Preto no Branco

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Conferência Final do Plano Municipal de Saneamento Básico de Juazeiro acontece nesta quinta-feira (15)

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A Secretaria de Planejamento e Aceleração do Crescimento (SEPLAC) de Juazeiro realizou de 25 de agosto a 03 de setembro as pré-conferências para a construção do Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB). As plenárias realizadas na sede (nove setores de mobilização) e nos nove distritos do município, contaram com a participação de toda sociedade e teve como objetivo traçar diretrizes, estratégias e ações para a execução da Política Municipal de Saneamento Básico para os próximos 20 anos, conforme a Lei Nacional nº 11.445/2007.

“Nas pré-conferências, apresentamos para a comunidade tudo o que foi colhido em outras reuniões – as necessidades, os projetos, os programas e as ações de cada setor mobilizador. Todos que estiveram presentes participaram ativamente, opinando e aprovando as deliberações, priorizando sempre as necessidades de cada setor”, explicou a diretora de planejamento da SEPLAC, Poalla de Azevedo Alencar.

Para dar continuidade à elaboração do plano, a SEPLAC irá realizar nesta quinta-feira (15), das 7h30 às 13h, no Centro de Cultura João Gilberto, a Conferência Final do PMSB. Na ocasião será apresentado o Plano Municipal de Saneamento Básico e a Minuta do Projeto de Lei da Política Municipal de Saneamento.

“É muito importante a participação da sociedade nesse evento, pois o Plano de Saneamento será apresentado para aprovação da comunidade presente. Iremos juntar todos os setores de mobilização para falar das necessidades de Juazeiro como um todo e, após a sua aprovação, ele será encaminhado à Câmara de Vereadores para apreciação e aprovação para então torná-lo lei”, informou o secretário de Planejamento e Aceleração do Crescimento, João Pedro.

Ascom

Bahia terá atendimento especializado para vítimas de racismo, intolerância religiosa e homofobia

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A Bahia dá um importante passo para a qualificação dos atendimentos ao cidadão vítima de atos que envolvam distinção, exclusão e restrição baseada em raça, cor, etnia, identidade sexual e manifestação religiosa. Sob coordenação da Superintendência de Prevenção à Violência (Sprev) da Secretaria da Segurança Pública (SSP), um grupo de trabalho (GT) composto por representantes da Polícia Militar, Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica (DPT) já se dedica à elaboração de um protocolo com procedimentos a serem adotados em relação ao acolhimento, registro das denúncias, investigação dos casos, encaminhamento à rede de proteção e apoio às vítimas de homofobia, racismo e intolerância religiosa.

O objetivo final do grupo de trabalho é criar condições para a instalação do Núcleo de Atendimento Qualificado às Vítimas de Preconceito Racial, Intolerância Religiosa e da População LGBT, que funcionará no âmbito da Polícia Civil, reforçando o suporte às vítimas desde o primeiro atendimento na delegacia até o acolhimento na rede de apoio constituída por diversos órgãos estaduais. A unidade vai acompanhar as investigações das denúncias caso a caso. O GT tem um prazo de 30 dias para avaliar o efetivo policial e o espaço físico compatível para a implantação da unidade.

A qualificação do atendimento às vítimas de homofobia, racismo e intolerância religiosa no estado contempla uma demanda da sociedade, expressa em uma série de diálogos entre a administração pública estadual e integrantes de movimentos sociais. Servidores de secretarias de Estado e especialistas nas temáticas também serão convidados pelo grupo de trabalho para colaborarem na elaboração do protocolo.

“Estamos criando o protocolo para qualificar o atendimento a essas minorias na perspectiva da cidadania e da dignidade humana, juntamente com os princípios da administração pública, que são a impessoalidade e a moralidade. Já temos um acúmulo de trabalho que servirá de base para a elaboração das estratégias. A gente sabe da necessidade de garantir o suporte às vítimas de racismo, intolerância religiosa e homofobia para que esse contexto de violência mude”, explica o coordenador do grupo de trabalho, o tenente-coronel Jaime Ramalho Neto, antropólogo e mestre em estudos étnicos africanos.

Foto: Camila Souza/GOVBA
O grupo de trabalho é coordenado pelo tenente-coronel Jaime Ramalho Neto (Foto: Camila Souza/GOVBA)

O grupo de trabalho é coordenado pelo tenente-coronel Jaime Ramalho Neto (Foto: Camila Souza/GOVBA)

Perfis das vítimas

De acordo com o tenente-coronel, a aproximação da polícia com as vítimas possibilitará a identificação do perfil delas para a construção de políticas públicas que sejam mais efetivas na prevenção dos casos de violência. “Nós já temos muitas informações sobre os casos de violências; muitas delas passadas durante reuniões com movimentos sociais. Mesmo assim, o contato vai nos permitir estudos mais aprofundados para traçar estratégias de redução dos indicadores. Para isso, mais do que os dados quantitativos, são importantes os dados qualitativos”, acrescenta Ramalho Neto.

Para quem levanta a bandeira da resistência, como a transexual Keyla Simpson, presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais, a qualificação dos atendimentos deve garantir um número real de registro de denúncias, o que deve proporcionar um direcionamento na construção de políticas públicas mais adequadas.

“A gente está no caminho. Precisamos que estejam contidos nos boletins de ocorrência a motivação do crime, a orientação sexual da vítima e da pessoa que cometeu o crime. Isso vai nos dar possibilidades de termos números exatos de violência praticada por essa população e contra essa população, seja injúria, discriminação ou violência verbal. Ter volume de denúncias vai ser importante para desenhar melhor as políticas públicas que precisamos para coibir essas ações”, destaca Keyla.

Violência contra LGBTs

De acordo com a vice-presidente do Conselho Estadual de Defesa e Promoção dos Direitos da População LGBT, Amélia Maraux, de janeiro a junho deste ano, mais de 20 LGBTs foram assassinados na Bahia. No mesmo período, o Disque Direitos Humanos, gerido pelo governo federal, registrou 48 casos contendo inúmeras violações dos direitos humanos das pessoas LGBTs no estado.

“Nós lutamos pela criminalização da homofobia, mas para isso é preciso que as denúncias sejam registradas e encaminhadas junto ao Ministério Público para a investigação e a punição do agressores”, ressalta Amélia, que também é coordenadora do Núcleo de Estudos de Gênero e Sexualidade da Universidade do Estado da Bahia (Uneb).

Segundo o coordenador LGBT do Coletivo de Entidades Negras (CEN), Gabriel Teixeira, a elaboração do protocolo é um primeiro passo para o fortalecimento da estrutura estatal que garantirá o respeito e a dignidade do público gay. “Só quem é homossexual tem dimensão do preconceito que ainda existe. Tem gente que se sente no direito de agredir o outro só de saber que o outro é gay. Isso é um absurdo que precisa acabar. Nós estamos começando a caminhar juntos para sermos respeitados”, afirma Teixeira.

Racismo e intolerância

Em número de casos registrados, o racismo e a intolerância religiosa não ficam atrás da homofobia. Segundo dados do Centro de Referência Nelson Mandela, desde dezembro de 2013, quando a unidade foi criada, 74 casos de intolerância religiosa e 177 de racismo foram denunciados.

“É um absurdo conceber racismo em um estado de 15 milhões de habitantes que tem 75% de pessoas negras. Isso precisa ser combatido cada vez mais. Vejo a construção do protocolo e a instalação do núcleo como passos importantes para futuramente termos uma delegacia especializada, que é demanda da população”, enfatiza o coordenador executivo da Secretaria Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Antônio Cosme Lima.

SECOM BAHIA

Mulheres do Vale do São Francisco emitem carta à sociedade do Vale do São Francisco

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Carta à sociedade do Vale do São Francisco

 

Pela presente carta, as mulheres do Vale do São Francisco manifestam indignação frente às constantes práticas de violência e seus gêneros que se revelam novamente com mais um fato brutal que assola nossa sociedade. O trágico episódio de duplo homicídio das jovens Bruna e Taiane no dia 05 de Setembro de 2016, que ao saírem de casa para o trabalho tiveram seus sonhos de vida interrompidos pela violência contra nós, mulheres, é exemplo do cotidiano das múltiplas violências que sofremos e que persistem em nossa sociedade.

Não podemos compactuar com esse tipo de prática dessa cultura de desrespeito e agressão ou qualquer forma de manifestação de violência aos nossos direitos, aos nossos corpos.Exigimos das nossas autoridades todo empenho na investigação e punição aos culpados deste crime como tentativa de reparar a dignidade daqueles que conviviam com Bruna e Taiane mas também queremos ratificar a necessidade de atenção à vida das mulheres que integram a sociedade do Vale do São Francisco que se vê a mercê de violências múltiplas, contínuas disfarçadas ou escancaradas.

Nós, mulheres conclamamos todas e todos a engajarem-se com maior atenção às nossas pautas sociais, tais como a questão dos horários de funcionamentos das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher(DEAMs), uma vez que não se concebe uma delegacia de crimes contra mulheres ter horário estabelecido para funcionamento, quando somos mortas a cada hora e meia no Brasil. Somos nós que estamos sendo dizimadas em nosso dia a dia e pouco se tem feito para anular essa barbárie contra nossos corpos. Os maiores índices de violência ocorrem nos finais de semana e é quando as DEAMs estão fechadas. A cada cinco minutos uma de nós é agredidae, como se não fosse suficiente, a cultura do machismo, do ódio e do estupro se instala em nosso meio tornando-nos as vítimas provocadoras e vitimando os culpados.

As assistências nessas delegacias devem ser dadas por mulheres e mulheres capacitadas, não por homens ou mulheres que não tenham o mínimo de consciência ou viés feminista, porque a humilhação a que é submetida a vítima, por pessoas despreparadas, caracteriza outros tipos de violência que é a psicológica e institucional. Precisamos urgentemente de um Sistema Integrado de Mulheres, nós precisamos de legitimidade, se não, não teremos avanços significativos e consolidados. O patriarcado e o machismo nos matam, nos aleijam e nos calam a todo tempo, se não fizermos algo pétreo, o círculo vicioso não será interrompido.

Além da demanda geral do ser mulher, as mulheres negras, 25% da população, sofremos duplamente pelo gênero e pela raça, todo sofrimento é dobrado para nós, carregamos o estigma da escravidão e da inferioridade por sermos pretas e mulheres. Somos objetificadas e simbolizadas como exclusivas para o sexo e não para a assunção de cargos políticos/ empresariais/públicos, para o sexo e não para o protagonismo, para o sexo e não para o casamento. Morremos em partos por falta de anestesia, pois a dosagem que nos é aplicada é menor do que a aplicada em mulheres brancas, pois somos consideradas fortes, de modo que conforme o discurso comum “aguentamos mais a dor”. As mulheres negras ainda são as maiores vítimas da violência obstétrica e hospitalares de modo geral e o estado brasileiro é responsável por isso, quando não faz recortes de raça na saúde pública; quando não trata o povo negro na sua especificidade imunológica e/ou patológica.

Cobramos, nessa instância às faculdades e universidades do Vale do São Francisco, às secretarias municipais de educação, às secretarias municipais de cultura, às secretarias municipais de diversidade e inclusão bem como demais órgãos públicos juntamente com movimentos sociais e sociedade civil,que se criem espaços de diálogos, debates e construção de conhecimento em torno das questões de gênero e raça com vistas a desconstruir a cultura machista, racista e homofóbica que se instalou entre nós e que só enxerga a necessidade de mudança quando a vítima é alguém próximo.

Não é demais lembrar, que após o brutal feminicídio de Bruna e Taiane nós mulheres ficamos ainda mais inseguras de sair de nossas casas para o trabalho, para a escola ou para onde quer que seja. Todos os dias pensamos que qualquer dia pode ser uma de nós, aliás, Bruna e Taiane são umas de nós, um pedaço de nós que todos os dias é arrancado e pouco a pouco nos silencia, humilha, destrata, maltrata e reprime nossas roupas, nossos gestos, nossos jeitos, castrando o que somos em detrimento de nossa segurança e bem estar.

Chega! Queremos sair de nossas casas a qualquer hora para fazer qualquer coisa sem o medo cotidiano do estupro, do rechaço ou das agressões verbais, psicológicas, financeiras. Continuamos querendo que todos tenham garantidos os direitos humanos nas penitenciárias ou periferias, mas que esses direitos venham atrelados a outros direitos como educação, saúde, moradia, cultura, diversidade. Precisamos conjuntamente construir políticas públicas e pautar um governo para fazer conosco, e não para nós. Nesse sentido, cobramos das autoridades políticas e jurídicas a justiça. Não apenas a justiça punitiva, mas a justiça que antes de punir desenvolve instrumentos de politização, conscientização e educação sem temer a possibilidade de colaborar para a formação de sujeitos críticos, conscientes e politizados.

Não desistiremos. Não recuaremos. Lutaremos, sim. Lutaremos até que todas sejamos livres.

 

Mulheres do Vale do São Francisco

Petrolina/PE, 12 de Setembro de 2016.

Debate UNEB – Eleições Municipais Juazeiro 2016 será realizado hoje (13)

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Acontece hoje (13) o Debate UNEB – Eleições Municipais Juazeiro 2016 com os candidatos ao cargo de Prefeito de Juazeiro-BA. O evento será realizado logo mais, às 15 horas, no Auditório Antônio Carlos Magalhães localizado no Departamento de Tecnologias e Ciências Sociais (DTCS) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB).

O debate que está sendo organizado pelo Departamento de Ciências Humanas, através do curso Jornalismo em Multimeios da UNEB, será aberto à comunidade acadêmica e público externo.

As presenças dos quatro candidatos ao cargo: Charles Leão (PPS), Joseph Bandeira (SD), Marcio Feitosa (PRP) e Paulo Bomfim (PC do B), foram confirmadas em reunião com os assessores políticos e a equipe organizadora no dia 29 de agosto.

Durante o evento, eles vão responder aos questionamentos da comunidade acadêmica sobre temas como educação, cultura, esporte e lazer, saúde pública, infraestrutura, mobilidade urbana e políticas públicas para minorias. No último bloco do debate, os candidatos poderão realizar perguntas entre si com temáticas livres.

O Portal Preto no Branco vai está no local fazendo a cobertura do debate eleitoral realizado pela UNEB, que já é tradição na cidade há 20 anos. A edição do Debate UNEB – Eleições Municipais Juazeiro 2016 é organizada pelos alunos dos quarto e sexto períodos das disciplinas Seminário Interdisciplinar II, Radiojornalismo II e Telejornalismo II sob a coordenação das professoras Andréa Cristiana Santos e Teresa Leonel Costa.

Para acompanhar o debate nas redes sociais, estão disponíveis a fanpage no Facebook (facebook.com/debateuneb2016) e também o Instagram (@debateuneb).

Parceria entre Facape e Uneb oferece aulas gratuitas de informática a comunidade quilombola

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Jovens de uma comunidade de Juazeiro receberam o certificado do curso.

Estudantes da comunidade Quilombola do Alagadiço, localizada em Juazeiro (BA), tiveram a oportunidade de capacitar-se gratuitamente através de uma parceria entre a Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) e a Universidade do Estado da Bahia (Uneb). A turma de 15 jovens recebeu, na última semana, o certificado do curso de informática básica, ministrado pelo professor Eduardo Magno Brito.

As aulas aconteceram na Facape e fazem parte do projeto de inclusão digital da autarquia. A iniciativa é uma forma de oportunizar aos estudantes uma facilitação para o mercado de trabalho. Segundo Eduardo, que também é coordenador do projeto, ainda é uma forma de aproximar os trabalhos acadêmicos da comunidade.

“A inclusão digital possibilita desenvolver projetos de responsabilidade social, e a expectativa é que a Facape propicie aos seus alunos uma troca de experiências, contribuindo não só com sua capacitação para o mercado de trabalho, mas como uma forma de despertar uma consciência social para a comunidade”, destacou o docente.

Além dos alunos e monitores, estiveram presentes na solenidade de entrega dos certificados o diretor acadêmico da Facape, Antonio Habib; a coordenadora do curso de Ciência da Computação, Vânia Lasalvia; e a diretora do Departamento de Ciências Humanas (DCH) do campus III da Uneb, em Juazeiro, Márcia Guena. Para o professor, as ações da Facape devem estar alinhadas aos anseios da sociedade.

“A faculdade tem o papel de formar profissionalmente, mas também devemos pensar no papel social, na cidadania. Hoje, a tecnologia tem um grande poder de inserção, e a Facape – através do projeto de inclusão digital e em parceria com a Uneb – pode levar novas experiências, conhecimentos e possibilidades de formação a outras comunidades”, enfatizou Habib.

Travessia de conquistas

Segundo Márcia Guena, que também é coordenadora do projeto ‘Perfil fotoetnográfico das populações quilombolas da região do Submédio São Francisco’, esse tipo de iniciativa abre novas perspectivas para as comunidades que se encontram em uma situação menos favorável.

“As populações negras no Brasil estão em uma situação menos favorável, os dados dizem isso, e os jovens da comunidade Quilombola do Alagadiço estão em uma travessia de conquistas. Para eles, foi fundamental participar dessa formação”, completou a diretora.

Ascom Facape

SAAE informa falta de água em alguns bairros de Juazeiro

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O SAAE comunica aos usuários do bairro Itaberaba, Loteamento Sol Nascente, e Residenciais Juazeiro I, II e III que nesta quarta-feira (14), o abastecimento de água será interrompido de 08h ás 12h, devido a troca do rolamento da bomba, localizada no Distrito Industrial.

Tão logo o serviço seja concluído o abastecimento voltará a sua normalidade. Pedimos a compreensão dos usuários e reafirmamos o compromisso em continuar trabalhando para a melhoria do sistema de abastecimento de água e coleta de esgoto em todo o município.

ASCOM/PMJ

Programação de limpeza e iluminação da SESP nesta terça-feira (13)

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A Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Serviços Públicos, informa o cronograma das equipes de limpeza e iluminação pública da cidade, nesta terça-feira (13). A população também pode fazer solicitações, que serão incluídas dentro da programação. O contato com a SESP pode ser feito através do telefone: (74) 99198-3836.

 

Limpeza pública Serviço de Poda Iluminação pública
MUTIRÃO 

 

·                    Piranga I e Residencial São Francisco

·                    VARRIÇÃO DIÁRIA

·                    Avenidas: Adolfo Viana, Flaviano Guimarães, Santos Dumont e Raul Alves.

·                    Travessa da Maravilha Parque Lagoa de Calú e Orla Fluvial

·                    Varrição: Residencial Juazeiro I e II (Itaberaba), Dom José Rodrigues, Piranga, Tancredo Neves e Residencial Brisa da Serra.

·                    Área central: das 07h às 12h, das 14h às 17h e das 17h às 22h.

·                    VARRIÇÃO NOTURNA (11 agentes)

·                    Centro (Orla a Oscar Ribeiro), segunda a sexta 17h às 22h e sábado das 13h às 19h.

 

CAMINHÃO VARREDOR

Manutenção

 

 

 

·                    Centro

 

·                    Coleta em diversos pontos.

 

Atendimento

 

Jardim Flórida

Jardim das Acácias

Novo Encontro

Jardim Universitário

João XXIII

Pedra do Lorde

 

Interior

Carnaíba

 

 

ASCOM – PMJ

O povo não esperava decisão diferente, diz Rui sobre cassação de Cunha

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O governador Rui Costa (PT) comemorou a cassação do mandato parlamentar de Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Em publicação nas redes sociais, o petista baiano disse que “o povo brasileiro não esperava decisão diferente de seus representantes na Câmara dos Deputados”. Cunha foi cassado por 450 favoráveis e 10 contrários.

“A cassação de Eduardo Cunha, em respeito ao que diz a Constituição da República, é satisfação à população. Cunha comprovadamente mentiu em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito. Hoje, mais de um ano depois, a resposta foi dada. Ele faltou com o decoro parlamentar, quis reduzir a pó o que rege a nossa lei máxima”, lembrou Rui.

O chefe do Executivo baiano também afirmou a própria fala de defesa do peemedebista aos deputados foi condenatória: “julgar sabendo que amanhã serão julgados”. “O Brasil não aceita mais o comportamento de homens públicos que esquecem que devem estar a favor do povo e colocam seus interesses pessoais e políticos acima da nação”, apontou.

Bocão News

Cotação Mercado do Produtor de Juazeiro 13/09/2016

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Cotação de preços dos produtos comercializados no Mercado do Produtor de Juazeiro desta terça-feira (13).

Os valores apresentados são decorrentes de pesquisa diária no comércio atacadista do quinto maior entreposto do norte e nordeste em volume e valor de negócios.

Confira clicando no link abaixo.

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