Preto no Branco

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Curso de formação em cinema está com inscrições abertas em Petrolina

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(foto: divulgação)

Um curso de formação em cinema pretende  familiarizar as pessoas com a linguagem do vídeo e propor novos caminhos para a criação artística e cultural em Petrolina. As inscrições para o projeto “Movimento Videoarte Comunidade” já estão abertas e são gratuitas, e as aulas estão previstas para acontecer em março.

Estão sendo ofertadas 20 vagas. Os interessados devem fazer a inscrição exclusivamente pela internet através do preenchimento de um formulário disponibilizado no link https://goo.gl/jTJZoJ.

No material didático do “Movimento Videoarte Comunidade”, os alunos terão acesso à apostilas que abordarão as ideias dos primeiros pesquisadores e o manuseio de equipamentos de filmagem básicos, comuns e sofisticados, como som e iluminação, captura, decupagem e edição de vídeo.

Além disso, serão levados para as aulas temas da comunidade e outros que sejam relevantes para a sociedade em geral, a fim de ampliar as discussões sobre as problemáticas da população, inserindo-as nas produções artísticas dos alunos.

As aulas estão previstas para iniciar no dia 10 de março, sempre aos sábados, das 9h às 13h, e acontecerão no Cineteatro da Praça CEU das Águas, no bairro Rio Corrente, em Petrolina. Serão 4 meses de encontros, 1 mês de preparação e 1 mês de finalização dos vídeos. para a mostra que será realizada na culminância do curso.

Na área de vídeo as aulas serão ministradas por Robério Brasileiro, pós-graduado em cinema e audiovisual, e Fernando Pereira, microempresário de uma empresa audiovisual. Já na área de videoarte, Cristiane Crispim, atriz e arte-educadora, e Antônio Veronaldo, diretor e ator, ministrarão as aulas.

Para mais informações, o projeto disponibiliza o email cursovideoartee@gmail.com.

Da Redação

Petrolina lança feira de tecnologia automotiva; é a 1ª vez que evento ocorre fora de Recife

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(foto: divulgação)

Será lançada no próximo dia 1º de março em Petrolina – PE, a Feira de Tecnologia Automotiva do Vale do São Francisco – AutoVale. O evento começa às 19h no auditório do Sest Senat e vai reunir empresários do segmento, parceiros e diversas autoridades, entre elas, o prefeito do município, Miguel Coelho.

Realizada pela empresa AutoNor Empreendimentos em parceria com o Sebrae, Sest Senat e a prefeitura do município, a AutoVale chega à Petrolina trazendo a mesma proposta da Feira de Tecnologia Automotiva do Nordeste – AutoNor, que acontece há 19 anos no Recife – PE.

Referência nacional para indústrias, distribuidores e revendedores, a AutoNor se consolidou no mercado nordestino por promover a interação entre fornecedores e clientes, num ambiente propício à divulgação de produtos e realização de negócios. E pela primeira vez a feira sai da capital para se interiorizar, iniciando uma nova fase para o evento. A AutoVale de Petrolina vai acontecer de 18 a 20 de outubro próximo no Centro de Convenções Senador Nilo Coelho.

Criada em 1999 com o saldo de 8 mil visitantes e 40 expositores, a AutoNor, segundo o coordenador do evento, Emanuel Luna, se expandiu no decorrer dos anos e, em 2017, bateu o recorde de 38 mil participantes e 700 marcas em exposição, incluindo produtos para as linhas leve, pesada, duas rodas e acessórios.

O grande crescimento levou a feira a ampliar sua grade de atrações e atividades realizadas durante o evento. Assim, passou a oferecer também capacitação profissional em parceria com expositores e instituições.

De olho no mercado petrolinense

Por ser uma cidade de localização estratégica: Petrolina fica próxima de grandes cidades do interior do Nordeste, como Juazeiro e Feira de Santana (BA), Campina Grande (PB), Juazeiro do Norte (CE) e Picos (PI), além de capitais como Recife, Salvador, Maceió e Aracaju, o município pernambucano se mostrou ideal para a realização da feira no Vale do São Francisco. Outro motivo está na sua posição de mercado, uma vez que a cidade aumenta a cada ano os investimentos no setor automotivo.

Clas Comunicação e Marketing

Mestrandos do PPGESA da UNEB Juazeiro defendem suas dissertações a partir de hoje (21)

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(foto: divulgação)

A partir desta quarta-feira (21), serão realizadas as bancas de defesa oral de Dissertação Pública do Programa de Pós-Graduação Mestrado em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos (PPGESA) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) Campus III/Juazeiro. O curso tem foco nas pesquisa relacionada à educação e cultura no contexto do semiárido.

Além de ser um pré-requisito para concluir o mestrado, as bancas de defesa têm como objetivo socializar as pesquisas feitas pelos mestrandos, que vão apresentar os resultados de suas pesquisas e suas respectivas contribuições.

Os mestrandos do PPGESA irão defender suas dissertações em dias alternados, nos turnos da manhã e da tarde, na sede do DCH III até o dia 2 de março. Os participantes ouvintes terão direito a certificados com carga horária de 04 horas.

O curso, que está em sua terceira turna, é ofertado pelo Departamento de Ciências Humanas (DCH) da UNEB.

Mais informações no site www.ppgesa.uneb.br.

Da Redação

Juazeiro: comissão organizadora discute XXVII Fenagri

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(foto: divulgação)

Com o objetivo de discutir a realização da XXVII edição da Feira Nacional da Agricultura Irrigada (Fenagri), que acontece de 11 a 14 de julho, na área externa no Juá Garden Shopping, em Juazeiro; o secretário de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária, Tiano Felix, se reuniu na sede da ADEAP com a comissão organizadora do evento que tem como tema ‘Cultivando Sabores e Valores do Vale’.

Durante o encontro foram destacadas as oportunidades internas em termos de novas culturas e o que pode ser ofertado. “Temos que focar além do mercado de exportação, toda cadeia do agronegócio, em especial o produtor rural. Nós temos um grande potencial no município, como os projetos de irrigação, bem como o Mercado do Produtor, que possui um volume de negócio equiparado ao volume de exportação do país, algo que precisa ser melhor abordado”, observou um dos coordenadores da Feira, Voldi Silva Alves.

A Feira que tem seu lançamento pré-agendado para o dia 14 de março, na Orla II, de Juazeiro, pretende abordar as novas perspectivas do agronegócio, destacando o nível em que se encontra a cadeia produtiva e as novidades para o mercado interno e externo. “Estamos em um novo momento e as demandas são dinâmicas, se modificam. Acredito que seria interessante ajustar um novo modelo a uma nova proposta para a realização da feira, de acordo com o recurso que nós disponibilizamos”, observou o secretário Tiano Felix.

Durante o encontro também foram formadas comissões para dar andamento aos trabalhos, a exemplo da comissão técnico cientifica e a comissão institucional.

Ascom/PMJ

STF concede prisão domiciliar a presas grávidas ou com filhos de até 12 anos

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(foto: reprodução/internet)

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem (20) conceder prisão domiciliar a todas as mulheres presas preventivamente que estão grávidas ou que sejam mães de crianças de até 12 anos. A medida vale somente para detentas que aguardam julgamento e não tenham cometido crimes com uso de violência ou grave ameaça, e também vai depender da análise da dependência da criança dos cuidados da mãe. Cerca de 4 mil mulheres devem ser beneficiadas.

A decisão foi tomada a partir de um habeas corpus protocolado por um grupo de advogados militantes na área de direitos humanos, com apoio da Defensoria Pública da União (DPU). A medida vale para presas que estão em uma lista do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e que foi remetida ao Supremo pela DPU.

De acordo com a decisão, os tribunais de Justiça do país serão notificados sobre a decisão e deverão cumprir a decisão em 30 dias. Os parâmetros também deverão ser observados nas audiências de custódia.

Ao votar pela concessão da prisão domiciliar, o relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski, entendeu que concessão do habeas corpus coletivo se justifica diante da realidade degradante das mulheres nas prisões brasileiras, com detentas sem atendimento pré-natal e casos de presas que dão à luz algemadas.

Bebês encarcerados

Em seu voto, Lewandowski citou dados que mostram que somente 34% das prisões têm celas para gestantes, 30% possuem berçários e apenas 5% têm creche. “Seguramente, mais de 2 mil pequenos brasileirinhos estão atrás das grades com suas mães, sofrendo indevidamente contra o que dispõe a Constituição”, argumentou o ministro.

O entendimento do relator foi seguido pelos ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Celso de Mello. O ministro Edson Fachin foi o único a votar contra a medida, por entender que a prisão domiciliar para lactantes deve ser analisada caso a caso.

Durante o julgamento, a DPU e entidades de defesa de direitos humanos pediram que fosse aplicada a todas as mulheres presas no país a regra prevista no Artigo 318 do Código de Processo Penal (CPP), que determina a substituição da prisão preventiva pela domiciliar para gestantes ou mulheres com filhos de até 12 anos incompletos.

Apesar de estar previsto no Código de Processo Penal, a Justiça entende que a concessão dos benefícios às gestantes não é automática e depende da análise individual da situação de cada detenta.

A Defensoria argumentou que o ambiente carcerário impede a proteção à criança que fica com a mãe no presídio. O órgão também destaca que algumas mulheres são mantidas algemadas até durante o parto. Além disso, segundo a DPU, na maioria dos casos, as mulheres são presas por tráfico de drogas e, após longo período no cárcere, acabam condenadas apenas a penas restritivas de direito.

Agência Brasil

Mandados de busca terão nome e endereços dos alvos, diz ministro da Justiça

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O ministro da Justiça, Torquato Jardim, afirmou nesta terça-feira (20) que os mandados de busca e apreensão durante as operações das Forças Armadas no Rio serão estabelecidos “conforme a operação” e rejeitou o uso do termo “coletivo”.

“Não há mandado coletivo. Há mandado de busca e apreensão, que, conforme a operação, se dedicará a um número maior de pessoas”, afirmou o ministro ao comparecer a uma reunião no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro nesta terça-feira (20).

No dia anterior, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que as operações durante a intervenção federal na segurança do Rio vão precisar de mandados de busca e apreensão coletivos. Jungmann justificou que a “realidade urbanística” do Rio de Janeiro favorece deslocamento de eventuais alvos dos mandados.

Para Torquato, o termo coletivo é “impróprio tecnicamente” e dá “ideia de generalidade”. “O mandado de busca e apreensão não pode ser genérico, isso a Constituição não permite […] Portanto, esses mandados de busca e apreensão conterão um número maior ou menor de pessoas em razão do objetivo do inquérito que estará sendo realizado”, disse o ministro.

“Esses mandados conterão nomes ou apelidos, terão que indicar outros requisitos de lei, o endereço provável, o endereço imaginado, porque nas horas de baixo conflito você não tem rua, avenida, a urbanização é desorganizada. E portanto você terá que ter outras referências geográficas, talvez o GPS, o perímetro de atuação”, afirmou.

Ao G1, Jungmann negou recuo do governo e afirmou que Torquato está alinhado com o Ministério da Defesa. “Ele diz o mesmo que nós com outras palavras.”

Questionado sobre a declaração de Torquato de que usar o termo coletivo é “tecnicamente impróprio”, Jungmann não respondeu.

Polêmica
Em conversa com o colunista do G1 Gerson Camarotti, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, defendeu o uso de mandados coletivos, mas admitiu que trata-se de um tema controverso e afirmou que, caso necessário, levará o caso até ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ), por sua vez, estuda meios legais para impedir que sejam aprovados e expedidos os mandados coletivos. Segundo a OAB-RJ, esses mandados representam “grave ameaça aos direitos e garantias dos cidadãos do Rio de Janeiro”.

Sobre o posicionamento da OAB, Jardim afirma que “não é muito diferente” da opinião dele.

“Eu sou advogado. Se a OAB tem uma posição, não é muito diferente da minha. A posição clássica da OAB é justamente a garantia dos direitos individuais. Insisto, serão assegurados todos os direitos fundamentais. A intervenção federal, ao contrário do estado de defesa, não inibe as garantias fundamentais. Eles serão todos observados no trato concreto de caso a caso, conforme o mandado de busca e apreensão seja necessário para eixo aquele caso concreto”, disse o ministro.

Mandados coletivos nas comunidades do Rio
Mandados coletivos já foram autorizados e também suspensos pela Justiça em ações nas comunidades do Rio em anos interiores.

Em agosto de 2017, após solicitação da Defensoria Pública do RJ, o plantão do Judiciário do Rio determinou a suspensão imediata do mandado judicial de busca e apreensão coletiva no Jacarezinho, na Zona Norte, e em quatro favelas vizinhas.

O mandado coletivo havia sido expedido por uma juíza do Plantão Judiciário Noturno dez dias antes e autorizava a polícia a entrar em qualquer casa das comunidades. Segundo a Defensoria, o desembargador João Batista Damasceno aceitou o pedido por considerar que o mandado coletivo é uma grave violação do direito dos moradores dessas localidades.

Em 2014, quando as Forças de Segurança ocuparam o conjunto de favelas da Maré, na Zona Norte do Rio, policiais civis foram autorizados pela Justiça, por meio de mandado coletivo, a revistar casas no Parque União e Nova Holanda.

Em 2011, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) autorizou mandados de busca e apreensão coletivos para localidades da Vila Cruzeiro, na Penha, e do Complexo do Alemão.

G1

Dia Mundial da Justiça Social lembra 150 milhões de trabalhadores migrantes

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(foto: reprodução)

Tendo os trabalhadores migrantes como tema deste ano, celebra-se nesta terça-feira (20) a nível internacional o Dia Mundial da Justiça Social. Segundo o diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, o registro da data é importante porque “muitos dos 150 milhões de trabalhadores migrantes enfrentam exploração, discriminação, violência, e não têm acesso as mais básicas das proteções.” A informação é da ONU News.

Para o chefe da agência da ONU, a maioria das migrações atuais acontece devido à busca de oportunidades de trabalho, segurança e sobrevivência. Mas muitos trabalhadores migrantes “acabam presos a salários baixos, condições pouco saudáveis e seguras, e trabalho informal, onde não há respeito, muitas vezes, pelos direitos humanos”.

Ryder disse que estes desafios são especialmente verdadeiros para as mulheres, que compõem 44% dos trabalhadores migrantes. Um tratamento justo, segundo ele, “é essencial para preservar o tecido social e o desenvolvimento sustentável,” dos países que os acolhem.

Oportunidades para os dois lados

O diretor-geral da OIT lembrou a recente decisão da Assembleia Geral da ONU de criar um Pacto Global sobre Migração Segura, Regular e Ordenada como um fator positivo. Para ele, documentos como estes são necessários para responder aos desafios que as migrações colocam.

Ryder acredita que “se a migração de trabalhadores for bem justa, eficiente e bem administrada, pode trazer benefícios e oportunidades para os migrantes, as suas famílias, e as comunidades de acolhimento.”

O chefe da OIT disse ainda que este tipo de migração equilibra a procura e oferta de trabalho, contribui para os sistemas de proteção social, incentiva a inovação empresarial e enriquece as comunidades cultural e socialmente.

Agência Brasil

Lula apresenta recursos contra condenação no caso do tríplex

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A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nesta terça-feira (20) embargos de declaração ao TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), corte que aumentou a pena do petista no caso do tríplex em Guarujá (SP) para 12 anos e um mês de prisão.

O recurso foi colocado no último dia permitido pelo tribunal, que já afirmou que a prisão de Lula será pedida com o fim do julgamento dos embargos, ainda na segunda instância. Agora, cabe ao relator, juiz federal João Pedro Gebran Neto, aceitar o recurso, elaborar o relatório e colocar os embargos para julgamento pela corte. Não há prazo determinado.

Os embargos de declaração pedem, apenas, esclarecimentos sobre a sentença, não podendo reverter a condenação. Como os três juízes federais responsáveis pelo julgamento – João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Laus- votaram de forma unânime, não foi possível apresentar embargos infringentes.

No dia 9 de fevereiro, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, relator da Lava Jato na corte, decidiu enviar ao plenário pedido de habeas corpus de Lula, após negar a solicitação em caráter liminar para evitar a prisão.

A decisão pode obrigar o Supremo a discutir novamente a possibilidade de prisão após a condenação em segunda instância. Cabe à presidente Cármen Lúcia marcar a data do julgamento.

Nesta quarta-feira (21), Lula realiza o primeiro ato de lançamento da sua candidatura em Belo Horizonte. A caravana na região Sul deve começar na cidade de Bagé (RS), no dia 19 de março.

CASO TRÍPLEX

Na ação apresentada pelo Ministério Público Federal, Lula foi acusado de receber R$ 3,7 milhões de propina da empreiteira OAS em decorrência de contratos da empresa com a Petrobras. O valor, apontou a acusação, se referia à cessão pela OAS do apartamento tríplex ao ex-presidente, a reformas feitas pela construtora nesse imóvel e ao transporte e armazenamento de seu acervo presidencial (este último ponto rejeitado pela Justiça).

Em julho de 2017, o petista foi condenado pelo juiz Sergio Moro a nove anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. No julgamento em que aumentaram a pena de Lula, em janeiro de 2018, os juízes federais do TRF-4 afirmaram que o conjunto das provas sustenta a acusação.

Folha Press

Após decisão do STJ, Wesley Batista deixará prisão, mas Joesley fica preso

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(foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu substituir a prisão preventiva dos irmãos Joesley e Wesley Batista por medidas cautelares. Na prática, com a decisão, Wesley deixará a prisão, já Joesley, para quem a defesa também pediu habeas corpus, continuará preso por ter um segundo mandado de prisão contra ele no STF ainda não julgado. A decisão é da sexta turma do STJ.

Wesley Batista está preso há cinco meses em São Paulo. A decisão judicial vai transferi-lo para a prisão domiciliar. Pela decisão do STJ, Wesley terá de “comparecer em juízo e manter endereço atualizado; ficará proibido de se aproximar e ter contato com outros réus e testemunhas; ficará proibido de ocupar cargo no conjuntos de empresas envolvidas no caso; ficará proibido de deixar o Brasil sem autorização; será submetido a monitoração eletrônica”.

Sócios da JBS, os empresários são acusados de usarem de modo indevido informações privilegiadas para lucrar no mercado.

Correio Braziliense