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Funcionários do Hospital Regional de Juazeiro denunciam suposta tentativa de silenciamento e relatam adoecimento psicológico; MTE diz que está fiscalizando

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Funcionários do Hospital Regional de Juazeiro entraram em contato com a redação do PNB para denunciar uma suposta tentativa de silenciamento e adoecimento psicológico dentro da unidade. Segundo os relatos, a administração do hospital vem tentando intimidar os trabalhadores que desejam relatar problemas enfrentados dentro da unidade.

Segundo eles, um comunicado interno foi repassado aos colaboradores proibindo que os funcionários mantivessem contato com veículos de comunicação.

“Estão tentando nos calar. Querem que a gente apenas aceite tudo, sem questionar, sem denunciar e sem buscar melhorias para o ambiente de trabalho. Sentimos que estão tentando tirar nosso direito à livre expressão”, relataram os funcionários.

Eles afirmam que o clima dentro da unidade é de medo.

“A orientação passada aos funcionários gerou um clima de medo. Muitos colegas deixaram de falar sobre os problemas por receio de sofrer represálias ou até perder o emprego”, disseram.

Além da suposta tentativa de silenciamento, os trabalhadores relatam impactos na saúde mental provocados pelas condições do ambiente de trabalho.

“Muitos funcionários estão adoecendo mental e psicologicamente. O sentimento é de pressão constante e de que qualquer manifestação pode resultar em punição”, afirmaram.

Os servidores destacam ainda que não defendem a divulgação de informações falsas, mas reivindicam o direito de denunciar situações que consideram irregulares.

“Queremos ter o direito de denunciar situações que consideramos irregulares e que afetam tanto os trabalhadores quanto o serviço prestado à população. Quando recorremos aos portais de notícias, não buscamos para falar informações falsas, mas para nos ajudar”, acrescentaram.

Encaminhamos a denúncia ao Ministério do Trabalho e Emprego. Em resposta, o órgão informou que a Gerência Regional do Trabalho está realizando uma fiscalização no Hospital Regional de Juazeiro. Segundo o MTE, a inspeção foi iniciada em março, em conjunto com o Ministério Público do Trabalho (MPT), e deve ser concluída no próximo mês. Ainda de acordo com o órgão, durante a fiscalização já foram lavrados diversos autos de infração.

Também enviamos a demanda à administração do Hospital Regional de Juazeiro, em busca de esclarecimentos.

Redação PNB

Feira de Economia Solidária integra programação da Juá Literária em Juazeiro

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Teve início nesta quarta-feira (22) a Feira de Economia Solidária, realizada durante a programação da Juá Literária, em Juazeiro (BA). A iniciativa segue até o próximo sábado, 25 de julho, com funcionamento das 16h às 22h, reunindo empreendimentos da economia solidária que comercializam produtos de artesanato, gastronomia e alimentos produzidos na região.

O espaço da feira está localizado nas proximidades da Casa do Artesão de Juazeiro, Orla II, oferecendo ao público a oportunidade de conhecer e adquirir produtos confeccionados por trabalhadores e trabalhadoras da economia solidária, valorizando a produção local e a diversidade cultural do território.

Durante os quatro dias de evento, visitantes poderão encontrar peças artesanais, alimentos, doces, bebidas, produtos da agricultura familiar e outros itens produzidos por empreendimentos que desenvolvem suas atividades com base nos princípios da cooperação, do trabalho coletivo e da geração de renda.

A Feira de Economia Solidária acompanha a programação da Juá Literária e contribui para ampliar a visibilidade da produção regional e aproximar consumidores dos empreendimentos participantes.

Ascom 

Mega-Sena pode pagar R$ 62 milhões nesta quinta-feira (23)

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A Mega-Sena pode pagar prêmio estimado em R$ 62 milhões para quem acertar as seis dezenas do concurso 3035 que será realizado nesta quinta-feira (23).

O sorteio será a partir das 21h (horário de Brasília) com transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

 

Redação PNB

“Será que o asfalto que dá acesso ao Junco vai acabar um dia?”: morador cobra da Prefeitura de Juazeiro a continuidade das obras na estrada de acesso ao distrito

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Um morador do distrito de Junco, na região do Salitre, zona rural de Juazeiro, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para reivindicar a continuidade das obras de recuperação da estrada de acesso à comunidade. Segundo o relato, parte da via recebeu serviços de recuperação, mas diversos trechos onde o asfalto estava mais deteriorado tiveram o pavimento retirado e, até o momento, não receberam nova pavimentação.

“Há algum tempo, alguns trechos foram recuperados pela Prefeitura, mas em outros, onde o asfalto estava mais comprometido, ele foi retirado e, até hoje, não foi reposto. A preocupação é que, aos poucos, o asfalto está desaparecendo, enquanto os trechos sem pavimentação continuam do mesmo jeito”, relatou.

O morador também questiona a continuidade dos serviços na via.

“Fica o questionamento: será que o asfalto que dá acesso ao distrito de Junco vai acabar um dia? Porque os trechos danificados são retirados, mas não recebem um novo asfalto”, afirmou.

Encaminhamos a reivindicação para a Prefeitura Municipal de Juazeiro e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

Homem de 59 anos é encontrado em estado de decomposição dentro de residência no bairro Pedra Linda, em Petrolina

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O corpo de um homem de 59 anos foi encontrado em estado de decomposição dentro de uma residência na Rua Angico, no bairro Pedra Linda, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, na quarta-feira (22).

De acordo com relatos de preliminares, a vítima estaria no interior do imóvel desde a última segunda-feira (20).

A Polícia Civil registrou a ocorrência como morte a esclarecer, sem indício de crime.

Redação PNB

ONU: Brasil segue fora do Mapa da Fome e melhora indicadores

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O Brasil continua fora do Mapa da Fome, segundo o relatório O Estado da Segurança Alimentar e da Nutrição no Mundo 2026 (SOFI), divulgado nesta terça-feira (21) pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). O documento reúne dados referentes ao período entre 2023 e 2025.

De acordo com o relatório, a proporção de brasileiros sem acesso à quantidade mínima de calorias necessárias para uma vida saudável permaneceu abaixo de 2,5%, índice utilizado pela FAO para definir a presença de um país no Mapa da Fome.

O levantamento também aponta uma redução na insegurança alimentar severa no Brasil. O indicador caiu para 0,6%, o menor percentual da série histórica. Segundo os dados, 16,7 milhões de pessoas deixaram essa condição durante o triênio analisado.

A taxa de insegurança alimentar severa vinha apresentando redução nos últimos períodos avaliados pela FAO. O índice passou de 6,6% entre 2021 e 2023 para 3,4% entre 2022 e 2024, até chegar aos atuais 0,6% no triênio encerrado em 2025.

Custo da alimentação saudável

O relatório também registrou uma queda na parcela da população brasileira que não consegue pagar por uma alimentação saudável. O índice ficou em 21,1% entre 2023 e 2025.

Segundo a FAO, o custo médio de uma dieta saudável no Brasil foi estimado em US$ PPC 4,89 por pessoa ao dia. O valor ficou abaixo das médias registradas na América do Sul, de US$ 4,94, e na América Latina e Caribe, de US$ 4,91.

A avaliação considera fatores como renda da população, custo dos alimentos, características demográficas e condições macroeconômicas.

Cenário econômico

A melhora nos indicadores de segurança alimentar ocorreu em um período de crescimento da economia brasileira. Dados oficiais apontam que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 3,2% em 2023, 3,4% em 2024 e 2,3% em 2025.

A taxa de desemprego fechou 2025 em 5,6%, enquanto o rendimento médio mensal real domiciliar per capita chegou a R$ 2.264, o maior valor da série histórica iniciada em 2012, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A inflação dos alimentos também foi apontada como um dos fatores que influenciaram os resultados. Em 2025, o grupo de alimentação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 2,95%. Considerando todo o período de 2023 a 2025, a inflação média anual dos alimentos ficou em 3,8%.

Fome no mundo

O relatório da ONU estima que 7,8% da população mundial enfrentou a fome em 2025. O percentual representa uma melhora em relação aos 8,1% registrados em 2024 e aos 8,6% de 2022. Ao todo, cerca de 645 milhões de pessoas passaram fome no mundo no triênio encerrado em 2025, quase 14 milhões a menos do que no período anterior.

Como a ONU define o Mapa da Fome

O principal indicador utilizado pela FAO é a Prevalência de Subnutrição (PoU). A métrica estima a parcela da população que não teria acesso a calorias suficientes para manter uma vida saudável, considerando a disponibilidade de alimentos e a distribuição de renda no país.

Para deixar o Mapa da Fome, o país precisa apresentar um índice inferior a 2,5%. Já a Escala de Experiência em Insegurança Alimentar (FIES) mede a percepção de pessoas e famílias sobre o acesso à alimentação. O indicador é calculado a partir de questionários aplicados a amostras representativas da população.

Bahia BA

Saiba mais sobre o novo tarifaço dos EUA contra Brasil; alíquota de 25% já está em vigor

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Entrou em vigor, a partir das 01h01 de Brasília desta quarta-feira (22), o novo tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil.

A medida havia sido oficializada na virada de quinta (16) para sexta-feira (17) passada em documento publicado pelo USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos).

A nova tarifa de 25% contra certos produtos brasileiros é oriunda de uma investigação do órgão que vinha se desenvolvendo desde que Trump anunciou o primeiro tarifaço de 50% contra o Brasil, em julho de 2025.

Já no começo de junho deste ano, o Representante Comercial dos Estados Unidos propôs a imposição da alíquota 25% sobre as importações do Brasil no âmbito da Seção 301 da Lei de Comércio norte-americana – ferramenta de política comercial que permite aos EUA investigarem e retaliarem outras nações contra práticas comerciais consideradas injustas.

Mesmo após uma série de audiências públicas em que a sociedade civil se expressou contra o tarifaço, o USTR determinou que políticas do governo brasileiro sobre comércio digital, tarifas preferenciais, combate à corrupção, processamento de patentes e pirataria, etanol e desmatamento ilegal geram insegurança jurídica e competição desleal aos players dos EUA.

Enquanto, de um lado, funcionários do governo dos Estados Unidos reclamaram do engajamento do Brasil nas negociações sobre o tarifaço; do outro, negociadores brasileiros apontaram a demanda norte-americana como “muito ruim e desvantajosa” para a indústria e a agricultura brasileiras. Além disso, relatou-se que as negociações chegaram a travar por falta de clareza dos EUA sobre pedidos específicos ao Brasil.

Em resposta ao tarifaço, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que o dia 15 de julho “passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável” na relação entre os dois países.

Na ocasião, o Planalto também havia anunciado que usaria instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade contra as novas cobranças impostas por Washington.

Reciprocidade

Em um cenário de tarifaço consumado, a CNN Brasil apurou que o Executivo planeja:

  • Insistir nas trativas com os EUA;
  • Reforçar a articulação com o setor privado para abrir novos mercados;
  • Responder com viés técnico.

O posicionamento foi reforçado na véspera pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), e pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Marcio Elias Rosa.

Em conversa com a imprensa após as reuniões, o governo indicou que segue na mesa de negociação, mas que trabalha em medidas para mitigar os impactos, como abertura de novos mercados aos produtos afetados.

“Continuar negociando, essa é a orientação. E, mais do que isso, continuar dialogando internamente com o setor produtivo, de modo a assimilar essa decisão do governo norte-americano, que não deixa de ser injusta, indevida, descabida”, disse Elias Rosa.

“Mas o fato de ser injusta, descabida, indevida, não significa que o governo brasileiro não vá adotar todas as medidas para, primeiro, socorrer quem precisa do governo brasileiro, ao mesmo tempo, tentar reverter a decisão”, pontuou.

Anteriormente, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que avaliava como provável uma retomada no processo da Lei de Reciprocidade caso o novo tarifaço fosse consumado.

O chefe da equipe econômica do governo ainda enfatizou que “o país vai se proteger, vai se fazer respeitar”.

O discurso logo foi reformulado. “Não cabe falar em retaliação. Retaliação é uma palavra que está fora do nosso escopo e está fora do nosso trabalho”, disse Durigan na sexta-feira (17), após a confirmação do tarifaço.

A CNN Brasil apurou que o presidente Lula pediu estudos de impacto e adotou prudência na aplicação da Lei da Reciprocidade contra os Estados Unidos.

A postura visa não apenas evitar aumentos ainda maiores das tarifas, mas também evitar a elevação dos preços ao consumidor brasileiro.

“Vamos com cautela”, disse à CNN Brasil o ministro da Fazenda.

O mercado e especialistas acompanharam os movimentos dos últimos dias com receio, principalmente atentos à resposta do governo brasileiro.

Não só eles, mas uma ala do governo Lula também pondera o risco de Donald Trump “subir o tom” contra o Brasil no processo de acionamento da Lei da Reciprocidade, segundo auxiliares do mandatário.

Em meio à tensão, o governo se reuniu com o setor privado, que reforçou o coro contra a retaliação, além de pedir apoio do governo aos exportadores afetados.

Alckmin bateu o martelo: “a ideia não é retaliação. Olho por olho, o que pode acontecer, é os dois ficarem cegos”.

Mas não deixou de dizer que o Brasil tem como responder: “a reciprocidade é: ‘Olha, nós estamos sendo injustiçados e nós queremos corrigir isso’. Nós temos instrumentos para fazê-lo, no momento oportuno, da forma adequada”.

CNN Brasil

Ministério da Cultura abre inscrições para curso gratuito sobre Cultura e Clima

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Estão abertas, até 24 de julho, as inscrições para o curso Cultura e Clima – políticas, saberes e comunidades.  A formação é uma iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS – campus Pantanal).

O objetivo é capacitar profissionais para pensar ações de adaptação e resiliência diante das mudanças climáticas, unindo o conhecimento técnico aos saberes tradicionais das comunidades.

Durante a formação, os alunos terão aulas síncronas (ao vivo) e assíncronas (gravadas). Além do conteúdo teórico, haverá uma etapa prática em que os participantes deverão criar propostas de ação voltadas para os problemas reais de seus territórios. As melhores ideias farão parte de um repositório nacional de boas práticas.

Podem participar gestores públicos, trabalhadores da cultura, artistas, agentes territoriais e membros de comitês de cultura. As inscrições são gratuitas.

As aulas começam no dia 10 de agosto.

Serviço
Curso Cultura e Clima – política, saberes e comunidades
Gratuito e 100% on-line
Prazo de inscrição: 13 a 24 de julho
Início das aulas: 10 de agosto
Inscrições: https://bit.ly/3RnBNrb

Secom

PROJUA na Educação: Juá Literária reúne literatura, música, teatro e reflexões sobre educação na programação

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A programação da tarde desta terça-feira (21), segundo dia da Juá Literária, levou literatura, música, teatro, contação de histórias e atividades para todas as idades aos diversos espaços da feira. As atrações reuniram estudantes, educadores, escritores e famílias, proporcionando momentos de lazer, aprendizado e valorização da cultura.

No Teatro do Centro de Cultura João Gilberto, o público acompanhou o lançamento do livro “BEATRIZ: Caminhando por Justiça”, do Dr. Freddy Ponce. Já no palco da FLIJUA, o escritor Samuel Britto lançou a obra “A Impuderada do Sertão”, valorizando a produção literária regional.

A Carreta Literária foi um dos destaques da programação da tarde. Além da tradicional contação de histórias, o espaço recebeu a apresentação de Xandão, que levou muita animação ao público ao embalar o evento com grandes sucessos do axé, promovendo um momento de interação e descontração.

A programação também contemplou outros espaços da feira. No Espaço Leve e Leia, a contação de histórias encantou crianças e famílias. A Lotação Literária recebeu apresentações de teatro, enquanto o Espaço Juazinha ofereceu brincadeiras, atividades recreativas e o Busarte, garantindo diversão para o público infantil.

Ainda durante a tarde, a Tenda das Palavras recebeu estudantes do CETEP, que emocionaram o público com apresentações musicais autorais. Foram interpretadas as canções “Me Chamo Chico”, de Wilson Henrique da Silva Lima e Francisco Ryan da Silva Alexandre, e “É Hora de Ser Real”, de Mislane Carvalho de Souza e Francisco Ryan da Silva Alexandre.

À noite, a programação da Tenda das Palavras foi aberta pelo grupo Ou Trio, dando início à Mesa 02, “Quem educa marca o corpo do outro”, conduzida por Fátima Freire Dowbor, educadora e filha de Paulo Freire, com mediação da educadora Rachel Conceição.

Durante o encontro, Fátima Freire promoveu uma reflexão sobre o papel transformador da educação e a identidade do educador, em uma conversa que emocionou o público presente.

O participante David Lucas Oliveira destacou a importância da atividade. “A experiência na palestra da Fátima Freire foi fantástica. Foi um momento de conexão com a filosofia do pai dela, o professor Paulo Freire. A Juá Literária traz esses momentos de encontros com grandes nomes da educação brasileira, como a Fátima.”

A professora aposentada de matemática Sônia Targino também ressaltou o impacto da palestra. “Foi uma experiência única, onde recebemos informações e refletimos sobre educação, sobre ser educador e sobre nossa identidade. A palestra nos fez pensar se estamos realmente educando ou apenas transmitindo conteúdo. Foi uma noite de grande aprendizado. Que todo educador reflita, encontre sua identidade, vá em busca dos seus sonhos e lute pelo que acredita, porque educar é isso: seguir e ser forte.”

Com uma programação que integrou literatura, arte, música, teatro e debates, a Juá Literária segue consolidando seu papel como um dos principais eventos culturais da região, promovendo encontros entre escritores, artistas, educadores, estudantes e a comunidade. São mais de 20 mil metros quadrados de áreas com 15 espações e expectativa de 90 mil visitantes durante os seis dias de evento.

Ascom PMJ