Preto no Branco

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Justiça Federal obriga Bolsonaro a usar máscara em espaços públicos do DF

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Uma decisão liminar da Justiça Federal, divulgada nesta terça-feira (23), obriga o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a usar máscara em espaços públicos do Distrito Federal. O descumprimento da medida implica pena de multa diária de R$ 2 mil.

A determinação atende a uma ação civil pública movida por um advogado da capital. Segundo o magistrado, a União também deverá exigir o uso do item de proteção por servidores e colaboradores do governo federal enquanto estiverem em serviço, sob pena de multa diária no valor de R$ 20 mil.

” […] a conduta do Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, que tem se recusado a usar máscara facial em atos e lugares públicos no Distrito Federal, mostra claro intuito em descumprir as regras impostas pelo Governo do Distrito Federal, que nada tem feito, como dito nas linhas volvidas, para fiscalizar o uso do EPI”, cita trecho da decisão.

O uso do item de proteção é obrigatório em áreas públicas da capital desde o dia 30 de abril (veja detalhes abaixo). A fiscalização do uso efetivo por toda população, além da adesão do presidente e de servidores do governo ficará a cargo do Distrito Federal. O G1 aguarda um posicionamento do Palácio do Planalto sobre a medida.

Na ação popular a justificativa é de que “a conduta omissiva da União e do Distrito Federal e a conduta irresponsável do presidente tendem a, em um universo curto de tempo, esvaziar em boa parte as medidas de prevenção adotadas, fazendo com que o Distrito Federal, que tem um dos mais baixos números de mortos, passe a assistir o incremento deste infausto indicativo”.

Presidente sem máscara
O uso de máscaras de proteção em espaços públicos do DF é obrigatório desde o dia 30 de abril. No primeiro fim de semana do mês de maio, Bolsonaro participou de atos populares a favor do governo, com aglomeração de pessoas e sem usar o acessório.

Após 10 dias da medida, o presidente voltou a sair sem máscara, dessa vez para passear de moto aquática no Lago Paranoá. Na ocasião, pelo menos 12 apoiadores se aglomeraram no píer de uma marina próxima à residência oficial, às margens do lago. Imagens feitas no local mostram que o presidente cumprimentou e tirou fotos com essas pessoas.

Também foram registradas imagens do presidente encostando a moto aquática em uma lancha e cumprimentando os ocupantes que, sem máscara, faziam um churrasco na embarcação.

Em 31 de maio, em outro ato de apoiadores, também sem usar a máscara, Bolsonaro foi para a frente do Palácio do Planalto e, a pé, percorreu o cercado onde se aglomeravam os manifestantes. Em outro momento do ato, o presidente montou em um cavalo da patrulha militar e cavalgou entre os manifestantes, acenando.

Além dos atos de apoiadores, Bolsonaro também esteve sem máscara em uma visita ao Departamento de Trânsito do DF, no dia 4 de junho, quando foi fazer a biometria para renovar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Em seguida, ele visitou o secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres, também sem usar o acessório de proteção.

Multas
O uso do item de proteção é obrigatório em áreas públicas da capital desde o dia 30 de abril. Quem for flagrado sem o acessório pode ser multado em até R$ 2 mil, além de responder pelo crime de infração de medida sanitária. A pena, neste caso, pode chegar a um ano de prisão.

No dia 15 de junho, o governo do DF multou o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub, em R$ 2 mil, por não usar máscara durante um protesto em Brasília. Weintraub esteve em um ato de apoiadores do presidente Bolsonaro na Esplanada dos Ministérios.

Além do ministro, a maior parte dos manifestantes também estava sem máscara. Durante o ato, Weintraub provocou aglomeração, cumprimentou, tirou fotos e abraçou as pessoas.

O valor da multa aplicada ao ministro é o máximo da punição. No documento, o fiscal que aplicou a penalidade escreveu que a notificação ocorreu porque o “autuado” estava em via pública “sem máscara de proteção […] em desacordo com o estabelecido em decreto nº 40.648/2020 no Distrito Federal”. O auto de infração foi endereçado ao gabinete do ministro, na Esplanada.

G1

Confira o preço de produtos como amendoim e coco seco no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta terça-feira (23)

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Quem pretende fazer as comprar de alguns itens consumidos com mais frequência no mês de junho no Mercado do Produtor de Juazeiro, vai encontrar o milho verde com preço médio de R$1,08 o quilo, o cento está custando R$ 65,00 nesta terça-feira (23). O quilo do coco seco sai por R$1,83; o saco com 10kg do amendoim com casca custa R$ 70,00 e do amendoim sem casca R$75,00.

Os preços são resultado de uma pesquisa diária feita no comércio atacadista do entreposto município.

O Mercado do Produtor de Juazeiro funciona de segunda a sexta das 2h da manhã ás 22h da noite e no sábado das 2h ás 17 horas.

A direção da Autarquia Municipal de Abastecimento (AMA) recomenda que todos aqueles que frequentam o Mercado do Produtor de Juazeiro estejam utilizando máscara.

Confira a cotação completa

Da Redação

“Já ultrapassou a altura do telhado”: leitor denuncia acúmulo de lixo em residência de catador no Centro de Juazeiro

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Um leitor entrou em contato com a redação do PNB para denunciar um antigo problema que incomoda os moradores da Rua Quintino Bocaiúva, no Centro da cidade: o acúmulo exagerado de lixo, por parte de um morador, que justifica que o material é recolhido nas ruas para fins de reciclagem. O lixo, além de obstruir o passeio público, oferece riscos de saúde ao próprio morador e aos vizinhos.

Há anos os moradores da rua e daquela vizinhança convivem com o problema, que já foi denunciado, inúmeras vezes, aos veículos de comunicação da cidade. “Esse cidadão utiliza esse rótulo de reciclador, embora não seja. Ele é acumulador. Ele só faz acumular o lixo dentro de casa, e não vende. Se ele fosse reciclador ele separaria os materiais. Já tivemos diversos problemas com ele”, disse o morador Genildo Aguiar, que reside em frente à residência.

Conforme Genildo, antes, o morador acumulava os materiais na parte interna e externa da casa, o que causava ainda mais transtornos aos moradores. Atualmente, os resíduos vêm sendo acumulados somente dentro da casa do morador. Em imagens enviadas por Genildo ao PNB, é possível ver a grande quantidade de lixo acumulada no quintal do morador. “A quantidade é enorme que já ultrapassou a altura do telhado”, ressaltou o leitor.

(foto: arquivo pessoal)

Ao longo dos últimos anos, a Prefeitura de Juazeiro, que já tem conhecimento do problema, já chegou a realizar algumas intervenções na casa do catador. Em agosto de 2016, a prefeitura fez a limpeza dentro e fora da casa do morador, e chegou a utilizar uma caçamba e um trator com pá carregadeira na ação de recolhimento do lixo, que durou dois dias.

Em setembro de 2017, a equipe de resíduos sólidos do Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE) e membros da Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis estiveram na residência e recolheram, novamente, todo o material. Na época, o catador disse que esse era o único meio de sobrevivência e afirmou ainda que tinha outro local para armazenar o material recolhido.

Em abril de 2018, em mais uma intervenção da prefeitura, todo o lixo recolhido foi levado ao aterro controlado do município. Já em novembro do ano passado, a pilha de lixo voltou a ser recolhida pelo município. O problema, entretanto, é que o morador voltar a acumular os resíduos.

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fotos das intervenções da prefeitura nas respectivas datas citadas acima (fotos: arquivo)

Em virtude das constantes intervenções, o morador agora só acumula o lixo na parte interna da casa. Ainda assim, os vizinhos são prejudicados, tendo em vista que, conforme Genildo, o quintal acaba virando um espaço para proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue e outras doenças, e de outros animais peçonhetos.

O PNB entrou em contato com a Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano (Semaurb), porém, até a publicação dessa matéria, não obteve retorno.

Da Redação

Após voltar a registrar casos de covid-19, Uauá anuncia medidas restritivas para evitar avanço da doença

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(foto: arquivo)

Com o objetivo de conter o avanço da pandemia da covid-19, infecção causada pelo novo coronavírus no município, a Prefeitura de Uauá, no Norte da Bahia, anunciou uma série de medidas restritivas. A decisão foi tomada após na última sexta-feira (19), a Secretaria Municipal de Saúde ter anunciado a identificação de cinco casos de covid-19 em menos de 24 horas.

De acordo com o decreto nº 1.119/2020, publicado nesta segunda-feira (22), as medidas serão adotadas até o dia 30 de junho. Entre as determinações estão:

– a suspensão de todas as atividades não essenciais;
– proibição da circulação de pessoas entre às 21h e 6h (salvo para motivos como deslocamento para aquisição de medicamentos e produtos médico-hospitalares, consultas ou realização de exames);
– proibição da circulação de transportes intermunicipais;
– suspensão da feira livre e também a proibição de aglomerações de pessoas em locais públicos ou particulares, bem como a realização de eventos de caráter cultural, religioso, político ou comemorativo, independentemente do número de pessoas.

Uauá, conforme o último boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, contabiliza nove casos confirmados do novo coronavírus, com quatro pacientes clinicamente curados. O município chegou a ficar quase duas semanas sem a confirmação de novos casos, cenário diferente do que era visto nas demais cidades do Norte do Estado. Entretanto, na sexta-feira (20), cinco casos foram anunciados, sendo que quatro eram de pessoas da mesma família.

Segundo a secretaria, quatro casos estão em investigação, sendo que um está aguardando resultado de exame do Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen) e três estão em isolamento domiciliar.

Da Redação

Leitores do PNB repercutem nota conjunta de entidades representativas que afirmam que “o comércio de Juazeiro está morrendo”

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(foto: arquivo)

Os munícipes de Juazeiro, no Norte da Bahia, repercutiram a nota conjunta divulgada ontem (22) por seis entidades representativas comerciais do município, que consideram que “o comércio de Juazeiro está morrendo”. A nota foi emitida após o novo decreto municipal, anunciado no sábado (20), voltar a interromper o funcionamento dos estabelecimentos comerciais não essenciais, shopping, galerias, feiras e mercados de Juazeiro, desde ontem. A cidade estava na fase 2 do plano municipal de reabertura.

As entidades afirmam que as lojas estavam cumprindo, rigorosamente, todas as exigências básicas de proteção para clientes e funcionários e alegam que o crescimento do número de casos confirmados “não poderia ser colocado na conta do comércio”. O representantes dizem ainda que os “lojistas estão assistindo de mãos atadas à falência em massa de empresas e o crescimento vertiginoso de demissões” e que “o comércio varejista de Juazeiro está morrendo, sucumbindo por erros sucessivos de decisões equivocadas do poder público municipal”.

Nas redes sociais, os leitores do PNB repercutiram a nota das entidades. A maioria se mostrou descontente com o documento assinado pelas representações comerciais [os comentários foram retirados através da publicação pública no Facebook do Preto no Branco].

“Antes o comércio do que as pessoas”, disse um leitor.

“Total indignação deve ter a população por estas entidades. Exploradores do ser humano”, escreveu uma internauta.

“Morrendo estão as famílias que perderam seu ente querido por conta do vírus”, acrescentou outra leitora.

“Se não fechar, ai em pergunto com as pessoas mortas quem vai abrir as portas do comércio? Quem vai comprar, agora vamos ser índios novamente e pronto…sem lenço e sem documento, nada no BB olsi ou nas mãos… só basta estarmos vivos. Viva o isolamento com inverno massa…”, reforçou outro seguidor do PNB.

“Comércio morrer um horror, né?! Agora gente…. nem tanto. Risos”, ironizou outra leitora, incomodada com o conteúdo da nota.

Alguns leitores também lembraram que existem responsabilidades que precisam ser cumpridas, especificamente, pela população em geral, prefeitura, empresários e o Governo Federal.

“Creio num esforço conjunto, de prefeitura, população e os empresários, no sentido de oferecer logística para fiscalizar e punir os que desobedecem o decreto. Para reduzir o contágio, aumentar vagas na UTI’s… Quem sabe até zerar o número, para tão logo retornar todas atividades humanas. Mas enquanto os vizinhos, parentes, colegas estão se encontrando, fazendo bolo de aniversário, indo aos cultos…O comércio vai ficar fechado. Ou vamos nos sacrificar de verdade agora ou o caos estará estabelecido. Infelizmente”, escreveu um seguidor.

“O povo precisa parar de fazer Lives em casa de amigos, churrascos, precisam fazer uso das medidas de segurança, lotéricas, supermercados, bancos, são essenciais e indispensáveis, Ceasa tbm pq é questão de sobrevivência humana, o povo ñ entendeu isso ainda, o resto, paciência..Infelizmente defunto não trabalha e nem veste roupas nem usam perfumes, nem tampouco calçados”, desabafou uma leitora.

“Alô comércio. Quem tem que garantir o sustento dessa atividade econômica quanto da sociedade que tá fora do mercado de trabalho é o governo federal, pressionem eles e não a sociedade, só os desacreditados que ainda acreditam q é a penas uma gripezinha, é esse número máximo de pessoas para a disseminação do vírus e mínimo para o comércio q n conseguem manter uma atividade econômica necessária a esse segmento. O presidente da gripezinha é quem tem que ter uma política de Estado p o enfrentamento ao Coronavírus e economia. E não vai ter! Não tem nem ministro da saúde quanto mais política de enfrentamento, tá cada um por si”, criticou um leitor.

Houve também quem defendeu o funcionamento do comércio , desde que houvesse uma maior fiscalização e consciência por parte da população.

“Vcs acham que o comércio fechado, com risco de demitir tantas pessoas que já estão vivendo o medo, a insegurança a incerteza é o caminho certo pra conter o virus? E o mercado do produtor, os bancos, os supermercados, as lotéricas… isso não é foco de contágio? O problema é que colocaram o comércio como grande culpado pelo aumento de casos, qdo na verdade esse número de contaminados vem de antes da abertura. Precisamos na verdade, aprender a lidar com essa nova realidade até vir a vacina. Um dia o comércio vai precisar abrir, não tem pra onde correr, com distanciamento e máscara, essa é a nova realidade. Só lembrando, eu não trabalho no comércio, mas me preocupo com as milhares de pessoas que dependem dele. Todos precisam de trabalho p sobreviver. Se tivesse mais consciência da população e mais fiscalização, daria sim pra abrir com segurança”, escreveu uma internauta.

Saiba mais

O documento foi assinado pela Câmara de Dirigentes Lojista, a Associação Comercial Industrial e Agrícola de Juazeiro (ACIAJ), o Sindicato dos Logistas (SINDILOJAS), a Diretoria da Associação de Empresas do Distrito Industrial do São Francisco (AEDISF), o Sindicato dos Comerciários (SINDCOM) e o SINDHAJ (leia na íntrega).

A Prefeitura de Juazeiro chegou a se manifestar também, afirmando que “a defesa da vida dos juazeirenses seria prioritária em nossas decisões” e rebateu que “nem todos os estabelecimentos vinham cumprindo os requisitos dispostos no plano” (leia mais).

Da Redação

11 pessoas são contaminadas com a covid-19 após reunião familiar em Sr. do Bonfim: “Exemplo do estrago que uma pessoa infectada pode causar”, diz secretário

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(foto: arquivo)

Onze pessoas foram contaminadas pela covid-19, infecção causada pelo novo coronavírus, após uma reunião familiar na cidade de Senhor do Bonfim, no Norte da Bahia. Para o secretário de Saúde da cidade, Neto Guimarães, esse é um “exemplo claro do estrago que uma pessoa infectada pode causar”.

A informação foi divulgada pelo secretário, durante uma live realizada neste final de semana ao lado do vice-prefeito, Zé Antônio. De acordo com Guimarães, a pessoa infectada, de forma assintomática, durante essa reunião familiar de cunho evangélico, contaminou as outras pessoas que estavam na residência. O secretário não informou quando aconteceu a situação.

“Nós temos, em Senhor do Bonfim, o exemplo claro do estrago que uma pessoa infectada pode causar. Tivemos, em um bairro de Senhor do Bonfim, uma reunião de família de cunho evangélico. Uma pessoa infectada, de forma assintomática, em uma reunião que parecia simples, momento de confraternização de família. Tivemos nove pessoas infectadas, e esse número aumentou para onze. Esse é um fato de preocupação, a gente vem chamando a atenção das pessoas desde março. Isolamento social não significa aglomeração dentro de casa. Não quer dizer que as pessoas não podem só sair. Elas também precisam ficar em casa sem aglomeração”, alertou o secretário.

Crescimento de casos, índice de isolamento e comércio

O número de casos confirmados da covid-19 vem aumentando em Senhor do Bonfim, chegando a 58 entre o dia 1º e 7 de junho. No dia 14, o município registrava 70 pessoas contaminadas. No último boletim, divulgado na noite desta segunda-feira (22), a cidade já contabiliza 93 casos confirmados de covid-19, com um óbito. 64 pacientes estão recuperados.

“Nos últimos dias, quanto aos índices de isolamento, nas últimas duas semanas, tivemos uma diminuição no isolamento social na nossa cidade. E isso está refletindo no dia de hoje, quando a gente assiste, em um período de sete dias, passarmos de 70 casos confirmados para 92. Nós tivemos 22 casos confirmados em um período de sete dias, e isso é reflexo da diminuição do isolamento”, afirmou Neto Guimarães.

A movimentação reduzida na cidade pode ser explicada pelo fechamento do comércio, desde a segunda-feira da semana passada. Em 13 de junho, o prefeito Carlos Brasileiro (PT) anunciou um novo decreto que voltou a determinar, novamente, a suspensão dos serviços não essenciais pelos próximos 15 dias no município. O prefeito alertou que, segundo previsão dos técnicos de saúde, o município pode atingir a marca de 500 casos da doença nas próximas semanas, caso medidas mais enérgicas não sejam adotadas. Todos os estabelecimentos comerciais devem permanecer fechados até o dia 29 de junho (relembre).

Na quarta-feira (17), um grupo de empresários chegou a realizar uma manifestação contra o fechamento do comércio no município. Os empresários justificam que o fechamento do comércio está causando sérios prejuízos à categoria (reveja).

Apesar da pressão, o prefeito decidiu manter a decisão e deve avaliar, no próximo final de semana, se a decisão será mantida.

Da Redação

Receita abre consulta a segundo lote de restituição do IR 2020

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A Receita Federal abriu hoje (23), consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2020. Mais de 3,3 milhões contribuintes receberão R$ 5,7 bilhões no lote de maior valor já registrado. O pagamento será dia 30 de junho.

Desse valor total, R$ 3,977 bilhões são para contribuintes com direito a prioridade no recebimento: 54.047 acima de 80 anos; 1.186.406 entre 60 e 79 anos; 89.068 pessoas com alguma deficiência física, mental ou doença grave; e 937.234 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério. Foram contemplados ainda mais de 1 milhão de contribuintes não prioritários que entregaram a declaração até o dia 4 de março.

O pagamento será feito no dia 30 de junho, data de encerramento do período de entrega das declarações do IRPJ/2020. Neste ano, os lotes foram reduzidos de sete para cinco, com pagamento iniciando antes mesmo do fim do prazo de entrega. O primeiro lote foi pago em 29 de maio.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita Federal na internet. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones, que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF. Com ele, será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do Imposto de Renda Pessoa Física e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento, por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contactar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento, por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Agência Brasil

Prefeitura de Juazeiro diz que “nem todos os estabelecimentos vinham cumprindo os requisitos dispostos no plano” em resposta a entidades do comércio

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(foto: arquivo)

Na noite desta segunda-feira (22), a Prefeitura de Juazeiro, no Norte da Bahia, emitiu uma nota à imprensa se manifestando sobre a nota conjunta emitida ontem por seis entidades representativas do comércio do município. No documento, a Câmara de Dirigentes Lojista, a Associação Comercial Industrial e Agrícola de Juazeiro (ACIAJ), o Sindicato dos Logistas (SINDILOJAS), a Diretoria da Associação de Empresas do Distrito Industrial do São Francisco (AEDISF), o Sindicato dos Comerciários (SINDCOM) e o SINDHAJ, consideraram que “o comércio de Juazeiro está morrendo”.

As entidades representativas afirmaram que desde o princípio, buscaram dialogar com a gestão municipal e que as lojas estavam cumprindo, rigorosamente, todas as exigências básicas de proteção para clientes e funcionários, até o último sábado, enquanto o comércio esteve aberto. Eles também alegam que o crescimento do número de casos confirmados “não poderia ser colocado na conta do comércio”, e dizem ainda que o “lojistas estão assistindo de mãos atadas à falência em massa de empresas e o crescimento vertiginoso de demissões”. Ainda segundo as representações comerciais, “o comércio varejista de Juazeiro está morrendo, sucumbindo por erros sucessivos de decisões equivocadas do poder público municipal” (leia na íntrega).

Em resposta, a Prefeitura de Juazeiro disse que “evidentemente não há como atribuir” o dado de crescimento do número de casos “exclusivamente ao fato do comércio estar em funcionamento, mas é inegável que a maior circulação de pessoas acelera o ritmo de contágio e satura o sistema de Saúde”, mas ressaltou que “nem todos os estabelecimentos vinham cumprindo os requisitos dispostos no plano” [leia na integra abaixo].

Entenda

Os estabelecimentos comerciais não essenciais, shopping, galerias, feiras e mercados de Juazeiro voltaram a ser fechados nesta segunda-feira (22). O comércio do município foi reaberto em 1º de junho, quando foi implantada a primeira fase do plano municipal de reabertura. De acordo com Bomfim, em pronunciamento realizado no sábado (20), o novo fechamento se dá em virtude do crescente número de casos confirmados da covid-19 no município (leia mais).

Leia a nota da prefeitura na íntegra

Em resposta à nota assinada pelas entidades do comércio, a Prefeitura de Juazeiro esclarece:

Desde o início da pandemia, temos mantido diálogo com os representantes dos diversos setores da economia local e demonstrado nossas preocupações com os impactos sobre as empresas. Todavia, em todas as ocasiões, ressaltamos que a defesa da vida dos juazeirenses seria prioritária em nossas decisões.

Ao construir de forma conjunta o plano de reabertura com estas mesmas entidades, concordamos em condicionar a manutenção das atividades ao ritmo de crescimento da pandemia, observando a capacidade de leitos instalada na região. Como é de conhecimento geral, Juazeiro faz parte de uma rede que envolve diversas cidades e isto acaba sobrecarregando os hospitais das cidades-polo.

Também é notório que, desde a reabertura, houve um crescimento significativo de casos. Evidentemente não há como atribuir este dado exclusivamente ao fato do comércio estar em funcionamento, mas é inegável que a maior circulação de pessoas acelera o ritmo de contágio e satura o sistema de Saúde.

Também é inegável que nem todos os estabelecimentos vinham cumprindo os requisitos dispostos no plano, fato que inclusive ocasionou alerta feito por esta gestão em reunião realizada no Paço Municipal na semana passada. Nossa expectativa é de que, na próxima reabertura, isto não mais se repita, uma vez que compromissos firmados de autofiscalização pelas próprias entidades não foram concretizados.

A medida de suspender as atividades do comércio atende diretrizes da Organização Mundial de Saúde e das principais autoridades científicas e médicas do mundo, que demonstram que restringir a circulação de pessoas promove um achatamento na curva de crescimento de casos. Acrescente-se a elas as recentes orientações do Ministério Público do Estado da Bahia.

A Prefeitura de Juazeiro continuará aberta ao diálogo e compreende as dificuldades econômicas, enfrentadas em todo o mundo, que afetam também as receitas municipais, mas reitera que terá como prioridade absoluta a preservação de vidas humanas, fazendo tudo que estiver ao nosso alcance no sentido de atenuar os efeitos da pandemia na nossa cidade.

Da Redaçãoa

Auxílio Emergencial: Caixa paga 3ª parcela a 1,9 milhão de beneficiários do Bolsa Família com NIS final 5 nesta terça

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A Caixa Econômica Federal (CEF) paga nesta terça-feira (23) a terceira parcela do Auxílio Emergencial para 1,9 milhão beneficiários do Bolsa Família qualificados no programa, cujo número do NIS termina em 5. Os pagamentos para esse grupo são feitos da mesma forma que o Bolsa.

Sem definição para demais beneficiários
Para os demais trabalhadores aprovados no programa, as datas de pagamento da terceira parcela do benefício seguem indefinidas. O segundo e terceiro lotes de aprovados que se inscreveram por meio do site e do aplicativo do programa, e que receberam a primeira parcela do Auxílio Emergencial após 30 de abril, o pagamento da segunda parcela também não foi definido.

Ainda segundo a Caixa, foram processados pela Dataprev 106,3 milhões de cadastros, dos quais 64,1 milhões foram considerados elegíveis – destes, 19,2 milhões de beneficiários do Bolsa Família, 10,5 milhões do Cadastro Único e 34,4 milhões de trabalhadores que se inscreveram por meio do site e do aplicativo do programa.

Foram considerados inelegíveis 42,2 milhões de cadastros, entre eles 19,9 milhões feitos por meio do site e do aplicativo do programa.

Outros 1,2 milhão de cadastros feitos pelo app e site estão em reanálise, e 1,5 milhão ainda aguardam a primeira análise.

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br.

G1