Preto no Branco

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“Fazendo Arte na Univasf”: Estão abertas inscrições para 8 oficinas gratuitas com vagas para comunidade acadêmica e externa; confira

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A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) está com inscrições abertas para 8 oficinas gratuitas de arte, por meio do programa “Fazendo Arte na Univasf”. Poderão se inscrever tanto o público interno quanto da comunidade externa à Univasf.

Ao todo, são ofertadas 135 vagas, distribuídas entre as oficinas. Desse total, 60% são reservadas para pessoas que se autodeclarem negras, pardas, indígenas, ciganas, pessoas com deficiência (PCDs) e/ou LGBTQIAPN+. As demais vagas são destinadas ao público em geral. As atividades terão início em outubro e serão realizadas no Campus Juazeiro (BA), no Galpão de Artes Visuais e no Prédio dos Colegiados.

Para fazer a pré-inscrição, basta preencher o formulário presente no link: https://tinyurl.com/37bnz6pn até o dia 05 de outubro ou até o preenchimento total das vagas. Entre as oficinas ofertadas estão: Fundamentos do desenho para iniciantes (24 vagas), Desenho de observação (24 vagas), Pintura a óleo (15 vagas), Pintura em tecido (15 vagas), Texturas a lápis de cor (15 vagas), Maquiagem artística (15 vagas), Escrita marginal: graffiti, pixo e grapixo (15 vagas) e Fábrica de memes – Arte digital (12 vagas). Cada oficina terá carga horária de 20 horas, e os participantes que alcançarem pelo menos 75% de frequência receberão certificado.

As atividades serão ministradas por estagiários do curso de Licenciatura em Artes Visuais da Univasf, contribuindo também para a formação dos estudantes. Com exceção da oficina de Pintura em tecido, destinada a pessoas a partir dos 12 anos, as demais são abertas a todos os públicos. Menores de idade poderão participar das oficinas, desde que acompanhados por um responsável. O cronograma das atividades está disponível abaixo.

O programa “Fazendo Arte na Univasf” é uma iniciativa conjunta do Núcleo de Estudos Étnicos e Afro-Brasileiros Abdias Nascimento–Ruth de Souza (Neafrar), vinculado à Superintendência de Políticas Afirmativas, Antirracismo e Diversidade (Spaadi) da Univasf, o Colegiado de Artes Visuais (Cartes), o Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI) e a Pró-Reitoria de Extensão (Proex). O programa é coordenado pela professora do Cartes Inês Argôlo e subcoordenador pelos professores Nilton de Almeida, superintendente da Spaadi e coordenador do Neafrar e Sérgio Bonilha, do Cartes.
Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mail fazendoartenaunivasf@gmail.com.

Cronograma:

Oficina de Pintura a óleo – 15 vagas
(Mediador: Alysson)
Dias: Quintas
Horário: das 14h às 18h
Período: de 08/10 a 05/11
Local: Galpão de Artes visuais, sala 2

Oficina Fábrica de Memes (Arte digital) – 12 vagas
(Mediadores: Bernardo e Maria Antônia)
Dias: Terças e sextas
Horário: das 14h às 18h
Período: de 06/10 a 20/10
Local: Prédio dos colegiados, Laboratório de computação gráfica

Oficina de Escrita marginal: graffiti, pixo e grapixo – 15 vagas
(Mediador: Bruno)
Dias: Sextas
Horário: das 14h às 18h
Período: de 02/10 a 30/10
Local: Galpão de Artes visuais, sala 2

Oficina de Fundamentos do desenho para iniciantes – 24 vagas
(Mediadores: Elisson e Naara)
Dias: Domingos
Horário: das 14h às 18h
Período: de 11/10 a 08/11
Local: Galpão de Artes visuais, sala de desenho

Oficina de Desenho de observação – 24 vagas
(Mediadores: Luan e Maria Luísa)
Dias: Sábados
Horário: das 13h às 18h
Período: de 10/10 a 31/10
Local: Galpão de Artes visuais, sala de desenho

Oficina de Pintura em tecido – 15 vagas
(Mediadora: Maria Devana e Larissa)
Dias: Quartas
Horário: das 18h às 22h
Período: de 07/10 a 11/11
Local: Galpão de Artes visuais, sala 2

Oficina de Texturas a lápis de cor – 15 vagas
(Mediadores: Távio e Ueide)
Dias: Terças
Horário: das 14h às 19h
Período: de 06/10 a 27/10
Local: Galpão de Artes visuais, sala 2

Oficina de Maquiagem artística – 15 vagas
(Mediadora: Isabella)
Dias: Terças
Horário: das 18h às 22h
Período: de 13/10 a 10/11
Local: Galpão de Artes visuais, sala 2

Ascom

SAAE Juazeiro informa manutenção programada na rede do setor administrativo nesta sexta-feira (25)

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O Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE) de Juazeiro informa que, nesta sexta-feira (25), será realizada uma manutenção programada na rede do setor administrativo, das 8h às 14h.

Durante esse período, o atendimento administrativo poderá sofrer alterações ou ficar temporariamente indisponível devido à manutenção dos sistemas.

Segundo o SAAE, as equipes responsáveis estarão trabalhando para restabelecer os serviços o mais breve possível. A normalização do atendimento será comunicada pelos canais oficiais da instituição.

Redação PNB

Opará pode ter nascido de “o Pará”? Uma curiosa história por trás de um antigo nome do Rio São Francisco, por por João Gilberto Guimarães Sobrinho

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Quem já pesquisou um pouco sobre o Rio São Francisco provavelmente encontrou uma curiosidade: antes da chegada dos portugueses, os indígenas teriam chamado o Velho Chico de Opará, nome frequentemente traduzido como “rio-mar”.

É uma história bonita e bastante conhecida. Mas existe outra explicação, bem mais curiosa: e se “Opará” tiver surgido simplesmente da junção de “o” com “Pará”?

Parece apenas uma brincadeira com palavras, mas documentos antigos dão motivos para levar essa possibilidade a sério.

Uma das pistas está em um documento de 1555. O jesuíta João de Azpilcueta Navarro, ao relatar uma viagem pelo interior do Brasil, menciona a chegada a “um rio mui caudal por nome Pará”. O rio mencionado é associado ao São Francisco.

Repare no detalhe: o documento registra Pará, e não Opará.

Outros registros históricos também apresentam nomes indígenas diferentes para o São Francisco, incluindo formas como Parapitinga e Pirapitinga. Então de onde teria vindo o famoso Opará?

Imagine alguém escrevendo “o Pará”. Agora retire o espaço: “Opará”.

Essa possibilidade já foi levantada há mais de um século. O baiano Theodoro Sampaio, importante estudioso dos nomes indígenas presentes na geografia brasileira, escreveu em sua obra O Tupi na Geografia Nacional que os portugueses diziam “o Pará” e que autores acabaram registrando a expressão como Opara.

Outro estudioso, Armindo Guaraná, apresentou explicação semelhante em 1916: Opará seria uma formação resultante do artigo português “o” junto ao termo indígena “Pará”.

Ou seja, a história poderia ter seguido este caminho:

Pará → o Pará → Opara → Opará.

E há mais uma pista interessante. Em 1883, a forma Opara já aparecia impressa. Naquele ano, o famoso Almanak Laemmert dizia, ao descrever o São Francisco, que ele era “denominado pelos indígenas Opara”.

Isso mostra que, no final do século XIX, já circulava a ideia de que Opara era propriamente um nome indígena. O curioso é que registros vários séculos mais antigos apontam para Pará.

É possível, portanto, que uma pequena junção de palavras tenha atravessado gerações e, com o tempo, passado a ser interpretada como uma palavra indígena completa.

Isso significa que a conhecida afirmação de que “Opará significa rio-mar” está errada? A questão não é tão simples.

Pará é realmente um elemento de origem indígena encontrado em diversos nomes geográficos brasileiros e historicamente associado a grandes águas, rios ou ao mar. A dúvida está justamente no “O”.

O que os documentos colocam em questão é se existia originalmente uma palavra indígena completa chamada “Opará” ou se esse “O” era simplesmente o artigo da língua portuguesa.

É uma diferença de apenas uma letra e um espaço, mas que pode mudar bastante a história da palavra.

Ainda falta uma peça importante desse quebra-cabeça: descobrir qual foi o primeiro documento a escrever Opara ou Opará como uma única palavra.

Sabemos que Pará aparece associado ao São Francisco no século XVI. Sabemos que Opara já circulava no século XIX. E sabemos que estudiosos como Theodoro Sampaio consideravam Opara resultado de uma confusão com a expressão “o Pará”.

Talvez documentos ainda mais antigos possam revelar quando ocorreu essa transformação.

Enquanto isso, fica uma curiosidade fascinante sobre o Velho Chico: uma palavra hoje conhecida como antigo nome indígena do Rio São Francisco pode ter uma história diferente daquela que costumamos ouvir.

Talvez Opará tenha começado, simplesmente, como “o Pará”.

João Gilberto Guimarães Sobrinho é Cientista Social Formado pela Universidade Federal do Vale do São Francisco, produtor cultural, escritor e editor, colaborador do portal Preto No Branco

Eleições 2026: Confira relação de locais de votação em Juazeiro que tiveram alteração de endereço.

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“O colégio Pedro Raimundo Rego está em reforma. Onde será o local de votação?”.

O PNB vem recebendo questionamentos de leitores sobre alterações em alguns locais de votação em Juazeiro. Nossa reportagem procurou à Justiça eleitoral que informou algumas mudanças nas seções.

Os eleitores que votavam no antigo Colégio Estadual Antônio da França Cardoso, passarão a votar no Colégio Tancredo Neves e na Escola Municipal Professor Pedro Raimundo Rodrigues Rêgo, Rua do Riso, nº 797, bairro Piranga, no prédio onde funcionava o antigo Supermercado de Louro.

Para confirmar a seção eleitoral o eleitor deve consultar os canais oficiais da Justiça Eleitoral ou o aplicativo e-Título.

A Justiça eleitoral orienta aos eleitores para antes de sair de casa no dia da votação, 4 de outubro, conferir o seu local de votação e evitar deslocamento desnecessário.

Confira relação:

SEÇÕES E ENDEREÇOS 2026 48ª ZONA

Redação PNB

 

“A política não pode ser um plano de negócio familiar”, afirma Victor Flores

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O candidato a deputado estadual Victor Flores (Avante-70007) participou, nesta quarta-feira (23), do Petrocast, apresentado por Davi Mendonça e Adriana Rodrigues. Em uma das entrevistas mais abrangentes da campanha, o ambientalista apresentou propostas para o desenvolvimento do Sertão, defendeu uma política baseada em resultados e criticou a permanência dos mesmos grupos no poder.

Segundo Victor, Pernambuco precisa ampliar sua representatividade e romper com um modelo político que mantém o poder concentrado nas mãos de poucas famílias. “A política não pode ficar refém dos mesmos nomes. Não pode ser um plano de negócio familiar”, afirmou. Para o candidato, a população está cansada de constrangimentos e de uma cultura política que condiciona oportunidades ao apoio eleitoral.

Apesar das críticas ao modelo tradicional, Victor defendeu que o diálogo institucional é indispensável para quem deseja transformar a realidade. “Se eleito, vou trabalhar com todos que queiram construir soluções para Pernambuco. Política é diálogo. É criar pontes para o bem das pessoas, independentemente de quem votou em mim ou de quem esteja no governo”, destacou.

Ao longo da entrevista, Victor relembrou que já desenvolveu projetos voltados à recuperação do Rio São Francisco, educação ambiental, cultura e inovação antes mesmo de disputar um mandato. “Eu servi ao povo antes de entrar na política. Agora quero fazer parte das decisões”, afirmou.

Entre as prioridades apresentadas está a implantação do programa Minha Casa, Minha Vida nos núcleos irrigados, levando moradia digna, saneamento básico e água tratada às famílias que vivem da agricultura. O candidato também defendeu um Plano de Segurança Hídrica para o Sertão, investimentos permanentes em infraestrutura de abastecimento e maior fiscalização sobre a aplicação dos recursos públicos destinados ao interior.

Victor voltou a defender políticas que fortaleçam quem produz no Vale do São Francisco, como incentivo às cooperativas, apoio aos pequenos empresários, redução da dependência dos atravessadores e mecanismos que garantam preço justo aos produtores rurais. Também chamou atenção para os impactos da especulação imobiliária, que obriga trabalhadores a morar cada vez mais longe dos seus locais de trabalho, aumentando o custo de vida e reduzindo a qualidade de vida das famílias.

Para o candidato, desenvolvimento econômico e preservação ambiental precisam caminhar juntos. Victor defendeu o aproveitamento dos múltiplos usos do Rio São Francisco, a valorização da ciência como ferramenta para a criação de políticas públicas e o fortalecimento de projetos que aproximem tecnologia, inovação e qualidade de vida. “Não existe mais política pública eficiente sem ciência”, ressaltou.

Durante a conversa, Victor também reafirmou seu compromisso com as mães atípicas e com a ASPAPE, associação de pais e mães de pessoas com autismo de Petrolina, defendeu políticas públicas voltadas à causa animal, relembrou o documentário “Embala-se a Dor”, produzido para denunciar o comércio ilegal de animais silvestres, e destacou a educação como principal instrumento de transformação social.

“A arma da gente tem que ser os livros.”

Questionado sobre a polarização política no Brasil, Victor afirmou que o excesso de disputas ideológicas tem afastado o debate dos problemas reais enfrentados pela população.

“A gente perde tempo discutindo lados enquanto deixa de discutir aquilo que realmente importa: projetos que melhorem a qualidade de vida do povo.”

Para Victor Flores, o futuro do Sertão passa por uma política independente, transparente e comprometida com resultados concretos. “Meu compromisso é fiscalizar com responsabilidade, construir boas parcerias e defender projetos que façam a diferença na vida das pessoas.”

Ascom Victor Flores

Cantora mirim petrolinense Safira Lacerda faz participação especial em show de Almério nesta quinta-feira (24) no Festival Geraldo Azevedo, Petrolina

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A cantora Safira Lacerda, de apenas 10 anos, fará uma l participação especial no show de Almério nesta quinta-feira (24), às 22h, na Concha Acústica de Petrolina. O encontro acontece no primeiro dia do Festival Geraldo Azevedo e surgiu de um convite feito pelo próprio cantor pernambucano.

Na tarde desta quinta-feira, Safira e Almério estiveram na Concha Acústica para a passagem de som e os últimos preparativos para a apresentação. O encontro no palco marca mais um momento importante na jovem trajetória artística da cantora petrolinense.

Apesar da pouca idade, Safira já acumula experiências na música, no teatro e no audiovisual. Ela faz teatro desde os seis anos no Sesc Petrolina e já participou, cantando, de um documentário sobre o grupo de dança Batuque Agê. No cinema, integra o núcleo
principal do longa-metragem Guerra do Pau de Colher, produzido pela WWFilmes.

Na música, Safira vem construindo sua identidade artística a partir de diferentes referências da música brasileira, tendo realizado seu primeiro show no Sesc em Petrolina em outubro de 2025. Após seu lançamento, participou de grandes festivais no Vale do São Francisco, como o Juá Literária e o Umbuzada Sonora. O convite feito por Almério ganha um
significado especial nesse percurso e proporciona ao público um encontro entre a
experiência do cantor pernambucano e uma jovem voz que começa a construir sua história nos palcos da região.

A apresentação de Almério, com participação de Safira Lacerda, acontece hoje (24), às 22h, na Concha Acústica de Petrolina, dentro da programação do primeiro dia do Festival Geraldo Azevedo.

Ascom

DMTT de Casa Nova será inaugurado nesta sexta (25)

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A Prefeitura de Casa Nova inaugura, nesta sexta-feira (25), às 10h, o Departamento Municipal de Trânsito e Transporte (DMTT). A nova estrutura vai fortalecer a orientação, fiscalização, organização e segurança do trânsito no município.

Entre os serviços estão o atendimento a acidentes sem vítimas, fiscalização de estacionamento irregular, obstrução de vias, uso indevido de vagas e outras ocorrências que necessitem da atuação dos agentes de trânsito.

“O DMTT chega para organizar ainda mais o nosso trânsito e oferecer mais segurança para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. Casa Nova está crescendo e estamos estruturando os serviços públicos para acompanhar esse desenvolvimento”, destacou o prefeito Anisio Viana.

Funcionamento

A equipe funcionará de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados, das 8h às 16h. Em breve, também será divulgado um número de telefone para acionamento dos serviços pela população.

Ascom PMCN

“Faz sem ela saber”: Grupo de mulheres de Petrolina protocola pedido no MPPE para apurar fala de Raquel Lyra sobre laqueadura 

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Um grupo de mulheres, liderado pelas rendeiras do bairro José e Maria, em Petrolina, protocolou nesta quinta-feira (24) um pedido formal de investigação ao Ministério Público sobre uma fala da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, sobre laqueadura.

A governadora, em um vídeo gravado em 2025, diz que poderia ser feito o procedimento de laqueadura de trompas sem o conhecimento ou o consentimento de uma mulher.

Após a divulgação do vídeo, em que a gestora estadual diz “Faz sem ela saber”, as mulheres de Petrolina decidiram cobrar respostas e investigação.

Segundo Márcia Alves, Presidente da Associação das Mulheres Rendeiras, “não são pedidos de desculpas nem explicações de que a expressão teria sido mal interpretada”. O grupo quer saber o que efetivamente aconteceu e se houve algum desdobramento prático da orientação mencionada.

Entre os pontos apresentados ao Ministério Público está a necessidade de apurar as informações sobre cerca de 20 mil laqueaduras realizadas durante o governo Raquel Lyra e verificar se, em algum caso, procedimentos foram realizados sem o consentimento das mulheres ou em desacordo com as regras legais.

As mulheres afirmaram que esperam providências dos órgãos de investigação e da Justiça para que os fatos sejam esclarecidos e, caso sejam identificadas irregularidades, sejam apuradas as respectivas responsabilidades.

 

Redação PNB

Comandante do CPR-N participa de revista no Conjunto Penal de Juazeiro

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O Comandante do Comando de Policiamento da Região Norte (CPR-N), Coronel PM Wildon Teixeira dos Reis, participou, na manhã desta quinta-feira (24), de revista prisional realizada no Conjunto Penal de Juazeiro.

A ação contou com a atuação integrada de unidades especializadas da Polícia Militar da Bahia (PMBA) e da Polícia Penal, com o objetivo de reforçar a segurança no ambiente prisional e contribuir para a manutenção da ordem e da disciplina na unidade.

A participação do Comandante do CPR-N reforça a integração entre as forças de segurança e o acompanhamento das ações desenvolvidas no âmbito da segurança pública na Região Norte.

Ascom/PMBA