Preto no Branco

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Busca por ‘tchutchuca’ mais que dobra na internet após bate-boca de Guedes

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A busca pelo termo ‘tchutchuca’, da música do Bonde do Tigrão, cresceu nas plataformas de streaming depois da sessão conturbada de quarta (3) na CCJ da Câmara dos Deputados, quando o parlamentar Zeca Dirceu (PT-PR) afirmou que o ministro Paulo Guedes é “tigrão” com uns e “tchutchuca” com outros.

No Deezer, a execução da música cresceu 235% de quarta para quinta.

No YouTube, a procura aumentou 100% nas horas seguintes à sessão. Assuntos relacionados como deputado, Paulo Guedes e ‘mãe’ (decorrente da resposta de Guedes) registraram interesse repentino.

“Tchutchuca é a mãe, tchutchuca é a avó!”, foi a resposta do ministro quando o deputado o ofendeu.

São Paulo e Rio de Janeiro foram os locais com maior procura pelo termo no YouTube.

O Spotify não forneceu números.

Tchu Tchuca foi lançada pelo grupo Bonde do Tigrão em 2001.

O bate-boca fez com que o presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), encerrasse a audiência pública. O petista afirmou que Guedes é “tigrão com aposentados e professores; e tchutchuca com a turma mais privilegiada do país”.

Folhapress

Sistema de iluminação do Parque Fluvial de Juazeiro começa a funcionar e recebe aprovação da população

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Após a conclusão de várias etapas da obra de construção do Parque Fluvial de Juazeiro, o equipamento recebeu agora a etapa de iluminação, que está sendo executada em ritmo acelerado e começou a funcionar em parte do Parque na área da Orla II e vem recebendo total aprovação da população.

De acordo com a equipe de engenharia da Secretaria de Obras e Desenvolvimento Urbano (SEDUR) responsável pela fiscalização da obra, cerca de 65% da iluminação do Parque já está executada, “das 180 luminárias em LED previstas para promover a iluminação do Parque Fluvial, já foram instalados 106, sendo 56 refletores de LED com potência de 200w nos postes da parte superior da orla, direcionados para o Parque e 50 refletores de LED 150w em parte da extensão do paredão, tudo isso na área da Orla II”, explica o engenheiro civil da SEDUR, Lucas Souza.

O engenheiro destaca ainda que toda a extensão do Parque já recebeu a instalação de eletrodutos, refletores e para concluir a etapa de iluminação estão pendentes apenas a instalação do cabeamento da orla antiga e das luminárias. “Tudo ocorrendo dentro do cronograma elaborado. A previsão é concluir até o início de maio o segundo trecho”, acrescenta o engenheiro Lucas Souza.

A estudante Veridiana Ramos estava no Parque realizando sua caminhada diária e elogiou o trabalho da gestão municipal. “A Prefeitura está de parabéns por investir na recuperação de toda essa área onde está hoje o Parque Fluvial, agora com a iluminação está um show. Com certeza quando toda a extensão do parque estiver iluminada Juazeiro vai passar a ter um novo Cartão Postal, se isso aqui já era bonito só por ser margem do Rio São Francisco, imagine com toda uma estrutura de paisagismo, equipamentos para a prática esportiva, lazer e iluminação, vai ser um espetáculo”, declarou a estudante.

Para o funcionário público, Washington Oliveira, que tem a orla juazeirense como o melhor espaço da cidade para espairecer no final do dia, a obra do Parque Fluvial vai marcar a história da orla fluvial em Juazeiro. “Hoje fui surpreendido ao chegar aqui na Orla II e me deparar com tudo iluminado, ficou muito bom, agora podemos usufruir da nossa orla no período noturno com mais segurança, apreciar as noites de lua, passear com a família e até mesmo fazer atividades física”, destacou Oliveira.

De acordo com o titular da SEDUR, Hemerson Guimarães, do montante de R$ 3,5 milhões orçados para custear a obra, R$ 510 mil estão sendo destinados para a iluminação. “A iluminação pública é essencial à qualidade de vida nos centros urbanos, pois permite que a população desfrute, plenamente, do espaço público no período noturno, além de promover uma melhor imagem da cidade, favorecendo o turismo, o comércio, ampliando a cultura do uso eficiente e racional da energia elétrica, contribuindo para o desenvolvimento social e econômico da população. Levando em consideração todos esses benefícios, projetamos para o Parque Fluvial uma iluminação moderna em Led e a população aprovou”, finalizou Hemerson Guimarães.

Parque Fluvial – A obra do Parque Fluvial é uma iniciativa da Prefeitura de Juazeiro, através da SEDUR, fruto de uma parceria do Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA) do Ministério do Meio Ambiente e do Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal. A intervenção tem como objetivo promover a revitalização física e paisagística de toda a área considerada como degradada da orla fluvial, no trecho entre o muro da Marinha e o início do bairro Angari, uma extensão de aproximadamente 3,5 Km.

Até o momento já foram executadas a implantação de academias da saúde, parques infantis, Pista de Skate, 98% da extensão da pista de Cooper, ciclovia em toda a extensão do parque, recuperação do campo de esportes, das quadras poliesportivas e de areia, implantação de novas escadarias de acesso e rampa de acessibilidade, implantação do piso em intertravado e pintura do teto na área do Terminal hidroviário. As barracas que ficavam próximas à Marinha, já foram retiradas da margem do rio por questões ambientais e serão ordenadas e padronizadas na área da calçada que será ampliada. Atualmente está em execução a iluminação e ainda serão construídos o terminal hidroviário, os quiosques padronizados e área dos caiaques.

Por Gardennia Garibalde/SEDUR

Operação “Fauna Livre”resgata mais de 180 pássaros silvestres em Senhor do Bonfim

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Neste sábado (6), durante a Operação Fauna Livre, em Senhor do Bonfim, equipes da Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa) e do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) resgataram 182 aves mantidas de forma irregular.

Dez estabelecimentos foram abordados nos distritos de Cercadinho e Populares. Em três deles, as equipes encontraram pássaros das espécies Papa Capim, Coleiras, Trinca Ferro, Azulão, Xexeu, Canário da Terra, Pássaro Preto, Sofrê, Caboclinho, Cardeal e Azulão de Chiqueiro.

Todos os animais foram apreendidos e levados para a Unidade Regional do Inema, em Senhor do Bonfim. As equipes continuarão as fiscalizações e apreensões pelo interior da Bahia com o objetivo de combater o tráfico de animais e crimes ambientais.

Os oficiais já tinham libertado 81 pássaros silvestres na cidade de Pindobaçu, também no Norte Baiano.

Da Redação

Após 3 meses, Bolsonaro tem a pior avaliação entre presidentes de 1º mandato

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Envolto em contínua crise política e sem assistir a uma melhora na economia, Jair Bolsonaro (PSL) registra a pior avaliação após três meses de governo entre os presidentes eleitos para um primeiro mandato desde a redemocratização de 1985.

Mas 59%, segundo o Datafolha, ainda acreditam que ele fará uma gestão ótima ou boa. O presidente completa cem dias de mandato na próxima quarta-feira (10).

Segundo o instituto, 30% dos brasileiros consideram o governo de Bolsonaro ruim ou péssimo, índice semelhante ao daqueles que consideram ótimo ou bom (32%) ou regular (33%). Não souberam opinar 4% dos entrevistados.

Envolto em contínua crise política e sem assistir a uma melhora na economia, Jair Bolsonaro (PSL) registra a pior avaliação após três meses de governo entre os presidentes eleitos para um primeiro mandato desde a redemocratização de 1985.

Mas 59%, segundo o Datafolha, ainda acreditam que ele fará uma gestão ótima ou boa. O presidente completa cem dias de mandato na próxima quarta-feira (10).

Segundo o instituto, 30% dos brasileiros consideram o governo de Bolsonaro ruim ou péssimo, índice semelhante ao daqueles que consideram ótimo ou bom (32%) ou regular (33%). Não souberam opinar 4% dos entrevistados.

Antecessores de Bolsonaro nas mesmas condições tiveram melhor desempenho. Fernando Collor (então no PRN) era reprovado por 19% em 1990, enquanto Fernando Henrique Cardoso (PSDB) marcava 16% de índices ruim ou péssimo em 1995.

Os petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, alvos frequentes de críticas do atual presidente, eram mal avaliados apenas por 10% e 7% da população ao fim dos primeiros três meses do governo.

Na série histórica, Dilma é quem teve numericamente a melhor avaliação a esta altura do mandato, com 47% de ótimo/bom em 2011.

Não se comparam aqui os primeiros trimestres de presidentes reeleitos, pois suas imagens já passaram pela exposição de todo um governo além dos três meses: Lula se mantinha com uma rejeição confortável (14%), FHC amargava 36% e Dilma já começava a viver o inferno político que a derrubaria do cargo em 2016, com 60% de ruim e péssimo.

Os vices que assumiram desde a redemocratização também não são comparáveis —a aferição de Michel Temer (MDB) não foi feita, enquanto Itamar Franco tinha 11% de ruim/péssimo nesse intervalo.

Antes da posse, 65% esperavam que Bolsonaro fizesse um governo ótimo ou bom, 17%, regular, e 12%, ruim ou péssimo.

Os índices já eram os piores entre os presidentes eleitos para primeiro mandato desde a redemocratização.

Agora, a expectativa é positiva para 59%, mediana para 16% e negativa para 23%.

Nesses primeiros meses, Bolsonaro viveu diversos episódios de desgaste político: a investigação sobre milícias envolvendo o gabinete de seu filho Flávio na Assembleia do Rio, as candidaturas de laranjas de seu partido, os entrechoques entre militares e a ala do governo sob influência do escritor Olavo de Carvalho, a crise no MEC, a troca de farpas com o Congresso e a dificuldade no encaminhamento da reforma da Previdência.

A economia segue em ritmo lento, e a taxa de desemprego subiu em relação ao trimestre passado —está em 12,4%.

Assim, para 61% dos ouvidos, Bolsonaro fez menos do que se esperava no exercício do cargo. Já 13% consideram que ele fez mais, enquanto 22% avaliam que ele fez o que era esperado. Entre os descontentes, a predominam pessoas mais pobres e menos escolarizadas.

A aprovação de Bolsonaro é maior entre os homens (38%) do que entre as mulheres (28%).

O comportamento do presidente, que se envolveu em polêmicas como a divulgação de um vídeo pornográfico para criticar o que seriam abusos nas ruas durante o Carnaval, é avaliado como correto por 27% dos ouvidos.

Já outros 27% acham que Bolsonaro na maioria das vezes se posiciona de forma adequada, mas às vezes não. No lado negativo, 20% pensam que na maioria das vezes o presidente é inadequado, e 23% dizem que ele nunca se comporta como o cargo exige.

Há sinais de alerta para o bolsonarismo em dois grupos que apoiaram consistentemente o então candidato durante a campanha de 2018.

Os que ganham mais de 10 salários mínimos e os que têm curso superior registram numericamente também a maior rejeição ao governo até aqui: 37% e 35%, respectivamente, avaliam a gestão como ruim ou péssima.

Esses grupos também registram a maior aprovação, 41% (empatada tecnicamente com os 43% dos que ganham de 5 a 10 salários mínimos) e 36% de ótimo/bom (empatada tecnicamente com os 33% de quem tem ensino médio), indicando assim uma polarização entre o eleitor mais elitizado.

Os mais pobres (até 2 salários mínimos) são os menos contentes, com 26% de ótimo e bom.

Já o eleitorado evangélico (34% da população) segue mais entusiasmado com o presidente, que é católico, mas foi batizado por um pastor e é fortemente associado ao setor. Acham o governo até aqui ótimo ou bom 42% desse segmento, índice que cai a 27% entre católicos (50% dos brasileiros).

Brancos são os que mais aprovam Bolsonaro (39%), enquanto pretos e pardos são os que mais desaprovam (29% para cada um dois grupos).

Ainda não há uma reversão na divisão geográfica do apoio ao presidente. O Sul, sua principal fortaleza em 2018, deu a maior aprovação a ele neste levantamento: 39% (empatado com os 38% do Centro-Oeste/Norte), contra 22% de desaprovação.

O Nordeste é a região que mais rejeita o governo, com 39% de ruim/péssimo e 24% de ótimo/bom. Também lá existe a menor expectativa positiva: 50%.

Folhapress

Artigo de Luis Inácio Lula da Silva: Por que têm tanto medo de Lula livre?

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(FILES) This file photo taken on August 29, 2015 shows Brazilian former president (2003-2011) Luiz Inacio Lula Da Silva participating in the 12th Congress of the Brazilian Workers Union (CUT) in Belo Horizonte, Brazil, on August 28, 2015. Brazil police search home on March 4, 2016 of ex-president Lula da Silva in corruption probe. / AFP / DOUGLAS MAGNO

 

“Faz um ano que estou preso injustamente, acusado e condenado por um crime que nunca existiu. Cada dia que passei aqui fez aumentar minha indignação, mas mantenho a fé num julgamento justo em que a verdade vai prevalecer. Posso dormir com a consciência tranquila de minha inocência. Duvido que tenham sono leve os que me condenaram numa farsa judicial.

O que mais me angustia, no entanto, é o que se passa com o Brasil e o sofrimento do nosso povo. Para me impor um juízo de exceção, romperam os limites da lei e da Constituição, fragilizando a democracia. Os direitos do povo e da cidadania vêm sendo revogados, enquanto impõem o arrocho dos salários, a precarização do emprego e a alta do custo de vida. Entregam a soberania nacional, nossas riquezas, nossas empresas e até o nosso território para satisfazer interesses estrangeiros.

Hoje está claro que a minha condenação foi parte de um movimento político a partir da reeleição da presidenta Dilma Rousseff, em 2014. Derrotada nas urnas pela quarta vez consecutiva, a oposição escolheu o caminho do golpe para voltar ao poder, retomando o vício autoritário das classes dominantes brasileiras.

O golpe do impeachment sem crime de responsabilidade foi contra o modelo de desenvolvimento com inclusão social que o país vinha construindo desde 2003. Em 12 anos, criamos 20 milhões de empregos, tiramos 32 milhões de pessoas da miséria, multiplicamos o PIB por cinco. Abrimos a universidade para milhões de excluídos. Vencemos a fome.

Aquele modelo era e é intolerável para uma camada privilegiada e preconceituosa da sociedade. Feriu poderosos interesses econômicos fora do país. Enquanto o pré-sal despertou a cobiça das petrolíferas estrangeiras, empresas brasileiras passaram a disputar mercados com exportadores tradicionais de outros países.

O impeachment veio para trazer de volta o neoliberalismo, em versão ainda mais radical. Para tanto, sabotaram os esforços do governo Dilma para enfrentar a crise econômica e corrigir seus próprios erros. Afundaram o país num colapso fiscal e numa recessão que ainda perdura. Prometeram que bastava tirar o PT do governo que os problemas do país acabariam.

O povo logo percebeu que havia sido enganado. O desemprego aumentou, os programas sociais foram esvaziados, escolas e hospitais perderam verbas. Uma política suicida implantada pela Petrobras tornou o preço do gás de cozinha proibitivo para os pobres e levou à paralisação dos caminhoneiros. Querem acabar com a aposentadoria dos idosos e dos trabalhadores rurais.

Nas caravanas pelo país, vi nos olhos de nossa gente a esperança e o desejo de retomar aquele modelo que começou a corrigir as desigualdades e deu oportunidades a quem nunca as teve. Já no início de 2018 as pesquisas apontavam que eu venceria as eleições em primeiro turno.

Era preciso impedir minha candidatura a qualquer custo. A Lava Jato, que foi pano de fundo no golpe do impeachment, atropelou prazos e prerrogativas da defesa para me condenar antes das eleições. Haviam grampeado ilegalmente minhas conversas, os telefones de meus advogados e até a presidenta da República. Fui alvo de uma condução coercitiva ilegal, verdadeiro sequestro. Vasculharam minha casa, reviraram meu colchão, tomaram celulares e até tablets de meus netos.

Nada encontraram para me incriminar: nem conversas de bandidos, nem malas de dinheiro, nem contas no exterior. Mesmo assim fui condenado em prazo recorde, por Sergio Moro e pelo TRF-4, por “atos indeterminados” sem que achassem qualquer conexão entre o apartamento que nunca foi meu e supostos desvios da Petrobras. O Supremo negou-me um justo pedido de habeas corpus, sob pressão da mídia, do mercado e até das Forças Armadas, como confirmou recentemente Jair Bolsonaro, o maior beneficiário daquela perseguição.

Minha candidatura foi proibida contrariando a lei eleitoral, a jurisprudência e uma determinação do Comitê de Direitos Humanos da ONU para garantir os meus direitos políticos. E, mesmo assim, nosso candidato Fernando Haddad teve expressivas votações e só foi derrotado pela indústria de mentiras de Bolsonaro nas redes sociais, financiada por caixa 2 até com dinheiro estrangeiro, segundo a imprensa.

Os mais renomados juristas do Brasil e de outros países consideram absurda minha condenação e apontam a parcialidade de Sergio Moro, confirmada na prática quando aceitou ser ministro da Justiça do presidente que ele ajudou a eleger com minha condenação. Tudo o que quero é que apontem uma prova sequer contra mim.

Por que têm tanto medo de Lula livre, se já alcançaram o objetivo que era impedir minha eleição, se não há nada que sustente essa prisão? Na verdade, o que eles temem é a organização do povo que se identifica com nosso projeto de país. Temem ter de reconhecer as arbitrariedades que cometeram para eleger um presidente incapaz e que nos enche de vergonha.

Eles sabem que minha libertação é parte importante da retomada da democracia no Brasil. Mas são incapazes de conviver com o processo democrático”.

Luiz Inácio Lula da Silva

Ex-presidente da República (2003-2010)

Publicado na edição deste domingo (7) da Folha de S. Paulo

Emoção e pedidos por Justiça marcam a cerimônia de transferência dos restos mortais de Beatriz Mota, para Memorial, em Petrolina (PE)

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Uma cerimônia carregada de emoção e mais pedidos por Justiça. Três anos e quatro meses do assassinato de Beatriz Angélica, os restos mortais da menina, que foi sepultada no cemitério de Lagoa da Pedra, localidade onde morava com sua família,  foram exumados, e, em seguida, foi realizado um novo sepultamento, no Memorial Saf, em Petrolina.

Na tarde deste sábado (6), a família e amigos de Beatriz Mota acompanharam o ato de sepultamento, que foi precedido de uma fala do pai de Beatriz, Sandro Romilton, cobrando respostas dos órgãos de segurança. Ele também falou da dor dilacerante que se abateu sobre sua família com a morte brutal da criança.

“Petrolina tem se tornado uma cidade muito violenta e nós vamos lutar, não só pelo caso de Beatriz, mas por todos as outras mazelas que estão acontecendo na nossa cidade. Nós estamos de pé, mais do que nunca. Nada vai nos parar, uma vitória receberemos, se assim Deus nos permitir”, ressaltou.

Sandro ressaltou que a filha foi morta em Petrolina e disse que a transferência ocorreu para que a família e os amigos ficassem mais próximos à Beatriz.

“Beatriz foi sepultada em um cemitério da família, mas eu e Lúcia nunca tivemos coragem de ir até lá. Quando fomos sondados sobre esta transferência, avaliamos que seria importante, que seria justo, pois assim as pessoas que se sensibilizaram com essa tragédia que vitimou Beatriz terão a oportunidade de vir aqui fazer as suas preces e celebrar a sua memória”, declarou Sandro.

Lucinha Mota, a mãe de Beatriz, permaneceu calada durante a cerimônia e bastante emocionada, abraçou a urna com os restos mortais da filha, em um gesto de despedida. O jazigo, localizado na sombra da “Árvore da vida”, planta da espécie Angélica, tem lugar de destaque no campo da saudade, onde foram colocados alguns objetos pessoais da menina.

O crime

Beatriz Angélica foi assassinada em 10 de dezembro de 2015, com 42 facadas durante a festa de formatura de sua irmã mais velha, no Colégio Maria Auxiliadora. A última imagem que a polícia tem de Beatriz foi registrada às 21h59 do dia 10 de dezembro de 2015, quando ela se afasta da mãe e vai até o bebedouro do colégio. Após perceberem o sumiço da criança, os pais desesperados começaram a procurá-la, até que minutos depois, o corpo da menina foi encontrado atrás de um armário, dentro de uma sala de material esportivo.
As investigações já passaram por quatro delegados, mas até agora nenhuma resposta. O crime continua impune. Apenas uma prisão foi decretada. A de Alisson Henrique, ex-prestador de serviço do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, acusado de ter apagado as imagens das câmaras de segurança que poderiam ter identificado o assassino de Beatriz. Alysson está foragido.
Da Redação

Juazeiro: Polícias Militar e Civil estão a procura de Edvânia Pereira, acusada de ser uma das mandantes do assassinato da professora Élida

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Dois dias após o Ministério Público da Bahia denunciar a jovem Edvânia Pereira de Morais, como uma das mandantes do assassinato da professora Élida Márcia Oliveira Nascimento Souza, de 32 anos, ocorrido no último dia 20 de fevereiro, em Juazeiro, a Justiça decretou a Prisão Preventiva da acusada.

O Mandado de prisão foi expedido ontem (4), e Edvânia Pereira já é considerada uma foragida da Justiça. Segundo informações obtidas pelo PNB, ontem mesmo a polícia foi ate a casa da acusada e também de alguns parentes, mas ela não foi encontrada.

 

 

 

Edvânia, que teve um relacionamento com o marido da professora, é filha de Edvan Constantino de Moraes, que está preso também acusado de ser o mandante do assassinato. Também está preso em Juazeiro, Railton Mendes da Silva, que confessou dirigir a motocicleta utilizada no momento do crime.

Élida era professora e foi executada com tiros na cabeça dentro do carro em que estava com o marido, Lázaro César Santana e a filha de 2 anos, quando saía de casa a caminho do trabalho.

Segundo as investigações da Polícia Civil, a acusada não se conformava com o fim do relacionamento com Lázaro  e teria planejado a morte de Élida. Testemunhas relataram que ela tinha comportamento agressivo e perseguia o ex-namorado, além de ter ameaçado a professora de morte.

As Polícias Militar e Civil estão em diligências para prender Edvânia e também o outro foragido, Maicon Neves dos Santos, acusado de ter efetuado os disparos que mataram Élida.

A polícia pede a colaboração da comunidade para capturar os dois acusados. Quem souber alguma informação pode entrar em contato com o Ligue Denúncia: (74) 88456528, ou para o 190, Central da PM.

Da Redação  

 

Da Redação

Morre aos 82 anos o médico Dr Alac, um dos pioneiros da medicina em Juazeiro e Petrolina

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Faleceu na manhã desta sexta-feira (5), aos 82 anos, em Juazeiro, o médico Antônio Leovigildo Araújo Costa, mais conhecido como Dr. Alac, ex diretor do antigo Hospital Semec, e uma das referências da medicina na região.

O médico morreu em casa, vítima de um câncer de próstata. Ele deixa esposa, três filhos e 6 netos.

Dr Alac nasceu no município de Casa Nova, mas desde adolescente veio morar em Juazeiro, onde iniciou os estudos secundários e após formar-se em medicina, na capital baiana, o médico veio trabalhar em Juazeiro. Um dos pioneiros na ginecologia e obstetrícia da região, pelas mãos de Dr Alac nasceram centenas de juazeirenses.

Um cidadão atuante, que através de entidades e clubes de serviços dos quais participava, prestou um relevante serviço a região do São Francisco.

O velório de Dr Alac, está acontecendo em sua residência, na Avenida Antônio Carlos Magalhães, e o sepultamento está marcado para às 16 horas no cemitério central de Juazeiro.

O PNB lamenta a morte de Dr Alac e se solidariza com sua família meste momento de luto.

Da Redação

Sobradinho: CRAS realiza encontro com gestantes para falar sobre autismo

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Para despertar a atenção da sociedade e conscientiza-la sobre o autismo, a Prefeitura de Sobradinho, através da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social – SEADS, por meio do CRAS, realizou na manhã desta quarta-feira (3) um encontro com as gestantes para falar sobre o transtorno e os cuidados especiais direcionados à criança autista.

O psicólogo André Lopes Maturano Barbosa falou sobre os desafios na aprendizagem para o autista na primeira infância e esclareceu sobre sinais, sintomas, diagnóstico, interação social e inclusão.

“O autismo ainda é pouco compreendido. Por isso, é importante realizar este trabalho de esclarecimento com as gestantes para que elas possam identificar, logo de inicio, qualquer alteração no comportamento da criança e proceder da forma adequada. Deste modo é preciso romper barreiras e preconceitos, o mais importante é entender as limitações dos autistas para poder impulsionar suas potencialidades. Proporcionar um acompanhamento acolhedor no dia-a-dia é um bom caminho para a inclusão”,explicou o psicólogo.

A mamãe de primeira viagem, Juliana Andrade de Souza, comentou sobre o evento.

“Eu gostei de participar da palestra, pois me tirou muitas dúvidas. Conheço uma pessoa que tem um filho autista e ela me incentivou a vir a esta palestra para que eu conhecesse melhor sobre o assunto. Além das coisas que aprendi a mais importante foi ver a pessoa autista sem preconceitos,” declarou Juliana.

A coordenadora do CRAS, Vanderlea Reis, falou sobre a importância do encontro.

“O principal objetivo deste evento é ampliar os conhecimentos de como identificar e compreender o comportamento da criança, desde os primeiros anos até o seu desenvolvimento integral. Ensinar as mães como lidar com a criança autista, além de melhorar a relação com o filho, ajuda no desenvolvimento infantil. Portanto ações como essas são muito positivas e contribuem para anular os preconceitos. Precisamos nos dedicar à construção de uma sociedade verdadeiramente inclusiva para todos”, Concluiu a coordenadora.