Preto no Branco

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Governo Lula destina R$ 1 bilhão para ações à população em situação de rua

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou, nesta segunda-feira (11), o Plano Ruas Visíveis – Pelo Direito ao Futuro da População em Situação de Rua. A medida promove a efetivação da Política Nacional para a População em Situação de Rua e tem investimento inicial de R$ 982 milhões.Em cerimônia no Palácio do Planalto, Lula destacou a necessidade de iniciativas governamentais para apoio a essa população e para dar visibilidade sobre seus direitos.

Para o presidente, a população deve estar comprometida em eleger governantes preocupados também com as questões sociais. “Quando é que a gente vai convencer a humanidade que nós nascemos pra viver em comunidade, nós não nascemos para viver individualmente, cada um vivendo do jeito que pode. A Constituição diz que todos têm direitos elementares, está lá no fundamento do artigo que cuida da questão social; a Declaração dos Direitos Humanos diz, e por que a gente não consegue fazer? A gente não consegue fazer porque essa conquista que nós estamos tendo aqui hoje está ligada a uma palavra chamada democracia, está ligada a uma palavra chamada compromisso”, destacou.

O lançamento ocorre em meio às celebrações dos 75 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, completados no domingo (10), e atende a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). O governo ressaltou que as ações para a população em situação de rua integram as prioridades do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania desde o início da gestão, antes mesmo de decisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes, em agosto deste ano, no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 976. A ADPF foi iniciada no ano passado questionando a efetiva implementação da política nacional, instituída em 2009.

O Plano Ruas Visíveis contempla 99 ações que serão desenvolvidas a partir de sete eixos: assistência social e segurança alimentar; saúde; violência institucional; cidadania, educação e cultura; habitação; trabalho e renda; e produção e gestão de dados. A articulação envolve 11 ministérios, em parceria com governos estaduais e municipais e em diálogo com os movimentos sociais e outros órgão e instâncias representativas.

Confira a íntegra do Plano Ruas Visíveis.

Segundo o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, mais de 221 mil pessoas vivem em situação de rua no país. “São pessoas, inclusive crianças, que vivem na pobreza extrema, submetidas a intensa vulnerabilidade, expostas a todo tipo de violência”, disse, explicando que o Plano Ruas Visíveis demonstra o compromisso do governo federal em transformar as promessas que estão na Declaração Universal dos Direitos Humanos em realidade.

Arquitetura hostil

A comemoração do aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos data no Palácio do Planalto envolveu o anúncio de outras iniciativas, como a regulamentação da Lei Padre Júlio Lancellotti, a instituição de um grupo de trabalho para a produção de informações sobre população em situação de rua; a instituição do Programa Nacional Moradia Cidadã; e o lançamento oficial do Observatório Nacional dos Direitos Humanos (ObservaDH), instituído em setembro.

A Lei Padre Júlio Lancellotti proíbe a chamada arquitetura hostil em espaço público, como a construção ou a instalação de estruturas para dificultar o acesso de moradores em situação de rua. Aprovada pelos parlamentares no ano passado, a lei foi vetada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, mas o veto foi derrubado pelo Congresso e a lei foi promulgada.

O nome da lei é uma referência ao religioso padre Júlio Lancellotti, que, desde 1986, promove trabalhos sociais voltados principalmente para a população em situação de rua na cidade de São Paulo. Coordenador da Pastoral do Povo de Rua, Lancellotti viralizou ao utilizar uma marreta para remover pedras pontiagudas que haviam sido instaladas pela Prefeitura de São Paulo em um viaduto na cidade, para evitar que o local fosse utilizado como abrigo pela população em situação de rua.

Presente hoje na cerimônia no Palácio do Planato, padre Júlio exaltou a recriação de políticas públicas para grupos que foram invisibilizados nos últimos anos. “Nós lutamos muito para te eleger, presidente, para que o senhor, voltando ao Palácio do Planalto, os pobres, os moradores de rua, as mulheres, os LGBT, os indígenas, as religiões de matriz africana, os sem religião, os que lutam pela dignidade humana pudessem voltar a esse palácio. E o povo da rua, estando nesse palácio, não vai ter nenhum arranhão no patrimônio público, porque nós vamos conservar aquilo que é nosso e é do povo da rua também”, disse, em referência aos ataques à sedes dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro.

O padre ainda agradeceu a regulamentação da lei que leva o seu nome e cobrou a efetiva implementação de ações do plano lançado nesta segunda-feira. “Marreta em toda arquitetura hostil, que toda arquitetura hostil seja retirada e nunca mais seja implantada. Que nós tenhamos um cuidado especial com a saúde mental, com o sofrimento da população em situação de rua, é uma questão específica, urgente, como é urgente ter onde morar, mas ter dignidade para morar, com autonomia, com equilíbrio, com o afeto que é necessário”, disse, citando ainda a violências contra a população em situação de rua, entre elas a institucional.

“A população de rua é tratada de maneira degradante, com tratamento torturante que nega a subjetividade, nega o amor, nega o gênero, nega a etnia, nega o sentimento, nega tudo aquilo que eles carregam. Os moradores de ruas, pessoas em situação de rua, não são anjos nem demônios, são pessoas e devem ser tratados como pessoas. O artigo 6 [da Declaração Universal dos Direitos Humanos] que diz ‘todo ser humano tem direito de ser em todos os lugares reconhecido como pessoa perante a lei’, esse artigo precisa ser vivenciado na saúde, na moradia, no desenvolvimento social, nos direitos humanos, na educação, na cultura, no lazer. O povo da rua também ama, o povo da rua quer ser respeitado em todas as suas dimensões”, disso o padre Júlio Lancelotti.
Assistência social e segurança alimentar

O primeiro dos sete eixos prioritários do Plano Ruas Visíveis trata da assistência social e segurança alimentar e deve ter investimentos de R$ 575,7 milhões. Entre as iniciativas, está a manutenção do cofinanciamento aos estados e municípios, na forma de repasses praticados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) aos estados e municípios para serviços específicos para pessoas em situação de rua, na forma pactuada.

Também integram as ações a ampliação e o fortalecimento de serviços de atendimento e acompanhamento à população em situação de rua; pessoas em situação de rua como prioritárias no Plano Brasil sem Fome; a implementação de Cozinhas Solidárias; o repasse de alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) para as cozinhas comunitárias; e a retomada das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti).

Saúde

No eixo da saúde, os investimentos iniciais são de R$ 304,1 milhões. Entre as iniciativas estão o aprimoramento do atendimento em saúde; a formação de cinco mil profissionais que atuam no cuidado às pessoas em situação de rua; a criação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da População em Situação de Rua; o fortalecimento de equipes de Consultório na Rua; e a rearticulação do Comitê Técnico de Saúde da População em Situação de Rua.

Também integra o plano a orientação das maternidades e hospitais da rede de atenção materno-infantil para atendimento das pessoas em situação de rua no ciclo gravídico-puerperal com ênfase na proteção e promoção do direito de estabelecimento de vínculos gestante-bebê.

Ainda, haverá a ampliação das unidades de acolhimento para pessoas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no componente de atenção residencial de caráter transitório da Rede de Atenção Psicossocial, com formação específica dos trabalhadores para atendimento à população em situação de rua. A meta é de 52 novas unidades ao ano.

Violência institucional

Investimentos de R$ 56 milhões serão destinados ao combate à violência institucional. “A população em situação de rua é um grupo social que sofre com o preconceito e estigmatização por parte da sociedade, sendo comumente associada à desordem, criminalidade e ameaça à segurança pública”, explicou o governo, em comunicado.

Nesse sentido, o objetivo das ações nesse eixo é de estabelecer um conjunto de medidas legais e políticas públicas para coibir as diversas formas de violência institucional e garantir uma atuação humanizada do Estado junto a essa população, “historicamente excluída e violada em seus direitos”.

As ações propostas contemplam o fomento a Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social (CAIS); protocolo para proteção da população em situação de rua e enfrentamento à violência institucional; formação de agentes de segurança pública e justiça; formação de profissionais que atuam na Política Nacional sobre Drogas; criação de canal de denúncias no Disque 100 – Disque Direitos Humanos; guia para atendimento à população em situação de rua; campanha educativa sobre aporofobia (ódio ou aversão aos pobres), direito à cidade e direitos da população em situação de rua.

Uma estratégia interministerial de proteção a pessoas que usam drogas em territórios vulnerabilizados completa as ações.

Cidadania, educação e cultura

Nesse eixo, R$ 41,1 milhões serão destinados para políticas públicas com foco em garantia de direitos, superação das vulnerabilidades e promoção da cidadania efetiva da população em situação de rua, bem como promover o enfrentamento a toda discriminação e violação de direitos.

Estão incluídas ações no âmbito do Programa Pontos de Apoio da Rua (PAR), que abrangem locais com oferta de serviços como lavanderia, banheiros, bebedouros e bagageiros; casas de acolhimento de pessoas LGBTQIA+; Operação Inverno Acolhedor; mutirões para regularização de documentação civil e acesso a benefícios; edital de fomento a iniciativas comunitárias de promoção de cidadania, com foco em justiça racial; participação social e inclusão nas políticas públicas culturais.

Completam as ações a indução à destinação de recurso para fomento a iniciativas culturais; a disponibilização de vagas para população em situação de rua no Pacto pela Alfabetização, via educação popular; e a educação profissional para mulheres.

Habitação

“Para a população em situação de rua, a habitação não é apenas uma necessidade básica, mas também um instrumento de promoção da autonomia e de integração social. É fundamental que as políticas públicas de habitação reconheçam e atendam às especificidades da população em situação de rua, garantindo o direito à moradia como um direito humano inalienável”, afirmou o governo. Os investimentos iniciais nesse eixo são de R$ 3,7 milhões.

As ações propostas contemplam o acesso ao Programa Minha Casa, Minha Vida; a destinação de imóveis da União; e o projeto-piloto do Programa Moradia Cidadã, com disponibilização de 150 unidades habitacionais, com prioridade para famílias com crianças e mulheres gestantes.

Trabalho e renda

Nesse eixo, serão investidos R$ 1,2 milhão com o objetivo de fomentar o cooperativismo e associativismo; a realização de oficinas para incubação de empreendimentos econômicos solidários; elaboração de 15 planos de comercialização de produtos e serviços dos empreendimentos econômicos solidários constituídos com população em situação de rua; constituição de espaços e estruturas de produção e comercialização dos produtos de economia solidária; medidas para qualificação profissional; e medidas de indução para empregabilidade via setor privado.

Produção e gestão de dados

O governo destaca ainda que, historicamente, a população em situação de rua tem sido invisibilizada nas estatísticas oficiais, dificultando a elaboração de programas e ações que considerem suas especificidades. Nesse sentido, serão investidos R$ 155,9 mil em ações para subsidiar com dados e evidências a formulação e o monitoramento de programas, serviços e ações intersetoriais.

Entre as ações propostas, estão a produção e análise de dados sobre pessoas em situação de rua no Cadastro Único; o Censo Nacional da População em Situação de Rua; a produção de dados relacionados a acesso a políticas e programas sociais, bem como sobre saúde e violência; o painel de informações com dados da população em situação de rua; além do ObservaDH.

Agência Brasil

Consumidor de Juazeiro solicita serviços da Coelba e do SAAE e reclama que não consegue atendimento: “Vou ter que fazer um gato, só pode”

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Em contato com o PNB, Floriano Josué do Nascimento, morador da Rua Getúlio Vargas, bairro Antônio Conselheiro, em Juazeiro, relatou a dificuldade que vem encontrando para ser atendido pela Coelba e pelo SAAE.

Ele mudou de residência recentemente e precisa que as empresas façam as ligações de energia e água. Apesar de já ter solicitado os serviços várias vezes até o momento não conseguiu ser atendido.

“Fiz o pedido a Coelba no dia 22 de novembro. Já é a terceira vez que vou ao escritório da empresa pedir para ligarem a energia elétrica da minha residência e não sou atendido. Deram um prazo de 5 dias e depois de terminado o prazo disseram que dariam um novo prazo. Disseram que faltava o disjuntor. Resolvemos o problema. Depois deram um novo prazo até sexta-feira passada e ainda não ligaram. Tive que faltar ao trabalho, pois pela internet ou telefone a Coelba não resolve. Já foi feita reclamação na ouvidoria da Coelba, mas nada resolveram. Vou ter que fazer um gato de energia, só pode. Quem sabe assim não resolvem fazer o serviço.

Floriano Josué também contou ao PNB que vem enfrentando a mesma dificuldade junto ao SAAE de Juazeiro para conseguir uma ligação de água. Ele também fez uma solicitação ao órgão, mas não foi atendido.

“Não muito diferente foi com o SAAE. Estou precisando muito dessa ligação. Informaram que o prazo dado pelo SAAE para a realização do serviço é de até quinze dias úteis após o pagamento da taxa. Fiz o pagamento em 17/11/2023 e era para terem ligado até o dia 08/12/2023. Só dizem que é para aguardar. Cobrei hoje novamente e disseram que a situação seria encaminhada ao gerente para que ele entre em contato com o chefe da equipe responsável pelo serviço,” relatou o usuário.

Estamos encaminhando a reclamação para os órgãos citados.

Redação PNB

Paciente que sofreu traumatismo craniano, após ataque violento, em Juazeiro, foi transferido para um hospital de Salvador

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O paciente Marcos José de Oliveira, que sofreu traumatismo craniano, após um ataque brutal ocorrido na madrugada do sábado, no bairro Santo Antônio, em Juazeiro, conseguiu uma transferência para um hospital de Salvador. Marcos estava internado em estado grave no Hospital Universitário (HU) de Petrolina, aguardando por uma cirurgia.

Segundo familiares da vítima, ele estava na Sala Vermelha e a informação foi de que não havia neurocirurgião na unidade.

Uma irmã de Marcos José informou que no final da manhã de hoje ele foi transferido para a capital, onde deverá passar por uma cirurgia.

Procurado pelo PNB, o HU-Univasf esclareceu que “enfrenta, atualmente, um déficit na escala de neurocirurgiões, o que tem impactado o andamento de procedimentos da especialidade de neurocirurgia, cenário previamente comunicado aos órgãos parceiros e a toda sociedade. A instituição não possui interesse em encerrar a prestação de atendimentos nesta especialidade, tendo em vista a sua relevância para a população, em conjunto com as demais especialidades do hospital. Em função dos desafios para preenchimento das vagas na especialidade de neurocirurgia, mesmo havendo convocações via concursos e seleções públicas, a instituição vem empreendendo esforços para restabelecer o mais breve possível a assistência em neurocirurgia junto a outros entes federativos e via Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh/MEC), gestora do HU, que já iniciou os trâmites jurídicos para a contratação de serviços da especialidade.

Crime

Marcos José de Oliveira foi encaminhado em estado grave para o Hospital Universitário (HU) de Petrolina, após ser atacado brutalmente a pauladas na madrugada do sábado (9), no bairro Santo Antônio, em Juazeiro (BA), Norte da Bahia.

“Ele foi brutalmente espancado. Bateram muito na cabeça dele e ele sofreu um traumatismo craniano. Está com uma hemorragia na cabeça, precisando com urgência de uma cirurgia e o hospital diz que não tem neurologista, mas sabemos que tem sim. Queremos a cirurgia dele, pois é um direito nosso,” disse a irmã da vítima.

Marcos José foi encontrado caído no chão, ensanguentado e desacordado. Ao lado dele havia um pedaço de madeira, que provavelmente foi usado na agressão. A PM esteve no local da ocorrência, mas até o momento os autores não foram identificados e nem a motivação do crime.

Redação PNB 

Noitada do Preventivo: Mutirão com atendimento noturno será realizado na UBS do Jardim Flórida, Juazeiro, nesta quarta-feira (13)

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A Secretaria de Saúde de Juazeiro vai realizar um mutirão de saúde na próxima quarta-feira (13), das 18h às 22h, na Unidade Básica de Saúde (UBS) Jardim Flórida. O mutirão é destinado às pacientes que têm dificuldade em buscar por atendimento durante o dia.Quatro profissionais vão realizar os exames preventivos nas usuárias atendidas pela unidade, além disso, o mutirão vai ofertar atendimento odontológico, testes rápidos de IST’s, vacinação, terapia complementar com a Ventosa, atividade física e bem-estar com Zumba, apresentação de balé e música com o cantor Dudu Almeida.É necessário levar documento com foto, CPF e Cartão SUS para serem atendidas. ServiçoData: 13 de dezembroLocal: UBS Jardim FlóridaHora: Das 18 às 22h.

Ascom/Sesau

25ª CIPM registra triplo homicídio em Santana do Sobrado, Casa Nova

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A 25ª CIPM, em Casa Nova, registrou, na noite deste domingo (10), um triplo homicídio, em Santana do Sobrado. Duas vítimas morreram no local do crime e uma terceira pessoa atingida por disparos de arma de fogo chegou a ser socorrida com vida para o hospital do município, mas foi a óbito.

Segundo testemunhas do crime, três homens chegaram em um veículo e bateram no portão da casa de uma das vítimas. Quando o dono da casa foi atender, os criminosos efetuaram vários disparos de arma de fogo.

A PM não divulgou a identidade das vítimas.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

Redação PNB

Atos golpistas: STF marca julgamento de mais 30 réus para 15 de dezembro

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Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto.

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para 15 de dezembro o julgamento de mais 30 ações penais que têm como alvo pessoas envolvidas nos atos golpistas de 8 de janeiro, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas.

Todos foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por crimes como associação criminosa, dano qualificado, golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e deterioração de patrimônio tombado.

Os julgamentos relativos aos atos golpistas têm sido realizados no plenário virtual, em que os votos são registrados de forma remota, dentro de um prazo, e não há deliberação entre os ministros.

No caso dessa nova leva, cujos julgamentos se iniciam em 15 de dezembro, a sessão está marcada para durar até 5 de fevereiro. O longo período de análise decorre do recesso do judiciário no final de ano.

Até o momento, o Supremo condenou 30 pessoas por participação direta nos atos golpistas, com penas que variam de 13 a 17 anos de prisão, mais a responsabilidade solidária de cobrirem os prejuízos causados pela depredação, estimados em no mínimo R$ 30 milhões.

Agência Brasil

Juazeiro: Resultado preliminar do processo seletivo para gestores e coordenadores pedagógicos será lançado no dia 18 de dezembro

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A Secretaria de Educação e Juventude de Juazeiro aplicou, neste domingo (10), no Colégio de Tempo Integral Cívico-Militar Caic Misael Aguilar, as provas do processo seletivo para gestores escolares e coordenadores pedagógicos da rede municipal de ensino. A etapa foi realizada conforme previsto no cronograma do processo, com provas aplicadas no período da manhã e da tarde.

Realizaram a avaliação 118 candidatos a gestores e 155 inscritos para o cargo de coordenador pedagógico.

“As provas ocorreram conforme planejado, seguindo todos os critérios previstos no edital do certame. Pela manhã registramos a ausência de 21 candidatos à certificação de gestores que não compareceram para realizar o exame. À tarde registramos a ausência de 14 candidatos a coordenadores”, contou o membro da Comissão do Processo Seletivo, Salvador Alexandre.

O resultado preliminar do processo seletivo será lançado no dia 18 de dezembro e o período para interposição de recursos estará aberto de 19 a 21 de dezembro. Já a divulgação do resultado definitivo da avaliação de conhecimentos específicos, tanto para o cargo de gestor, quanto para o de coordenador pedagógico, será no dia 22 de dezembro.

Ascom/Seduc

Conferência em Brasília discute política para a saúde mental

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A 5ª Conferência Nacional de Saúde Mental começa nesta segunda-feira (11) em Brasília, após uma série de intercorrências, segundo o Conselho Nacional de Saúde (CNS). O encontro sequer contava com orçamento da União até o ano passado. Para a entidade, o esforço e a decisão política do conselho foram essenciais para retomar a conferência.

Sob o tema A política de Saúde Mental como Direito: pela defesa do cuidado em liberdade, rumo a avanços e garantia dos serviços de atenção psicossocial no SUS, a conferência segue até a próxima quinta-feira (14), com o objetivo de propor diretrizes para a formulação da Política Nacional de Saúde Mental e fortalecer programas e ações de saúde mental.

Comunidades terapêuticas, internação compulsória e cuidado em liberdade estão entre os temas a serem apreciados por participantes do encontro, entre eles, usuários da Rede de Atenção Psicossocial (Raps). Durante os 4 dias, representantes de diferentes segmentos sociais vão debater e apontar rumos para uma política pública mais abrangente para a saúde mental.

Organizada pelo CNS e promovida pelo Departamento de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Ministério da Saúde, a conferência deve reunir cerca de 2 mil pessoas.

Além dos delegados eleitos nas etapas municipais e estaduais, a conferência nacional deve contar com cerca de 160 delegados eleitos nas conferências livres, realizadas até o final de setembro, incluindo a 1ª Conferência Livre Nacional de Saúde Mental da População Negra e a Conferência Livre Nacional do Fórum Nacional das Centrais Sindicais em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora.

História

Para o CNS, a história de luta e construção das políticas públicas em saúde mental no Brasil não pode ser contada sem a participação das conferências. Ao longo de 36 anos, foram quatro edições nacionais. A primeira, em 1987, classificada pelo conselho como “um marco histórico na psiquiatria brasileira”, por ressaltar que a política nacional de saúde mental deveria estar integrada à Política Nacional de Desenvolvimento Social.

Ainda de acordo com o CNS, em 1993, o segundo encontro nacional pautou o entendimento da relação saúde/doença como processo fundamental no direito ao tratamento e à organização de uma rede de atenção integral à saúde. A terceira conferência, em 2001, aconteceu menos de 1 ano após a aprovação da Lei de Saúde Mental (Lei 10.216/2001) e representou “o fortalecimento do consenso em torno da proposta da Reforma Psiquiátrica”.

Em 2010, realizada pela primeira vez de forma intersetorial, a quarta conferência contou com 46 mil participantes das etapas preparatórias e nacional em um cenário avaliado pelo conselho como diferente do encontrado 9 anos antes. “Por um lado, os participantes reconheceram os avanços concretos na expansão e diversificação da rede de serviços de base comunitária. Por outro, identificaram as lacunas, a complexidade e o caráter multidimensional, interprofissional e intersetorial da implementação da Lei 10.216 após quase uma década de vigência”.

Campeonato Interdistrital movimenta distritos e chega à 7ª rodada nesse domingo (10)

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A 31ª edição do Campeonato Interdistrital chegou nesse domingo (7) à sua sétima rodada com jogos entre quatro equipes. O time de Carnaíba do Sertão foi o único a balançar a rede contra a equipe de Pinhões. Já a competição entre Mandacaru e Juremal ficou no 0 x 0. O Campeonato pela Secretaria de Cultura, Turismo e Esporte (Seculte).Os jogos foram realizados, simultaneamente, nas localidades de Mandacaru e Pinhões.

“Chegamos à nossa sétima rodada hoje e, infelizmente, por motivo de força maior, o jogo no distrito de Massaroca foi adiado. Em nome da prefeita, Suzana Ramos, e de nosso secretário, Sérgio Fernandes, estamos solidários à equipe de Massaroca, em especial ao treinador Zezito e o jogador Daniel pela perda irreparável. Que Deus conforte toda família e a comunidade”, destacou o superintendente de Esporte, Joacir de Oliveira.Próximos jogos

No próximo domingo (17), o Campeonato Interdistrital recebe as equipes de Abobóra que vai enfrentar a equipe do Junco. Itamotinga vai jogar em casa com a equipe de Pinhões. Carnaíba do Sertão enfrenta a equipe do Mandacaru.O jogo adiado entre as equipes de Massaroca e Maniçoba será remanejado para uma próxima dada.Segue placar dos jogos desse domingoMandacaru 0 X 0 JuremalPinhões 0 X 1 CarnaíbaAscom Seculte