Preto no Branco

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“Quinto dos Infernos”, por Fabrício Carpinejar

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Não são acidentes, não são fatalidades, não são casualidades. Há um grande abandono destruindo a cultura brasileira, dizimando as provas de quem somos e de onde viemos.

É um atentado político, uma forma de cortar despesas.

Em dezembro de 2015, o nosso idioma já havia se calado com a devastação das brasas do Museu da Língua Portuguesa, na região central de São Paulo.

No domingo (2/9), foi a vez da nossa história desaparecer nas chamas. Um incêndio destruiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do RJ. Perdeu-se completamente a instituição que completou 200 anos e serviu de residência a um rei e dois imperadores. Só o prédio em si era lendário.

As nuvens que cobriram o Rio de Janeiro eram cinzas de ossos (inclusive do primeiro esqueleto encontrado no país), dinossauros, múmias, esculturas, objetos indígenas, documentos históricos, a maior coleção egípcia da América Latina.

Meteoritos, na forma de vapores plúmbeos, cruzaram as paisagens do Corcovado, Pão de Açúcar e Maracanã. Riscaram o nosso passado do mapa. Como um eclipse forjado.

Para quem viu fogos de artifício na Baía de Guanabara ao final do ano, agora testemunhava fogos-fátuos decretando o fim de vários séculos.

Pedaços de todos nós, tecidos de nossas emoções fundadoras, para sempre desmontados, para sempre esfacelados, pairando no ar.

Papéis e fósseis raros subiram ao céu, cremados religiosamente pela negligência.

Estudantes e pesquisadores não terão mais acesso a 20 milhões de itens. Dez mil visitantes mensais encontrarão apenas ruínas no São Cristóvão. Lacunas ocuparão a nossa memória, como se estivéssemos experimentando um Alzheimer coletivo.

Talvez o país esteja mostrando a sua vocação para a extinção. Assim como queimamos impunemente grande parte da Floresta Amazônica.

Ou alguém acredita que os museus no Brasil estão se matando? Seriam os primeiros casos no mundo de prédios suicidas.

Carentes, desassistidos, solitários, um vai seguindo o exemplo do outro e se ateando fogo? Diante da falta de reforma, diante das fachadas caindo, diante dos aniversários com as alas fechadas, os museus brasileiros vão tirando a sua vida pouco a pouco, até que não sobre nenhuma prova de nossa barbárie? Alguém acredita?

Fabrício Carpinejar, jornalista, poeta, cronista 

Jacobina: população consumiu água contaminada por mineradora, aponta MP-BA

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Os recursos hídricos da cidade de Jacobina, localizada no Piemonte da Chapada Diamantina, no centro-norte da Bahia, podem ter sido contaminados por metais pesados por causa das atividades desempenhadas pela maior empresa de mineração do estado, a Jacobina Mineração e Comércio Ltda., controlada pela multinacional canadense Yamana Gold Inc.

Alvo do Ministério Público Estadual (MP-BA) desde a década de 90, a empresa conta ao seu favor com a morosidade da Justiça. As atividades minerárias na Cidade do Ouro provocaram cinco ações civis públicas movidas pela Promotoria de Justiça Especializada em Meio Ambiente de âmbito regional com sede no município. As ações foram impetradas em 2017, 2016, 2015, 2011, e no início de 1990. A Jacobina Mineração responde também a ações no âmbito da Justiça do Trabalho, uma delas intentada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

Em entrevista ao BNews, o promotor Pablo Almeida, que conduz um inquérito civil público instaurado no ano passado, lamenta a lentidão do Poder Judiciário. O procedimento investiga a contaminação de recursos hídricos e do solo após supostos vazamentos de efluentes da JMC– Yamana. “Uma das ações tramita há mais de duas décadas e ainda não foi julgada no primeiro grau de jurisdição, seja acolhendo ou refutando os fatos trazidos pelo MP-BA. A demora na prestação jurisdicional não se compatibiliza com o princípio constitucional da duração razoável dos processos. E, os conflitos ambientais acabam se protraindo no tempo, sem uma certificação definitiva”.

Ao site, o promotor recorda que a empresa iniciou suas atividades antes da vigência das leis ambientais atuais e da Constituição Federal de 1988, considerada um marco para o Direito Ambiental no país. “À época, não era exigida a realização de estudos ambientais como como o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (Rima), por exemplo. Por causa disso, muitos impactos ambientais evitáveis acabaram ocorrendo, não foram previstas medidas mitigatórias suficientes e não são previstas medidas compensatórias compatíveis com o porte da atividade. A Yamana Gold, ao adquirir a empresa, assume a responsabilidade por este passivo ambiental e diversos problemas ambientais da década de 1980 que ainda subsistem na atualidade, como a não recuperação da mina a céu aberto de João Belo, desativada desde 1982”, explica.

No inquérito, é apontado que até o Ministério Público Federal (MPF) já entrou em ação ao fiscalizar a empresa 10 vezes em oito anos. “Uma média de fiscalização a cada 292 dias. O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) informou que não fazia relatórios das inspeções na planta, o que mais se assemelha a uma visita de cortesia do que a uma inspeção, mesmo porque a Administração Pública, repita-se, se orienta pelo princípio da oficialidade. Não bastasse tudo isso, o próprio DNPM informa que a empresa descumpriu notificações e cumpriu outras intempestivamente”, descreve Almeida no documento.

Para reportagem, o promotor afirma que o mais grave entre os diversos problemas ambientais, ainda existentes na atualidade, é a “contribuição da JMC– Yamana para a agravamento dos padrões ambientais dos recursos hídricos da localidade”, que está localizada em região castigada pela seca e vê seus mananciais de água, utilizados inclusive para consumo humano, prejudicados pela atividade de mineração de ouro. A JMC– Yamana é licenciada pelo Instituto Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), avaliado pelo MP-BA como “extremamente falho” em suas fiscalizações.

Após provocação do MP-BA, o Inema elaborou um relatório técnico depois de colher 21 amostras de água, 12 amostras de sedimentos, duas amostras de efluentes, e três de solo. O material colhido entre os dias 19 e 21 de abril do ano passado, na Fazenda Itapicuru, Povoado de Itapicuru e também no Povoado de Canavieiras, foi analisado pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (CEPED).

Segundo o relatório do Inema, das 21 amostras de águas coletadas, “14 revelaram desconformidades, sendo que na maior parte das vezes uma amostra apresentava mais de uma inconformidade”, ou seja, “66,666% das amostras de águas revelaram contaminação, desconformidade com os padrões da resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) ou elementos químicos em concentrações elevadas. Repita-se, 2/3 das amostras de águas foram identificadas com problemas sérios, sendo que em três delas fora identificado cianeto” em diversas concentrações.

Sobre as amostras de sedimentos, o relatório indica que dos 12 sedimentos analisados, 6 “apresentaram violação do parâmetro mercúrio, sendo que em alguns casos em níveis preocupantes”, qualificados como PEL (probable effect level), que corresponde à concentração do contaminante a partir do qual há probabilidade real de efeitos tóxicos em organismos aquáticos. Foi constatado também “a presença de cianeto em oito das 12 amostras colhidas”, além disso, em alguns locais “foram encontrados peixes mortos”.

O promotor também recorda de uma denúncia feita no dia 17 de abril de 2017, quando três moradores compareceram à sede da promotoria e relataram a mortandade de diversos animais na região do Itapicuru, desde o dia 13 de abril daquele ano. Ao MP-BA, o grupo contou que identificou um vazamento em uma tubulação da empresa, fato negado pela mineradora.

Na época, o promotor recomendou medidas emergenciais à mineradora, à Empresa Baiana de Águas e Saneamento S.A (Embasa), ao Inema e à prefeitura. Durante inspeções, o MP-BA verificou a existência de outros vazamentos e também de paliativos adotados pela empresa. “Após o vazamento, não se procedeu a substituição do segmento da tubulação, apenas se remendou o furo, com a utilização de técnica bastante questionável”, detalha Almeida.

Ainda investigando a denúncia recebida por moradores do município, o promotor conta no inquérito que o vazamento transportou efluente líquido ao Rio Itapicuruzinho. “Ou seja, comprovado que um primeiro vazamento ocorreu, pelo menos, desde o dia 13 de abril de 2017, o qual não fora comunicado pela empresa a qualquer órgão ou autoridade pública. Ademais, restou provado conserto recente, sendo, portanto, que a empresa tinha conhecimento do ocorrido e não comunicou a órgão públicos, nem às pessoas do entorno, que consomem e fornecem a seus animais água do rio afetado”. E ressalta: “não se trata de fato inédito, já que no último derramamento de cianeto identificado pelos órgãos públicos, a empresa ocultou o acidente por alguns dias, colocando todos em risco”.

De acordo com o promotor, os locais onde ocorreram os vazamentos “são importantíssimos para o abastecimento humano pela Embasa em Jacobina. As barragens que abastecem a sede de Jacobina, com água da Embasa, são preenchidas com os rios que passam pela planta industrial e de exploração” da mineradora.

Também é preocupante, segundo o MP-BA, a proximidade entre as Bacias de Rejeito da JMC– Yamana e a Barragem do Itapicuruzinho, cuja distância entre elas é de 1 Km.  “A barragem de rejeitos não é capaz de fornecer adequada proteção ao lençol freático (água subterrânea) que alimenta a bacia hidrográfica do Rio Itapicuru”, detalha. Ainda de acordo com o inquérito, ao lado desta foi barragem foi construída uma nova. O promotor afirma que “não obstante a antiga barragem não estar mais sendo utilizada para depósito de novos rejeitos, os resíduos lá colocados por década continuam em contato com o meio ambiente, porque inexistente impermeabilização no local, isso tudo a poucos metros dos rios e da Barragem do Itapicuruzinho”, que abastecem a cidade.

No inquérito, o promotor classifica o sistema de segurança contra acidentes da mineradora como “frágil”. Ele ainda lembra o vazamento ocorrido em maio de 2008. “Já houve contaminação do Reservatório da Embasa, que fornece água para toda a população de Jacobina e o que é pior, a empresa JMC – Yamana ocultou tal fato das autoridades públicas por alguns dias. O fato somente veio a público após a denúncia de um radialista. Durante alguns dias toda a população de Jacobina bebeu água com cianeto e a empresa, absurdamente, somente noticiou os fatos às autoridades públicas após se certificar que a perícia seria dificultada pelo tempo decorrido”.

O promotor reforça no inquérito que a impermeabilização natural utilizada pela Jacobina Mineração “não propicia adequada impermeabilização do solo, conforme exigências mundialmente aceitas”. Acrescenta ainda que os “efluentes líquidos lançados pela Mina João Belo contaminam o manancial (Rio do Almoço), provocando a turbidez da água e o assoreamento do seu leito, bem como da barragem da Embasa, que abastece toda cidade de Jacobina”.

No procedimento de investigação, são relatados quatro episódios “de comprovados lançamentos de efluentes industriais na natureza, inclusive com sedimentos”. Um deles ocorrido em 21 de março de 2007, outros em 04 de abril de 2008 e em maio de 2008, e mais um no dia 21 de julho de 2009, durante inspeção do MP. “Ressaltamos que no passado a empresa lançava água de mina sem nenhum tratamento no Rio Canavieira, sob a ponte de acesso à mina de Canavieiras. Os impactos mais relevantes aos recursos hídricos referem-se aos assoreamento, lançamento de efluentes líquidos de garimpo e mineração e resíduos sólidos”. A situação torna-se alarmante quando o promotor destaca que a Embasa informou que “realizou tratamento padrão da água, sem a complexidade necessária para eliminar alguns elementos químicos e metais identificados nas análises referidas neste despacho”.

Ao site, o promotor afirmou que uma questão ainda não foi esclarecida de maneira satisfatória em relação às barragens de rejeitos 1 e 2. “A empresa promoveu a conexão dos dois drenos de fundo, dessas duas barragens. Estudo da própria empresa falava que com o fechamento da barragem 1 se esperava a redução significativa da drenagem do dreno de fundo. Todavia, segundo dados da auditoria o volume da drenagem aumentou. No mais, tanto o Inema, quanto a Agência Nacional de Mineração, quanto a empresa, solicitaram mais prazo para apresentação de informações e documentos, o MP concedeu prazos para tanto. Os prazos se encerram no final de setembro e outubro”.

Ao MP, de acordo com o inquérito, a JMC– Yamana justificou que “continuarão pendentes” respostas e resultados até a realização de programas hidrológico e hidrogeoquímico. “Ou seja, realiza e implementa um plano de fechamento na ausência de dados científicos concretos. Indaga-se, ademais, quando estes estudos irão ser realizados, em 2022? 2050? 2080? Nem mesmo a empresa informa quando estes estudos iriam ser realizados”, aponta o promotor.

O inquérito civil ainda está em tramitação.

Outro lado

Procurada pelo BNews, a assessoria da Jacobina Mineração e Comércio reafirmou “que não houve vazamentos de efluentes industriais em abril de 2017 e que a operação não impactou negativamente a qualidade da água na região”.

Sobre as ações civis, a mineradora afirma que “está convencida de que estudos técnicos e imparciais vão concluir que a empresa vem adotando as melhores práticas ambientais, que têm sido continuamente aperfeiçoadas, visando ao desenvolvimento da atividade de mineração de forma ambientalmente sustentável”.

Acrescenta também que “atua de acordo com suas licenças ambientais, estando, também, em conformidade com certificações internacionais, como ISO 14001 (Sistemas de Gestão Ambiental) e Código Internacional de Cianeto, que atestam a excelência em sua gestão socioambiental”. Por fim, salienta que “continuará participando das discussões sobre o assunto e permanece sempre aberta ao diálogo construtivo com os órgãos competentes e com a comunidade jacobinense”.

Leia a nota na íntegra:

“Em relação à investigação iniciada pelo Ministério Público do Estado da Bahia, a Jacobina Mineração e Comércio reafirma que não houve vazamentos de efluentes industriais em abril de 2017 e que a operação não impactou negativamente a qualidade da água na região. Estamos comprometidos em operar de acordo com os mais altos padrões ambientais e continuamos a ser transparentes com todas as partes interessadas sobre impactos potenciais e reais como resultado de nossas operações.

Em relação aos eventos em questão, as autoridades competentes certificaram que a tubulação em que o vazamento foi encontrado continha apenas água doce (bruta), ou seja, água como encontrada na natureza, que possui propriedades absolutamente compatíveis com as características e níveis geológicos de metais típicos da região.

A análise técnica realizada pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), logo após o evento, concluiu que não há relação de causa e efeito entre a não conformidade dos parâmetros encontrados na água e o processo industrial da Jacobina Mineração e Comércio. Por isso, a empresa repudia a alegação de que as atividades desenvolvidas contribuem negativamente para a qualidade da água na região.

A Jacobina Mineração e Comércio está convencida de que estudos técnicos e imparciais vão concluir que a empresa vem adotando as melhores práticas ambientais, que têm sido continuamente aperfeiçoadas, visando ao desenvolvimento da atividade de mineração de forma ambientalmente sustentável.

A Jacobina Mineração e Comércio também reafirma que atua de acordo com suas licenças ambientais, estando, também, em conformidade com certificações internacionais, como ISO 14001 (Sistemas de Gestão Ambiental) e Código Internacional de Cianeto, que atestam a excelência em sua gestão socioambiental. A empresa continuará participando das discussões sobre o assunto e permanece sempre aberta ao diálogo construtivo com os órgãos competentes e com a comunidade Jacobinense.”

Audiência pública
Na manhã do próximo dia 19, será discutido em uma audiência pública os impactos ambientais das atividades da mineradora. Na oportunidade, estarão reunidos os órgãos públicos, a JMC– Yamana e mebros da sociedade civil.

Segundo o promotor, 22 instituições já se habilitaram para manifestação oral. “Após essa fase de análise de documentos, audiência pública, e também após inspeção na empresa, o MP-BA analisará as medidas cabíveis, se a propositura de ações, se a assinatura de Termos de Ajustamento de Conduta, caso haja concordância da empresa”.

O evento acontecerá no Colégio Gilberto Dias de Miranda, conhecido como COMUJA, situado à Rua Antônio Manoel A. de Mesquita, no bairro Félix Tomaz.

Bocão News

SESP informa problemas na rede telefônica

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A Secretaria de Serviços Públicos (SESP) de Juazeiro comunica aos seus usuários que o número (74) 3612 5411 está temporariamente indisponível. A secretaria já abriu o chamado com a empresa responsável para realização do conserto na linha telefônica.

As reclamações podem ser realizadas presencialmente na SESP, no endereço Quadra H, nº 14, Distrito Industrial do São Francisco.

Ascom/PMJ

Cerveja acaba e começa quebra-quebra no “Venha Tomar no Fusca’, em Senhor do Bonfim

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Não terminou bem o evento “Venha Tomar no Fusca”, ocorrido em Senhor do Bonfim, neste domingo (3). O público tomou prejuízo, pois a cerveja em áreas privilegiadas, terminou antes mesmo do encerramento do último show da noite, provocando uma revolta geral.

A festa de camisa da JS Produções, com os cantores Gusttavo Lima, Márcia Felipe, Devinho Novaes e a banda Harmonia do Samba, terminou em briga e confusão.

De acordo com um vídeo que está circulando nas redes sociais, foi um quebra-quebra. Algumas pessoas chegaram a derrubar o balcão onde a bebida estava sendo distribuída e o show de Devinho Novaes, último da noite, foi encerrado antes do horário previsto.

Nas redes sociais, o cantor Devinho Novaes, contou que a produção da festa pediu para ele encerrar o show mais cedo, assim que o público começou a atirar garrafas no artista.

“O contratante comprou pouca cerveja para o povo, a cerveja acabou e ele mandou a gente parar. Ele disse pra gente cantar só três musicas e ir embora. Eu disse a ele que não. Eu disse ‘o senhor vai falar com o povo que eu tô saindo da festa porque a a cerveja acabou. A culpa é do senhor, não é minha.’ Não foi culpa nossa, foi do contratante. Não pude completar meu show”, desabafou Devinho, agradecendo ao público que esperou para ver seu show.

Veja o vídeo:

A JS ainda não se pronunciou sobre o episódio.

Veja Vídeo que mostra o momento em que alguns participantes promovem destroem o quebra- quebra:

 

Da Redação

 

A queda de um balão pode ser sido a causa do incêndio no Museu Nacional, RJ

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A queda de um balão no teto do Museu Nacional pode ter sido a causa inicial das chamas no prédio, localizado na Quinta da Boa Vista, região Norte do Rio de Janeiro.

A suspeita foi divulgada na coluna de Mônica Bergamo, Folha de São Paulo, pelo ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão.

O incêndio, de grandes proporções, foi controlado por volta das 3h da manhã e deixou um rastro de destruição. Grande parte do acervo do museu foi consumido pelo fogo.

O Museu completou 200 anos, neste ano de 2018.

A prática de soltar balões, mesmo sendo um crime previsto nos códigos penal e ambiental, ainda é comum em algumas regiões do Brasil.

Da Redação

Ministro determina retirada do ar de propagandas do PT

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Nesta segunda-feira (3), o ministro Luiz Felipe Salomão concedeu a primeira liminar determinando a retirada do ar de uma das propagandas do PT por insistir na candidatura presidencial de Lula. A ação foi impetrada pelo Partido Novo. A informação é do blog BR18, do Estadão.

“Ante o exposto, defiro a liminar para determinar que os representados – Coligação O Povo Feliz de Novo e Fernando Haddad – suspendam a veiculação da propaganda eleitoral impugnada nesta representação e que apresenta Lula como candidato a presidente da República”, decidiu.

BN

Às vésperas das eleições, Palocci entrega provas de delação premiada

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A delação premiada do ex-ministro Antônio Palocci, firmada pela Polícia Federal e homologada em junho pelo desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), vai ganhar novos capítulos neste mês de setembro, véspera das eleições.

De acordo com Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo, o acordo entrou na fase de produção de provas e documentação. Com isso, a Justiça passará a definir a pena e benefícios para o delator.

A delação firmada pelo ex-ministro deve lançar luz sobre casos ocorridos nos governos de Lula e Dilma Rousseff.

Prefeitura de Sobradinho realiza 1ª Reunião Itinerante de Combate ao Racismo Institucional

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A Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social realizou nesta sexta feira (31) na Câmara de Vereadores, a Primeira Reunião Itinerante de Combate ao Racismo Institucional.

Tendo como tema “Valorização da Pessoa Negra”, aconteceram apresentações culturais, palestras, recitação de poesias, debates e um desfile com pessoas dos diversos segmentos de Sobradinho.

O Secretário de Assistência e Desenvolvimento Social, Jaílson da Silva Sousa, falou da satisfação de sediar o encontro que proporcionou uma reflexão sobre racismo e despertou para a necessidade de se fazer um enfrentamento, com a participação de todos os setores da sociedade.

“Para nós, que fazemos a ação social aqui em Sobradinho, é um enorme prazer sediar esse encontro. Estamos iniciando uma caminhada contra o racismo institucional em todo o Sertão do São Francisco e tem grande importância iniciar esse debate em nossa cidade. Racismo é crime e deve ser banido das instituições e de todos os segmentos da sociedade. A gestão municipal deu total incentivo para que esse momento pudesse acontecer e valeu muito a pena ver nosso município inserido nesta pauta,” disse o secretário.

O Chefe de gabinete Luiz Nery, que representou o Prefeito Luiz Vicente Berti, afirmou que a gestão municipal abraça a causa e reafirmou o compromisso com a garantia de direitos.

“Independente da nossa cor ou religião, precisamos ter respeito ao próximo. Esse encontro regional nos traz a memória a importância de vivenciarmos o respeito e a igualdade. Em nome do Prefeito Luiz Vicente Berti, parabenizamos a todos por este momento de enfrentamento a desigualdade racial. Sobradinho se junta a essa luta, contra essa chaga da sociedade, que se chama racismo. Nossa gestão reitera o compromisso com as políticas públicas de inclusão social para todos e todas,” falou Luiz Nery.

O evento contou com a participação do Presidente da Câmara, Vereador Jarques Canturil, da  representante do Candomblé, Maria Gorete Mendes, do representante da Tribo Truká, Rafael Truká, do pastor Ronaldo Bitencourt, representando a Primeira Igreja Batista, de representantes da Rede de Combate ao Racismo de Sobradinho, Juazeiro, Sento Sé, e UNEGRO, União de Negros e Negras pela Igualdade e Luana Rodrigues, representando a rede de Combate ao Racismo do Território do São Francisco.

Ascom PMS 

Estudantes da Univasf e profissionais de saúde organizam ação de combate à violência contra a mulher

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A Campanha de Combate à Violencia contra a Mulher organizada pela Residencia de Medicina de Família e Comunidade e pela turma XXVII de Medicina da UNIVASF, com o apoio dos profissionais de Saúde da AME Bernardino Campos Coelho, do bairro Vila Eduardo, chama a atenção para o acolhimento das denúncias.

Na atividade, Agentes Comunitárias de Saúde, Médicos e estudantes dos cursos de Medicina e Enfermagem saíram pelas ruas do bairro conversando com moradores e comerciantes e distribuindo materiais informativos sobre os instrumentos e locais de acolhimento e apoio a mulheres em situação de Violência no nosso município.

“Infelizmente, ainda há um desconhecimento por parte da população sobre as possibilidades de apoio ofertadas a mulheres que sofrem violência doméstica em Petrolina. Muitas delas não sabem que podem ser acolhidas pelos médicos e enfermeiros das suas Unidades de Saúde, tampouco sabem da existência de espaços como o CEAM (Centro Especializado de Atendimento à Mulher) que conta com advogadas, psicólogas e assistentes sociais preparadas para dar assistência gratuita e especializada nesses tipos de situação.”, ressalta Wandson Padilha, preceptor da residência de Medicina de Família e Comunidade da UNIVASF.

“Esse desconhecimento faz com que muitas ainda sofram sozinhas e tenham ainda mais dificuldade de sair das situações de machismo, violência e opressão a que são submetidas.”, completa.

Mulheres que desejem esse apoio, devem se dirigir às Unidades de Saúde da Família/AME’s de seus bairros, ou procurar diretamente o CEAM (localizado ao lado do SESI e do SENAC) através do telefone: (87)3867-3516, onde contarão com apoio jurídico, psicológico e social especializado.

Para denunciar o agressor, a mulher deve ligar 180 ou procurar a Delegacia da Mulher, localizada atrás do Banco do Brasil, no centro. Podendo também entrar em contato pelo telefone (87)3862-0028.

Ascom-Aristotele Cardona Junior