
(foto: reprodução/internet)
Na última segunda-feira (08), o programa Palavra de Mulher na Web abordou a polêmica envolvendo o Conjunto Penal de Juazeiro. James Fabrício, agente penitenciário, e Diego, Policial Militar e representante da Associação de Policiais, Bombeiros Militares do Estado da Bahia (Aspra), estiveram reforçando as denúncias de irregularidades trabalhistas que estariam ocorrendo na unidade prisional (clique e releia).
Os profissionais da área estariam dialogando a fim de se juntar para criar um associação voltada às questões trabalhistas dos agentes penitenciários de Juazeiro. De acordo com James, a Aspra ofereceu apoio jurídico para criação de um Estatuto, o pode fortalecer a categoria. “Nós estamos criando uma associação para termos o apoio que não conseguimos do sindicato ao qual estávamos filiados”, disse o agente.
O Preto no Branco recebeu uma nota enviada pelo Sindicato dos Agentes Disciplinar Terceirizados (Sindap-BA), rebatendo o agente penitenciário que fez criticas ao sindicato ao dizer que o mesmo não está cumprindo o seu papel como representante. De acordo com o Sindap, o órgão está “trabalhando incansavelmente para defender os interesses do trabalhadores”. Leia a nota na íntegra.
Nota Sindap-Ba
A diretoria executiva do Sindap-ba vem esclarecer alguns equívocos cometidos pelo companheiro Monitor de Ressocialização Prisional da unidade de Juazeiro, onde o mesmo em entrevista prestada a esse canal de comunicação, se titula representante da categoria e que o sindicato não vem fazendo o seu papel como representante.
O trabalhador que conhece o Sindap também reconhece a sua história, como foi criado, sabendo de nossa trajetória marcada por muitas lutas e confrontos principalmente com os órgãos públicos, mas, que satisfatoriamente resultaram em benefício para os trabalhadores. Podemos citar a mais recente, foi quando foi licitada a unidade de Juazeiro com o salário abaixo do praticado atualmente, isso levaria uma demissão de todos trabalhadores do conjunto penal de Juazeiro,o que felizmente não aconteceu devido a ação imediata do Sindap, onde acionamos MPT, entramos na justiça e foi suspensa a licitação garantindo assim a permanência no trabalho de todos.
Entramos também na justiça pedindo risco de vida, insalubridade sabendo que estamos arcando com todo custo do perito que está visitando as unidades. Hoje estamos prestes a assinar a primeira convenção coletiva no Brasil dos trabalhadores de có gestão da Bahia com a federação Fecomércio, para que através desse acordo possamos ter um salário mais justo fazendo jus as atividades que exercemos com excelência, responsabilidade mas que precisa ainda ser mais valorizada. Lembramos também que todas unidades prisionais, existe representantes do sindicato, diretor e delegados.
Por esse motivo Já tivemos várias reuniões com o secretário de Administração Prisional Nestor Duarte, inclusive com o governador Ruy Costa, pedindo melhorias urgentes e valorização de toda categoria que presta serviço nas unidades prisionais. Estamos sim trabalhando incansavelmente para defender os interesses do trabalhadores e não estamos deitados eternamente em berço esplendido como foi citado. O Sindap se dispõe também se preciso enviar todas ações na justiça e atas de reuniões para que comprove nossa luta e que o trabalhador nunca esteve só.
Da Redação por Thiago Santos












