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Primeiro dia do Festival Juá Literária reúne mais de 5,5 mil estudantes em Juazeiro e programação diversificada

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Por todo lado, Festival Juá Literária reúne milhares de estudantes em uma imersão no universo da leitura. Tendo como tema “Palavras que ecoam pelo tempo”, o primeiro dia do Festival Juá Literária, realizado nesta segunda-feira (20), reuniu mais de 5.500 estudantes da rede municipal de ensino, além do público em geral, que pôde mergulhar no universo da literatura. A programação segue até sábado (25), com mais de 180 atividades, entre mesas literárias, shows, oficinas, contações de histórias e apresentações culturais.

Entre livros, histórias em quadrinhos, obras para colorir e diversos outros títulos, um universo de possibilidades se abre para cerca de 27 mil estudantes da rede municipal, que visitarão o festival ao longo dos seis dias de programação, distribuída em mais de 15 espaços temáticos.

Durante toda a manhã, os estudantes participaram das atividades da Juazinha, espaço dedicado à Educação Infantil. A programação contou com a apresentação do Teatro de Bonecos sobre a Família Addams, do Coletivo Nego D’Água, além de oficinas de massinha, recorte e colagem, pintura e outras atividades lúdicas, reforçando a brincadeira como ferramenta pedagógica essencial para o desenvolvimento infantil.

No Palco FliJuá, instalado na tenda de comercialização de livros, um dos destaques da manhã foi a mesa conduzida pelos intercambistas do programa Juazeiro pelo Mundo, que compartilharam suas experiências na Inglaterra e esclareceram dúvidas do público sobre a iniciativa da rede municipal.

À tarde, o palco recebeu o Encontro Mestres dos Saberes de Juazeiro, mediado pelo diretor de Turismo do município, Jomar Benvindo. A conversa reuniu Dona Ovídia, matriarca do Samba de Veio; Valdir Lemos, repentista e cordelista; e Jesulene Ribeiro, conhecida como Nenenzinha, responsável pelo Cordão dos Penitentes de Juazeiro, em um diálogo sobre tradição, cultura, direitos, luta e resistência.

Ainda no Palco FliJuá, o músico Maurício Dias (Mauriçola) apresentou a aula-show “Juazeiro por Juazeiro”, projeto integrante do programa Juá Literária que narra, de forma lúdica e musical, a história do município por meio da bossa nova.

Entre os espaços que integram o festival está a Carreta Literária, um verdadeiro palco sobre rodas, que recebe espetáculos teatrais, contações de histórias, oficinas e apresentações de literatura de cordel.

Outro destaque é o Cine Teatro Busarte, ônibus adaptado como sala itinerante de cinema e teatro. No primeiro dia do festival, o espaço recebeu Alana Andrade com o espetáculo “Educação Cósmica”, que convida crianças e famílias para uma aventura científica em que imaginação e conhecimento caminham juntos para revelar, de forma lúdica, envolvente e interativa, os mistérios da evolução.

A programação da noite foi marcada pela abertura oficial do Festival Juá Literária, realizada na arena do Centro de Cultura João Gilberto. A solenidade reuniu autoridades municipais e prestou homenagem a 54 escritores regionais, reconhecendo suas contribuições para a formação histórica e literária de Juazeiro.

Na ocasião, o prefeito Andrei Gonçalves destacou o caráter pioneiro do voucher literário destinado aos estudantes da rede municipal e a projeção nacional conquistada pelo evento. “Juazeiro é a única cidade do interior do Nordeste que garante um voucher para que os estudantes da rede municipal possam escolher e comprar seus próprios livros durante a feira. Nesta semana, milhares de estudantes, professores e técnicos terão essa oportunidade, fortalecendo o hábito da leitura e incentivando o protagonismo dos nossos alunos. A Juá Literária também faz parte do ProJuá, porque representa o avanço que estamos construindo para a nossa cidade. Estamos inserindo Juazeiro nos grandes calendários culturais do Brasil.”

Durante a solenidade, a secretária de Educação, Maéve Melo, reforçou que a Juá Literária faz parte de um compromisso assumido no plano de governo e destacou que o incentivo à leitura impulsiona o desenvolvimento do município. “A Juá Literária nasceu de um compromisso assumido no plano de governo: transformar Juazeiro em uma cidade leitora. Queremos mobilizar toda a cidade em torno da leitura, da poesia, da literatura, da música e do teatro, fortalecendo o acesso à cultura e ao conhecimento. Isso reflete não apenas no desenvolvimento cultural, mas também no crescimento intelectual, social e econômico do município. Ficamos muito felizes em perceber que esse propósito está se tornando realidade e que, juntos, estamos construindo uma Juazeiro cada vez mais leitora e mais preparada para o futuro.”

Encerrando a programação da noite, a cantora Sarah Leandro, filha dos músicos Flávio Leandro e Cissa Leandro e um dos grandes nomes da nova geração do forró, do xote e do baião, apresentou um show repleto de clássicos desses ritmos. Na sequência, o escritor Rodrigo França, autor de Pequeno Príncipe Preto, participou de uma mesa literária que promoveu um importante debate sobre literatura e educação antirracista.

O Festival Juá Literária 2026 segue até 25 de julho, na Orla Nova de Juazeiro, com entrada gratuita. O evento é realizado pela Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Educação (Seduc), com apoio da Fundação Pedro Calmon, da Editora IMEPH e da Andelivros, além da produção da Carranca Produções e da Entre Versos e Canções Produções Artísticas.

Ascom PMJ

Violência: em intervalo de quatro horas, Petrolina registra dois homicídios e uma tentativa; Polícia Civil investiga casos

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Petrolina, município no sertão de Pernambuco, registrou, em um intervalo de aproximadamente quatro horas, dois homicídios e uma tentativa de homicídio em bairros diferentes da cidade, na noite da segunda-feira (20). Os crimes ocorreram nos bairros Antônio Cassimiro e Vale do Grande Rio.

O primeiro homicídio ocorreu por volta das 19h, na Rua do Violeiro, no bairro Antônio Cassimiro. A vítima foi identificada como João Vítor José dos Santos, de 20 anos, que morreu após ser atingido por diversos disparos de arma de fogo.

De acordo com a Polícia Civil, João Vítor saía da residência de uma amiga e já estava em sua motocicleta quando foi surpreendido por um homem que se aproximou a pé e efetuou os disparos. Mesmo ferido, ele conseguiu entrar na residência em busca de ajuda. Familiares acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas a equipe constatou o óbito ainda no local.

Equipes da Polícia Civil e do Instituto de Criminalística realizaram os primeiros levantamentos periciais, e o corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML).

No bairro Vale do Grande Rio, por volta das 23h, na Rua 16, o adolescente Leandro Coimbra Oliveira dos Santos, de 14 anos, e o jovem Emanuel Lopes de Souza, de 18 anos, foram surpreendidos por dois homens que chegaram em uma motocicleta e efetuaram diversos disparos de arma de fogo.

As vítimas estavam em via pública quando foram surpreendidas. Leandro Coimbra Oliveira não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Emanuel Lopes de Souza foi socorrido ao Hospital Universitário de Petrolina, onde recebeu atendimento médico.

A PC informou que equipes estiveram no local, realizaram as primeiras diligências e acionaram a perícia. O corpo do adolescente foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML).

Segundo a Polícia Civil, foram identificadas câmeras de monitoramento nas proximidades e as imagens poderão auxiliar na identificação dos autores.

Nos dois casos, a Polícia Civil informa que a motivação preliminar é de acerto de contas, sem prejuízo de outras linhas investigativas. As investigações seguem sob responsabilidade da 25ª Delegacia de Polícia de Homicídios de Petrolina, que trabalha para identificar os autores e esclarecer as circunstâncias dos crimes.

“A Polícia Civil reforça que informações que possam contribuir para as investigações podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque-Denúncia. O sigilo é garantido”, disse a PC.

Redação PNB

Juá Literária inicia sua segunda edição celebrando a leitura, a memória e a identidade de Juazeiro

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O maior evento literário do interior do Nordeste estreou, nessa segunda-feira (20),  com ousadia, beleza e uma vasta programação cultural. A segunda edição do Festival Juá Literária já é realidade e trouxe o fabuloso universo da leitura, da arte e do encanto em verso e prosa para pertinho do juazeirense. Do pequeno estudante ao adulto leitor, as palavras inundaram a cidade como um rio.

A Orla 2 de Juazeiro tem sido uma enorme livraria a céu aberto, rodeada por uma infinidade de atrações culturais, atraindo famílias, estudantes, leitores, escritores, músicos, poetas e amantes da arte da palavra escrita, cantada, recitada. Com o tema “Palavras que navegam pelo tempo”, o festival promete trazer à memória do juazeirense a riqueza cultural da nossa cidade, mostrar que Juazeiro é cidade de grandes e voltou a ser uma cidade leitora.

O Palco Flijuá mostrou que memória é pertencimento. O espaço promoveu o “Encontro Mestres dos Saberes de Juazeiro”, que nasceu da necessidade de valorizar e preservar o conhecimento de quem representa a história, a cultura e a identidade da cidade. Jomar Benvindo, diretor de Turismo de Juazeiro, reuniu para uma conversa sobre tradição, direitos, luta e resistência, Dona Ovídia, matriarca do Samba de Veio, manifestação cultural centenária da Ilha do Massangano, que mistura influências africanas e indígenas em um lindo espetáculo de cores, ritmo e beleza; Valdir Lemos, repentista e cordelista que exalta as tradições e a beleza do Nordeste; e Jesulene Ribeiro, mais conhecida como Nenenzinha, responsável pelo Cordão dos Penitentes de Juazeiro. Essas três pessoas carregam consigo uma riqueza inestimável que abraça Juazeiro e faz parte da construção identitária da cidade. Ouvi-las e aprender com elas é um privilégio indefinível. Ricas são nossas crianças, que tiveram a oportunidade de ouvi-las e se admirar com suas histórias.

E não parou por aí. Maurício Dias, o querido Mauriçola, apresentou a aula-show “Juazeiro por Juazeiro”, que encantou crianças e adultos com imagens da cidade em diferentes anos e falou sobre suas fases, suas lutas e vitórias. A Juazeiro que conhecemos hoje tem dentro de si inúmeras Juazeiros que dormem abraçadas pelo rio.

Itállo David é estudante do segundo ano do ensino médio e mora na vizinha Petrolina. David atravessou a ponte em busca dos seus mangás preferidos e aproveitou para ouvir um pouco das histórias no Palco Flijuá. “Eu gosto muito de livros e vim hoje visitar, mas vou voltar amanhã para comprar os livros que eu gosto. Eu achei a feira muito legal, ela incentiva muito a leitura. Inclusive, achei ela enorme. Tem muitos livros que a gente não encontra na região e aqui, pelo que eu vi, a gente encontra livros físicos e com preço bom.”

Assim como David, pequenos e jovens leitores, com suas sacolas de livros, caminhavam eufóricos pela Flijuá, atraídos pelo magnetismo dos livros e pelo universo dentro deles. Em um virar de páginas, tinham o mundo em suas mãos. Dentre tantas atividades, estavam a Carreta Literária, que entregou música e brincadeiras; o Busarte, que trouxe a magia do teatro; e a Juazinha, que mostrou que criança também põe a mão na massa, ou melhor, nas massinhas.

Tenda das Palavras: Música Regional e Literatura Antirracista

Durante a abertura oficial do Festival Juá Literária, uma apresentação musical com Sarah Leandro fez o público cantar em coro aquelas canções nordestinas que aquecem o coração e movimentam os pés.

Logo após, uma conversa potente com o autor do livro O Pequeno Príncipe Preto, Rodrigo França, abriu o debate sobre literatura e antirracismo. Mediada pela professora Queila Patrícia, superintendente de Políticas e Ações Afirmativas da Seduc, a conversa trouxe importantes reflexões sobre a responsabilidade do professor na luta por uma educação antirracista, por um olhar menos colonizado e mais internalizado naquilo que atravessa o nosso país, nas feridas sociais que ainda sangram abertas.

Segundo Rodrigo, existem contradições que não devem fazer parte da realidade de um educador. “Existem contradições em que a gente não pode cair. Se eu me coloco como educador progressista, revolucionário, ou seja, aquele que quer modificar a estrutura, se eu me coloco com um olhar humanitário para o outro, eu não posso cair na contradição de uma educação reacionária”, destacou.

Bruna Brito mora no Jardim Vitória e levou sua filha, a pequena Letícia, de 8 anos, para dar um passeio pela feira. Um dos livros que Letícia escolheu foi justamente O Pequeno Príncipe Preto, e Bruna não pensou duas vezes e foi logo participar da conversa na Tenda das Palavras. Segundo ela, essa temática é de extrema importância. “Como mãe de uma criança negra, eu acho o tema importante porque as pessoas estão acostumadas a colocar as pessoas negras nesse lugar pequeno. E a fala dele de que não só os professores negros, mas todos os professores, toda a gestão, toda a equipe escolar precisam estar alimentando a autoestima das crianças negras para elas crescerem entendendo que são fruto de pessoas que trouxeram cultura, trouxeram arte e trouxeram uma religião muito rica”, disse.

Fotos: Anamauê e Gilson Pereira

Ascom PMJ

 

Leitura e cultura marcam a abertura da 2ª edição do festival Juá Literária

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A programação foi pensada para acolher públicos de todas as idades e estimular o contato com os livros de forma lúdica e interativa. Entre osespaços que integram o festival está a Carreta Literária, um verdadeiropalco sobre rodas, que recebe espetáculos teatrais, contação de histórias, oficinas e apresentações de literatura de cordel. Outro destaque é o Cine Teatro Busart, um ônibus transformado em sala itinerante de cinema e teatro.

Além dessas opções, o festival conta com espaços como o Juazinho, Flijuá, Embarcações de Poesia, Tenda das Palavras, Praça dos Poetas e Cais das Palavras, ambientes que convidam crianças, jovens e adultos a mergulharem em um verdadeiro rio de letras, conhecimento e imaginação.

Para o curador do festival, o poeta e cantador Maviael Melo, o Juá Literária já se consolidou entre os principais eventos do gênero no país.

“É um movimento muito importante para a formação de leitores. Com certeza, Juazeiro tem hoje, no calendário nacional, um dos festivais mais importantes da literatura. É um conglomerado de ações que reúne literatura, música, arte, cultura e educação para fazer de Juazeiro uma cidade leitora”, destacou.

Como forma de incentivar ainda mais o acesso aos livros, a Prefeiturade Juazeiro disponibiliza o Bônus Livro, benefício destinado a estudantes, professores e servidores da Secretaria de Educação para a aquisição de obras literárias durante o festival.

O estudante Victor Rafael Ferreira destacou a importância da iniciativa. “Acho muito importante, porque a gente pode comprar nossos próprios livros. De certa forma, é um incentivo para a gente ler ainda mais”, afirmou.

A professora Valéria Alves também ressaltou a relevância do evento para Juazeiro e toda a região. “É um grande evento em termos de cultura,entretenimento e formação de leitores. Beneficia não apenas os estudantes, mas toda a comunidade, fortalecendo a cidade e a região por meio da literatura”, pontuou.

O Festival Juá Literária 2026 segue até o dia 26 de julho, na Orla Nova de Juazeiro, com entrada gratuita. O evento é realizado pela Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Educação (Seduc), com apoio da Fundação Pedro Calmon, da Editora IMEPH e da Andelivros, além da produção da Carranca Produções e da Entre Versos e Canções Produções Artísticas.

 

Fotos: Gilson Pereira                                                                                               Ascom PMJ 

 

Após suposta tentativa de venda de imóvel no Residencial Dom Avelar I, Prefeitura de Petrolina reforça proibição de comercialização no Minha Casa, Minha Vida

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Após denúncias de supostas tentativas de comercialização de unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida no Residencial Dom Avelar I, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Sustentabilidade (Sedurbhs) esclareceu, por meio de nota, que é expressamente proibida a venda, o aluguel ou a cessão irregular de imóveis vinculados ao programa.

De acordo com a secretaria, os imóveis do programa devem ser utilizados exclusivamente pelos beneficiários contemplados, conforme as normas estabelecidas pelo Governo Federal. Caso seja comprovada alguma irregularidade, como a tentativa de venda do imóvel, o beneficiário poderá perder o direito à unidade, que será destinada a outra família inscrita no cadastro de reserva, seguindo os critérios do programa.

“Sobre o caso do Residencial Dom Avelar I, a situação já foi devidamente encaminhada à Caixa Econômica Federal para análise da regularidade da contratação e adoção das providências cabíveis, conforme a legislação e os instrumentos contratuais aplicáveis. A Caixa é o órgão que mantém o vínculo contratual com o beneficiário e toma as medidas necessárias a cada caso. Em respeito à legislação de proteção de dados pessoais, a secretaria não pode divulgar informações individuais sobre a família envolvida na denúncia”, informou a Sedurbhs.

A gestão municipal orienta que denúncias relacionadas à venda ou aluguel irregular de imóveis do Minha Casa, Minha Vida sejam formalizadas junto à Caixa Econômica Federal ou à Ouvidoria da Prefeitura de Petrolina.

“A Secretaria verifica as denúncias e, quando identificadas irregularidades, os casos são encaminhados à Caixa, responsável por adotar as medidas legais e contratuais cabíveis. A gestão municipal lembra que esse fluxo é essencial para garantir o controle, a transparência e a correta destinação dos imóveis aos beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida”, informou.

Redação PNB

Morador do bairro Alto da Aliança, em Juazeiro, cobra conclusão da iluminação pública na BA-210; SESP diz que serviço está em andamento

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Um morador do bairro Alto da Aliança, em Juazeiro, entrou em contato com o Portal Preto no Branco para cobrar a conclusão da implantação da iluminação pública em um trecho da BA-210. Segundo ele, o serviço foi iniciado, mas ainda não foi concluído, deixando apenas um dos lados da via iluminado.

“Eles vieram colocar os fios e demorou muito tempo, acho que cerca de seis meses, para ligar a iluminação. Quando ligaram, foi apenas de um lado da pista. Do outro lado, nem os fios foram colocados em todo o trecho. Pararam na metade e não concluíram o serviço. A gente que mora aqui necessita dessa iluminação”, afirmou o morador.

Segundo ele, a falta de iluminação gera perigo para quem utiliza a via diariamente, especialmente durante a noite.

“A falta de iluminação compromete a segurança de pedestres, ciclistas e motoristas, por isso é de extrema importância que esse serviço seja concluído”, afirmou.

Encaminhamos o caso para a Secretaria de Serviços Públicos de Juazeiro. Em nota, a SESP informou que “a iluminação da via de acesso entre a BA-210 e o bairro Malhada da Areia faz parte de um serviço que está em andamento. No momento, a equipe aguarda a chegada do material necessário para concluir a implantação da iluminação no trecho restante.
Assim que o material for disponibilizado, os trabalhos serão finalizados.”

Redação PNB

Servidores da Atenção Primária realizam paralisação de advertência unificada em frente à Prefeitura de Juazeiro nesta terça-feira (21)

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Profissionais da Atenção Primária à Saúde de Juazeiro realizam, na manhã desta terça-feira (21), uma Paralisação de Advertência Unificada em frente à Prefeitura Municipal. O movimento reivindica o pagamento da gratificação de incentivo financeiro do cofinanciamento da Atenção Primária e reúne médicos, enfermeiros, odontólogos, técnicos e auxiliares de enfermagem, auxiliares de saúde bucal (ASBs), agentes comunitários de saúde (ACSs) e integrantes das equipes multiprofissionais (eMulti), representados pelo SINSERP, SINTRAB Saúde, SINTASE e APACSCE.

“A paralisação foi deliberada após muitas tentativas de diálogo e negociação com a administração municipal sobre a defasagem do incentivo financeiro do confinanciamento da atenção primária”, informaram as entidades sindicais.

De acordo com o edital de convocação, o movimento foi deliberado durante uma Assembleia Geral Unificada realizada no último dia 8 de julho.

Os sindicatos informaram ainda que, durante o período da paralisação, será mantido o funcionamento de 70% do efetivo, garantindo a continuidade dos serviços essenciais à população.

Redação PNB

Sinais do câncer colorretal devem ser checados com rapidez; saiba mais

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Apesar de reconhecerem que sintomas como presença de sangue nas fezes e mudança no fucionamento do intestino por mais de um mês podem ser graves, os brasileiros podem estar adiando a busca por assistência médica. A presença desses dois sinais está entre os principais indicativos do câncer colorretal e deve ser investigada o quanto antes.Esse é o alerta de um levantamento divulgado pelo Hospital A. C. Camargo e da Nexus, que ouviu mais de 2 mil pessoas sobre o câncer colorretal e seus sintomas.

Segundo as respostas colhidas no estudo, oito em cada dez entrevistados declararam ter consciência de que esses dois sintomas podem ser graves. Cerca de 67% dos entrevistados concordam que esses sintomas podem indicar a doença, e 24% concordam muito com essa afimação. Ainda assim, quase metade não procura assistência médica com rapidez.

A pesquisa indicou que 9% dos entrevistados já notaram a presença de sangue nas fezes. Desses, 59% buscaram atendimento médico imediatamente, mas 40% não tiveram essa reação:

  • 19% não fizeram nada e esperaram o sintoma passar;
  • 10% aguardaram dias ou semanas antes de procurar um médico;
  • 7% recorreram a remédios caseiros ou mudanças na alimentação;
  • 3% foram à farmácia buscar medicação por conta própria;
  • 1% pesquisou na internet antes de buscar orientação profissional.

Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes

Dois em cada três entrevistados (67%) nunca ouviram falar do exame “Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes” (PSO), o principal recurso para identificar sinais da doença antes de sintomas evidentes. Apenas 11% já realizaram o exame, enquanto 21% conhecem o procedimento, mas nunca o fizeram.

O desconhecimento chega a 85% entre os mais jovens, de 16 a 24 anos, e também é maior do que a média entre homens (76%), pessoas com menor renda (73%) e que estudaram apenas até o ensino fundamental (72%).

A pesquisa também mostra que apenas 21% dos entrevistados conhecem alguém que já teve a doença, sendo 15% um parente muito próximo e 6% um amigo ou conhecido. Outros 75% disseram que nunca tiveram contato com pacientes desse tipo de câncer.

Diagnóstico precoce

O líder do Centro de Referência de Tumores Colorretais do A. C. Camargo Cancer Center, Samuel Aguiar, reforçou que, diante do aumento de casos da doença no Brasil, é importante não ignorar sinais como sangramento, alteração no ritmo intestinal, dor abdominal persistente e perda de peso sem causa aparente.

“Também é necessário realizar exames preventivos a partir dos 45 anos ou antes, conforme orientação médica e histórico familiar. O diagnóstico precoce do câncer colorretal está diretamente ligado a taxas de cura mais elevadas, o que reforça o papel de exames simples, como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e a colonoscopia, na detecção da doença ainda em estágio inicial”, ressaltou Aguiar.

De acordo com dados o Instituto Nacional de Câncer (INCA), 53.810 novos casos de câncer colorretal por ano no Brasil para o triênio 2026-2028, o que o torna o segundo tumor com maior incidência entre os brasileiros. Esse tipo de câncer é o mesmo que levou á morte da cantora Preta Gil, em julho do ano passado, depois de dois anos de tratamento.

Agência Brasil

INSS aumenta idade mínima em regra de transição da aposentadoria; veja o que muda

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Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)

Quem está se preparando para pedir a aposentadoria pelo INSS precisa ficar atento às mudanças previstas nas regras de transição da Reforma da Previdência. A Emenda Constitucional 103, de 2019, determinou que alguns critérios fossem ajustados automaticamente todos os anos, elevando gradualmente as exigências para parte dos segurados.

As regras de transição da Reforma da Previdência passaram por uma nova atualização que vale desde 1º de janeiro de 2026. Com isso, trabalhadores que pretendem solicitar a aposentadoria pelo INSS precisam cumprir uma idade mínima maior em algumas modalidades.

Entre os modelos existentes, um dos que mais sofre alterações anuais é a Regra da Idade Mínima Progressiva. Nessa modalidade, o tempo mínimo de contribuição permanece o mesmo, mas a idade exigida aumenta seis meses a cada ano.

Para quem pretende solicitar a aposentadoria, as exigências atuais são de 59 anos e seis meses de idade, além de 30 anos de contribuição, para as mulheres. Já os homens precisam ter 64 anos e seis meses de idade e, no mínimo, 35 anos de contribuição.

Essa regra não vale para todos os segurados. Ela é destinada apenas às pessoas que já contribuíam para o INSS antes da entrada em vigor da Reforma da Previdência, em novembro de 2019, e que acumulam um longo período de contribuições, mas ainda não atingem a idade prevista nas regras permanentes para a aposentadoria.

Além da idade mínima progressiva, outra modalidade de transição também sofreu alteração. A Regra dos Pontos, que considera a soma da idade com o tempo de contribuição, passou a exigir 93 pontos para as mulheres e 103 pontos para os homens.

Já as regras de Pedágio de 50% e Pedágio de 100% continuam sem mudanças nos critérios. A primeira permanece destinada aos trabalhadores que, em 2019, estavam a até dois anos de cumprir os requisitos para se aposentar. A segunda exige o cumprimento do dobro do tempo que faltava na época da reforma, além da idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens.

A principal diferença entre a Regra da Idade Mínima Progressiva e a aposentadoria por idade prevista na regra permanente está no critério utilizado para conceder o benefício.

Na regra geral, a prioridade é a idade do segurado. As mulheres precisam ter 62 anos e os homens, 65 anos. O tempo mínimo de contribuição é de 15 anos para as mulheres e também para os homens que já estavam inscritos no INSS antes da reforma. Para quem começou a contribuir apenas após novembro de 2019, a exigência para os homens sobe para 20 anos. Nessas situações, a idade mínima permanece fixa.

Já na regra de transição da idade progressiva, o objetivo é beneficiar quem possui uma longa trajetória de contribuições. Em troca da possibilidade de se aposentar antes da idade prevista na regra geral, o trabalhador precisa cumprir um período maior de contribuição: 30 anos para mulheres e 35 anos para homens, além da idade mínima progressivamente elevada a cada ano.

Correio