Preto no Branco

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Como fica a contribuição dos inativos e pensionistas agora que o STF formou maioria sobre o assunto? confira resposta com Dr. Hélder Moreira

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Um tema interessante e sempre discutido pelos servidores filiados a Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) é a possibilidade de instituição de contribuição previdenciária incidente sobre aposentadorias e pensões pagas por tais regimes. O assunto é interessante porque alguns regimes próprios cobram esta contribuição (caso de Juazeiro, por exemplo), enquanto outros não fazem esta cobrança (caso de Petrolina).

Além disso, no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), administrado pelo INSS, não existe o recolhimento de contribuições incidentes sobre benefícios mantidos pela autarquia federal.

Diante destas realidades distintas, muitos aposentados se questionam sobre a legalidade destas exações e buscam em juízo obter a isenção da cobrança — na maioria das vezes, pelo menos até agora, sem sucesso.

E aí surge a pergunta: é possível a cobrança de contribuição previdenciária incidente sobre aposentadorias e pensões?

A resposta inicial para a pergunta é: sim, é possível. Afinal, existe autorização constitucional para a criação desta forma de tributo e, no passado, este assunto já foi levado ao Supremo Tribunal Federal que, depois da aprovação da Emenda Constitucional nº 41/2003, entendeu que aposentados e pensionistas não teriam direito adquirido à isenção de contribuições previdenciárias incidentes sobre os seus benefícios, visto que quais seriam justificadas pelo princípio da solidariedade previdenciária. Daí porque seria possível a sua instituição por lei.

Entretanto, à época, para garantir a isonomia com os aposentados do INSS, cujos benefícios sempre foram limitados a um teto, a incidência de contribuições somente era autorizada quando o benefício concedido pelo RPPS tinha valor superior a este teto — ou seja, benefícios com valor inferior ao teto eram isentos.

Acontece que o cenário que havia se estabilizado a partir de 2003 foi alterado pela Emenda Constitucional nº 103/2019. Pois, ao dar nova redação aos parágrafos do art. 149 da Constituição Federal, ela passou a autorizar uma série de medidas para o equacionamento do déficit atuarial dos RPPS e, dentre as opções, autorizou a cobrança de contribuições sobre os benefícios cujo valor excedesse um salário mínimo.

Para tanto, segundo a literalidade da norma, o ente só deveria comprovar que o seu regime de previdência estaria em situação de desequilíbrio atuarial. Em outras palavras, deveria demonstrar que as despesas com pagamento de benefícios previdenciários seriam maiores que as receitas do sistema.

Aqui está o ponto chave para entender porque alguns RPPS instituem a cobrança deste tributo e outros não: havendo déficit a equacionar, é possível a criação deste novo tributo que, no entanto, pode ser trocado por alternativas legais diferenciadas; se não houver déficit, a criação não é possível.

Com base nesta autorização, diversos municípios passaram a aprovar leis locais instituindo esta nova forma de financiamento dos seus sistemas de previdência.

Todavia, a matéria foi submetida ao Supremo Tribunal Federal que, num primeiro momento, sob relatoria do Ministro Roberto Barroso, entendeu que o desequilíbrio das contas da previdência dos servidores públicos poderia justificar a cobrança da contribuição ordinária de aposentados e pensionistas sobre os valores que excedessem um salário mínimo.

Ocorre que, desde então, o Supremo, apesar de ainda não ter concluído o julgamento, formou maioria para declarar que a instituição de contribuição incidente sobre benefícios que superem o salário mínimo pode ser considerada constitucional, desde que o município comprove a existência de déficit atuarial e que adotou outras medidas para alcançar o equilíbrio do sistema.

Ou seja, de acordo com o STF, a contribuição pode até incidir sobre benefícios com valor superior a um salário mínimo, no entanto, esta solução não deve ser a primeira opção, pois os aposentados não podem ser sacrificados.

Ocorre que, na maioria dos casos, os entes municipais alteraram a base de cálculo das contribuições devidas por inativos e pensionistas — que passou a incidir sobre o valor que excede um salário mínimo — antes de adotar qualquer outra forma de equacionamento do déficit atuarial dos seus respectivos regimes de previdência.

Neste cenário, apesar de ainda não ser possível afirmar qual o posicionamento definitivo da Suprema Corte sobre a matéria, já que as ações em curso ainda não transitaram em julgado, devemos destacar que existe a possibilidade de alteração do cenário atual.

Ou seja, tão logo seja publicada a decisão final, o STF poderá determinar a interrupção da cobrança de contribuições previdenciárias incidentes sobre aposentadorias e pensões mantidas por regime próprio de previdência social cujo valor seja superior ao salário mínimo.

Agora uma pergunta: você sabe se o seu município demonstrou a existência de déficit atuarial e adotou outras medidas de equacionamento antes de instituir a nova alíquota de contribuição?

Hélder Moreira é advogado desde 2006, com pós-graduação e MBA na área de regimes próprios de previdência social

Deputado Roberto Carlos propõe isenção de IPVA para motoristas por aplicativo na Bahia

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O deputado estadual Roberto Carlos apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), um Projeto de Lei que propõe a isenção do IPVA para veículos utilizados por motoristas de aplicativo no exercício da profissão.

A proposta busca reconhecer a importância da categoria, que presta um serviço essencial à população e enfrenta altos custos para manter a atividade. O objetivo é reduzir o peso dos impostos e oferecer mais condições para que esses profissionais continuem gerando renda e contribuindo com a mobilidade urbana.

Segundo o parlamentar, a medida acompanha a realidade do mercado de trabalho, que registra um crescimento constante no número de pessoas que têm nos aplicativos sua principal fonte de sustento.

“Os motoristas por aplicativo desempenham um papel fundamental no dia a dia da população. Nosso projeto busca reduzir os custos dessa atividade e garantir mais justiça tributária para milhares de trabalhadores que movimentam a economia da Bahia”, destacou o deputado Roberto Carlos.

A proposta também prevê que a regulamentação dos critérios para a concessão do benefício seja definida pela Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz), caso o projeto seja aprovado.

O Projeto de Lei segue em tramitação na Assembleia Legislativa da Bahia.

Ascom

Quaest na Bahia: ACM Neto e Jerônimo Rodrigues têm empate técnico na disputa para o governo no 1º turno; confira números

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A Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) mostra como está a disputa para o governo da Bahia. O levantamento traz dois cenários de 1º turno, com diferentes combinações de nomes. Em ambos, há empate técnico entre ACM Neto (União Brasil) e Jerônimo Rodrigues (PT), candidato a reeleição

Veja os números:

Cenário 1

  • ACM Neto (União): 39%
  • Jerônimo Rodrigues (PT): 38%
  • Aroldo Felix (UP): 1%
  • Ronaldo Mansur (PSOL): 1%
  • José Estevão (DC): 0%
  • Indecisos: 13%
  • Branco/nulo/não vai votar: 8%

Cenário 2

  • ACM Neto (União): 39%
  • Jerônimo Rodrigues (PT): 38%
  • Aroldo Felix (UP): 1%
  • Ronaldo Mansur (PSOL): 1%
  • Indecisos: 14%
  • Branco/nulo/não vai votar: 7%

Para 44% dos eleitores ouvidos pela Quaest, a escolha do voto para governador ainda pode mudar. Outros 54% consideram a decisão definitiva.

Bahia: 57% aprovam governo de Jerônimo Rodrigues e 34% desaprovam, segundo Pesquisa Quaest

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Jerônimo Rodrigues (PT), governador eleito da Bahia

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) mostra que 57% dos eleitores da Bahia aprovam o governo de Jerônimo Rodrigues (PT), enquanto outros 34% desaprovam. O levantamento mostra também como está a avaliação do governo do estado. Veja os números:

Aprova o governo: 57%
Desaprova: 34%
Não sabe/não respondeu: 9%
Como está a avaliação do governo
Positiva: 37%
Negativa: 23%
Não sabe/não respondeu: 5%

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.200 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 23 e 27 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BA-02331/2026.

O atual governador merece mais um mandato?
Sim, merece: 52%
Não merece: 41%
Não sabe/não respondeu: 7%
 

G1 Bahia /Foto: JGB

Com 25 vagas para o Polo UAB de Juazeiro, Univasf abre inscrições para Bacharelado em Administração Pública; inscrições seguem até 9 de agosto

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Estão abertas as inscrições para o processo seletivo da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) destinado ao ingresso de estudantes no curso de Bacharelado em Administração Pública, na modalidade de Educação a Distância (EaD). Em Juazeiro, o Polo da Universidade Aberta do Brasil (UAB) oferta 25 vagas para o curso, que integra o Programa Nacional de Formação em Administração Pública (PNAP), iniciativa voltada à qualificação de profissionais para atuação na gestão pública.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 9 de agosto, exclusivamente pelo Sistema de Inscrições em Processos Seletivos da Univasf.

O curso será ofertado por meio da Universidade Aberta do Brasil (UAB), sistema criado pelo Ministério da Educação e coordenado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para ampliar o acesso ao ensino superior público em todo o país. Além do bacharelado, o programa também oferece cursos de especialização e mestrado na mesma área.

Em Juazeiro, a iniciativa reúne universidades públicas em polo presencial mantido em parceria com o Governo do Estado e a Prefeitura, permitindo que estudantes tenham acesso gratuito a cursos de graduação e pós-graduação na modalidade de educação a distância, sem precisar deixar sua cidade.

O processo seletivo, regulamentado pelo Edital nº 14/2026, contempla vagas para ampla concorrência, reserva destinada a egressos(as) da rede pública de ensino, conforme a legislação vigente, e vagas específicas para agentes públicos vinculados às administrações federal, estadual, distrital e municipal, sejam servidores efetivos ou temporários.

A seleção acontece em duas modalidades. Os candidatos da ampla concorrência poderão utilizar a maior nota obtida em uma das cinco últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizadas entre 2021 e 2025. Já os agentes públicos concorrerão por meio da análise de uma Carta de Intenções, conforme os critérios estabelecidos no edital.

As pessoas classificadas deverão acompanhar as convocações para matrícula, que serão divulgadas pela Univasf. Para facilitar a inscrição, a universidade disponibilizou páginas específicas para cada modalidade de seleção. Os candidatos que utilizarão a nota do Enem devem acessar o sistema destinado a essa categoria. Já os agentes públicos deverão realizar a inscrição na página voltada à seleção por Carta de Intenções.

Links para inscrição

Seleção por nota do Enem (2021 a 2025):
https://ps.univasf.edu.br/processo-seletivo/1524

Seleção por Carta de Intenções (agentes públicos):
https://ps.univasf.edu.br/processo-seletivo/1525

O edital completo, com o cronograma, os requisitos para participação, a documentação exigida e todas as orientações sobre o processo seletivo, está disponível no Sistema de Processos Seletivos da Univasf:

https://ps.univasf.edu.br/

Ascom

Juazeiro sedia primeiro encontro do Cegras e fortalece integração da saúde na Macrorregião Norte da Bahia

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A Secretaria Municipal de Saúde de Juazeiro (Sesau) sediou, nesta terça-feira (28), o primeiro encontro do Comitê Executivo de Governança das Redes de Atenção à Saúde (Cegras), realizado no auditório da UniFTC. O encontro reuniu gestores e representantes das regiões de saúde da Macrorregião Norte da Bahia para discutir estratégias de fortalecimento da governança regional, do planejamento integrado e da qualificação da assistência à população.

O Cegras tem como missão apoiar a organização e o fortalecimento das Redes de Atenção à Saúde (RAS) na Macrorregião Norte, composta pelas regiões de saúde de Juazeiro, Senhor do Bonfim e Paulo Afonso, abrangendo 28 municípios. A proposta é promover um planejamento conjunto entre os entes envolvidos, fortalecendo as políticas públicas e ampliando a integração dos serviços de saúde.

O colaborador da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas)/Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Jeyson Murayama, destacou que o comitê representa um importante instrumento para consolidar a regionalização da saúde. “O Cegras foi criado para apoiar as regiões de saúde da Macrorregião Norte no planejamento macrorregional, fortalecendo as políticas públicas e a organização da assistência. A saúde é regionalizada e, por isso, é fundamental que os 28 municípios construam um planejamento integrado, garantindo uma rede mais fortalecida e uma assistência cada vez mais qualificada para a população”, afirmou.

Representando o Cegras, Raquel Ferraz Costa ressaltou a importância do diálogo entre os municípios para o avanço das políticas públicas de saúde. “Este é um momento muito importante para a Macrorregião Norte da Bahia, em que discutimos e refletimos sobre as políticas públicas de saúde e buscamos estratégias para melhorar os serviços ofertados em toda a região, sempre pensando no fortalecimento da assistência à população”, destacou.

O secretário de Saúde de Juazeiro, Helder Coutinho, enfatizou que sediar o primeiro encontro do Cegras reafirma o compromisso do município com a construção de uma saúde regional cada vez mais integrada. “Juazeiro tem um papel estratégico na Macrorregião Norte e é fundamental fortalecer o diálogo entre os municípios para planejar ações conjuntas, compartilhar responsabilidades e ampliar o acesso da população aos serviços de saúde. A integração regional é um dos caminhos para oferecer uma assistência mais eficiente, resolutiva e humanizada”, afirmou.

Durante a reunião, foram debatidas pautas relacionadas ao planejamento regional, à governança das redes de atenção e às estratégias de integração entre os municípios, reforçando o compromisso dos gestores com a qualificação dos serviços e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) em toda a Macrorregião Norte da Bahia.

Ascom PMJ/Sesau

Quase metade dos jovens argentinos vive em vulnerabilidade social

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Quase a metade (48,9%) dos jovens da Argentina vivem em situação de vulnerabilidade social, afirma pesquisa da Universidade de Buenos Aires (UBA) divulgada nesta semana. Isso representa 4,1 milhões de pessoas.

O estudo entende como jovens em situação de vulnerabilidade quem tem entre 18 e 29 anos, com algum nível de “pobreza econômica” ou não terminou os estudos básicos, tendo concluído, no máximo, o ensino fundamental.

Dos jovens vulneráveis, 57% afirmam que o dinheiro fruto do trabalho não chega ao final do mês e apenas 24,8% continuam estudando. Ainda segundo o levantamento, dois em cada dez jovens argentinos não estudam, nem trabalham, enquanto 30% estão desempregados.

Além do desemprego, depressão e uso de álcool e outras drogas estão entre os fatores que prejudicam a juventude do país vizinho. Aproximadamente 30% reconhecem que não conseguem controlar o próprio consumo de álcool, cigarro ou outras drogas.

“Essas vulnerabilidades, no plural, portanto, se configuram de maneiras concretas no cotidiano: déficits materiais de moradia, famílias numerosas, dificuldade ou impossibilidade de fechar as contas, interrupções na educação e trabalho informal”, diz o informe.

A equipe da UBA entrevistou 1.002 jovens de 18 a 29 anos em condições de vulnerabilidade entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, resultando no informe “Jovens Vulneráveis na Argentina: Condições de Vida, Crenças e Expectativas sobre o Futuro”.

Emprego, saúde e segurança

A pesquisa da Universidade de Buenos Aires aponta que, entre os jovens que trabalham, apenas 15% têm emprego registrado, com 76% em trabalhos informais ou por conta própria.

“O emprego concentra-se em atividades pouco qualificadas e altamente informais: comércio, construção e trabalho por conta própria, como venda ambulante ou online, limpeza e cuidados com idosos”, destaca o documento.

Entre os que trabalham, a maioria (56,1%) não estuda mais. Do total da população jovem argentina, 32% não estudam, não trabalham, nem buscam trabalho.

“A taxa de emprego é maior entre os homens do que entre as mulheres, e maior na Região Metropolitana de Buenos Aires (AMBA) do que no resto do país”, diz o documento.

Além disso, a pesquisa aponta que 78% dos jovens não têm plano de saúde, dependendo exclusivamente dos serviços públicos e 40% afirmam viver em bairros “inseguros ou muito inseguros”.

Saúde mental e redes sociais 

A situação de vulnerabilidade social se reflete na saúde mental dos jovens argentinos. Mais de 70% manifestaram ter “problemas frequentes” de nervos ou ansiedade. E mais de 50% disseram sentir apatia ou depressão.

“Os sinais de sofrimento psicológico não são experiências excepcionais, mas sim parte do cotidiano, o que reforça a multidimensionalidade da vulnerabilidade”, diz o informe.

O estudo ainda levantou que 66% dos jovens se informam dos temas da atualidade, principalmente, pelas redes sociais, com destaque para Instagram (36%) e Facebook (22%), Meios tradicionais, como a TV, ficaram em terceiro colocado com 18%.

“Níveis mais elevados de escolaridade estão associados a uma maior centralidade do Instagram e a uma diversificação das fontes digitais, enquanto em níveis mais baixos de escolaridade, o Facebook e a TV continuam sendo canais relevantes”, pondera o estudo.

Agência Brasil

Família aciona o SAMU de Juazeiro para idosa e conta que foi ignorada pelo serviço: “Liguei duas vezes, não atenderam, e na terceira vez desligaram o celular”

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Uma moradora da comunidade de Altaneira, distrito de Carnaíba do Sertão, em Juazeiro, relatou ao PNB, indignada, que solicitou o serviço na madrugada desta quarta-feira (29) e não conseguiu atendimento para a mãe, uma idosa de 65 anos.

“Sou filha da paciente Maria Eugênia, que é hipertensa, diabética e tem crise renal crônica, inclusive faz hemodiálise. Ela passou mal essa madrugada, a pressão estava muito alta, em 23 X 11, vomitando bastante e com tontura. Preocupada com o quadro de saúde dela, liguei para o Samu duas vezes e não atenderam. Na terceira vez desligaram o celular. Mandei mensagem e até agora não me responderam”, disse a filha.

Ela conta que após ser ignorada pelo serviço, precisou fretar um carro para socorrer a mãe.

“Moro no interior tive que fretar um carro para trazer minha mãe para a emergência, senão poderia acontecer algo pior. Eu quero saber pra que serve a SAMU se na hora que precisamos não atendem e nem dão uma satisfação. Se minha mãe sofresse um infarto ou morresse ia ficar por isso mesmo? Minha mãe é um ser humano, precisou do socorro da SAMU e não teve. Trata-se de uma paciente que já sofreu 2 infartos 3 AVCs e faz Hemodiálise. Estou indignada e gostaria de uma explicação”, cobrou Conceição, filha da idosa.

Estamos encaminhando a reclamação para a Secretaria de Saúde de Juazeiro.

Redação PNB 

Retrocesso: Caixas eletrônicos do Banco do Brasil da Avenida da Integração, em Petrolina, serão desativados, denuncia sindicato

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Após informação de que os caixas da agência do Banco do Brasil localizada na Avenida da Integração, em Petrolina, serão desativados a partir do dia 18 de agosto, o Sindicato dos Bancários manifestou indignação contra a medida alegando que haverá prejuízos tanto para os clientes quanto os trabalhadores da instituição.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, representantes da entidade afirmam que o fechamento representa um retrocesso no atendimento à população, já que os correntistas da agência terão que buscar o BB do Centro da cidade para fazer suas transações bancárias.

O Sindicato dos Bancários também alertou para o impacto da medida sobre os bancários, prevendo que, com o encerramento dos caixas eletrônicos, poderá haver extinção de funções como a de tesoureiro e de caixas, reduzindo postos de trabalho e alterando a estrutura da unidade.

A entidade considera a decisão do banco como uma falta de respeito aos profissionais bancários e conclamou a categoria para uma mobilização.

Redação PNB