Preto no Branco

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Estudantes podem usar nota do Enem para ingressar em universidades portuguesas

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Os estudantes brasileiros que sonham em fazer graduação fora do país têm portas abertas em Portugal. O país já tem 28 convênios firmados com o Brasil, que permitem a utilização do nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para o ingresso em faculdades portuguesas.

Desde 2014 que o Brasil vêm assinando acordos com instituições de ensino superior em Portugal para que a nota do Enem seja considerada. A Universidade de Coimbra, a faculdade que tem mais alunos brasileiros fora do Brasil, foi a primeira a firmar a parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão vinculado ao Ministério da Educação do Brasil.

Para se candidatar, os estudantes brasileiros não podem ter cidadania portuguesa nem morar em Portugal há mais de dois anos. Além disso, devem ter o certificado de conclusão do ensino médio e um passaporte válido.

As exigências valem para as inscrições em qualquer universidade ou instituto de ensino superior. Além disso, os candidatos devem checar quais outros requisitos podem ser exigidos, de acordo com o curso ou faculdade que escolherem.

Segundo o Inep, as instituições de Portugal que aceitam o Enem têm liberdade para definir qual será a nota de corte para o acesso dos estudantes brasileiros aos cursos ofertados. Na Universidade do Porto, por exemplo, as notas do exame podem ter um peso diferente em função do curso que o candidato pretende ingressar.

Além disso, as datas de matrícula, prazos de inscrição e números de vagas também variam de acordo com cada instituição. É importante que os estudantes estejam atentos aos calendários das faculdades.

Outra variável é o preço das mensalidades, que em Portugal são chamadas de propinas. Mesmo as universidades públicas são pagas e os valores podem variar bastante. No país, as universidades públicas concentram a maior parte dos alunos do ensino superior (mais de 80% das cerca de 370 mil matrículas).

Experiências

Alguns brasileiros já passaram pela experiência e contam suas histórias em blogs, canais do YouTube e páginas do Facebook.

Uma dessas estudantes é a brasileira Francine Maia, que mora em Lisboa desde o ano passado. Francine, além de ter um canal no YouTube, onde conta detalhes de sua trajetória, lançou também um blog/site chamado Abrasileirando. Nele, ela escreve sobre o processo de admissão na faculdade, como é viver em Portugal, como conseguiu o visto de residência permanente, e fala também dos seus passeios e viagens por Portugal e pela Europa.

A estudante, após decidir que queria morar em Portugal, se candidatou a vagas em duas instituições: a Universidade do Porto (UPorto) e a Universidade de Lisboa (ULisboa). Acabou optando pela capital do país, onde frequenta a faculdade de Letras.

Dificuldades

Em seus posts e vídeos, Francine conta experiências positivas mas também descreve dificuldades que os brasileiros podem enfrentar ao fazer a opção de estudar em Portugal. Uma delas é, sem dúvida, a financeira. Além de arcar com os custos das mensalidades, os estudantes não podem esquecer do custo de vida, que inclui alimentação, hospedagem e outros gastos, com material de estudo e lazer, por exemplo.

De acordo com o Inep, os convênios não envolvem transferência de recursos e não preveem financiamento estudantil por parte do governo brasileiro. Mas, dependendo de cada instituição portuguesa, é possível pleitear e conseguir bolsas de estudo ou descontos nas mensalidades. O importante é checar as condições de cada universidade.

Ainda segundo o Inep, a revalidação de diplomas e o exercício profissional no Brasil dos estudantes que desejam cursar o ensino superior em Portugal estão sujeitos à legislação brasileira aplicável à matéria.

Clique aqui e leia que a Agência Brasil compilou informações e links sobre os institutos que têm convênios com o Brasil.

Agência Brasil

Entrevista Especial: o que diz a lei municipal que trata sobre patrimônios históricos em Juazeiro

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(foto: Preto no Branco)

Carlos Rocha, arqueólogo formado pela Univasf e Conselheiro da cadeira de Patrimônio e Memória do Conselho Municipal de Cultura de Juazeiro, esteve conversando com a equipe do Portal Preto no Branco para esclarecer algumas dúvidas sobre a Lei Municipal nº. 1.371, de 25 de maio de 1994, que dispõe sobre o patrimônio histórico, artístico e natural do município.

Lei Municipal 

“É criticada pelos teóricos porque é uma lei conservadora. Ela é espelhada no Decreto-Lei nº 25, de novembro de 1937. Que não contempla muitas das concepções atuais do que seria patrimônio histórico e aponta o tombamento como o único ato de proteção”.

Tombamento

“O tombamento seria uma instância última na preservação. Existem outras posturas para se preservar. Quando você entra em contato com o proprietário, por exemplo, e ele tem conhecimento que aquele prédio representa a história dele e da cidade, fica mais fácil iniciar um diálogo entre poderes e sociedade, e delimitando os deveres e direitos de ambos, o imóvel pode ser acautelado sem fazer da preservação um ato polêmico”.

Patrimônios em Juazeiro

“Em Juazeiro, sob proteção federal e estadual, nós temos um aqueduto (obra finalizada em 1906, que dentre outras leituras, marca o início da irrigação na cidade) e mais três sítios arqueológicos. Inventariados e acautelados pela lei 1.667/02, fruto de uma pesquisa realizada pelo professor e pesquisador Sérgio Motta em 1999, a partir da leitura de uma nova ótica sobre patrimônio histórico, temos 97 bens, que podem ser considerados patrimônio histórico. Hoje, infelizmente, não devemos ter mais esses 97 bens, porque de 2002 para cá, muitos já foram destruídos”.

Responsabilidade

“A lei de 94 prevê que quem faz a mediação do que deve ou não ser considerado patrimônio histórico, é a divisão do patrimônio histórico, artístico e cultural de Juazeiro. Essa divisão, desde 94, quando foi promulgada a lei, nunca existiu aqui em Juazeiro, e nem sequer existiu a possibilidade de ser criada”.

Punição

“Em seu art. 14 prevê multa de 50% sobre o dano causado ao bem, cujo proprietário tenha agido sem prévia autorização. Falta a previsão em lei de que esses 50% sejam destinados para salvaguardar outros bens”.

Próximos passos

“A comissão permanente de Patrimônio e Memória, vem articulado ações, que possam elevar a legislação existente em conteúdo pedagógico, alinhando a temática as jornadas pedagógicas. Feito essa primeira exposição, esperamos envolver outras partes da sociedade, com o intuito de ampliar os debates públicas, e fomentar a necessidade urgente de uma divisão do patrimônio histórico, artístico e cultural de Juazeiro.”

Conselho de Cultura

“Os conselhos são importantes no funcionamento de uma democracia, porque dão voz e vez à sociedade promovendo diálogos com o governo. O conselho Municipal de Cultura de Juazeiro, está aberto para receber propostas”.

Da Redação por Thiago Santos

Bahia é um dos estados que mais dizem ‘não’ para doação de órgãos

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Quem espera por um transplante de órgão na Bahia precisa ter paciência. Segundo a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), apenas 30% das famílias autorizam a doação de órgãos ou tecidos. O número coloca os baianos entre os três estados com o maior índice de negativa familiar para a doação de órgãos no país.

Em média, os pacientes levam dois anos aguardando por um órgão, mas essa espera é maior em muitos casos porque nem sempre o doador é compatível. A coordenadora da Central de Transplantes da Bahia, Rita de Cássia Pedrosa, acredita que a recusa é uma questão cultural e está atrelada à falta de informação.

“Os baianos são conhecidos por serem acolhedores, por serem solidários, mas quando essa solidariedade tem que acontecer pra valer a resposta que temos é ‘não’. Existe uma questão cultural e um desconhecimento do processo de doação. A legislação que rege a doação de órgãos no Brasil é uma das mais rigorosas do mundo, mas por questões religiosas as pessoas deixam de fazer o bem”, analisou.

A Bahia é credenciada para fazer transplantes de coração, pulmão, córnea, rim e fígado. Em 2017, foram realizados 939 procedimentos como esse no estado, sendo que os doadores, na maioria dos casos, são vítimas de traumas e acidentes.

Procedimento
Até esta quinta, havia 838 pacientes na fila esperando por um rim. Já o número de pessoas aguardando por córnea era de 776. Outras seis aguardam por um fígado, e quatro por um pulmão. Depois que a morte é atestada, o hospital comunica a Central de Transplantes e é essa equipe a responsável por entrar em contato com as famílias para fazer o pedido.

“Algumas pessoas não autorizam a doação dizendo que não querem que o corpo seja mexido, mas quando ele é encaminhado para o IML, ele será aberto. Uma vítima de trauma, por exemplo, terá o crânio aberto para se identificar a causa da morte. Então, esse argumento é contraditório”, argumenta Rita Pedrosa.

Ainda segundo a coordenadora, “alguns dizem que não sabem se o familiar queria ser doador”. “É simples, ele era uma pessoa boa? Uma pessoa que gostava de fazer o bem? Então ele iria querer ajudar alguém que está sofrendo na fila esperando por um transplante”, complementa.

Contra o tempo
Depois da morte, o coração e o pulmão precisam ser transplantados em até 4h. O fígado resiste por 6h. Já o rim pode ser aproveitado de 24h a 36h. A córnea é o mais resistente, podendo ser transplantado em até 12 dias após o falecimento. Nos casos de morte cerebral é preciso aguardar 6h após a constatação para que seja iniciado o procedimento de doação.

Para que o transplante seja realizado são feitos, pelo menos, três exames: dois clínicos e um de imagem, para verificar a qualidade do órgão. Atualmente, além de Salvador, os municípios de Feira de Santana, no Centro-Norte, e Itabuna, no Extremo-Sul, realizam transplantes de órgão no estado.

Na capital, as unidades que realizam esses procedimentos são: Hospitalar Professor Edgard Santos (Hospital das Clínicas), no Canela; Hospital Ana Neri, no Pau Miúdo; Hospital Santa Izabel, em Nazaré; Hospital Português, na Barra; e Hospital São Rafael, em São Marcos. O Hospital Geral Roberto Santos, no Cabula, foi o último a ser credenciado para fazer os transplantes, mas ainda não começou os atendimentos.

A doação de órgãos e tecidos é gratuita. Quem tiver dúvidas sobre o procedimento pode entrar em contato com a Central de Informações pelo número: 0800 284 0444. É importante também conversar com os familiares e deixar claro o desejo de ser doador. Segundo os médicos, cada doador pode salvar, pelo menos, sete vidas.

Correio da Bahia

Brasil é o oitavo país do mundo em produção de energia eólica; Bahia está entre os principais produtores

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Usina eólica em Sobradinho (foto: reprodução/internet)

O Brasil subiu uma posição, passando o Canadá, e agora ocupa o oitavo lugar no ranking mundial que afere a capacidade instalada de produção de energia eólica, segundo o Global Wind Statistic 2017, documento anual com dados mundiais de energia eólica produzido pelo Global Wind Energy Council (GWEC).

Em 2017, o país conseguiu “adicionar 52,57 GW de potência eólica à produção mundial, totalizando 539,58 GW de capacidade instalada”, informou na última quinta-feira (15) a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeolica), que reúne empresas do setor.

Em 2016, o Brasil ultrapassou a Itália no ranking e passou ocupar a 9ª posição. Atualmente, o país conta com 12,76 GW de capacidade de energia instalada, contra os 12,39 GW do Canadá. A China, ocupa a primeira posição, com 188,23 GW; seguida pelos Estados Unidos, com 89,07 GW, e a Alemanha, com 56,132 GW de capacidade instalada. A India, Espanha, o Reino Unido e a França completam o ranking dos sete primeiros.

Os números apontam para um crescimento da matriz de energia eólica no país. O segmento já é responsável por 8,3% da energia produzida no Brasil, percentual ainda distante dos 60,9% produzido pelas hidrelétricas, mas já próximo dos 9,3% da produção das usinas de biomassa, que ocupam o segundo posto no ranking nacional.

A energia produzida pelas usinas eólicas chegou a ser responsável por 64% da energia consumida na Região Nordeste, no dia 14 de setembro do ano passado. A Abeeolica estima que o Brasil, cuja capacidade instalada é 12 GW, tenha potencial eólico superior a 500 GW.

A Região Nordeste aparece na frente na capacidade de produção de energia a partir dos ventos. Com 135 parques, o Rio Grande do Norte é o estado que mais produziu energia usando ao força dos ventos. São 3.678,85 MW de capacidade instalada. Em seguida, com 93 parques e 2.410,04 MW de capacidade instalada, vem a Bahia. Em terceiro lugar vem o Ceará, que conta com 74 parques e tem 1.935,76 MW de capacidade instalada.

Em quarto lugar aparece o Rio Grande do Sul. O estado tem 80 parques e 1.831,87 MW de capacidade instalada. Em seguida vem o Piauí, com 52 parques e 1.443,10 MW instalados, e Pernambuco com 34 parques e 781,99 MW de capacidade instalada.

A expectativa é de que nos próximos seis anos devem ser adicionados mais 1,45 GW de capacidade eólica no país, decorrentes dos leilões de energia realizados em dezembro do ano passado. A Abeeolica estima que 18 milhões de residências sejam abastecidas com a energia eólica.

Segundo a associação, os dados no ranking de nova capacidade instalada no ano, o Brasil está em sexto lugar, tendo instalado 2,02 GW de nova capacidade em 2016. O Brasil caiu uma posição, já que o Reino Unido subiu do nono para o quarto lugar, instalando 4,27 GW de capacidade de energia eólica em 2017.

De acordo com a presidente da Abeeolica, Élbia Gannoum, o país pode cair de posição nos próximos anos, porque haverá menos projetos sendo concluídos entre 2019 e 2020. “Nesse ranking, o que conta é o resultado específico do ano, então há bastante variação. A tendência é que a gente ainda oscile mais, visto que em 2019 e 2020 nossas instalações previstas são menores porque ficamos sem leilão por quase dois anos no período 2016/2017, o que vai se refletir no resultado de 2019 e 2020”, disse Elbia.

Agência Brasil

Custo da Cesta Básica apresentou inflação de 4,98% no mês de janeiro em Petrolina

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(foto: reprodução)

A pesquisa sobre o custo da cesta básica realizada pelo Colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) reveleu inflação no mês de janeiro. De acordo com o estudo, em relação ao mês de dezembro de 2017, o aumento no custo final foi de 4,98%. No acumulado dos dos últimos doze meses, o valor apresenta inflação de 0,28%.

O custo da cesta básica foi em média R$ 308,97 na cidade pernambucana. O grande vilão do aumento foi o tomate. “Apenas um produto teve alta e esta foi tão elevada que levou o índice da cesta básica a apresentar inflação, que foi o Tomate.

A primeira alta do tomate ocorreu em novembro de 2017 (15,88%) e as expectativas eram de que seria algo pontual, devido ao aumento de oferta. Em dezembro, contudo, os preços subiram novamente (27,89%) e dispararam em janeiro (50,66%) com tendência de continuar em alta em fevereiro pois as chuvas em excesso prejudicam a produção e a qualidade do fruto”, explicou o coordenador da pesquisa, João Ricardo Lima.

O estudo reforçou ainda, que o preço da cesta básica em janeiro correspondeu a 32,8% de um salário mínimo.

G1

Preço da gasolina nos postos cai pela primeira vez em 14 semanas

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(foto: reprodução/internet)

Pela primeira vez em 14 semanas o preço médio da gasolina para o consumidor final caiu, de acordo com informações divulgadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta quinta-feira (15).

O valor médio por litro passou de R$ 4,221 para R$ 4,212 na semana encerrada no dia 10. No acumulado de 2018, o preço médio da gasolina nas bombas acumula alta de 2,75%.

O diesel também terminou a semana em queda, passando de R$ 3,395 para R$ 3,388, ainda segundo a ANP. O valor representa recuo de 0,20% na semana. No ano, o diesel acumula alta de 1,86% do valor médio para o consumidor final.

O preço médio do etanol também cedeu na semana, segundo a ANP. O valor médio por litro caiu 0,06%, de R$ 3,023 para R$ 3,021. No ano, o preço do etanol acumula alta de 3,74%.

Também em queda, o preço do gás de cozinha terminou a semana passando de R$ 67,22 para R$ 67,07. Com isso, o valor do botijão terminou em baixa de 0,2%.

A ANP fez um levantamento dos preços em 459 localidades para chegar ao resultado.

Correios

Temer diz que vai suspender intervenção no RJ durante votação da reforma da Previdência

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(foto: reprodução/internet)

O Presidente Michel Temer disse nesta sexta-feira (16) que vai cessar a intervenção federal no Rio de Janeiro no período em que for votada a reforma da Previdência.

“Ajustamos ontem à noite, com participação expressiva do Rodrigo Maia e do Eunício Oliveira a continuidade da tramitação da reforma da Previdência, que é uma medida extremamente importante para o futuro do país. Quando ela estiver pronta para ser votada, segundo avaliação das casas legislativas, eu farei cessar a intervenção”, disse.

Durante a intervenção, a Constituição Federal não pode ser alterada e a reforma da Previdência em andamento na Câmara é uma proposta de emenda à Constituição (PEC). A reforma só será aprovada na Câmara se tiver o apoio de ao menos 308 deputados em dois turnos de votação.

Temer assinou nesta sexta-feira (16) o decreto de intervenção federal na segurança pública no estado do Rio de Janeiro. A medida prevê que as Forças Armadas assumam a responsabilidade do comando das polícias Civil e Militar no estado do Rio até o dia 31 de dezembro de 2018. A decisão ainda terá que passar pelo Congresso Nacional.

Votação da reforma

Após a assinatura do decreto, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, explicou como funcionaria a proposta de Temer de cessar a intervenção para votar a reforma da Previdência. Em caso de aprovação, será enviado ao Congresso um novo decreto de intervenção.

 Conforme o ministro, com a intervenção em curso, continuam as articulações na Câmara em busca dos necessários para aprovar a proposta.

No momento em que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e os líderes aliados ao governo informarem que há condições de aprovar a reforma, a intervenção será revogada e será editado um novo decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), com prerrogativas ampliadas para as Forças Armadas.

“O presidente vai revogar o decreto, em seguida ele vai decretar um GLO ampliada. Vai se colocar uma GLO ampliada, aonde nós teremos não apenas a parceria, mas nós ficaremos com a gestão da segurança”, explicou Jungmann.

Segundo o ministro, a GLO em curso no Rio não prevê que as Forças Armadas fiquem no comando da segurança. O modelo ampliado daria esse comando, porém sem a prerrogativa de promover mudanças na estrutura de segurança, prevista na intervenção.

Se a reforma da Previdência for aprovada, conforme Jungmann, será enviado ao Congresso um novo decreto de intervenção federal na segurança do Rio, que também precisará ser aprovado pelos parlamentares.

Na manhã desta sexta-feira (16), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que “fica difícil” votar a reforma da Previdência na semana que vem, como estava inicialmente previsto, se o decreto de intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro estiver na pauta do Congresso.

“Minha opinião é que o decreto, se publicado hoje [sexta-feira], será votado na Câmara na segunda e terça, e no Senado terça e quarta-feira. Se está na pauta a votação de um decreto que veda a tramitação constitucional, você está dizendo que na próxima semana fica difícil votar qualquer emenda constitucional, inclusive a da Previdência”, disse.

Maia afirmou que também é “difícil” adiar o início da discussão da reforma da Previdência para março. Ele reiterou que a última semana de fevereiro é o momento para se tentar votar a proposta.

 “Essa é uma pauta de fevereiro, eu tenho trabalhado que seja possível [votar neste mês]”, afirmou. “Acho difícil [jogar para março]. Acho que a última semana de fevereiro é o limite para constituir votos para votar a Previdência”, frisou.

Nesta quinta-feira (15), o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou que a discussão da proposta de reforma da Previdência será iniciada na terça-feira (20), no plenário da Câmara, mesmo se o governo não tiver votos suficientes para a aprovação.

G1

Bahia: divulgados os locais de provas do concurso para professores e coordenadores da rede estadual

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(foto: divulgação)

Foram divulgados nesta quinta-feira (15) os locais onde serão realizadas as provas do concurso público para professores e coordenadores pedagógicos da rede estadual de ensino. Os cartões de identificação que informam os locais das provas foram encaminhados para o e-mail cadastrado pelo candidato na inscrição, e também pode ser visualizado através do portal da Fundação Carlos Chagas.

As provas serão realizadas no dia 25 de fevereiro. No documento, além do local de prova, os candidatos poderão visualizar o número da inscrição, o horário, a data e o número da sala onde fará a prova.

O concurso, promovido pelas secretarias da Educação (SEC) e da Administração do Estado (Saeb), oferece 3.760 vagas, sendo 3.096 para professores e 664 para coordenadores pedagógicos da rede estadual de ensino. Ao todo foram inscritos 103,5 mil candidatos.

No dia das provas, os portões serão abertos às 8h30 e fechados às 9h (horário local). A duração será 4h30 para candidatos ao cargo professor e de 3h30 para coordenador pedagógico. O candidato deverá comparecer ao local com caneta esferográfica de material transparente de tinta preta ou azul.

Somente será admitido à sala de provas o candidato que estiver com documento de identidade original. É importante levar, também, o cartão de identificação no dia das provas, pois ele contém dados necessários para melhor orientação do candidato.

As provas serão aplicadas nas cidades de Alagoinhas, Amargosa, Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Caetité, Eunápolis, Feira de Santana, Guanambi, Ipirá, Irecê, Itaberaba, Itabuna, Itapetinga, Jacobina, Juazeiro, Jequié, Macaúbas, Paulo Afonso, Ribeira do Pombal, Salvador, Santa Maria da Vitória, Seabra, Serrinha, Santo Antônio de Jesus, Senhor do Bonfim, Teixeira de Freitas, Valença e Vitória da Conquista, conforme opção indicada pelo candidato no ato da inscrição.

Concurso

Serão realizadas três etapas nesse concurso: provas objetiva, discursiva e de títulos (com previsão para abril de 2018).

As vagas para professor são nas áreas de arte, biologia, educação física, filosofia, física, geografia, história, língua inglesa, língua portuguesa, matemática, química e sociologia, sendo exigida formação específica e diploma concedido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Para coordenador pedagógico é exigida formação em pedagogia, também com reconhecimento do MEC. Em todos os casos, a carga horária semanal é de 40 horas.

G1

IF-Sertão está com inscrições abertas para programas de assistência estudantil em Petrolina

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(foto: divulgação/IF-Sertão)

O Campus Petrolina Zona Rural do Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE) está com inscrições abertas para a seleção de estudantes para ingresso nos programas de assistência estudantil até o dia 23 de fevereiro. Os auxílios são destinados aos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Estão sendo oferecidos os auxílios: moradia (160 vagas), transporte (350 vagas), residência estudantil (96 vagas, sendo 32 feminino e 64 masculino) e creche (16 vagas). Os valores do benefício variam de R$ 60 a R$ 160 e são pagos mensalmente.

Estão aptos a concorrer aos programas de assistência estudantil, os alunos regularmente matriculados no campus Petrolina Zona Rural nas modalidades Médio Integrado, Subsequente, Superior e Proeja, prioritariamente em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

 

As inscrições devem ser feitas exclusivamente na internet, através do preenchimento do formulário no endereço eletrônico https://goo.gl/jBgTzX. O candidato deve entregar toda a documentação exigida pelo edital, que deverá ser digitalizada em formato PDF e anexada ao formulário eletrônico. O resultado preliminar deverá ser divulgado no dia 28 de fevereiro e o resultado final no dia 5 de março.

Clique aqui e leia o edital completo.

Da Redação