Preto no Branco

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Programação do São João de Petrolina será lançada hoje; confira atrações confirmadas

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(foto: divulgação)

Vai ser anunciada nesta quinta-feira (19), a grande de atrações do São João de Petrolina 2018. O anúncio da programação completa do festejos juninos, que começam já no mês de maio, será realizado pelo prefeito Miguel Coelho com detalhamento sobre as atrações do São João dos Bairros e no Pátio Ana das Carrancas, além das datas dos concursos, Jecana e Missa do Vaqueiro.

Durante o evento, ainda serão divulgadas as expectativas para movimentação econômica, geração de empregos e atração de turistas.

O lançamento do São João de Petrolina ocorre na Arena 3 do Parque Josepha Coelho, em Petrolina, com acesso aberto ao público.

Até o momento, através das redes sociais oficiais do festejo, foram confirmadas as seguintes atrações e que vão se apresentar no Pátio Ana das Carrancas: Gusttavo Lima, Simone e Simaria, Aviões, Maiara e Maraísa, Dorgival Dantas, Banda Magníficos, Joelma e Luan Santana.

Da Redação

Prefeito Paulo Bomfim entrega mais uma ambulância e reforça a frota da Saúde

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(foto: divulgação)

O prefeito Paulo Bomfim entregou na manhã desta quarta-feira (18), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mais uma ambulância fruto de emenda parlamentar, dessa vez do deputado estadual Roberto Carlos. Durante a entrega, o prefeito esteve acompanhado por secretários municipais, vereadores e pelo autor da emenda.

Para o diretor-médico, José Carlos Tanuri Júnior, será um ganho para usuários e servidores. “Vai melhorar muito o atendimento na unidade com transporte de pacientes que muitas vezes dependia da disponibilidade do SAMU. É um benefício para a população e não tenho dúvidas que irá melhorar os serviços aqui prestados”, destacou.

O diretor-geral, José Guimarães Sobrinho, ressaltou o empenho dos parlamentares e da gestão municipal na busca constante por melhorias para a saúde municipal. “Esta ambulância é mais um item incrementado pela gestão municipal que já promoveu a reforma da UPA e a aquisição de diversos equipamentos. Ajudará na movimentação de pacientes para outras unidades e no nosso processo de regulação, tanto da parte clínica como da traumatologia”, pontuou.

O deputado Roberto Carlos destacou a importância da parceria com o município. “Sabemos da responsabilidade que o prefeito Paulo Bomfim tem na gestão e por isso é importante colaborar. Conseguimos junto ao governador Rui Costa a emenda parlamentar dessa ambulância e com isso proporcionamos mais qualidade de vida para a população. Fico feliz, pois sabemos que sem saúde não somos nada”, enfatizou.

O prefeito Paulo Bomfim agradeceu o apoio que tem. “Importante essa colaboração que temos recebido do governo do Estado e dos deputados, pois está trazendo bons frutos para nossa cidade. Essa ambulância vem para facilitar ainda mais a vida do servidor e consequentemente dos munícipes”, completou.

Fabiana Diniz/SESAU

CODEVASF não paga e Perímetro do Salitre fica sem energia

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(foto: divulgação)

O Perímetro Irrigado do Salitre, localizado em Juazeiro, está sem energia elétrica desde terça-feira (17). Essa é a segunda vez, somente neste ano, que os produtores da área enfrentam o problema. O motivo seria o mesmo: o não pagamento da energia pela empresa criadora e mantenedora do perímetro.

De acordo com Rafael Palitot, produtor rural e Presidente do Conselho de Administração do Distrito de Irrigação do Salitre (DIS), o fornecimento de energia foi interrompido pela falta de pagamento por parte da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).

Por esse motivo, cerca de 6 mil hectares de cultivo de plantas e das mais variadas frutas, como uva, banana, goiaba, cebola, tomate, dentre outras, estão sem poder ser regados, o que pode ocasionar a perca da produção. 255 lotes familiares estão sendo diretamente prejudicados, bem como 68 empresariais e áreas ocupadas pelo MST.

“Os prejuízos (estão) diretamente relacionados à produção e a produtividade das frutas. Vivemos em uma região muito quente, e a irrigação é diária na maioria das culturas, como a da goiaba, manga, melão, melancia, cebola, banana. O prejuízo é incalculável, levando em conta uma área de 6.000 hectares em plena produção”, disse Rafael.

Alguns produtores estiveram na sede da Codevasf na manhã desta quarta-feira (19), mas de acordo com o produtor, não houve avanços.

Em fevereiro deste ano os produtores do Perímetro do Salitre passaram pela mesma situação.

A redação do PNB está em contato com a 6° Superintendência Regional da CODEVASF para solicitar um esclarecimento sobre o fato.

Da Redação

Um milhão de indígenas brasileiros buscam alternativas para sobreviver

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Há, no Brasil, cerca de 1 milhão de indígenas de mais de 250 etnias distintas vivendo em 13,8% do território nacional. Em meio às ameaças de violência, riscos de perda de direitos em decorrência da pressão dos latifundiários, mineradoras e usinas, alguns povos indígenas lutam por mais autonomia, tentando conquistar, com a comercialização de seus produtos e com o turismo, alternativas para diminuir a dependência dos recursos cada vez mais escassos da Fundação Nacional do Índio (Funai).

Segundo especialistas consultados pela Agência Brasil, estes são alguns dos principais desafios a serem lembrados neste 19 de abril – o Dia do Índio.

Para serem bem-sucedidos, nessa empreitada visando a venda de suas produções e a exploração dos recursos naturais das terras indígenas (TIs), os povos indígenas têm como desafio buscar maior representatividade no Congresso Nacional, uma vez que cabe ao Legislativo Federal criar políticas específicas que deem segurança jurídica para que eles consigam o desenvolvimento financeiro do qual sempre foram excluídos.

Sustentabilidade
Alguns povos indígenas que tiveram suas terras homologadas têm conseguido bons resultados por meio da comercialização de seus produtos. Levantamento apresentado à Agência Brasil pelo Instituto Socioambiental (ISA) aponta que, somente na safra 2017/2018, índios da etnia Kaiapó do Pará obtiveram cerca de R$ 1 milhão com a venda de 200 toneladas de castanha. Outros R$ 39 mil foram obtidos com a venda de sementes de cumaru, planta utilizada para a fabricação de medicamentos, aromas, bem como para indústria madeireira.

A castanha rendeu aos Xipaya e Kuruaya, no Pará, R$ 450 mil, dinheiro obtido com a venda de 90 toneladas do produto. Cerca de 6 mil peças de artesanato oriundo das Terras Indígenas do Alto e do Médio Rio Negro renderam R$ 250 mil aos índios da região. Já os indígenas da TI Yanomami (Roraima e Amazonas) tiveram uma receita de R$ 77 mil com a venda de 253 quilos de cogumelos.

Os exemplos de produções financeiramente bem-sucedidas abrangem também os Baniwa (AM), que venderam 2.183 potes de pimenta, que renderam R$ 46,3 mil. As 16 etnias que vivem no Parque do Xingu obtiveram R$ 28,5 mil com a venda de 459 quilos de mel.

Autonomia
O presidente da Funai, general Franklimberg Ribeiro Freitas, disse que cabe aos indígenas a escolha do modelo de desenvolvimento a ser adotado. “A Funai deve apoiá-los para atingir seus objetivos”, afirmou à Agência Brasil. “Em diversas regiões, os índios estão produzindo visando à comercialização de seus produtos ou mesmo serviços, como o turismo ecológico. Essas experiências mostram que a extração sustentável, a comercialização de produtos e o turismo podem ajudar a ampliar o desenvolvimento das Terras Indígenas”, disse o presidente do órgão indigenista.

Franklimberg destacou que entre as etnias que produzem e avançam na comercialização de produtos e serviços estão os Kaiapós do Pará. “Eles produzem toneladas de castanha e agora reivindicam máquinas para beneficiar o produto”, ressaltou. “Há também o cultivo e a venda de camarão, pelos Potiguara da Paraíba, que está bastante avançada. Tem até a lavoura de soja dos Pareci, no Mato Grosso”.

O presidente da Funai acrescentou ainda que: “No caso do minério e dos recursos hídricos, é preciso ainda normatizar e regulamentar essas atividades, o que cabe ao Congresso Nacional fazer”.

Congresso Nacional
Para o antropólogo e professor da Universidade de Brasília Stephen Baines, os indígenas são preteridos na relação com os empresários e donos de terras. “Há uma desproporção absurda no Legislativo brasileiro a favor daqueles que querem o retrocesso dos direitos dos povos indígenas, previstos na Constituição de 1988 e na legislação internacional”, disse à Agência Brasil.

“Temos atualmente um Congresso Nacional extremamente conservador que representa – por meio de parlamentares ligados à bancada ruralista, ao agronegócio, às empresas de mineração e aos consórcios de mineração e de usinas hidrelétricas – a maior ameaça e o maior ataque aos direitos dos povos indígenas”, afirmou o antropólogo.

Segundo Baines, é difícil para os índios planejar grandes voos do ponto de vista de recursos, sem que, antes, seja resolvida a questão da gestão territorial, o que inclui a segurança jurídica que só é possível a eles após terem suas terras demarcadas e homologadas.

“É fundamental que se tenha respeito pelos índios e pela sua forma de viver e produzir. Para tanto, é necessária a efetivação dos direitos previstos tanto na Constituição como pelas convenções internacionais”, disse Baines citando convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os direitos dos povos indígenas.

Violência
Stephen Baines afirmou que a violência contra os índios ainda é intensa em várias comunidades, como nos estados do Pará, Mato Grosso e Roraima. “Há muitas ameaças contra os índios, feitas por latifundiários, empresas e pelos capangas, que matam lideranças locais que lutam pelos seus direitos. Quer saber onde os índios correm mais riscos? Basta olhar para as terras indígenas que estão próximas a latifúndios”, disse.

Baines citou como exemplo o ocorrido na Terra Indígena Raposa Serra do Sol (RR), onde fazendeiros que vieram de outras regiões se instalaram. “Eles invadiram as áreas indígenas para desenvolver produção industrial de arroz. Para expulsar os índios da região, usavam capangas. Até indígenas foram pagos por eles para intimidar as lideranças”, afirmou. “Atualmente, muitos daqueles invasores são atualmente influentes políticos locais e federais e, com a ajuda da mídia, passam a falsa ideia de que há muita miséria entre os indígenas. Os indígenas negam isso, mas não conseguem espaço na mídia para desmentir a história falsa.”

À Agência Brasil, o integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária e líder do PSDB na Câmara, deputado Nilson Leitão (MT), disse que “nenhum projeto” aprovado pelo Congresso Nacional traz prejuízos aos interesses dos indígenas. “Pode ir contra o interesse de intermediários, interventores ou organizações sociais, que dizem trabalhar para o índio. Nenhum deputado que eu conheço, que defenda o setor produtivo, trabalha contra o índio”, disse.

Nilson Leitão afirmou que o “verdadeiro parceiro do índio são os produtores”. “[Indígenas e produtores] são vizinhos, moram na mesma localidade, têm as mesmas peculiaridades e colaboram um com o outro. Não existe conflito entre eles a não ser aqueles provocados por organizações sociais”, disse.

Marco temporal
O antropólogo alertou sobre “marco temporal”, medida que divide opiniões, busca produzir a área das terras indígenas, colocando como referência para as demarcações as terras que estavam ocupadas na época em que a Constituição foi promulgada [1988], ou seja, quando os “indígenas foram removidos e expulsos de suas terras em todo o Brasil”.

Neste cenário, as manifestações indígenas ganharam mais força, como o caso do Acampamento Terra Livre, organizado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib). Formado em 2004, é a maior mobilização de povos indígenas do país. Em 2017, mais de 3 mil indígenas de 200 povos participaram da manifestação em Brasília.

No próximo dia 23, haverá a 15ª edição da mobilização, em Brasília, em defesa da manutenção e efetivação dos diretos dos povos indígenas.

Mais demandas
Os diversos grupos indígenas apelam por mais mecanismos de segurança jurídica para o desenvolvimento e comercialização de seus produtos. “A segurança jurídica não pode ficar restrita a grandes grupos econômicos. Além de ter seus direitos respeitados e a liberdade para explorar as terras como acharem melhor, os indígenas precisam também de incentivos para produzir, respeitando seus próprios modos de produção”, argumentou Stephen Baines

Segundo o antropólogo, o conhecimento tradicional sobre a relação com o ambiente faz parte dos produtos indígenas e, ao mesmo tempo, valoriza a questão ambiental. “Não há dúvida de que o fato de serem feitos por indígenas dá ao produto um diferencial, por serem ecologicamente seguros. Inclusive há lojas na Europa muitas lojas que vendem produtos industrializados como sendo indígenas. Alguns até usam uma pequena quantidade de óleo de castanha kaiapó para associar a imagem do produto à ideia de produção sustentável em suas campanhas de marketing”.

Em menor escala, a forma de produção indígena é bastante diferente da exploração industrial, que, segundo ele, é desastrosa e provoca impactos ambientais irreversíveis. “Quando eles optam pela mineração, eles o fazem por meio de uma maneira própria de garimpagem em pequena escala. Extraem somente o necessário, pensando nas gerações futuras. Não querem empresas porque sabem que elas tiram tudo de uma vez, não deixando nada para o futuro”.

Para Baines, é importante a adoção de cotas indígenas no ensino superior, como fez de forma pioneira a Universidade de Brasília (UnB). Em 2017, havia 67 alunos indígenas de 15 povos. Destes, 42 faziam graduação e 25 pós-graduação.

Política
O assessor parlamentar da Funai Sebastião Terena disse que as lideranças indígenas têm trabalhado também para ampliar a representatividade de índios na política brasileira nas eleições de 2018, em especial no Congresso Nacional. As dificuldades, no entanto, não são poucas. Na história do Parlamento brasileiro, o único indígena eleito foi Mário Juruna, em 1982, para a Câmara dos Deputados.

Pelos dados de Terena, há apenas 117 vereadores indígenas cumprindo mandato em 25 unidades federativas, além de quatro prefeitos e um vice-prefeito. “Apesar da falta de recursos e de infraestrutura, pela primeira vez teremos pré-candidatos indígenas em pelo menos 10 estados e no Distrito Federal”, disse Terena à Agência Brasil. A definição dessas candidaturas deve ocorrer em julho.

O antropólogo Stephen Baines lamenta que “apenas uma pequena minoria de parlamentares luta pelos direitos indígenas”. “Em parte, isso se explica porque muito do dinheiro do agronegócio e das empresas e consórcios acaba sendo usado em campanhas eleitorais das bancadas contrárias aos povos indígenas. E muito provavelmente parte do financiamento vantajoso que é direcionado ao agronegócio acaba servindo também para financiar as campanhas dessa bancada que faz de tudo para inviabilizar candidaturas indígenas”, acrescentou.

Na avaliação de Baines, a data de hoje – Dia do Índio – é importante não só para o protagonismo indígena, mas também para chamar a atenção das pessoas interessadas na defesa dos direitos indígenas.

Agência Brasil

Acompanhe os trabalhos da SESP para esta quinta-feira (19) em Juazeiro

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A Secretaria de Serviços Públicos (SESP) informa à população juazeirense a programação dos trabalhos relacionados à iluminação e limpeza dos espaços públicos para esta quinta-feira (19).

As equipes de mutirão de limpeza estão na Rua 05 – Alto do Cruzeiro, Ruas 01 e 02 – Jardim das Acácias e Bairro Vila Tiradentes; as equipes de varrição atendem hoje Área Central, Alagadiço, Cajueiro, Residencial Juazeiro I, Piranga, Alto da Maravilha, Área do Terminal Urbano, Santo Antônio, Dom José Rodrigues, Parque Lagoa de Calu, Avenidas Adolfo Viana e Flaviano Guimarães.

Em relação à iluminação pública, os bairros atendidos serão Angari, Dom José Rodrigues, Monte Castelo, Maria Gorete, Alagadiço, Vila Nova Fé, Castelo Branco, Tabuleiro, Alto do Cruzeiro, Novo Encontro, Vila Tiradentes, Jardim Primavera, Maringá, Cajueiro e Residencial Dr. Humberto Martins. Qualquer solicitação de atendimento deve ser realizada pelo telefone (74) 3612 5411, e é necessário que a pessoa forneça o endereço completo e o número do telefone para que possa ser realizado o registro de protocolo.

Ascom/SESP

Quatro ruas do centro de Petrolina têm sentido alterado; confira o que muda

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(foto: divulgação)

Algumas ruas do centro de Petrolina tiveram o sentido alterado. As novas regras de tráfego, implantadas pela Autarquia Municipal de Mobilidade (AMMPLA), têm o objetivo de tornar mais fluido o trânsito na região, além de aumentar a segurança de condutores e pedestres.

A mudança foi feita em quatro vias estratégicas. Na Rua Frei Henrique, com a mudança, os condutores deverão transitar no sentido da Avenida Guararapes com direção à Rua Aristarco Lopes. Já na Travessa João Pessoa houve mudança de sentido duplo para sentido único (da Rua Aristarco Lopes para Rua João Pessoa).

As mudanças seguem na Rua Aristarco Lopes, que antes era sentido duplo e passou a ser sentido único (da rua Ouricuri para Rua Joaquim Nabuco), e ainda na Rua Dr. José Mariano a qual também passou por mudança de sentido (da Joaquim Nabuco para Rua Ouricuri).

Uma nova sinalização já foi instalada e agentes de trânsito estão no local para orientar os condutores sobre as novas mudanças, segundo a AMMA.

Da Redação

Acompanhe os preços dos produtos comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro

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Na cotação dos produtos comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro nesta quinta-feira (19) o quilo da abobrinha sai por R$ 1,56; o quilo da beterraba está cusrando R$ 1,7; o quilo da cebola pera o consumidor pode encontrar no Ceasa por R$ 2,65, já o quilo do chuchu é vendido por R$ 1,25.

Os preços são resultado de uma pesquisa diária feita no comércio atacadista do entreposto municipal.

O Mercado do Produtor de Juazeiro funciona de segunda a sexta-feira (das 2h da manhã às 22h da noite e aos sábados até às 17h).

Confira a cotação completa

Ascom/AMA

Hospital Regional de Juazeiro convoca aprovados em processo seletivo

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A direção do Hospital Regional de Juazeiro (HRJ) está convocando os aprovados no processo seletivo para contratação de profissionais para atuar na unidade de saúde. Os candidatos devem comparecer à instituição até esta sexta-feira (20).

Estão sendo convocados profissionais das seguintes áreas: agente administrativo, auxiliar administrativo e técnico de enfermagem.

Os candidatos devem comparecer ao HRJ até às 12h desta sexta-feira (20). O não comparecimento dos convocados implicará, automaticamente, na desclassificação desses profissionais. Neste caso, os próximos candidatos do cadastro reserva serão convocados.

Confira os nomes dos convocados

Da Redação

Suspeita de latrocínio: idoso é encontrado morto na zona rural de Petrolina

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Um idoso de 96 anos foi encontrado morto na entrada da comunidade de Capim, na zona rural de Petrolina, nesta quarta-feira (18). A vítima foi encontrada com perfurações no corpo.

De acordo com informações policiais, o idoso, identificado como Antônio Francisco do Nascimento, conhecido popularmente como ‘Nascimento do Capim’, foi encontrado dentro do mato com perfurações no corpo, supostamente de arma branca.

Relatos dão conta de que o idoso estava com dinheiro no bolso quando saiu de casa e foi encontrado sem o dinheiro.

O corpo foi recolhido pelo Instituto de Medicina Legal (IML) de Petrolina onde deve passar por perícia.

Da Redação