Preto no Branco

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Petrolina: Alunos da UPE começam a desocupar prédio da instituição depois de mais de dois meses de ocupação

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Os alunos da Universidade de Pernambuco – Campus Petrolina estão desocupando o prédio da instituição nesta quarta-feira (21) após mais de dois meses de ocupação. A desocupação ocorre depois que o calendário acadêmico da universidade foi definido nessa terça-feira (20), durante uma assembleia.

As aulas do semestre 2016.2 serão retomadas no dia 1º de fevereiro de 2017 e devem terminar no dia 17 de março.

Ocupação:

Os alunos ocuparam o campus da UPE em Petrolina no dia 10 de outubro. O ato ficou conhecido como #OCUPE.

Durante o período, os estudantes realizaram vários protestos, ações nas ruas e aulões sobre o movimento contrário a PEC 55, que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos. Os estudantes, também, pediam melhorias específicas para a universidade, como a realização de concurso público para professores e servidores.

 

Da redação

Associações pedem ao Supremo suspensão da PEC da Previdência

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Associações de aposentados e confederações de trabalhadores recorreram hoje (21) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma da Previdência, que está em tramitação na Câmara dos Deputados. Em função do recesso na Corte, o pedido de liminar está com a presidente do Supremo, Cármen Lúcia.

Na ação, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria Química (CNTQ), a Federação dos Empregados de Autônomos de São Paulo e o Sindicato Nacional dos Aposentados da Força Sindical alegam que a PEC restringe direitos dos trabalhadores.

“Ainda que, pelo amor ao argumento, se a PEC 287/2016 não tem o condão [poder] de extirpar os direitos dos trabalhadores brasileiros, há que se afirmar no mínimo, que visa pura e simplesmente sua redução drástica, muito distante do mínimo garantido pela Declaração Universal dos Direitos do Homem, como já dito anteriormente, o que mais uma vez evidencia sua inconstitucionalidade”, sustentam as entidades.

Reforma

A reforma da Previdência enviada ao Congresso Nacional estabelece a idade mínima de 65 anos e tempo mínimo de contribuição de 25 anos para homens e mulheres se aposentarem. Essa regra valerá para homens com idade inferior a 50 anos e mulheres com menos de 45 anos.

Embora a idade mínima seja de 65 anos na proposta, a regra poderá ser alterada automaticamente a depender a expectativa de vida do brasileiro, elevando assim esse teto mínimo, segundo o secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publica esses dados periodicamente.
Agêncial Brasil

Governo reduz recursos da área prisional e permite que parte do dinheiro vá para polícias

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BRASÍLIA – O governo editou uma Medida Provisória (MP) determinando que 30% do saldo do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), hoje em cerca de R$ 3 bilhões, poderá ser direcionado ao Fundo Nacional de Segurança Pública. O desvirtuamento da destinação dos recursos já vinha sendo apontado por especialistas como um risco e ocorre dois dias depois de o Ministério da Justiça soltar nota afirmando que a verba da área prisional seria descontingenciada “com prioridade absoluta” para o próprio sistema penitenciário. O Supremo Tribunal Federal determinou, há cerca de um ano, que o governo descongele o dinheiro do Funpen.

A MP publicada no Diário Oficial desta terça-feira também diminui a arrecadação que vai para o Funpen – dos atuais 3% para 2,1% das verbas recolhidas com loterias federais – e coloca a diferença (0,9%) no Fundo Nacional de Segurança Pública. O governo deixou claro o intuito de prestigiar as polícias com recursos antes destinados estritamente à área prisional ao incluir, na mesma MP, determinados serviços no rol daqueles que podem ser feitos com o dinheiro, tais como “políticas de redução criminal” e “financiamento a atividades preventivas inclusive de inteligência policial”.

Entre tantas medidas que retiram recursos dos presídios para canalizá-los às instituições policiais, ao menos um pleito de gestores penitenciários foi atendida: a possibilidade de repasses fundo a fundo, como ocorre na Saúde e na Educação. Hoje, o dinheiro do Funpen só pode ser gasto se houver um convênio entre o Ministério da Justiça e o ente da Federação, com apresentação de projetos que, segundo os envolvidos, acabam se tornando um entrave burocrático.

Conforme a MP, a União poderá repassar a “título de transferência obrigatória” a fundos dos Estados, Distrito Federal e Municípios “independentemente de convênio ou instrumento congênere” uma parte da dotação do Funpen para os próximos anos. A parcela passível de ser manejada nesses moldes será de até 75% em 2017, 45% em 2018, 25% em 2019 e 10% nos exercícios subsequentes. A medida tende a dar um alívio ao caixa dos estados já no próximo ano para amenizar a crise dos sistemas prisionais, mas tem caráter emergencial, já que o percentual cai a 10% já em 2020.

Para o modelo de repasse obrigatório fundo a fundo, o governo ainda terá de baixar uma norma detalhando os critérios e parâmetros dos repasses e as condições mínimas de habilitação dos entes federativos. A própria MP já determina alguns requisitos para o estados e municípios terem direito de receber e determina que recursos não utilizados até o fim do exercício terão de ser devolvidos com correção ao governo federal.

OPOSTO DO PEDIDO

Lourival Gomes, secretário de Administração Penitenciária de São Paulo e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Administração Penitenciária (Consej), afirma que qualquer diminuição na arrecadação do fundo e desvio das verbas para outras áreas são contrárias às necessidades do país. Segundo ele, o pedido levado pela entidade ao governo era exatamente o oposto:

— Nós vínhamos pleiteando que o percentual de arrecadação para o Funpen fosse aumentado para 4%, e não reduzido. Isso foge ao que o conselho sempre defendeu.

Segundo Lourival, as administrações penitenciárias estaduais vêm se esforçando para evitar encarceramentos desnecessários, com adoção de penas alternativas e audiências de custódia, por exemplo. Mas isso, segundo o secretário, não diminui a urgência de mais investimentos na área prisional no Brasil.

Fonte: O Globo

“A maconha não tem impacto na violência”, defende Rui Costa

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O governador Rui Costa (PT) acredita que o consumo de maconha não tem impacto nos números da violência. Em entrevista coletiva, o governador afirmou que rediscutiria o impacto das drogas caso fossem substâncias leves, “como a maconha”.
Segundo o governador  a maconha não tem um peso grande na saúde da população. “A maconha não tem impacto do ponto de vista da violência e nem da saúde. Nenhum estudo demonstra isso. Não é o maior problema hoje do país”, afirmou.
No entanto, Rui  disse ser terminantemente contra a legalização de outras drogas, como cocaína e crack. “Nós temos que cuidar da saúde das pessoas. Se fosse só maconha, era fácil, agora, como envolver essas outras drogas, eu sou fortemente contra”, defendeu.
Com informações do Bocão News

Prorrogada inscrição para processo Seletivo Simplificado da Educação de Juazeiro

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A Comissão Organizadora do Processo Seletivo Simplificado da Secretaria de Educação e Esportes de Juazeiro comunica que as inscrições foram prorrogadas até a próxima sexta-feira, 23/12, diante da ausência de selos nos cartórios de Juazeiro e Petrolina para autenticação dos documentos pessoais e títulos exigidos pelo certame.

 

Os candidatos devem ficar atentos ao novo cronograma de execução conforme consta no edital de N° 04/2016 disponível no Diário Oficial dos Municípios nesta terça-feira (20) e no portal da Prefeitura no www.juazeiro.ba.gov.br

 

Confira no link:

http://www.doem.org.br/doem/form.jsp?sys=DOE&action=openform&formID=34&align=0&mode=-1&goto=-1&filter=doe_entidades.ent_codigo=315&scrolling=yes

 

Ascom PMJ

Associação reclama da falta de condições de trabalho e do efetivo da Polícia Militar

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A Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares (ASPRA), uma entidade que representa a classe, reclama do déficit de profissionais no efetivo e das condições de trabalho. Na última assembleia realizada em Salvador pela categoria, os militares decidiram manter até o dia 31 de janeiro, uma Operação Tartaruga, iniciada no dia 02 de dezembro com protesto e caminhada da Ladeira dos Aflitos até a Praça da Piedade. A ação também chamada de Movimento Polícia Legal, diminui o ritmo do policiamento para que os militares trabalharem dentro das condições estabelecidas pela norma para o exercício seguro da atividade.

Assim, os policiais seguem trabalhando em viaturas padronizadas, com documentações regularizadas, pneus bons e estado de qualidade e com extintores e coletes dentro do prazo. Segundo o soldado e deputado Marcos Prisco, diretor da Aspra, além do exercício da atividade estar fora dos preceitos legais, os militares estavam colocando as suas vidas em risco, devido ao baixo número de profissionais, entrando em locais violentos com menos de três policiais nas viaturas.

É necessário ter entre três a quatro homens na viatura para preservar a vida deles. A maioria estar apenas com dois policiais, porque o governo não contrata. De acordo com diretor da aspra, a operação será mantida mesmo com o anúncio do concurso público. No ano passado cerca de 3.500 policiais foram para a reserva remunerada. Acredita que o atual número de vagas divulgadas pelo governo do estado é insuficiente para repor o efetivo. Ressalta que no ano que vem a tendência é que a quantidade de policiais aposentados aumente, uma vez que o governo passará a destinar uma gratificação para os inativos, e com os rumores da reforma da previdência que atingirá os policiais e bombeiros militares.

2 Mil vagas para a polícia militar, anunciado para o novo concurso

750 vagas para o corpo de bombeiros, anunciado para o novo concurso

30 dias é o prazo para contratar a empresa que realizará o concurso

32 mil policiais fazem parte do efetivo do estado

2,300 bombeiros fazem parte do efetivo do estado.

 Ascom

UPE Campus Petrolina tem nova diretoria

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Aconteceu nesta segunda feira, dia 19, a posse da nova Diretoria da UPE Campus Petrolina. Foram empossadas no cargo para quatro anos de gestão, as docentes Marianne Marinho e Leilyane Coelho. Professora Marianne Marinho atual diretora, é natural de João Pessoa/PB, tem 37 anos, casada, mãe de um filho. Graduada em Nutrição pela Universidade Federal da Paraíba (2002), instituição na qual também cursou Mestrado (2004) e Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos (2011). Desde 2012, a professora participa da equipe do Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde/Programa de Educação pelo Trabalho para Saúde (Pro-Saúde/PET-Saúde) da Unidade, financiado pelo Ministério da Saúde. Na Gestão anterior, a  professora Marianne Marinho era Coordenadora Setorial de Extensão.

 

Por sua vez a Vice-Diretora Professora Leilyane é natural de Petrolina/PE, tem 34 anos, casada. Possui graduação em Farmácia pela Universidade Federal de Pernambuco (2002) e Mestrado em Ciências Farmacêuticas (2005), pela mesma instituição. Em 2014, obteve o título de Doutorado, após conclusão do curso Interinstitucional (DINTER) do Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Estrutural da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), em parceria com a UPE. Na gestão anterior, a professora Leilyane Coelho exerceu o cargo de assessoria da Direção.

 

Deixaram os cargos de Diretor e Vice-Diretora os professores Moisés Almeida e Marta Guimarães. O Ex-Diretor Professor Moisés Almeida fez um longo discurso emocionado, onde agradeceu aos segmentos pelos mandato grandioso que realizou a frente do Campus; cobrou mais esforços da reitoria em relação ao Campus e desejou muita sorte à nova equipe de Gestão.

 

Participaram do evento, além das comunidade acadêmica, representantes das Instituições de Ensino do Vale do São Francisco, compondo a mesa Acadêmica: UNEB, UNIVASF, IF Sertão e FACAPE. Também foi composta uma mesa de honra com as autoridades políticas da região. A Posse foi presidida pelo Reitor da Universidade de Pernambuco Prof. Dr. Pedro Henrique de Barros Falcão. O mandato das atuais gestoras vai até o final de 2020.

 

Ascom UPE

Medida provisória de permite reajuste em medicamentos em casos “excepcionais” foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira (20)

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Foi publicada, nesta terça-feira (20), no Diário Oficial a medida provisória (MP) permitindo que industrias farmacêuticas reajuste o preço dos medicamentos a qualquer tempo, em casos “excepcionais”. Pela lei atual, o reajuste de medicamento só pode ser uma vez ao ano calculado com base na inflação (IPCA).

A flexibilização do reajuste que a medida provisória permite era uma batalha antiga do setor. Pelo texto publicado hoje, a decisão de reajustar os remédios além do IPCA passa a ser do Conselhos de Ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) — composto por Ricardo Barros, Eliseu Padilha, Henrique Meirelles, Alexandre de Moraes e Marcos Pereira.

A indústria farmacêutica enxerga problemas futuros  porque, na mesma MP, fica também autorizada o reajuste para menos nos preços de medicamentos em “situações excepcionais”.

 

Com informações de O Globo

Irrigantes de Projeto da Codevasf na Bahia assumem gestão da área

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Os 155 irrigantes do projeto público Barreiras Norte, implantado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) no município baiano de Barreiras, terão agora maior autonomia nas decisões sobre gestão e custos dos 880 hectares cultivados do projeto, além de maior celeridade na resolução dos problemas – como compras e substituições de equipamentos.

Eles firmaram, com a Codevasf, um contrato de cessão, documento que transfere para a Associação de Produtores do Barreiras Norte (Aproban), criada em 2012, a gestão de toda a área de aproximadamente 1,7 mil hectares irrigáveis na qual se destaca a produção de banana, mamão e abóbora.

“Um dos compromissos da Codevasf é com o desenvolvimento sustentável dos projetos irrigados”, observa o diretor de Gestão dos Empreendimentos de Irrigação da Companhia, Luís Napoleão Casado, acrescentando que o contrato de cessão firmado com a Aproban foi fruto de muito diálogo e atende a um desejo dos produtores.

“A Aproban demonstrou sempre um grande envolvimento com o perímetro Barreiras Norte – e, a partir de 2015, externou seu interesse pela gestão do empreendimento”, conta o chefe do Escritório da Codevasf em Barreiras, Antônio do Carmo, para quem o modelo de gestão feita pelos próprios produtores é mesmo o ideal.

“Eles são os donos do empreendimento, os maiores beneficiários, e passam a gerir diretamente seu próprio negócio. São eles que vão estabelecer as tarifas, fazer a gestão sobre custos, pessoal, consumo de energia. São eles que pagam, e agora vão poder negociar diretamente. Farão da melhor forma possível para reduzir os próprios custos”, enumera.

Carmo ressalta, no entanto, que a transferência da gestão não indica que a Codevasf estará abandonando o perímetro. “A Companhia continua dando suporte com pessoal de operação e manutenção, com máquinas e equipamentos e ajudando com apoio técnico e financeiro, na medida de sua responsabilidade e possibilidades. Apenas aumenta a responsabilidade direta dos próprios irrigantes”, observa.

 Ascom Codevasf