Preto no Branco

26679 POSTS 18 COMENTÁRIOS

Morre Betty Wright, ícone do soul e do R&B, aos 66 anos

0

 

A cantora norte-americana Betty Wright, de 66 anos, morreu em sua casa, em Miami, nos Estados Unidos, neste domingo (10).

A morte foi confirmada por familiares e pelo estúdio S-Curve Records, que produziu seu último álbum.

Betty Wright estava com câncer, mas a causa da morte ainda não foi divulgada.

Da Redação

Polícia descobre um laboratório de fabricação de cocaína, no Loteamento Recife, em Petrolina

0

 

 

Com informações de que um homem estava traficando drogas, no Loteamento Recife em Petrolina, policiais do 5º Batalhão da Polícia Militar montou uma operação e encontraram um laboratório de fabricação de drogas na residência do denunciado.

Na garagem havia uma prensa hidráulica, segundo informações da PM. O laboratório de cocaína funcionava na cozinha da casa, onde também foram encontrados várias balanças, 976 gramas de maconha, 2 quilos de cocaína, e outras substâncias que seriam misturadas a droga.

O suspeito, que não teve o nome revelado, e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para serem tomadas as providências necessárias.

Da Redação

Número de mortes no Brasil sobe mais do que na Europa

0

 

O crescimento do número de mortes por Covid-19 no Brasil desacelerava em um padrão parecido ao de grandes países europeus até faz cerca de 15 dias. Desde então, o ritmo de aumento do morticínio passou a diminuir bem menos do que na Europa.

O número oficial de mortes crescia a 6,5% ao dia na sexta-feira (8), no Brasil. Em dia equivalente da epidemia na Itália, crescia a 3,1%. Faz duas semanas, os ritmos dos dois países eram similares. O ritmo está em 2,5% na França. No Reino Unido, 3%. Nos EUA, 8,2%. No estado de São Paulo, 4,6%.

Não se trata da variação do número absoluto de mortes por dia, que foi de 751 na sexta-feira, por exemplo. Trata-se do aumento porcentual do número de óbitos de certo dia em relação às mortes acumuladas até a véspera.

Caso o ritmo brasileiro tivesse acompanhado o da Itália, como parecia acontecer faz 15 dias, o número total de mortes teria sido aqui cerca de 2.500 inferior ao de fato registrado até sexta-feira, de 9.897 –­é apenas um exercício aritmético.

“O resultado do Brasil é bastante preocupante, mais do que aquele observado em São Paulo. Todo o avanço obtido com a rápida adoção das políticas de distanciamento pode ser perdido caso o relaxamento das medidas se dê de forma descontrolada. Se isso acontecer, a esperada redução no número de óbitos, observada em muitos países até agora, pode acontecer mais tardiamente ou com menor intensidade no Brasil”, diz Pedro Hallal, epidemiologista e reitor da Universidade Federal de Pelotas.

Para o epidemiologista Paulo Lotufo, não há sinal de inflexão para baixo na curva de mortes do Brasil, ao contrário (descontados os casos paulistas), mas em São Paulo parece ter ocorrido essa virada, faz nove dias. Nesta conta, considerou a variação do número de casos por dia.

No entanto, a precariedade e a variância dos dados recomendem cautela, diz Lotufo, cético em relação às estatísticas da doença. Por ora, dados confiáveis seriam apenas o de total de mortes (por qualquer causa). A falta de exame detalhado dos casos fatais e o fato de o coronavírus provocar mortes de modo surpreendentemente variado dificulta a classificação das causas de óbito, diz.

Lotufo dirige o Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da USP e é professor de medicina na mesma universidade. Comentou os dados preparados pela reportagem também com base em informações de um software que analisa curvas e suas tendências.

O ritmo do aumento do número de mortes pode ter deixado de cair mais rápido no Brasil porque passou a haver mais testes dos que morreram pela doença, porque houve descontrole da epidemia ou uma combinação dos dois fatores.

Não é possível saber, por ora. Um modo de especular sobre o motivo seria verificar o aumento geral do número de óbitos e aqueles por SRAG, por exemplo. Mas o registro de um óbito qualquer pode levar até duas semanas para chegar às tabulações de cartórios e governos.

Embora acreditem que o número de mortes seja a medida por ora menos imprecisa, outros epidemiologistas consultados preferem esperar os dados das pesquisas amostrais de infecção antes de avançar análises em público. Três deles acreditam que, pelos dados dos últimos 15 dias, parece ter havido descontrole da doença, embora não em São Paulo, no Sul e no Centro-Oeste, e o efeito de um início mais explosivo da epidemia em estados de Norte e Nordeste. Faz um mês, 55% das mortes de Covid-19 ocorriam em território paulista. Agora, são 35%.

O ritmo do aumento do número de mortes por milhão de habitantes também passou a cair menos no Brasil do que em grandes países europeus, no Canadá, no Irã ou na China, o que nem sempre foi o caso do 30º até o 40º dia equivalente da epidemia.

Depois do 40º dia, na comparação de 12 países de tamanho relevante e duração equivalente da epidemia, o Brasil ficou em situação pior, afora o caso dos EUA.

Quanto ao número de mortes por milhão de habitantes em si, o Brasil, com 36, ainda tem taxa inferior à de França (309), Itália (312), Espanha (480), Canadá (99) e EUA (108), embora Lotufo, da USP, afirme que tais comparações são muito problemáticas em caso de países continentais (como Brasil, China, EUA e Rússia) -seria adequando fazer comparações de regiões desses países. Em São Paulo, o número de mortes por milhão está em 66, ainda inferior ao de países europeus de tamanho comparável (mas superior ao da Argentina).

Segundo Hallal, esse resultado brasileiro se deve ao fato de o país ter adotado de modo precoce o distanciamento social. Para o pesquisador, a situação agora se tornou mais preocupante porque “a maioria dos países começou a adotar o relaxamento das medidas quando a curva epidêmica já estava em estágio descendente, enquanto o Brasil o faz antes mesmo de os números começarem a cair”.

O número de mortes por Covid-19 é um indicador menos incerto do avanço da epidemia do que o de casos. Mas é defasado: as mortes de hoje indicam o andamento da epidemia faz pelo menos 15 dias, quando as pessoas que morreram devem ter sido contaminadas. A contagem de mortes é ainda controversa. Alguns países contam óbitos por causa de Covid-19 mesmo sem testes, por exemplo.

Há ainda subnotificação, embora se desconheça sua dimensão, no Brasil e em cada país comparado. Também não se sabe se o ritmo de subnotificações é variável (se for mais ou menos constante, não altera a medida do ritmo de crescimento).

Enfim, mesmo que o ritmo de aumento do número de mortes volte a cair mais (em porcentagem), essa queda mais tardia vai fazer com que o número absoluto de mortes seja muito mais alto. Paralelamente, o número de casos graves deve ser também mais alto, superando a capacidade de atendimento nas UTIs, o que já acontece em certas capitais.

Brasil pode ter falhado no achatamento da curva.

O número de mortes por dia foi aqui calculado como uma média de sete dias (os óbitos do dia mais aqueles dos seis dias anteriores: uma média móvel), de modo a atenuar variações causadas pela grande queda da notificação em finais de semana, por exemplo. Este tratamento dos dados, assim como o uso do número de mortes por milhão de habitantes, é também sugerido pelo “Our World in Data”, ligado à Universidade de Oxford.

A contagem de dias de epidemia foi feita a partir da quinta morte em cada país, que assim podem ser comparados em estágios (dias) equivalentes.

Folhapress

“Ela não nos representa”, mais de 500 artistas assinam manifesto contra Regina Duarte, após entrevista polêmica

0

 

Um grupo de 512 artistas, incluindo atores, cantores, apresentadores e escritores, assinou um manifesto contra a secretária especial da cultura, Regina Duarte.

A classe artística se manifestou após a entrevista polêmica que Regina concedeu à CNN, na última quinta-feira (7), onde cantou música da época da ditadura, minimizou as mortes, se negou a divulgar um comunicado sobre as mortes de artistas como Moraes Moreira, Flávio Migliaccio e Aldir Blanc, alegando que não era “obituário” e ainda abandonou a entrevista ao vivo, após a exibição de um vídeo da atriz Maitê Proença, criticando o trabalho da secretaria.

Dentre os artistas que assinaram o manifesto estão Adriana Esteves, Cauã Raymond, Malu Mader, Marieta Severo, Marisa Orth, Miguel Falabella, Paulo Betti, Renata Sorrah, Selton Mello, Caetano Veloso, Chico Buarque, Fafá de Belém, Lulu Santos, Rita Lee, Samuel Rosa, Walcyr Carrasco, Marília Gabriela, Luiz Fernando Veríssimo, Astrid Fontenelle, Fábio Porchat e Marcelo Tas.

Leia o texto na íntegra:
Somos artistas brasileiros e fazemos parte da maioria de cidadãs e cidadãos que defende a democracia e apoia a independência das instituições para fazer valer a Constituição de 1988. Fazemos parte da maioria que entende a gravidade do momento que estamos vivendo e pedimos respeito aos mortos e àqueles que lutam pela própria sobrevivência no país devastado pela pandemia e pela nefasta ineficiência do poder público. Fazemos parte da maioria de brasileiros que não tolera os crimes cometidos por qualquer governo, que repudia a corrupção e a tortura e que não deseja a volta da ditadura militar. Fazemos parte da maioria que não tolera os crimes cometidos por qualquer governo, que repudia a corrupção e a tortura e que não deseja a volta da ditadura militar. Fazemos parte da maioria que não aceita os ataques reiterados à arte, à ciência e à imprensa, e que não admite a destruição do setor cultural ou qualquer ameaça à liberdade de expressão. Como artistas, intelectuais e produtores culturais, formamos a maioria que repudia as palavras e as atitudes de Regina Duarte como Secretária de Cultura. Ela não nos representa.

Agência Brasil

Sesab anuncia convocação de médicos para atuarem no combate ao Covid-19; salário chega a R$19 mil

0

 

A Secretaria Estadual da Saúde da Bahia (Sesab), anunciou neste sábado (9), a contratação de médicos com experiência em terapia intensiva (intensivistas, anestesistas, pneumologistas, cardiologistas, cirurgiões, clínicos, ou especialidades afins) para atuarem direto na assistência (plantonistas ou diaristas) ou como coordenadores de unidades COVID. A remuneração chega a R$19 mil reais.

Quem tiver interesse deve enviar os currículos devem ser enviados pelo email medicocovid@saude.ba.gov.br

BN

 

Auxílio Emergencial: Entenda sobre os cadastros “em análise”

0

 

A aprovação ou não do cadastro do auxílio emergencial tem sido um questionamento recorrente entre os solicitantes, que permanecem com o status do cadastro “em análise”. Saiba a seguir como funciona o processo de aprovação do cadastro.

A Caixa disponibiliza o aplicativo e o site para cadastramento e acompanhamento das solicitações do auxílio. As informações coletadas por estes canais são enviadas à Dataprev para avaliação dos requisitos previstos na lei.

O banco informa que o cidadão deve aguardar o resultado da avaliação efetuada pela Dataprev, instituição do Governo Federal responsável por verificar se o trabalhador cumpre todas as exigências previstas na lei. A liberação dos recursos será efetuada após o recebimento das informações, para os cidadãos que tiverem o direito ao benefício reconhecido.

O aplicativo CAIXA I Auxílio Emergencial passa a disponibilizar a possibilidade de nova solicitação ou contestação do resultado da análise efetuada pela Dataprev, para alguns casos, conforme definido pelo Ministério da Cidadania.

 Motivos para negativa do auxílio emergencial: 

Ser menor de 18 anos;
Ser empregado com carteira assinada;
Estar recebendo Seguro Desemprego;
Aposentado ou pensionista do INSS;
Receber demais benefícios, com exceção do Bolsa Família: Benefício de Prestação Continuada (BPC); Auxílio Doença; Garantia Safra; Seguro Defeso;
Ser de família com renda mensal por pessoa mais de meio salário mínimo (R$ 522,50);
Renda familiar mensal total maior que três salários mínimos (R$ 3.135);
Ter tido rendimentos tributáveis, em 2018, acima de R$ 28.559,70, ou seja, que tenha declarado Imposto de Renda em 2019;
Cadastro como “mãe solteira” de mulher casada;
Cadastro de mais de duas pessoas da mesma família;
Limite maior que duas pessoas que recebem Bolsa Família;
CPF irregular (deve regularizar junto à Receita Federal;
CPF de pessoa falecida;
Cadastro em aplicativo ou site fraudulento, que não seja o Auxílio Emergencial I CAIXA.
Reforçando que, se o resultado da análise voltou com resultado “não aprovado”, e a pessoa discordar que está entre as opções acima, que são impeditivas para a aprovação do benefício, ela pode realizar a contestação no aplicativo ou site Auxílio Emergencial.

Além dos casos acima, alguns erros na hora de preencher os dados de cadastro podem implicar numa maior demora da verificação, ou ainda voltar com a resposta “dados inconclusivos”, quando é possível realizar nova solicitação corrigindo os dados apontados.

Outros erros de cadastro e preenchimento:  

marcação como chefe de família sem indicação de nenhum membro;
falta de inserção da informação de sexo;
inserção incorreta de dados de membro da família, tais como CPF e data de nascimento;
mais de uma pessoa realizar cadastro e houver divergência nos dados entre eles;
cadastro por mais de duas pessoas do mesmo grupo familiar;
inclusão de alguma pessoa da família com indicativo de óbito;
se regularizou ou atualizou os dados do CPF recentemente, deve aguardar pelo menos três dias para tentar novamente.
Além do aplicativo CAIXA I Auxílio Emergencial, o status do processo de análise do cadastro pode ser consultado no portal da Dataprev.

 Como funciona a análise dos dados 

Para garantir que os recursos da União cheguem à população a quem é devida, o processo de cruzamento de dados é realizado de acordo com sistemas antifraudes e da segurança da informação, e conta com o apoio da Controladoria-Geral da União.

O principal sistema de gestão da Dataprev utilizado para realizar o cruzamento de dados é o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) – responsável por mais de 33 bilhões de registros. O CNIS é uma plataforma social e funciona como ecossistema de dados, sistemas e processos. Conta com informações do Ministério da Cidadania e do Ministério da Economia e secretarias especiais de Previdência e Trabalho; da Receita Federal; do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS); entre outras.

Depois dos cruzamentos de várias bases de dados, o processo de elegibilidade dos cidadãos para o Auxílio Emergencial conta com mais dois pontos de checagem: a homologação do conjunto de requerimentos pelo Ministério da Cidadania, que verifica as informações e referenda ou não os registros; e ao final, a conferência realizada pelas instituições bancárias antes de proceder o pagamento.

Agência Brasil

Sobradinho: Mutirão de Combate ao aedes aegypti recolhe cerca de 12 caçambas de lixo das ruas da cidade

0

Durante essa semana, a Prefeitura de Sobradinho, através das Secretarias de Saúde e de Infraestrutura e Serviços Públicos está realizando um mutirão de coleta de resíduos das ruas, com objetivo de prevenir a proliferação do mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

A ação, iniciada na última segunda-feira (4), já recolheu das ruas e terrenos baldios, cerca de 12 caçambas de lixo.

“O trabalho do mutirão é extremamente necessário, principalmente nesse momento de pandemia do Coronavírus, uma vez que devemos nos prevenir a fim de não sobrecarregar a rede de saúde do município. É preciso comprometimento de todas as partes, seja no combate a Covid 19, ou da dengue, zika e chikungunya. Precisamos que a população continue cooperando com o mutirão que atenderá a todos os bairros e espaços da cidade”, esclareceu a Secretária de Saúde Maysa Sanjuan.

Ao todo 30 trabalhadores participam da ação, que já percorreu as ruas da São Francisco, e as quadras S5, S19, S21, N24, N22, N18, N16 e N14 da Vila São Joaquim. Nessa quinta-feira (7), o mutirão alcançou as ruas da quadra N12 e da Portelinha.

Os moradores das quadras devem realizar a limpeza dos quintais e colocar o material descartado nas calçadas, para que seja recolhido.

A Secretária de Saúde alerta a população para a necessidade de cuidados com a limpeza das residências.

“Fiquem em alerta, verifiquem se não existem recipientes acumulando e mantendo água parada nos quintais. Vamos cooperar e trabalhar em conjunto para prevenir a ocorrência de um grande número de casos de dengue no município”, concluiu a Maysa.

Ascom PMS

Curaçá: exemplo em transparência em saúde pública

1

Usando toda transparência, testando com eficiência e com o controle da situação, Curaçá vem seguindo todas as normas recomendadas pela OMS e Ministério da Saúde, exercendo de forma rigorosa todos os protocolos determinados e alertando a população para os perigos da Covid-19.

Um dos primeiros municípios da região a determinar o uso obrigatório de máscaras e o toque de recolher em áreas de grande circulação, na sede, Curaçá registrou até esta quinta-feira (7) 24 casos de Covid-19, Com 8 casos já curados.

De acordo com o secretário de saúde do município, Dr. Adriano Araújo, as razões do números de casos é justificável, se comparado com protocolos adotados por outros municípios: “Curaçá está testando todos os casos de síndrome gripal, independente da condição de gravidade do paciente, dando números reais e isolando quem precisa ser isolado. Muitos municípios só estão testando casos sintomáticos, com maior gravidade, o que pode resultar em sub notificações da doença” explicou.

De acordo com o secretário, “Esse tipo de protocolo pode até assustar, porque revela a situação real, mas nos permite isolar quem está com o vírus, mesmo assintomático, evitando o contato desse paciente com outras pessoas e permitindo administrar com segurança o quadro que vai se estabelecendo”, externou.

De acordo com a Secretaria de Saúde de Curaçá, uma prova desse acerto na condução dos trabalhos pode ser constatado com os dados: dos 24 pacientes que contraíram o coronavírus, 8 já estão curados e até sábado mais 3 devem deixar a quarentena, subindo para 11 o número de casos imunizados. Outra notícia a ser comemorada: todos os pacientes identificados vem recebendo acompanhamento constante e nenhum deles evoluiu para quadro de gravidade. Não há registro de óbito e até esta quinta-feira (7) nenhum paciente em estágio que necessite de internação hospitalar.

Desde o início da pandemia, a gestão em Curaçá tomou todas as medidas preventivas, providenciando as adaptações necessárias nos serviços ofertados e determinou outras providencias emergenciais.
Medidas preventivas e técnicas adotadas:

– Decretos emergenciais
– Barreiras Sanitárias e de Bloqueios
– Vigilantes nas Ruas para intensificação da redução das aglomerações
– Uso de Máscara Obrigatório e distribuição gratuita em sede e distritos de máscaras artesanais.
– Equipe de Monitoramento Domiciliar
– Atendimento de Domingo a Domingo no Centro de Saúde em regime de plantão das 08h ás 20h
– Contratação de Profissionais de Saúde, para incrementar do quadro no enfrentamento do COVID-19
– Aquisição de Testes Rápidos
– Aquisição de EPIs para todos os Profissionais de Saúde
– Aquisição de Equipamentos, Adaptação do Hospital Municipal para Atendermos os Fluxos de COVID-19 com ampliação de leitos, e Emergência Urgência.
– Canalização de Oxigênio e Ar Comprimido.
– Disponibilidade de Ambulância de Grande porte para Assistência COVID
– Toque de Recolher no centro da cidade nas mediações de maiores aglomerações.
– Desinfecção das Ruas da Sede e Distritos mais populosos.
– Desinfecção Diária dos estabelecimentos de aglomerações diária como bancos, Casa lotéricas, Unidade de Saúde e Hospital.
– Panfletagem e Inspeção da Vigilância Sanitária em todos os comércios da Sede e Interior.
Mesmo consciente de que todos os cuidados estão sendo tomados para minimizar o avanço da doença e que a situação está sob controle, o prefeito Pedro Oliveira continua reforçando junto à população o apelo para a necessidade de isolamento social: “Queremos tranquilizar todos. Tudo está sob controle, mas não haverá sucesso pleno sem o apoio da população. Esse é um momento de todos somarem, quem ama Curaçá precisa deixar os palanques para o tempo certo, porque agora é hora de união e de salvar vidas”, externou.

 

Ascom PMC

 

 

Sobradinho: Através do Programa do Leite, prefeitura garante o alimento para mais de 600 famílias

0

A Prefeitura de Sobradinho, através da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, realizou entre os dias 30 de abril e 5 de maio, na sede do CRAS, a entrega do leite para os beneficiários do Programa do Leite

Considerado o maior programa social do município de Sobradinho, o Programa do Leite foi criado pela gestão municipal e tem como objetivo doar leite as crianças (com idade entre 6 meses a 3 anos de idade) e idosos oriundos de famílias de baixa renda, cadastrados nos programas assistenciais do município.

O Programa do Leite distribui dois quilos de leite, equivalente a 10 pacotes de 250 gramas, por pessoa cadastrada beneficiando mais de 600 famílias. São cerca de 90 famílias atendidas pelo programa municipal, em 26 localidades da zona rural do município.

No ato de entrega, considerando o período de pandemia do COVID-19, foram respeitadas as regras de distanciamento social, e as equipes da assistência disponibilizaram máscaras, álcool em gel, pias com sabão e aproveitaram para repassar orientações sobre a prevenção a Covid 19 e dengue.

“Esse leite ajuda e muito a manter meus dois filhos pequenos, principalmente neste período em que as coisas ficaram difíceis pra todo mundo. Agradeço ao prefeito Luiz Vicente por vir realizando este importante trabalho de cuidar das nossas crianças. A continuação deste programa é muito importante, pois garante a muitas famílias que precisam, o alimento para seu filho.” declarou a dona de casa Maria Eduarda dos Santos

Segundo a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, Fernanda de Cássia, a gestão municipal procurou manter no programa as crianças que completaram 3 anos nos meses de março e abril (idade limite) e que estariam fora da faixa de beneficiário.

“ Foi uma decisão do prefeito Luiz Vicente Berti que, sensibilizado com a situação de algumas famílias que ficariam sem receber o beneficio por via de regra da idade da criança, resolveu estender o tempo de assistência, mantendo no programa mais de 50 famílias. Esta foi uma importante decisão de manter essas crianças assistidas, pois estamos enfrentando um período bastante delicado e este leite vem para ajudar muitas famílias que realmente precisam desta assistência.” disse a secretária.

Ascom PMS