Preto no Branco

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“Não trará minha mãe de volta, mas a justiça foi feita”, diz filho do condenado por feminicídio em Juazeiro

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Depois de mais de cinco horas de julgamento, Dejair Silva da Costa, de 55 anos foi condenado a 23 anos pelo crime de feminicídio.

Dejair Silva matou a facadas Marineuza Ferreira Costa, 55 anos, com quem era casado há 40 anos, no dia 11 de outubro de 2016, no bairro Olarias, em Juazeiro.

O julgamento aconteceu na sede da OAB e contou com uma manifestação de representações do movimento de mulheres de Juazeiro, pedindo justiça para o crime .

Esta não é a primeira condenação por feminicídio em Juazeiro.

O Portal Preto No Branco conversou com o filho da vítima, o policial militar Magnailton Ferreira da Costa, que chegou a socorrer a mãe no dia do crime. Ele agradeceu o apoio que recebeu de amigos e pessoas da comunidade  “Agradeço a todos que me apoiaram nesse momento mais difícil da minha vida. Sei que a condenação dele não trará minha mãe de volta, mas a justiça foi feita. obrigado a todos”, disse Magnailton.

No próximo dia 22, quarta-feira, o réu Cléber Araújo dos Santos, também vai a júri popular pelo crime de feminicídio. Ele é acusado de assassinar a ex-namorada Laíse dos Santos Silva, de 20 anos, em Juazeiro-BA, no dia 20 de junho desse ano. O julgamento também acontecerá na sede da OAB, já que o salão do juri do Fórum Conselheiro Luiz Viana está em reforma.

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Feminicídio é o assassinato de uma mulher pela condição de ser mulher. Suas motivações mais usuais são o ódio, o desprezo ou o sentimento de perda do controle e da propriedade sobre as mulheres, comuns em sociedades marcadas pela associação de papéis discriminatórios ao feminino, como é o caso brasileiro.

Para tentar impedir os crimes contra as pessoas do sexo feminino, a ex presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, sancionou a Lei 13.104, em 9 de março de 2015, conhecida como a Lei do Feminicídio.

A lei alterou o Código Penal (art.121 do Decreto Lei nº 2.848/40), incluindo o feminicídio como uma modalidade de homicídio qualificado, entrando no rol dos crimes hediondos.

A justificativa para a necessidade de uma lei especifica para os crimes relacionados ao gênero feminino, está no fato de 40% dos assassinatos de mulheres nos últimos anos serem cometidos dentro da própria casa das vítimas, muitas vezes por companheiros ou ex-companheiros.

Segundo o Código Penal Brasileiro, os crimes classificados como de homicídio qualificado são punidos com reclusão que pode variar de doze a trinta anos.

Da Redação

Pretos e pardos ganham, em média, 55,5% do rendimento dos brancos, diz IBGE

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Os trabalhadores pretos e pardos são maioria entre os desempregados, domésticos e ambulantes e ganham menos do que os trabalhadores brancos do país. A conclusão é de levantamento sobre as características da força de trabalho dessa população divulgado nesta sexta-feira (17).

De acordo com o IBGE, os pretos e pardos tiveram, no terceiro trimestre, rendimento médio de R$ 1.531 no Brasil, o equivalente a 55,5% da renda mensal dos trabalhadores brancos, que foi de R$ 2.757. Foi a terceira maior diferença desde 2012, quando o IBGE iniciou a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio).

No terceiro trimestre de 2013, o rendimento de pretos e pardos chegou a 57,6% do dos brancos, a menor diferença no período pesquisado. A maior foi no quarto trimestre de 2016, quando o percentual chegou a 44,7%. “É possível verificar que pessoas pretas e pardas estão sempre em desvantagem no mercado de trabalho. Têm maior dificuldade para entrar e, quando entram, recebem salários menores”, comentou o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo.

Os dados do IBGE mostram que o percentual de pretos e pardos com carteira assinada pelo setor privado (71,3%) é menor do que a média (75,3%) e que, em geral, esse grupo é maioria em grupamentos econômicos que pagam menores salários, como Agricultura, Construção, Alojamento e alimentação e Serviços Domésticos.

Entre os domésticos, por exemplo, 66% dos trabalhadores no terceiro trimestre de 2017 se declararam pretos ou pardos. O mesmo percentual foi verificado entre trabalhadores ambulantes. Pretos e pardos também são maioria entre os trabalhadores subutilizados, aqueles que trabalham em vagas com jornada inferior a 40 horas semanais e gostariam de trabalhar mais, representando 65,8% dos 26,8 milhões de brasileiros que se encontram nesta situação.

Por outro lado são minoria entre aqueles que se declaram como empregadores, representando apenas 33% dessa categoria.”O Brasil já conhece essa diferença, mas é importante reforçar que ela existe que não vem se dissipando ao longo dos anos”, concluiu Azeredo.

Folha press

Juazeiro realiza I edição da Marcha do Povo Negro

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A Secretaria de Desenvolvimento Social, Mulher e Diversidade (SEDES) realiza na próxima segunda-feira (20) a I Marcha do Povo Negro de Juazeiro. O evento realizado em parceria com o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (COMPIR) está dentro da programação do Novembro Negro, que este ano tem como tema “Respeita as pretas” e celebra o Dia da Consciência Negra.

A Marcha, que tem o apoio de diversas entidades representativas da população negra, universidades, sindicatos e associações, terá concentração na Praça Dedé Caxias, a partir 15h e animação do grupo Quidé Falaê. O cortejo segue pela Adolfo Viana, orla, encerrando-se na Praça Santiago Maior com o desfile de modelos negros e negras.  

A diretora da Diversidade, Luana Rodrigues lembra a importância de festejar o Novembro Negro e o Dia da Consciência Negra. “Celebrar o Novembro Negro é fundamental e representa a valorização da luta do povo negro que constrói nossa história diariamente. É um momento de reflexão pelo tempo que estamos passando de perda de direitos e também de lembrarmos heróis negros como Zumbi, como Dandara que fazem parte de nossa História, do processo valorização da raça e do enfrentamento ao racismo, que infelizmente, ainda faz parte da vida do povo negro”, ressaltou.

As ações voltadas ao Novembro Negro acontecem em Juazeiro desde 2013 a partir de um calendário com diversas atividades que buscam fortalecer a identidade do Povo Negro, combatendo o racismo e a intolerância religiosa dando visibilidade também às ações dos povos de terreiro da cidade.

Por Fabiana Diniz/SEDES

Ação da Codevasf gera emprego e renda em comunidade do norte rural da Bahia

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Roupas infantis, lençóis e panos de prato são alguns dos itens confeccionados por  mulheres da Associação Comunitária e Assistencial dos Pequenos Agropecuaristas de Mônica, povoado a 34 quilômetros da cidade de Morro do Chapéu, município localizado no Norte da Bahia, a 391 quilômetros de Salvador. A produção é resultado de uma ação da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) que estruturou a entidade com um kit de corte e costura.

A professora e moradora do povoado há mais de dez anos Patrícia Figueiredo Barbosa da Silva, de 37 anos, disse que as associadas quase não acreditaram quando as máquinas chegaram. “Uma caminhada de mil passos só começa quando a gente dá o primeiro, e a Codevasf foi o nosso primeiro grande passo. Nós tínhamos um sonho, uma vontade, mas a gente não tinha dinheiro para adquirir um maquinário desses, e a Codevasf foi e está sendo algo fundamental na aquisição de toda esta riqueza aqui”, afirmou.

Segundo o analista da Codevasf Everaldo Andrade, da 6ª Superintendência Regional, sediada em Juazeiro (BA), a maior importância da ação refere-se à questão da inclusão de gênero. “A maioria das beneficiárias são mulheres, que muitas vezes, por heranças culturais, ficam relegadas apenas aos afazeres domésticos e, às vezes, aos trabalhos desgastantes no campo. A atividade de Corte e Costura constitui-se como um caminho para geração de ocupação e renda mesmo nos períodos de estiagem prolongada, sendo permanente e não sazonal como as culturas agrícolas”, explicou.

“A seleção da associação dos pequenos agropecuaristas de Mônica observou a boa organização e o comprometimento da entidade frente as demandas comunitárias, a proximidade com parceiros para alavancar os negócios e o histórico de sucesso do grupo”, completou Everaldo Andrade.

Ascom Codevasf Foto Divulgação

Exposição fotográfica destaca o afoxé Filhos de Zaze e a voz do Candomblé

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O Grupo de Estudos e Pesquisas em Festas e Religiosidades (GEFRE) vinculado ao curso de História da Universidade de Pernambuco campus Petrolina, em parceria com o Afoxé Filhos de Zaze (Juazeiro) promovem,a  exposição Tem pretos no pedaço: afoxé Filhos de Zaze e a voz do Candomblé na cidade de Juazeiro-Bahia. A exposição acontece no Hall dos Laboratórios .

A exposição constitui uma ação do GEFRE dentro da programação da Semana Universitária da UPE 2017 que destacas as ações do Novembro Negro, organizado pelo Afrocoletividade e outros movimentos sociais de Petrolina, em alusão ao Mês da Consciência Negra.

O principal objetivo desta ação é aproximar os diferentes públicos da Região do Vale do São Francisco das práticas culturais afro-brasileiras traduzidas na história do Afoxé Filhos de Zaze – primeiro grupo do gênero criado em 2012, no bairro do Quidé.

A exposição será composta por um acervo diversificado contendo: textos, uma linha do tempo ilustrada sobre a trajetória do afoxé e do Ilê Axé Ayá Onyndancor  – terreiro de Candomblé ao qual o grupo está vinculado, exibição de vídeos, instrumentos musicais, figurinos e o estandarte da agremiação.

Importante destacar que durante todo o período da atividade, teremos mediadores no espaço, todos integrantes do GEFRE, no horário das 16h30min às 21h30min, de segunda à sexta-feira. As escolas interessadas em trazer seus alunos para uma visita mediada, acessem o nosso site: https://gefreupe.wixsite.com/gefreupe ou enviem e-mail para gefreupe@gmail.com

Serviço: Tem pretos no pedaço: afoxé Filhos de Zaze e a voz do Candomblé na cidade de Juazeiro – BA Período: 10 a 30/11/17. Local: Hall dos Laboratórios da UPE Petrolina. Horário: segunda à sexta-feira, das 16h30 às 21h30.

Ascom-Univasf

HU-Univasf e APA assinam acordo de cooperação técnica

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O Hospital da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf) e a Associação Petrolinense de Atletismo (APA) fecharam uma parceria que promoverá atividades que trarão diversos benefícios para os pacientes e também para os atletas e paratletas ligados à associação. Representantes das duas instituições assinaram um acordo de cooperação técnica, no início dessa semana, no auditório do hospital.

O acordo possibilitará aos integrantes da APA acesso aos serviços oferecidos pela unidade. “Os atletas e paratletas serão atendidos pela equipe multiprofissional do HU, formada por: médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, educadores físicos, entre outros. Eles poderão passar, quando necessário, por consultas, exames clínicos e ambulatoriais. Ainda existem propostas de desenvolvimento de projetos de pesquisas que com certeza colaborarão com o trabalho da APA”, explicou o Gerente de Ensino e Pesquisa do HU-Univasf, Ricardo Santana.

O corredor Antônio Carlos Mendes será um dos beneficiados pela parceria entre as instituições. Treinando na APA há apenas um ano, Antônio Carlos já conquistou o 3º lugar na prova dos 5 mil metros para deficientes visuais no Circuito Brasileiro Paralímpico deste ano. Segundo o paratleta, o apoio dos profissionais do HU-Univasf potencializará o desempenho dos atletas nos treinos e competições.

A partir do acordo de cooperação, o HU-Univasf se tornará um cenário de observação e identificação de possíveis esportistas. Aqueles pacientes que tiverem perfil adequado poderão ser inseridos no esporte através da APA, após o tratamento de reabilitação disponibilizado pelo hospital.

“Vamos estar atentos na busca por novos atletas que possam surgir daqui do HU. Nosso foco não é só a formação profissional do atleta, mas também a melhora na qualidade de vida das pessoas. Na APA existe um universo de categorias esportivas, onde ele pode se enquadrar, se identificar. Não é por causa do trauma ou de uma deficiência adquirida que o indivíduo precisa se isolar”, disse o presidente da APA, Natanael Barros.

O reitor da Univasf, Julianeli Tolentino, esteve presente na cerimônia de assinatura do termo de cooperação e falou sobre as suas expectativas em relação aos resultados do acordo. “O papel do HU-Univasf é de, cada vez mais, fomentar ações que contribuam com a saúde do homem e da mulher sertanejos. Os pacientes que porventura foram vítimas de traumas, agora poderão participar das atividades da APA e até, quem sabe, tornarem-se atletas que representarão a nossa região. Espero que em breve tenhamos bons frutos no sentido de

estarmos colaborando com o bem-estar dos nossos pacientes e dando o retorno que a sociedade tanto precisa”, afirmou.

Associação Petrolinense de Atletismo (APA)

A APA é uma associação sem fins lucrativos com caráter desportivo que há 14 anos vem atuando nos segmentos olímpico e paralímpico, nos estados de Pernambuco, Bahia Sergipe e Ceará. Atualmente, existem 250 atletas e 45 paratletas associados.

No quadro geral de medalhas do Circuito Brasileiro Paralímpico de 2017, a APA ficou com a segunda colocação entre 141 clubes competidores

Condenado por Feminicídio homem que matou a esposa a facadas, em Juazeiro

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Terminou agora a pouco o julgamento de Dejair Silva da Costa, de 55 anos, que matou a facadas a esposa Marineuza Ferreira Costa, na época com 55 anos.

O crime aconteceu no dia 11 de outubro de 2016. Marineusa era casada há 40 anos com o autor do feminicídio.

O julgamento aconteceu na sede da OAB, em Juazeiro.

Representações do movimento de mulheres de Juazeiro fizeram uma mobilização em frente ao local do julgamento, pedindo justiça para o crime .

Dejair foi condenado a 23 anos pelo crime de feminicídio.

Da Redação

 

 

CUT/Vox Populi: Lula tem 42%, Bolsonaro, 16%

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Apesar do recuo um pouco além da margem de erro de 2,2 pontos percentuais em relação à pesquisa de julho, o ex-presidente Lula continua a liderar com folga as intenções de votos para a presidência da República.

Segundo o levantamento CUT/Vox Populi, realizado entre 27 e 30 de outubro, o petista aparece com 42% das preferências em uma lista com dez presidenciáveis (havia alcançado 47% na enquete anterior).

Em segundo lugar surge o deputado federal Jair Bolsonaro, cujo percentual variou de 13% para 16% entre julho e outubro. Os demais postulantes se engalfinham em um patamar abaixo de 8% de citações.

A pesquisa revela ainda que Lula tem atualmente a menor taxa de rejeição entre os nomes testados. São 39% aqueles que não votariam no ex-presidente. A repulsa a Bolsonaro chega a 60%. Os tucanos João Doria e Geraldo Alckmin têm os piores índices (72%, igualmente). O Sudeste é a região que mais rejeita o petista: 51% dos entrevistados se recusariam a votar nele se as eleições fossem hoje. No Nordeste, o percentual é de apenas 20%.

Diretor do instituto Vox Populi, Marcos Coimbra acredita que só uma nova rodada de pesquisa (a próxima está marcada para dezembro) irá permitir avaliar a tendência do eleitorado. O levantamento de julho, lembra o cientista político, foi realizado ainda sob o impacto da decisão do juiz Sergio Moro de condenar o ex-presidente a 9 anos e meio de cadeia pelo suposto recebimento de vantagens indevidas no apartamento tríplex no Guarujá, litoral de São Paulo. Imóvel, ressalte-se, que nunca pertenceu ao petista. “Uma parte expressiva da sociedade considerou exagerada e persecutória a decisão do Moro e essa percepção pode, naquele momento, ter impulsionado o apoio a Lula”, avalia.

Com mais de 265 inscritos, Bahia é o estado com maior representatividade na mobilização nacional dos prefeitos

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A Bahia é o estado com maior número de prefeitos inscritos na mobilização nacional, que acontece na próxima quarta-feira, dia 22. Na manhã desta quinta-feira (16), mais de 265 gestores confirmaram presença na capital federal. Motivados pela crise financeira que interfere diretamente no bom funcionamento dos serviços públicos, gestores municipais de todo o Brasil vão buscar ajuda junto ao governo estadual. Até o momento, mais de 1 mil gestores confirmados.

Capitaneada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) e apoiada pelas associações estaduais, a mobilização, na Bahia, tem o nome de Pró-Município. O objetivo principal é forçar o Planalto a conceder, por meio de Medida Provisória, o Apoio Financeiro aos Municípios (AFM), de forma emergencial, no valor de R$ 4 bilhões. Desse total, R$ 373,8 milhões socorreriam os municípios baianos.

O prefeito de Santana e 1º tesoureiro da União dos Municípios da Bahia (UPB), Marco Aurélio dos Santos Cardoso, conhecido como Marcão, vai se juntar aos prefeitos baianos em prol do municipalismo. “Esperamos uma resposta positiva do Governo Federal. Hoje estamos enfrentando dificuldades de pagar a folha de pessoal, fornecedores e sem condições de fazer investimentos no município. Precisamos honrar nossos compromissos e os atrasos nos repasses têm impacto direto em nossa gestão”, avalia.

Além disso, a expectativa é que, no dia 22, aconteça a discussão dos vetos presidenciais, em sessão conjunta do Congresso Nacional. A articulação municipalista é no sentido da derrubada do veto ao Encontro de Contas (Veto 30/2017).

O veto foi visto como um imenso retrocesso pela busca de justiça e transparência entre os Entes da Federação, uma vez que o Encontro de Contas permite que os Municípios conheçam o verdadeiro e exato valor de suas dívidas previdenciárias. O Encontro de Contas permitirá uma subtração entre débitos e créditos dos Municípios com a União, resultando no real valor da dívida e no exato montante das parcelas que devem ser descontadas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) com o intuito de quitá-la.

“É uma iniciativa valiosa em função do momento. A gente precisa se sobressair. Se ficarmos quietos vai parecer que está tudo normal e as coisas só mudam com pressão. Não queremos culpar nenhum governo porque é um acumulo de gestões que não priorizaram os municípios. Demos um belo exemplo em nossa manifestação estadual e agora, unidos mais uma vez, vamos buscar uma reação do governo para os nossos problemas”, disse o prefeito de Cacule, José Roberto Neves, conhecido como Beto Maradona.

Ascom UPB