Preto no Branco

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Com problema de oscilação de energia, moradora do bairro São Geraldo, em Juazeiro, reclama do atendimento da Coelba: “Vamos hoje, vamos amanhã … e nada”!

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Uma moradora do Condomínio Mais Viver Vilage, bairro São Geraldo, em Juazeiro, em contato com o PNB, nesta terça-feira (19), reclamou do atendimento da Coelba a uma solicitação feita há cerca de um semana. Segundo a moradora, está havendo baixa tensão e oscilação de energia em sua residência.

“No normal ela precisa está passando 220vw e na minha residência está 159vw. Há aproximadamente 6 dias eu solicitei a ida da Coelba em minha residência, depois de chamar um eletricista particular. Tentei de diversas formas solicitar, tenho diversos protocolos em aberto, tanto por telefone, quanto por via presencial e só promessas. Vamos hoje, vamos amanhã … e nada! Já passei madrugadas acordada, porque eles garantiam que iriam até as 00h00. Uma semana de promessas,” reclamou a moradora.

Ela contou ainda que já contabiliza prejuízos por conta do problema.

“Perdi suprimentos da minha geladeira, um ventilador queimou. E a Coelba está tratando com descaso. Entra dia e sai dia, tenho todos os protocolos e estou sendo lesada pela falta da visita de uma equipe da empresa que atenda as solicitações. Estou impedida de viver em condições normais pela negligência da empresa. Já acionei mais de 3 eletricistas e, de fato, é a Coelba que deve vir resolver este problema,” finalizou a moradora.

Estamos encaminhando a reclamação para Coelba.

Redação PNB 

Brasil salta duas posições e se torna a nona economia do mundo em 2023

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Dinheiro, Real Moeda brasileira

 

Com previsão de crescimento de 3,1% no Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, o Brasil saltará duas posições e se tornará a nona economia do mundo em 2023, divulgou nesta terça-feira (19) o Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo a instituição, o país deverá encerrar o ano com PIB nominal de US$ 2,13 trilhões, ultrapassando o Canadá, com PIB estimado em US$ 2,12 trilhões.No ano passado, o Brasil estava na 11ª posição. Segundo o FMI, até 2026, o Brasil pode subir uma posição e tornar-se a oitava maior economia do planeta, com PIB estimado em US$ 2,476 trilhões.

As estimativas foram divulgadas com base no relatório Perspectiva Econômica Mundial, lançado em outubro. Na ocasião, o FMI estimou crescimento de 3,1% para o PIB brasileiro neste ano, contra estimativa de 2,1% no relatório anterior.

Segundo o FMI, os Estados Unidos, a China e Alemanha continuaram sendo as maiores economias do mundo neste ano. O órgão projeta que a economia global desacelerará neste ano, crescendo 3%, contra 3,5% em 2022. Para 2024, o FMI estima expansão global de 2,9%.

Para o Brasil, o FMI projeta crescimento de 1,5% no próximo ano. A projeção é mais baixa que a da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que prevê expansão de 1,8% para a economia brasileira em 2024. O Ministério da Fazenda projeta crescimento de 2,2%.

Confira o ranking das dez maiores economias do mundo em 2023, segundo projeção do FMI:

1. Estados Unidos – US$ 26,95 trilhões
2. China – US$ 17,7 trilhões
3- Alemanha – US$ 4,43 trilhões
4. Japão – US$ 4,23 trilhões
5. Índia – US$ 3,73 trilhões
6. Reino Unido – US$ 3,33 trilhões
7. França – US$ 3,05 trilhões
8. Itália – US$ 2,19 trilhões
9. Brasil – US$ 2,13 trilhões
10. Canadá – US$ 2,12 trilhões

Fonte: Fundo Monetário Internacional

Durante briga no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador, Juiz chama advogado de “palhaço” e de “rato”

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Nesta segunda-feira (18), o Fórum Ruy Barbosa, em Salvador, foi palco de uma discussão acalorada entre o Juiz Carlos Carvalho Ramos de Cerqueira, da 6ª Vara Cível, e dois advogados. A briga aconteceu antes de uma audiência e, segundo informações, foi motivada pela reclamação dos advogados porque o juiz não teria respeitado a ordem para realização das audiências, colocando uma usuária na frente deles.

Durante a discussão, o juiz chamou o advogado Antônio André Mendes Oliveira de “palhaço” e de “rato”. O advogado então, acusou o magistrado de responder a um processo administrativo disciplinar.

O juiz chega a mandar que os dois saiam da sala e uma advogada envolvida na confusão afirma que não iria sair, pois era o “ambiente de trabalho” dela.

A Comissão de Prerrogativas da OAB lamentou o ocorrido e informou que está prestando auxílio aos advogados. Além disso, está acompanhando o caso para a adoção de medidas.

Redação PNB, com informações BNews

PT Bahia formaliza indicação de Paulo Rangel para vaga do TCM

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O Partido dos Trabalhadores da Bahia formalizou nesta terça-feira, 19, o nome do deputado estadual Paulo Rangel como candidato à vaga do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), por sua experiência técnica e política, capacidade de articulação, reconhecida idoneidade moral e pela boa relação que possui com os parlamentares. A candidatura do deputado Paulo também foi referendada, por unanimidade, pela bancada do PT na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), na última terça-feira, 12.

Presidente do PT Bahia, Éden Valadares destacou as qualidades que credenciam Paulo para a vaga do TCM.  “Com todo respeito aos demais pretendentes, que são legítimos também, entendemos que a indicação de Rangel atende as exigências formais para a vaga, mas não somente, engrandece a disputa pelo seu conhecimento técnico, experiência política, sua firmeza de caráter e seu ótimo trânsito entre os colegas deputados”.

O dirigente partidário acrescentou ainda que a escolha do PT pelo nome do deputado estadual já foi informada ao governador Jerônimo Rodrigues e ao conjunto dos partidos da base.  “Apresentamos formalmente o nome de Rangel para o governador Jerônimo, a Federação, os partidos aliados e o conjunto da Casa. Vamos trabalhar firmemente para conseguir assinaturas, apoios e construir uma indicação com muita força e humildade”, afirmou Éden.

Ascom/PT Bahia

Brasil lidera litígios climáticos entre países em desenvolvimento

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O Boletim da Litigância Climática no Brasil 2023, elaborado com base nos dados da Plataforma de Litigância Climática do Grupo de Pesquisa Direito, Ambiente e Justiça no Antropoceno (JUMA), da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio), aponta que o Brasil viu evoluir o número de ações judiciais climáticas de 14, em 2018, para 70, este ano, até setembro. No momento, esse número já evoluiu para 77 casos ajuizados envolvendo questões relacionadas ao clima. A plataforma foi lançada em agosto do ano passado e o primeiro boletim, publicado em outubro, incluiu os primeiros 50 casos no país. O próximo relatório será divulgado em 2024 e atualizará as informações.

De acordo com o Centro de Mudança do Clima da Columbia University, dos Estados Unidos, no chamado Sul Global, que compreende os países em desenvolvimento da América Latina, Caribe, África e Ásia, o Brasil seria o país com maior número de litígios climáticos.

A coordenadora do JUMA da PUC Rio, professora Danielle de Andrade Moreira, informou nesta segunda-feira (18) à Agência Brasil que a litigância climática é um fenômeno mundial que começou no início na década de 1990 em países do Norte Global, principalmente nos Estados Unidos e na Austrália e foi se expandindo gradualmente. No Sul Global, foi mais sentido a partir da década de 2010. No Brasil, a litigância climática é mais recente, acumulando cinco casos em 2013; seis casos em 2014, 2015 e 2016, cada ano; e oito casos, em 2017.

Fôlego

“Com o passar dos anos, o movimento ganha fôlego na perspectiva internacional, principalmente em países como Estados Unidos e Austrália, que têm quantidade grande de casos (estimados em cerca de 1.500). A gente começa a falar no Brasil mais recentemente sobre o tema. Os casos mais antigos no Brasil são aqueles em que a questão climática só aparece na decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). No país, a litigância climática está associada à litigância ambiental, necessariamente”, explicou Danielle.

No Brasil, os litígios climáticos ganharam força a partir de 2018/2019, por conta dos “retrocessos” do governo Jair Bolsonaro, completou. “Aí, a gente começa a ter uma litigância climática propriamente dita no Brasil. Casos que a gente chama na nossa metodologia de casos sistêmicos, muitas ações constitucionais para obrigar o Poder Público federal a não destruir a política climática brasileira e implementar o que já existe. Porque houve um retrocesso, tanto do ponto de vista legislativo, das estruturas, e também, em função da inação”. O período do governo Bolsonaro é entendido como impulsionador do movimento da litigância climática no Brasil. O número de ações climáticas ajuizadas nos tribunais evoluiu quase nove vezes do final de 2017 até 2023.

O advogado Oscar Graça Couto, do Escritório Graça Couto, considerado referência em questões ambientais, avaliou que com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, vai haver um arrefecimento do “ímpeto” contra o governo, “porque existe uma percepção de que (o presidente) Lula e a (ministra do Meio Ambiente) Marina Silva, sobretudo, estão fazendo o que podem em relação ao assunto”. Por outro lado, apontou a existência de uma situação ambígua, em que o Brasil aparece como protagonista na questão ambiental e, ao mesmo tempo, incentiva a exploração de óleo e gás na Margem Equatorial, que são combustíveis fósseis”. Existe aí uma contradição, indicou. “Isso tende a ter repercussão no plano jurídico”.

Perfil

Se a maioria dos casos climáticos registrados durante o governo Bolsonaro era mais sistêmica e tinha como objetivo fazer com que o governo federal implementasse a legislação existente, agora houve uma mudança de perfil, confirmou a coordenadora do JUMA e professora de direito ambiental da PUC Rio. Agora são casos mais rotineiros, propostos pelo setor privado para que sejam considerados os impactos climáticos no licenciamento ambiental, por exemplo. “Mudou um pouco o perfil, muito por conta da conjuntura política atual”.

Danielle destacou que mais recentemente, tem se observado maior número de casos para reparação de danos climáticos, como desmatamento, considerando as emissões de gases de efeito estufa. Outros casos envolvem licenciamento ambiental relacionados ao setor de energia a partir do carvão; transição energética; biomas; a própria privatização da Eletrobras vista pelo lado ambiental e climático; avaliação de risco climático para financiamento, entre outros temas.

Um fato interessante identificado pelo levantamento no perfil da litigância climática brasileira (novidade para o Brasil) é que há uma forte participação da sociedade civil organizada. “O Terceiro Setor tem ajuizado muitas ações e se mobilizado para atuar na litigância climática brasileira“. Até então, o protagonismo vinha sendo exercido pelo Ministério Público. A participação de organizações não governamentais (ONGs) voltadas para a área climática tem levado a sociedade civil organizada a apresentar grande número de ações. O boletim 2023 mostra que o Terceiro Setor empatou com o Ministério Público, tanto Federal como estadual, com 20 ocorrências cada.

Tendência

Danielle explicou que a tendência é de expansão cada vez maior da quantidade de ações climáticas no Brasil e no mundo, destacando casos rotineiros, que dizem respeito a empreendimentos específicos. Vão continuar existindo casos que questionem a política pública, mas em velocidade menor, por conta da mudança de governo. “Nossa expectativa é que vão aumentar os casos rotineiros contra o setor privado, casos que questionam a atuação do setor privado em geral, inclusive relacionados a direito do consumidor, reparação de danos, consideração da variável climática no licenciamento ambiental englobando também o Poder Publico dos estados, sejam pessoas jurídicas ou não”.

Na avaliação do advogado Oscar Graça Couto, a tendência é, de um lado, inserir a variável climática no contexto do licenciamento ambiental, visando a compensação dos riscos ou danos em alguma medida. “Vai haver uma maior marcação sobre o licenciamento de empresas cujas atividades são muito intensivas em carbono”. Outra tendência, que Graça Couto acredita vai se materializar em até quatro anos, é cobrar empresas pelos danos decorrentes de suas emissões. “O direito está cada vez mais atento ao que se chama de ciência da atribuição, que é a ciência reconhecendo um elo específico e cientificamente demonstrado entre o volume de emissões e determinado dano”. Isso se aplicaria sobretudo às emissões ilegais de carbono, decorrentes de desmatamento ou incêndio criminoso. Já existem inúmeras ações envolvendo esse tema, inclusive sob o viés climático, informou.

Poluidor indireto

Graça Couto chamou a atenção também para ações climáticas em que se discute a responsabilidade do poluidor indireto. No caso de grileiros, por exemplo, que desmatam grande área, a discussão que vem sendo empreendida pelo Ministério Público é se será acionado também o banco que financiou a ação desse grupo ou a empresa que alugou equipamentos para aquele fim. “Existe uma tendência para que essas pessoas que dão causa indireta para um problema climático venham a ser também responsabilizadas. Essa é uma belíssima discussão a ser travada um pouco mais à frente”. A decisão sobre isso deverá cair no STJ. O advogado salientou que é uma matéria já pacificada no STJ que o poluidor indireto seja responsabilizado. “A questão é: quem é o poluidor indireto e em que condições ele pode ser responsabilizado”, concluiu Oscar Graça Couto.

Plataforma

O JUMA é um grupo de pesquisa acadêmico da PUC Rio, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Direito da instituição. Ele desenvolve pesquisas sobre direito em um contexto de uma nova era geológica, que é o Antropoceno. “A questão climática aparece como uma das questões mais urgentes do Antropoceno. Então, o direito e as estruturas jurídicas estão desafiadas por novas situações hipercomplexas. Nós fomos chamados a fazer uma análise mais aplicada na prática, que foi esse levantamento”.

O trabalho foi realizado graças a financiamento do Instituto Clima e Sociedade (ICS), visando montar uma plataforma de litigância climática que reunisse os casos climáticos brasileiros. Uma das metas é ter em um único lugar os litígios climáticos brasileiros para que haja informações de maneira mais organizada e sistematizada. Nos últimos quatro anos, foi desenvolvida metodologia para classificação desses casos, “A gente usa essas informações para produzir estudos jurídicos”, disse Danielle.

Agência Brasil

Companhias aéreas anunciam plano com passagens a R$ 799 em 2024; medida integra plano do governo e empresas para baratear bilhetes

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As três maiores companhias aéreas do Brasil – Azul, Gol e a Latam – anunciaram, nesta segunda-feira (18), em Brasília, oferta passagens entre R$ 699 e R$ 799 por trecho viajado em 2024. Juntas, irão disponibilizar mais de 25 milhões de bilhetes aéreos.A medida faz parte da primeira etapa do Programa de Universalização do Transporte Aéreo, detalhado pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, aos lados dos diretores das três empresas, como estratégia para redução dos preços de passagens aéreas e queda dos custos de operações no país, em 2024.

Outras ações apresentadas pelas empresas estão: valores mais acessíveis para bilhetes comprados com até 14 dias de antecedência da data da viagem, inclusão de serviços de remarcação sem cobrança de taxa adicional, oferta de tarifas mais acessíveis para compras realizadas em determinados dias da semana; aumento no número de oferta de voos; ampliação da frota aérea, gratuidade no despacho de bagagens e marcação de assento para compras feitas em cima da hora e aumento na oferta de assentos.

O ministro acredita que as medidas anunciadas tornarão os voos domésticos mais acessíveis aos passageiros. “Um conjunto de pacotes que vai beneficiar o consumidor final brasileiro. E a primeira etapa [do Programa de Universalização do Transporte Aéreo], ao longo de 2024, vamos, cada vez mais, ao lado das aéreas, ao lado de todo o governo, perseguir para que a gente possa ter uma redução nas tarifas no Brasil e fazer com que, ao final, o consumidor brasileiro viaje mais.”

Para Silvio Costa Filho, os planos das aéreas são fruto do constante diálogo entre o governo federal e as empresas. “O governo não pode fazer qualquer intervenção, até porque são empresas privadas e nós temos o livre comércio. O que nós estamos fazendo é um trabalho de sensibilização.”

Preço médio

Os preços dos bilhetes aéreos com tarifas máximas, de R$ 699 e R$ 799 por trecho, ficaram, no entanto, acima da tarifa aérea real média em voos domésticos, divulgada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No último levantamento da agência reguladora, em setembro de 2023, o preço médio chegou a R$ 748, o maior do ano. O painel da Anac apresenta os dados das tarifas aéreas comercializadas desde 2002.

Questionado sobre como as tarifas anunciadas pelas companhias acima do recorde apurado pela Anac tornariam as passagens mais baratas, o ministro de Portos e Aeroportos entende que, ainda assim, a população poderá ser beneficiada. “A gente está perseguindo esse valor para que possa haver uma redução, mas sem dúvida alguma, a gente vai ter, sobretudo, comprando com antecedência, passagens mais baratas, nessa agenda que a gente tem trabalhado,” avalia o ministro.

Planos das companhias aéreas

As propostas das três companhias aéreas serão válidas a partir de 2024. Confira as principais medidas anunciadas.

Azul

•             oferta de 10 milhões de passagens por até R$ 799 por trecho, por ano, para compras com antecedência de até 14 dias;

•             Marcação de assento e bagagem despachada gratuitamente para compras realizadas de última hora;

O CEO da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, John Rodgerson, esclarece que um terço dos assentos dos voos da companhia estarão nesta condição. “Estamos animados para fazer esta contribuição como primeiro passo, antes de ter uma saída com a judicialização ou do combustível, outras coisas, porque a gente acredita no mercado livre, que se atacarmos o custo de juros neste país, se atacarmos o preço do combustível, a tarifa média, naturalmente, vai cair”.

Gol

•             15 milhões de passagens por até R$ 699 por trecho para compras com antecedência mínima de 14 dias;

•             promoção com voos de R$ 600 a R$ 800, nas compras realizadas com 21 dias de antecedência da data do voo;

•             despacho gratuito da bagagem para o passageiro que comprar o bilhete de última hora;

•             tarifas de assistência emergencial com desconto de até 80% na tarifa disponível, quando ocorrer o falecimento de um familiar direto.

“A gente está aqui, justamente, para passar essa percepção, firmar compromissos para que a gente possa criar essa agenda positiva, para que a população brasileira saiba que tem um setor que quer, de fato, crescer, estar de portas abertas e dar acesso”, disse o CEO da Gol, Celso Ferrer.

Latam

•             campanhas publicitárias para ensinar os consumidores sobre como comprar passagens aéreas mais baratas, com planejamento;

•             promoção com um destino semanal com tarifa abaixo de R$ 199;

•             atualização do programa de fidelidade, que deixa de ter validade para uso das milhagens;

•             aumento da oferta em 3 milhões assentos, com a média de 10 mil assentos diários nos voos da companhia.

O CEO da LATAM Airlines Brasil, Jerome Cadier, anunciou ainda que no programa de milhas da companhia aérea os pontos não expirarão em dois anos. “Nossos pontos não irão caducar a partir de 2024, desde que usados com a LATAM”.

Ele ainda enfatizou a necessidade de haver um trabalho educativo com passageiros no Brasil sobre compras de passagens antecipadas, pois, 6% dos bilhetes custam mais de R$2 mil porque, na maioria das vezes, as passagens são compradas a menos de 10 dias do dia de embarque. “Precisamos fazer um esforço coletivo, que o povo brasileiro possa tentar comprar as passagens com mais antecedência, porque quanto mais planejamento, previsibilidade, eles vão comprar passagens mais baratas no Brasil”, afirmou.

Agência Brasil

Brilho do Natal: Prefeitura de Sobradinho inicia as Cantatas de Natal nesta quarta-feira (20)

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A partir desta quarta-feira (20), a Prefeitura de Sobradinho dará início a programação natalina, na Praça Geraldo Silva. Entre os dias 20 e 22, a partir das 18 horas, serão realizadas as tradicionais Cantatas de Natal, evento que faz parte das ações da Campanha Brilho do Natal em Sobradinho.

As Cantatas de Natal levarão diversas apresentações culturais para a praça, que pelo terceiro ano consecutivo se tornará palco para celebrações, encontros e diversão para toda a família.

“O fim de ano é sempre um momento de muita alegria e sabemos como a população aguarda pela programação. Por isso fazemos questão de ornamentar os espaços públicos da cidade no clima natalino e também de realizar, mais uma vez, as Cantatas de Natal, evento que movimenta nossa comunidade e reflete o espírito natalino de união entre as famílias. Convido os sobradinhenses para nos encontrarmos na Praça Geraldo Silva, onde juntos celebraremos o Natal e prestigiaremos as apresentações,” convidou o Prefeito Cleivynho Sampaio.

Na primeira noite, nesta quarta-feira (20), se apresentam os jovens da APAE e NUCA, as crianças da creche Yeda Barradas e os estudantes das escolas Tia Rita, Maria Nilza, Celem e 24 de Fevereiro. Além das escolas, também subirão ao palco, o Grupo da Melhor Idade, a equipe da Igreja Adventista e o Coral Tataui.

Ascom/PMS

Mais de 30 mil visitantes celebram a força e a diversidade da agricultura familiar da Bahia

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Nos últimos cinco dias, o Parque Costa Azul, em Salvador, foi palco de uma grande celebração: a 14ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária, que reuniu mais de 30 mil pessoas em busca de experiências autênticas.

Não se tratou apenas de um evento, mas de um mergulho na diversidade cultural e produtiva da Bahia, com a participação de mais de 400 associações e cooperativas, representando os 27 territórios de identidade do estado.

A edição deste ano trouxe novidades que encantaram os visitantes, como a Feira Agroecológica e a Tenda Brasil, um verdadeiro mosaico de produtos de 24 estados, além da Bahia. Teve também Tenda Quilombola e Tenda Indígena, lançamento de produtos como a casquinha de sorvete de licuri, a cerveja de cajá e de cupuaçu, os queijos, os iogurtes de pinha e de maracujá, entre outros, que consolidaram a Feira como um evento que vai além da comercialização, sendo uma experiência rica em sabores e cultura.

Ao todo, foram mais de três mil produtos comercializados nos estandes, proporcionando um verdadeiro festival gastronômico e cultural. Os shows no Palco principal e no Tablado do Samba, as apresentações e as atividades interativas completaram o cenário de sucesso, transformando o Parque Costa Azul em um ponto de encontro e celebração.

Balanço Positivo

O gestor da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Osni Cardoso, expressou sua satisfação com o resultado. “Essa 14ª Feira, além de fazer um retrato do que é a agricultura familiar, reuniu todas as expressões, com a Tenda Brasil, e as expressões do rural baiano, com as comunidades tradicionais quilombolas e povos indígenas de todos os territórios”.

Jeandro Ribeiro, Diretor-Presidente da CAR, compartilhou o entusiasmo diante dos resultados da 14ª Feira Baiana, destacando que a participação de mais de 30 mil visitantes transcendeu a simples definição de uma feira. “Esse evento não apenas atendeu às expectativas, mas se firmou como uma realidade, integrando-se de maneira sólida ao calendário de eventos de Salvador. A Feira da Agricultura Familiar não só alcançou, mas superou sua missão essencial: promover o encontro direto entre produtores e consumidores.”

O evento foi uma vitrine para diversas cooperativas, como a Cooperativa Regional da Agricultura Familiar do Extremo Sul (CAFAED). Jonathan Nogueira Soares, representante da organização, comentou sobre o sucesso. “A Feira trouxe uma expectativa muito grande pra gente, e acabou surpreendendo. Trouxemos 450 quilos de derivados de leite e a demanda foi muito grande. Vendemos tudo. A nossa satisfação é muito boa, e já estamos aguardando a 15ª edição.”

Erenildo de Magalhães, presidente da Associação dos Meliponicultores, Apicultores e Agricultores Familiares de Tanque Novo, destacou a importância da Feira para os produtores: “A Feira pra gente foi tudo de bom. Foi a primeira vez que participamos e a gente conseguiu vender nossos produtos, conseguimos conversar diretamente com os clientes. Eles conseguiram ter a certeza que estavam levando um produto que veio diretamente da agricultura familiar”.

A expectativa para o próximo ano já está alta, com projetos ambiciosos. “Em torno de uma tonelada, uma tonelada e meia de queijos e mais uns mil litros de iogurte”, é o que Jonathan Nogueira Soares planeja trazer para a próxima edição.

A Feira não apenas proporcionou oportunidades de venda, mas também estimulou a troca de experiências e aprendizados. “Essa feira é muito importante para a gente, a gente fica muito feliz, e a gente estará aqui de novo, ano que vem”, ressaltou Erenildo de Magalhães.

O evento promoveu, em parceria com o Centro de Arte e Meio Ambiente (CAMA), uma iniciativa inovadora: a Coleta Seletiva Solidária. Unindo esforços com catadores autônomos e cooperativas. A ação resultou na coleta e separação de 573,5 quilos de vidro, 210,3 quilos de plástico, 189,6 quilos de papel e 155,8 quilos de metal, demonstrando um compromisso real com a sustentabilidade ambiental. A coleta seletiva solidária não apenas contribui para a preservação do meio ambiente, mas também gera oportunidades econômicas para os trabalhadores envolvidos.

Com uma injeção significativa na receita das cooperativas participantes, a 14ª edição da Feira Baiana encerra suas atividades deixando para trás não apenas números impressionantes, mas também uma forte conexão entre produtores (as) e consumidores (as), reforçando a importância da agricultura familiar na economia local, um impulso para o desenvolvimento econômico e cultural da Bahia.

Com o sucesso deste ano, as expectativas para a 15ª edição já são altas e é aguardada com grande expectativa, prometendo superar as conquistas deste ano de 2023 e continuar a ser uma celebração memorável da riqueza e diversidade da agricultura familiar na Bahia.

A 14ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária foi realizada pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), em parceria com a União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes-Bahia), com o apoio do Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem).

 

Secom 

PMBA realiza solenidade de formatura do 1º curso de Rastreamento de Combate (CRC) 2023- CIPE/CAATINGA

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O Comandante de Policiamento da Região Norte (CPR-N), Coronel PM Valter Araújo, presidiu nesta tarde, segunda-feira (18), a Solenidade de Formatura do Curso de Rastreamento de Combate (CRC), 1ª edição, da Polícia Militar da Bahia (PMBA), realizada pelo Comando de Policiamento em Missões Especiais (CPME), comandado pelo Coronel PM Manuel Paulo Muniz Júnior, através da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE) – Caatinga, comandada pelo Capitão PM Érico de Carvalho.
Iniciado no dia 06 de dezembro, dezesseis (16) Policiais Militares, sendo 14 (quatorze) oriundos da CIPE–Caatinga e 02 (dois) do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), participam de onze dias letivos de instruções, treinamentos e atividades simuladas, contabilizando 140 horas-aula.
O Curso de Rastreamento de Combate tem por objetivo capacitar Policiais Militares do Estado da Bahia e coirmãs para atuação, emprego e execução de ações de rastreamento de combate nas operações policiais em ambiente rural, sobretudo no bioma de caatinga.
A formatura foi realizada no Auditório do Grande Hotel, em Juazeiro-BA. Estavam presentes no evento, Comandantes das Unidades Operacionais, Oficiais e Praças da Região Norte, familiares dos Formandos, e Autoridades convidadas para o evento.
O Comandante do CPR-N parabeniza o Coronel PM Muniz Júnior, pela realização do curso e formação dos Policiais Militares, bem como o Capitão PM Érico de Carvalho pela organização do curso. Ainda parabeniza os concluintes, desejando-lhes sucesso profissional.
Ascom/CPR-N