Preto no Branco

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12 partidos na Bahia têm menos de 30% de candidaturas femininas

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Dos 33 partidos com diretórios ou comissões na Bahia, 12 deles não atingiram a cota de 30% de candidaturas femininas nestas eleições. De acordo com a legislação, “do número de vagas resultante das regras previstas neste artigo, cada partido ou coligação preencherá o mínimo de 30% (trinta por cento) e o máximo de 70% (setenta por cento) para candidaturas de cada sexo.”

Como a maioria dos partidos deve coligar, é provável que a cota seja cumprida, embora a Justiça Eleitoral recomende que as siglas respeitem o limite mínimo para que as mulheres tenham mais voz.

Dentre esses partidos, estão o Democratas, que tem 26,15% de mulheres em um total de 65 candidaturas. O Avante, do deputado estadual Pastor Sargento Isidório, tem 29,41%, e o PPS, apenas 10%.

Confira a lista completa:

Partido      Gênero     Quantitativo    Porcentagem (%)

AVANTE    Feminino        5                        29,41
AVANTE    Masculino       12                    70,59

DEM    Feminino            17                          26,15
DEM    Masculino            48                       73,85

PCO    Feminino                 2                           25
PCO    Masculino               6                           75

PMN    Feminino              3                           27,27
PMN    Masculino             8                          72,73

PP    Feminino                 7                           29,17
PP    Masculino               17                          70,83

PPS    Feminino               1                                 10
PPS    Masculino              9                                 90

PR    Feminino                  2                              18,18
PR    Masculino                9                               81,82

PRTB    Feminino            7                                 25
PRTB    Masculino           21                               75

PSL    Feminino               3                                8,33
PSL    Masculino             33                              91,67

PTC    Feminino               26                             27,96
PTC    Masculino              67                            72,04

REDE    Feminino                9                             24,32
REDE    Masculino              28                             75,68

SOLIDARIEDADE    Feminino    9                          25
SOLIDARIEDADE    Masculino    27                       75

BN

Lei de Proteção de Dados trará impactos a pessoas, empresas e governos

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A Lei Geral de Proteção de Dados (13.709) foi sancionada nesta semana pelo presidente Michel Temer. A norma traz regras sobre a coleta e o tratamento de informações de pessoas por empresas e órgãos do poder público. A norma, que ainda terá um período de transição de 18 meses antes de entrar em vigor, terá impactos nas atividades cotidianas de usuários, empresas e órgãos da administração pública.

A lei trará consequências especialmente no mundo online, uma vez que os usuários têm registros e atividades coletados e tratados diariamente não somente por plataformas (como Facebook ou Google) mas por uma série de outras empresas sem que eles saibam. Mas também valerá no mundo offline, como no pedido de CPF para compras em farmácias ou na hora de entrar em um prédio residencial ou comercial.

Segundo a norma, dados pessoais são informações que podem identificar alguém. Não se trata, portanto, apenas do nome. Mas um endereço ou até mesmo empego podem ser considerados como tal se permitirem identificar alguém quando cruzados com outros registros.

Dentro do conceito, foi criada uma categoria chamada de “dado sensível”, informações sobre origem racial ou étnica, convicções religiosas, opiniões políticas, saúde ou vida sexual. Registros como esses passam a ter nível maior de proteção, para evitar formas de discriminação. Esse tipo de característica não poderá ser considerado, por exemplo, para direcionamento de anúncios publicitários sem que haja um consentimento específico e destacado do titular. Já registros médicos não poderão ser comercializados.

Mas quem fica sujeito à lei? Todas as atividades realizadas ou pessoas que estão no Brasil. A norma valerá para coletas operadas em outro país desde que estejam relacionadas a bens ou serviços ofertados a brasileiros. Se um site de cursos online, por exemplo, comercializa aulas em português ou voltada a brasileiros, deverá cumprir as exigências da norma.

Finalidade específica e consentimento
Uma empresa não poderá coletar dados para fazer o que quiser com eles, mas deverá informar a finalidade. Um site que solicite dados de idade em um cadastro sem que isso tenha a ver com o serviço prestado pode ser questionado. A coleta só poderá ocorrer em situações específicas, sendo a principal delas mediante a obtenção de autorização do titular (o chamado consentimento). A tendência, portanto, é que os usuários passem a ser perguntados mais frenquentemente se dão sua permissão. Neste momento, será importante ler o motivo da coleta para identificar se os dados solicitados têm relação com a finalidade da atividade.

Ao aceitar repassar seus dados, como ao concordar com termos e condições de um aplicativo, as empresas passam a ter o direito de tratar os dados (respeitada a finalidade específica), desde que em conformidade com a lei. Entretanto, as empresas passarão a ter uma série de obrigações, como a garantia da segurança dessas informações e a notificação do titular em caso de um incidente de segurança. Para citar um exemplo, quando o Facebook tomou conhecimento que os dados 87 milhões de pessoas (entre elas brasileiros) haviam sido entregues à empresa de marketing digital Cambridge Analytica, ele não avisou aos usuários afetados.

“Antes, se uma empresa coletasse dados pessoais de clientes, não aplicasse nenhum tipo de segurança sobre esses os dados e depois sofresse algum ataque, dificilmente a empresa sofreria algum tipo de punição. Agora, a empresa terá que comprovar que tem uma estrutura de segurança preparada para assegurar a proteção dos dados e poderá receber multas caso não cumpra as regras”, explica Jeferson Propheta, diretor-geral da McAfee no Brasil, empresa que comercializa programas antivírus.

A norma permite a reutilização dos dados por empresas ou órgãos públicos, em caso de “legítimo interesse” desses. Estabelece, no entanto, que esse reúso só pode ocorrer em uma situação concreta, em serviços que beneficiem o titular e com dados “estritamente necessários”, respeitando os direitos dele. Um desafio da lei será exatamente a avaliação das situações específicas nas quais uma empresa alegue o “legítimo interesse” e se o reúso respeita as exigências.

Direitos
De outro lado, o titular ganhou uma série de direitos. Ele poderá, por exemplo, solicitar os dados que a empresa tem sobre ele, a quem foram repassados (em situações como a de reutilização por “legítimo interesse”) e para qual finalidade. Caso os registros estejam incorretos, poderá cobrar a correção. Em determinados casos, o titular terá o direito de se opor a um tratamento. A lei também permitirá a revisão de decisões automatizadas tomadas com base no tratamento de dados (como as notas de crédito ou perfis de consumo).

“O usuário de mídias sociais poderá solicitar a qualquer momento o acesso aos dados pessoais mantidos pelas plataformas. Além disso, terá o direito de solicitar a uma empresa que elaborou o seu score financeiro o acesso aos dados pessoais que justificaram a determinação do seu perfil (ainda que automatizada), inclusive para solicitar a correção de qualquer dado incorreto ou inexato”, exemplifica a advogada especializada em direito digital Vanessa Lerner.

O titular terá ainda direito à portabilidade de suas informações, assim como ocorre com número de telefone. A autoridade regulatória, se criada, deve definir no futuro como isso será feito. Mas a possibilidade de levar os dados consigo é importante para que uma pessoa possa trocar de aplicativo sem perder seus contatos, fotos ou publicações.

Crianças de até 12 anos ganharam garantias específicas na lei. A coleta fica sujeita a uma série de restrições, deve ser informada de maneira acessível para esse público e será condicionada à autorização de pelo menos um dos pais.

Negócios
Ao estabelecer garantias e responsabilidades para as empresas, a lei vai ter impacto importante nos negócios realizados no Brasil e com parceiras estrangeiras. A primeira mudança é que, com sua aprovação, o país passa a atender a exigências de outros países e regiões, como a União Europeia. Sem isso, as empresas nativas poderiam ter dificuldades para fechar negócios.

Na avaliação do gerente executivo de Política Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), João Emílio Gonçalves, as empresas terão que adotar uma série de medidas para se adequar à nova legislação quando entrar em vigor. Para além da garantia da segurança dos dados, terão que eleger um “encarregado de proteção de dados”, que terá a função de receber reclamações, comunicações, orientar funcionários da empresa, entre outras atribuições.

A maior preocupação dele será com as pequenas e médias empresas. Em alguns casos, a adequação à lei  poderá exigir revisão de processos. “De modo geral, as empresas que atuam no mercado internacional ou que realizam transferências internacionais de dados estão mais preparadas para lidar com a nova lei, pois já vinham se adaptando aos regulamentos de outros países, como os da União Europeia. O maior desafio será para as empresas menores e aquelas mais restritas ao mercado local”, alerta.

Autoridade regulatória
A normatização e fiscalização ficariam a cargo do que o texto aprovado no Senado chamou de Autoridade Nacional de Proteção de Dados. Contudo, os artigos que tratavam da criação da agência foram vetados pelo presidente Michel Temer, com a justificativa de que o Congresso não poderia aprovar um novo órgão. O governo informou que deve enviar um projeto de lei ao Congresso prevendo a implantação da autoridade.

Para o pesquisador da Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilância, Tecnologia e Sociedade (Lavits) Bruno Bioni, a existência da autoridade é fundamental para que ela possa aplicar os princípios previstos na lei aos casos concretos. “A lei não faz menção a uma tecnologia em específico. Por isso, será necessária a figura da autoridade para traduzir esses direitos de acordo com desafios que novas tecnologias vão colocar. Se falamos hoje em Big Data [coleta massiva de dados] e inteligência artificial, daqui a pouco falaremos de computação quântica”, argumenta.

Para João Emílio Gonçalves, da CNI, a autoridade é importante desde já, e não apenas quando a lei entrar em vigor. “A criação da autoridade é fundamental. Sua função vai muito além da fiscalização e repressão. Na verdade, a agência será importante desde já, pois contribuirá para orientar as empresas e os cidadãos sobre obrigações e direitos previstos no novo regulamento”, destaca.

Agência Brasil

Dos 27,4 mil registros de candidaturas, 8,4 mil são de mulheres

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As candidaturas femininas nas eleições de outubro chegam a 30,7%, o equivalente a 8.435, do total de 27.485 pedidos de registros encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Centro-Oeste é a região com maior percentual 31,14%, depois o Sudeste (31,02%), Sul (30,84%), Nordeste (30,30%) e Norte (29,75%).

Pela legislação, 30% é o percentual mínimo de candidaturas do sexo feminino por partido. Em 2014, as mulheres representavam 8,1 mil, ou 31,1% das candidaturas. Apesar da baixa evolução, analistas políticos consideram positivo o percentual registrado e observam mudanças na forma como as eleitoras devem escolher seus candidatos.

De acordo com os dados da Justiça Eleitoral, a maioria das candidatas se declara branca (51,7%) e parda (33,4%). A maior parte tem entre 45 e 49 anos e nível superior completo. A quantidade de casadas e solteiras é praticamente igual: 40%.

Pelos dados, 61,7% das candidaturas são para vagas de deputadas estaduais, enquanto 30% para federais. Há apenas duas candidatas à Presidência da República – Marina Silva (Rede) e Vera Lúcia (PSTU) – e 29 para governos dos estados.

Pouca mudança 
O cientista político Valdir Pucci disse à Agência Brasil que não houve mudança significativa no número de candidaturas em comparação com as últimas eleições gerais de 2014.

Porém, Pucci acredita que desta vez a aposta dos partidos políticos é que o eleitorado feminino vai preferir votar em mulheres. Nas disputas a vagas para deputados federais, estaduais e distritais, houve a preocupação do cumprimento da cota mínima dos 30% de candidaturas femininas exigidas por lei.

“Já na eleição majoritária [de governadores, senadores e presidente da República] em que cada voto é importante e maioria do eleitorado é feminino, os partidos já perceberam que o eleitorado feminino tem uma força muito grande e que a mulher começa a se identificar com o seu gênero na hora de votar, por isso no caso dos presidenciáveis, grandes partidos têm mulheres na vaga de vice na chapa”, ressaltou.

Para o cientista político, as mulheres também podem simbolizar o sentimento de renovação na política. “A mulher não é identificada pelo eleitor como política tradicional, corrupta, ela é muito mais vista como sinal de renovação”, avaliou.

Causas
Para o cientista político da Universidade de Brasília Lúcio Rennó, as mulheres conquistam mais visibilidade pois estão organizadas e atuantes na defesa de várias causas, como o combate a relacionamentos abusivos e o feminicídio.

Rennó elogiou a obrigatoriedade do respeito à cota dos 30% do Fundo Eleitoral às campanhas de mulheres. Segundo ele, é um diferencial e uma conquista, pois mostra como a Justiça Eleitoral está atenta às mudanças nos anseios da sociedade.

Uma das maiores críticas à resolução que beneficia as mulheres, no entanto, é que a norma não definiu regras para a distribuição desta cota entre as candidatas. Este ano, o fundo distribuirá às siglas R$ 1,7 bilhão, permitindo que o partido concentre recursos em poucas candidaturas, deixando a maioria sem financiamento.

Pela resolução, caberá aos partidos estabelecer os critérios de distribuição do montante entre seus candidatos, levando em consideração a cota reservada às mulheres. O partido que não destinar o percentual definido para a campanha de uma mulher pode não ter as contas anuais aprovadas. A rejeição implica ainda na devolução do dinheiro declarado irregularmente, acrescido de multa de até 20%.

Sobre uma possível percepção de maior protagonismo das mulheres nessas eleições Pucci acredita que os candidatos entenderam que além de serem maioria entre os eleitores brasileiros, as mulheres reforçam o movimento por renovação na forma de fazer política. “A mulher não é identificada pelo eleitor como política tradicional, corrupta, ela é muito mais vista como sinal de renovação”, avaliou o especialista.

Para o cientista político da Universidade de Brasília, Lúcio Rennó,  as mulheres estão tendo mais visibilidade por estarem cada vez mais organizadas e atuantes na defesa de várias causas como, por exemplo, nas que combatem relacionamentos abusivos e o feminicídio.  Embora reconheça que a medida não deva ter uma influência grande nos resultados das urnas, o professor avalia que a resolução do TSE, de maio deste ano, que obrigou os partidos a repassar, pelo menos, 30% do Fundo Eleitoral às campanhas de mulheres é um grande diferencial e a uma grande conquista. Segundo ele, a regra mostra como a Justiça Eleitoral está atenta às mudanças nos anseios da sociedade.

Uma das maiores críticas à resolução que beneficia as mulheres no entanto, é que a norma não definiu regras para a distribuição desta cota entre as candidatas. Este ano, o fundo distribuirá às siglas R$ 1,7 bilhão. Dessa forma, um partido pode concentrar os recursos em poucas candidaturas, deixando a maioria sem financiamento.Pela resolução , caberá aos partidos estabelecer os critérios de distribuição do montante entre seus candidatos, levando em consideração a cota reservada às mulheres. O partido que não destinar o percentual definido para a campanha de uma mulher pode nçao ter as contas anuais aprovadas. A rejeição implica ainda nadevolução do dinheiro declarado irregularmente, acrescido de multa de até 20%.

Agência Brasil

Foi Fake News: Quadro de saúde do ex-prefeito de Petrolina, Geraldo Coelho, é estável

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Uma falsa notícia circulou ontem(18) nas redes sociais sobre o engenheiro, ex-prefeito e ex-deputado petrolinense Geraldo Coelho, 92 anos.

O boato de que Dr Geraldo havia falecido se espalhou e na manhã deste domingo (19) a família se manifestou sobre o estado de saúde do idoso, que está internado em um hospital da cidade vizinha, com um problema respiratório.

O quadro de saúde é estável e ele vem respondendo bem ao tratamento , segundo a família. Ainda não previsão de alta.

Da Redação

Jorge Aragão passa por procedimento cardíaco no Rio de Janeiro

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O cantor Jorge Aragão, 69, foi internado nesta sexta-feira (17), no Rio de Janeiro, para se submeter a uma cirurgia cardíaca.

O sambista passou por um cateterismo e passa bem.

Ele tinha um show marcado para este sábado (18), no Rio que foi cancelado e a data foi remarcada para o dia 8 de setembro.

Em 2014, o cantor sofreu um infarto. Ele havia passado por um cateterismo um ano antes.

Da Redação

Lulu Santos exibe obra de artista curaçaense em declaração ao namorado no Instagram

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Neste sábado (18), o cantor Lulu Santos, que fez um show na noite de ontem (17), em Petrolina (PE), postou no Instagram um quadro que retrata seu namorado Clebson Teixeira. A obra de arte é assinada pelo artista plástico curaçaense Cleuton Ferreira Santos, o Kekê de Bela, que mora em Juazeiro. O baiano Kekê presenteou Lulu durante o espetáculo que aconteceu no Iate Clube, um costume que adotou quando alguns artistas se apresentam na região.

Clebson respondeu ao namorado famoso com uma declaração: “Já é clichê, mas eu te amo”, escreveu. Ao que Lulu Santos respondeu: “De que vale um clichê se não o repetimos? E eu (amo) a você”.

O casal está junto há menos de um mês. Na semana passada no programa The Voice (Globo), Lulu elogiou o companheiro:  “Uma pessoa com uma alma extraordinária, que soube abrigar todos os meus desejos”, declarou Lulu.

A tela de Kekê de Bela foi pauta de reportagem da Folha de São Paulo e vários outros canais de comunicação do país e ganhou o mundo pela sensibilidade do autor de ” O Último Romântico.”

Da Redação por Sibelle Fonseca

Uma voz vitoriosa: Andrezza Santos é classificada para final do FENAC, um dos maiores festivais do Brasil

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A cantora Andrezza Santos foi classificada para a final do Festival Nacional da Canção (FENAC), um dos maiores festivais do Brasil.

A semi final aconteceu na noite deste sábado (18) cidade de Coqueiral, em Minas Gerais e o resultado saiu agora a pouco. Emocionada, a cantora e compositora falou com o PNB sobre sua participação no festival.

“Foi uma noite linda! O FENAC é grandioso e de alto nível musical. Estar entre estes artistas, é uma honra.Este é um momento muito importante para a minha carreira e para minha vida. Eu estou muito feliz e quero dividir minha felicidade com os meus familiares, amigos, os que curtem meu trabalho e com os meus parceiros musicais. Agora é esperar setembro para voltar aqui na etapa final. Estou realizando um sonho de mostrar minha arte,” disse Andrezza.

Andrezza Santos é ganhadora do segundo lugar no Festival Edésio Santos da Canção em Juazeiro nos anos de 2015 e 2017, quando também levou o troféu de Melhor Intérprete.

Em Minas, ela defendeu a música autoral “Cansei”, seu primeiro poema gravado, que fala sobre a libertação da mulher e o despertar da consciência existencial feminina.

“Me deixa ser quem eu quero ser”, diz o refrão da música da jovem de 21 anos, que nasceu em São Paulo e há 3 anos adotou Juazeiro como sua cidade.

Andrezza Santos fez várias parcerias com o poeta Manuca Almeida, e era a preferida do compositor para interpretar suas canções e é um dos grandes talentos concorrentes no festival que vai distribuir cerca de 220 mil reais em prêmios.

O Fenac está na sua 48º edição e desde o ano de 1971 vem incentivando a produção e levando a boa música brasileira para as cidades do Sul de Minas. De todas as músicas inscritas, apenas 120 foram selecionadas para as etapas classificatórias que começaram no dia 27 de julho. A grande final do festival acontecerá em Boa Esperança nos dias 6, 7 e 8 de setembro.

Para acompanhar o trabalho da cantora, é só seguir e se inscrever nas redes sociais: Youtube, Facebook e Instagram.

Da Redação

Nasce a primeira criança no Hospital Maria Auxiliadora Carvalho torres, em Sobradinho

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Nas primeiras horas de ontem (16), nasceu no Hospital Maria Auxiliadora Carvalho Torres, pesando 3.900kg, o pequeno Ryan de Souza Rocha.

O primeiro parto natural realizado na instituição de saúde, que teve sua primeira etapa inaugurada no último sábado (11), foi comemorado com muita emoção e alegria por toda equipe do hospital.

Ryan nasceu pelas mãos do médico André, que foi assistido pela equipe de enfermeiros e chegou para completar a felicidade da mãe, a jovem Rosiane de Sousa Santos.

Emocionada, ela falou da comodidade de ter dado a luz em sua cidade, próximo da família.

“Pra mim é motivo de muita alegria. Fui muito bem tratada por todos.Ter meu filho em Sobradinho foi importante, pois estou mais perto de meus familiares, que podem me dar apoio e auxiliar durante o período que eu ainda estiver aqui no hospital. Em nenhum momento me senti sozinha e insegura. Realmente é um excelente hospital e presta um ótimo atendimento,” afirmou Rosiane.

Durante a tarde, mãe e bebê receberam a visita do Prefeito Luiz Vicente Berti e da Secretária de Saúde, Maysa Sanjuan, que foram dar as boas vindas ao mais novo sobradinhense.

“Estou muito alegre com a chegada de Ryan. É literalmente um resgate histórico, de sentimentos e identidade de cada cidadão sobradinhense. Agradeço a Deus por nos proporcionar esse momento ímpar de poder ver a chegada da primeira criança que nasce no hospital depois de inaugurado. Aproveitei e visitei as enfermarias e graças a Deus os usuários estão muito satisfeitos com o atendimento que estão recebendo. Não adianta termos apenas uma estrutura física boa, precisamos garantir um atendimento de qualidade e humanizado a cada sobradinhense que chegue nesta unidade,” finalizou Luiz Vicente Berti.

Ascom PMS

Prefeitura de Sobradinho realiza recuperação do acesso ao Cruzeiro, um ponto turístico bastante visitado

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A Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos de Sobradinho está realizando a recuperação do acesso ao Cruzeiro, um dos pontos turísticos da cidade, localizado nas imediações da barragem.

” O Cruzeiro, que embora pertença ao território de Casa Nova, é bastante frequentado pelos sobradinhenses e também pelos turistas que visitam a nossa cidade, por ficar bem mais próximo de Sobradinho. Quem faz o roteiro turístico da barragem, costuma ir ao local, onde se tem uma visão fantástica das cidades da região do São Francisco. Foram muitos os pedidos da comunidade para que recuperássemos o local. O Prefeito Luiz Vicente recomendou que fizéssemos esta intervenção para garantir mais segurança e comodidade no acesso ao local,”esclareceu o Secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Moacir Torres.

Todo o calçamento que leva até o Cruzeiro está sendo recuperado.

O local também é frequentando por profissionais ligados a área de telecomunicações, que precisam subir até o cruzeiro para realizar manutenção dos serviços.

“ Estamos garantindo uma boa condição de tráfego, não só para os turistas e de quem vai apreciar a bela paisagem no Cruzeiro, mas também dos profissionais das empresas de internet, telefonia e televisão que sempre necessitam ir até o local para fazer manutenção das torres. Estamos melhorando toda estrada em paralelo, evitando acidentes para quem vai de carro ou moto. Uma ação que vai beneficiar a todos que visitam aquele local,” afirmou Moacir Torres.

Ascom PMS