, evitando prejuízos ao atendimento da população que mais necessita.

A gestão municipal reforça que todas as medidas adotadas seguem os princípios da legalidade, da responsabilidade fiscal, da transparência administrativa e do interesse público.

Os atendimentos relacionados ao Cadastro Único e ao Bolsa Família seguem sendo ofertados de forma normal, suficiente e muito competente, na sede do Cadastro Único, nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e por meio do ônibus do programa Social em Movimento, ampliando o acesso da população aos serviços socioassistenciais.”

Redação PNB

Trabalhador critica perícia do INSS, em Juazeiro, após ter benefício negado: “São 2 anos de tratamento, tenho todos os laudos, e só o perito está certo?”

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Em contato com o Portal Preto no Branco, um morador de Juazeiro, no norte da Bahia, reclamou do atendimento recebido durante uma perícia médica realizada no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) do município. Segundo ele, o pedido relacionado ao auxílio por incapacidade temporária previdenciária para mobilidade reduzida foi negado, apesar dos diversos laudos e exames médicos apresentados.

“Sou PCD e tenho, inclusive, o símbolo PCD registrado no meu RG/CIN. Tenho gonartrose irreversível nos dois joelhos, além de sérios problemas no calcanhar e no tornozelo”, relatou.

O trabalhador contou que realiza tratamento ortopédico há cerca de dois anos e compareceu à perícia levando diversos documentos médicos comprovando a doença.

“Fui para a perícia munido de atestados médicos, receitas, RX dos joelhos, RX do pé e ultrassom. O médico sequer olhou os documentos”, afirmou.

Segundo ele, o atendimento durou pouco mais de quatro minutos e, durante a consulta, o perito questionou apenas se ele estava trabalhando.

“Ele perguntou se eu estava trabalhando e eu respondi que sim. Aí ele falou, de pronto, que a perícia era para quem não estava trabalhando e passava ali para não ficar sem receber. Meu joelho estava inchado, meu tornozelo inchado, eu com dores, levando o documentos de vários especialistas, e nada adiantou. Em quatro minutos ele disse que estou apto”, disse.

O trabalhador explicou que atua em funções que exigem esforço físico constante.

“Minha função requer subir em torres de telecomunicações, subir em poste, percorrer trecho em terreno irregular, subir escada e carregar peso. Há tempos não aguento realizar minhas funções de maneira devida por conta da minha condição de saúde”, contou.

Ele também afirmou possuir um rompimento de tendão, mas disse que o médico alegou não identificar problemas que justificassem o benefício.

“Estou com um rompimento no tendão e o médico disse que não viu nada errado e que estou apto para as funções”, relatou.

Indignado com o resultado da perícia, o morador afirmou que pretende recorrer judicialmente da decisão.

“Tenho todos os laudos, dois anos de tratamento documentado, e só o dele tem razão? Meu advogado vai acionar judicialmente e solicitar uma perícia independente”, concluiu.

PEC do fim da escala 6×1 mantém limite de duas horas extras por dia e flexibiliza regras durante transição; entenda

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Manifestante pede o fim da escala de trabalho 6 por 1 — Foto: Edilson Dantas / O Globo

O relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 não altera o limite atual de até duas horas extras diárias previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O texto mantém as regras gerais sobre horas extras, mas abre espaço para acordos coletivos criarem regras próprias para a transição da jornada semanal de 44 para 40 horas.

O acordo fechado entre o presidente Lula e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), prevê a redução de 44 horas para 40 horas semanais de trabalho em uma transição de um ano. Os dois dias de folga por semana passarão a valer 60 dias após a promulgação, ou seja, quando entra em vigor após ser aprovado no Congresso.

A proposta deve ser votada nesta semana.

Horas extras

A PEC não altera as regras atuais da CLT sobre adicional de horas extras nem o teto de duas horas adicionais por dia. Hoje em dia, o salário precisa ser pelo menos 50% maior durante cada hora extra trabalhada. O percentual varia de acordo com cada categoria.

O texto define que, durante o período de transição, a diferença entre o limite de 40 horas semanais e 42 horas (que passará a valer 60 dias após a promulgação) não será necessariamente considerado horas extras. As regras podem ser definidas por acordo coletivo entre empresas e sindicatos, ou ainda serem regulamentadas via projeto complementar.

Na prática, isso significa que sindicatos e empresas poderão negociar se essas duas horas semanais a mais seriam remuneradas como horas extras, com adicional de 50% ou em algum sistema de compensação por banco de horas.

Exceções

 

Pelo texto, não se aplicam as regras relativas à duração do trabalho e ao controle da jornada para trabalhadores com curso superior e que ganham acima de R$ 21.188.

O valor representa duas vezes e meia o teto do INSS (em R$ 8.475,55). Segundo o texto, isso poderá ser alterado por liberalidade do empregador ou se houver previsão em acordo ou convenção coletiva de trabalho.

O Globo

Morador do Residencial Praia do Rodeadouro, em Juazeiro, relata falta constante de água em Juazeiro e cobra ações do SAAE: “Não aguentamos mais esse sofrimento”; Autarquia se manifesta

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Um morador do Residencial Praia do Rodeadouro, em Juazeiro, entrou em contato com a redação do PNB para relatar problemas constantes no abastecimento de água da comunidade e cobrar providências do Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE). Segundo os relatos, a falta d’água tem se tornado frequente nas últimas semanas, dificultando atividades básicas do dia a dia.

“Já estamos há semanas sofrendo com esse problema. A água chega e falta na mesma hora, não dá para confiar em momento nenhum. É impossível lavar a louça, tomar um banho direito ou fazer qualquer tarefa doméstica. Não aguentamos mais esse sofrimento”, relatou.

Ele afirma ainda que uma intervenção chegou a ser realizada no local, mas o problema voltou a acontecer pouco tempo depois.

“O prefeito esteve aqui, prometeu solução, até fez algo na hora, mas não durou muito tempo. Em pouco tempo, voltou tudo a ser como era antes: a água sumiu de novo”, disse.

O morador pede que o SAAE adote medidas definitivas para regularizar o abastecimento na comunidade.

“Precisamos urgentemente que o SAAE tome uma providência. Não queremos mais palavras, precisamos de uma solução definitiva. Queremos apenas o que é nosso direito: água em casa quando precisarmos”, disse.

Encaminhamos o caso para o Serviço de Água e Saneamento Ambiental de Juazeiro. O órgão informou: “estamos fazendo vistoria em todo o sistema para identificar possíveis problemas. Além da parada de emergência para a troca do registro. Quando o sistema para a rede é dispressurizada e leva de 24 a 48 horas para o abastecimento ser normalizado a depender da distância do bairro”.

 

Redação PNB